Sempre Comigo
12 Novidade
Notas iniciais
Agora seria eu e ele, não saia o que fazer e nem mesmo, o que iria acontecer. Ao passar a porta do nosso apartamento, fiquei surpresa com a decoração e com o lugar, era maravilhoso. Havia fotos minha e do DC em todo o local, e nelas parecia que eu estava feliz e que o amava, mas agora é diferente, eu não me lembro dele.
–Linda? — sou tirada de meus pensamentos — Você esta com fome?
Não havia pensado nisso, mas ao tocar no assunto, me da uma enorme forme.
–Estou sim.
–O que você vai querer?
–Macarrão com carne moida.
DC fez uma cara para mim, que eu não entedi.
–Mas amor você odeia isso.
–Desde quando, eu amo isso.
Ele não falou mais nada e foi pedi, ele pediu a mesma coisa que eu, pelo menos ele não pediu um prato estranho. Então fui e me sentei no sofá, liguei a televisão, como será que está o mundo.
–DC?
–Oi linda
–Quero ver meus pais.
Ele arregalou ou olhos, e fiquei muito confusa.
–Mas agora?
–É
–Mô, eles moram no limoeiro, não tem como ir viajar agora, eu não posso deixar Nimbus aqui, já fiquei muito tempo fora.
–Você não precisa ir, eu vou sozinha.
Ele olhou para mim, com cara chateada.
–Não posso te deixar voltar para lá sozinha.
–Por que?
–Primeiro, você não está em condições, Segundo, eu te prometi que nunca deixaria você sozinha.
Não entendi a segunda parte, mas agora precisava voltar, so me lembro de quando vivia lá, dos meus amigos e até mesmo do meu amor.
–Por favor DC, preciso voltar, quero os meus pais.
Eu fui até o outro sofá, e me sentei em seu colo, fiz um biquinho, e olhei estremamente em seus olhos, queria muito voltar para o Limoeiro, quando ele iria responder a campainha toca.
–Amanhã a gente conversa sobre isso.
Ele me pegou no colo, e me sentou no sofá, quanto foi buscar a comida.
–Mô, você não vai vim?
Me levantei frustada e fui até a cozinha, aonde me sentei e comecei a comer, sem dirigir nenhuma palavra para ele, o que ele estava pensando eu estava lá sentada no colo dele e ele me tira, dauqele jeito, estou frustada com a negação dele. Ele percebendo que não queria conversa, me deixou quieta, terminei de comer, lavei meu prato e fui para o que deveria ser meu quarto. Adentrei o banheiro e fui tomar banho. Coloquei uma camisola confortavel e cai sobre a cama.
Do Contra
Mônica estava chateada comigo, mas a gente não podia voltar, se ela descobrisse o que aquele covarde vez com ela, ela iria desmoronar de novo, e eu não queria que ela ficasse igual daquela vez. O pior não sei como ela vai reagir com essa grávidez.
Fui até a lista telefônica e achei o nome da médica da Mônica, precisava marca uma consulta, mesmo estando tarde. O telefone tocou várias vezes, até que ouço alguém.
–Consultorio da Dra. Juliana, Boa Noite.
–Boa Noite, eu gostaria de marcar uma consulta para minha esposa urgente.
–Sim, qual o nome dela?
–Mônica Sousa.
–A Sra. Sousa, está bem. Temos vaga para amanha, nove horas?
–Está ótimo.
Então amanhã Mônica teria médico. Fui até o quarto e vejo a minha deusa, dormindo sobre os cobertores, vou até lá e pegou ela no colo, não queria que ela acordasse, mas acordou.
–Pode voltar a dormi, só estou te arrumando.
Ela voltou a fechar os olhos, e coloquei ela na cama e a cobri.
Fui para o banheiro, tomei um belo banho, estava precisando relaxar e agora vou dormi.
Quando me deito na cama, Mônica estava se mexendo toda e começou a gritar ",eu filho, meu filho".
–Amor, amor acorda
Ela abriu aqueles olhinhos assustada e me abraçou.
–DC eu tive um pesadelo enorme. — fala entre o soluço.
–Me conta
–E- e- eu estava gravida, então venho um ho- ho- homem ele estava me ba- batendo e esmurrou minha barriga e começou a sair san-sangue, muito e e- e- eu sentia muita dor, me- me levaram para o hospital e o médico dis-disse que eu havia perdido.
Eu a abraçei muito forte, porque não era apenas um sonho, ela havia se lembrado e aquilo aconteceu, Mônica já esteve grávida e perdeu a criança.
–Amor deita aqui comigo.
Ela deitou e pasei os meus braços em sua volta, ela estava tremendo, e eu não iria contar a verdade para ela, deixaria tudo como se fosse um pesadelo. Acabamos adormecendo.
Acordo com o barulho do meu celular despertando, já era 7h 30 min, e 9h teriamos médico, tentei sai sem acorda a Mô, mas como sempre não consegui, ela abriu aqueles olhinhos para mim, e não resisti fui e a beijei, ela me deu passagem então continue, era um beijo, calmo, mas sincero. Paramos por causa da falta de ar. Ela estava corada.
–Bom dia linda.
–Bom dia
Me levantei e ela perguntou
–Que horas são?
–7h 35min.
–Por que acordou cedo?
–Temos compromisso.
–Temos?
–Sim, você tem médico.
Mônica
–Tenho
–Tem
Ele veio e se sentou na cama, olhou bem nos meus olhos.
–Mô, vem cá
Eu me levantei e sentei em seu colo, estava proxima a ele, mas não me importava e ele era meu marido, mesmo eu não me lembrando e como o Cebola não estava aqui, deixa eu aproveitar eu tenho esse homem lindo na minha frente, me inclinei para beijar e ele retribui o beijo, os beijos dele era diferente dos de Cebola, ele queria me beija e tinha uma pegada incrivel, mas a falta de ar atrapalhou, e ele começou a descer com as mãos e me beijando pelo pescoço, estava ficando louca até que ele parou. Fiz uma cara que não entendi nada.
–Depois podemos continuar isso.
–Não, eu quero agora. — e fui para beija-lo, ele se afastou me deixando frustada, então sai de seu colo.
Deitei-me na cama, virada de costa para ele, até que sinto suas mãos.
–Linda eu te amo
–Sei. — se ele me amasse não me rejeitaria.
–Eu te quero e muito, mas agora precisamos conversar.
Meu deus o que estou fazendo quero beijar o DC, quero ele para mim, Foco Mônica foco.
–O que você quer conversa?
–Mô, hoje a gente vai na sua ginecologista.
–Por que?
–Amor você está grávida.
–Eu estou o que? Como?
–Você quer mesmo que eu explique como.
–Não
Acabamos dando risada junto, mas eu estava muito confusa e não sabia o que fazer e o Cebola, como assim eu não podia largar o DC eu estava esperando um filho dele.
–Esta tudo bem?
–Sim, só estou processando tudo.
Ele me deu um beijo e saiu do quarto.
Eu estava totalmente perdida, não sabia o que fazer.
~♥~
Chegamos ao consultorio, e nos sentamos, estava de mão dada com o DC, e estava muito nervosa.
–DC?
–Oi linda
–Você vai entrar comigo não é?
–Se você quiser.
–Quero sim.
Não demorou muito e a médica me chamou.
–Bom dia
–Bom dia. — respondemos juntos.
–Sra. Sousa pode se deitar ali.
DC começou a contar para a médica sobre o acidente e tudo mais, enquanto ela me deu uma roupa para vestir, não gostei muito mas não tive muita escolha.
–Sra. vou fazer um ultrassom, para poder ver como está e apra saber de quanto tempo.
–Doi?
–Não, pode ser um pouco desconfortavel.
Enquanto ela fazia o exame eu e o DC ficamos olhando na tela do computador, era muito fofo ver aquilo, ele ali. Era uma emoção muito grande, mesmo não me lembrando de nada, saber que tenho alguém para mim nesse mundo, que vai depender de mim, que vou cuidar.
O exame foi rápido.
–Parabéns. Você esta de 3 meses.
Fiquei chocada.
Ela me deu dicas e me falou para voltar mês que vem.
~♥~
Em casa, agora iria convencer o DC, a me levar para o limoeiro pois o que mais preciso agora é de minha mãe por perto.
–DC
Ele estava deitado na cama, coloquei uma camisola vermelha que me deixou bem sexy, ele ficou de boca aberta.
–O que achou?
Perguntei enqaunto dava uma rodadinha.
–Está maravilhosa, como sempre.
Seu comentario me fez corar um pouco, fui me aproximando e me sentei no seu colo. Ele colocou meu cabelo atrás da orelha.
–Tenho um pedido.
–O que vocÊ quiser.
–Quero ir para o Limoeiro.
Pela cara que ele fez não gostou muito.
–Mônica já disse que não
–Por que?
–Porque não podemos e agora você esta gravida, viajar não está em destaque.
–DC por isso mesmo, preciso da minha mãe, eu não me lembro de nada. — Fiz a cara de pidona, mas convincente- Por favor.
Ele veio me beijando.
–Eu não consigo te dizer não.
Pulei de alegria com esse comentario. Comecei a beijar ele, e ele foi abrindo minha camisola, até que lembrei que não me lembrava se doia ou não.
–DC não estou preparada?
–Ham?
–Lembra eu não perdi a memória.
–Tudo bem meu amor, eu te espero.
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