Sempre Ao Seu Lado
2 lugar onde encontro paz
Notas iniciais
Mark:
-é... eu sei. –os senhores levantaram-se, e Mark entregou os papéis para Wilson-
Wilson:
-é uma pena que isto esteja acontecendo com você... é um grande homem Mark... –abraçou Mark com alguns tapas nas costas e saiu-
Mark ficou só ali, naquele escritório imenso e vazio... ouvia a agitação do lado de fora. Foi até a janela, e observou toda aquela agitação dos nova yorkinos. Era tão bonito. Ele se lembrou de quando era mais novo... havia passado ali com justinne, imaginando, sonhando, ser dono do prédio... suspirou fundo, e fechou as janelas.
Kendell:
-pai...-chegou de repente assustando Mark- sei o que está acontecendo... queria poder ajuda-lo, mais não posso...-tentou abraçar o pai que deu as costas para ele- éh...-suspirou fundo e soltou os braços- eu tento... todos tentam, mais o senhor se recusa. Assim, assim... vai acabar sozinho vendo tudo que construiu desabar em questão de segundos...
Mark:
-filho... eu realmente queria muito, poder ti dar esse abraço... e ti apoiar...sei, que só está fazendo isso para que eu grave suas composições...mais não. Eu não vou fazer isso...
Kendell:
-o-o quê?-demonstrou em sua face que estava muito surpreso com as atitudes do pai-eu não acredito nisso!...-bufou irônico- e-eu, eu só queria poder ti confortar diante desta situação pai. Você é incrível! E eu desisto de falar com você!
Mark:
- é. Desista!-ainda estava de costas para kendell-
Kendell:
-eu não posso ser mesmo o seu filho...-lágrimas correram depressa em seu rosto e ele saiu batendo a porta-
Mark não queria tratar todos daquela forma. Muito menos sua família. Mais ele estava depressivo.saiu devagar do escritório, e todos olhavam para ele assustados como se estranhassem sua reação. Avistou justinne e kendell abraçados em lágrimas, saindo do prédio. Em uma mesa no canto, o amigo Carlos, digitava algo em seu computador, deu uma rápida olhada para Mark, demonstrando desprezo, e continuou com seu trabalho.
Mark:
-O QUE ESTÃO OLHANDO? CONTINUEM O TRABALHO!!-disse alto, batendo palmas, mais sem gritar-
Saiu do prédio lentamente. Chegando ao lado de fora, percebeu que uns garotos observavam a gravadora. Respirou fundo e entrou no seu carro. Ligou em uma estação de rádio, tocava uma música triste, qual ele não entendia muito bem, então logo desligou a rádio, não estava com cabeça pra música nenhuma. Seguiu em frente com o carro, meio sem rumo. Foi virando nas curvas, até que chegou á um local sereno... puro... haviam montanhas enormes, e cobertas de gelo e grama, a neblina era clara, estava frio. Ele saiu do carro e sentou-se em uma rocha, á beira de uma das montanhas. Ele correu os olhos para o riacho lá em baixo das grandes montanhas. Era bonito. Haviam algumas pequenas casinhas de madeira, onde as mulheres estavam conversando e os homens se preparavam para ir ao trabalho. Ele suspirou... ali... naquele pequeno lugar, aquelas pessoas estavam felizes, não tinham riqueza, ele observava o sorriso de todos, e novamente suspirou, ali... um lugar onde encontrou a paz que lhe faltava, para poder encontrar a solução em seus pensamentos...
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