Sempre
8 Capítulo 8
Notas iniciais
capítulo muito importante o de hoje. Eu escrevi,pensei, escrevi e acho que ficou bom. Não esperem romance, viu? Vcs vão entender...
Queria agradecer a todas que comentaram e que me ajudam a continuar inspirada para escrever. Muito obrigada msm! Quem quiser fazer uma recomendação tb pode, viu? Indicar pras amigas, tb!! E as fotos, gostaram, né?
Escrevi o mais rápido que pude e se vcs continuarem comentando desse jeito, posto o outro o mais rápido possível!
Boa leitura!!
CAPÍTULO 8
– Cecília, eu não vejo você há muito tempo. Como tem passado? — Amanda perguntou.
Eduardo podia ver o ódio no olhar de Cecília quando ela respondeu:
– O que você está fazendo aqui? — disse rispidamente.
Amanda franziu os lábios quando Eduardo olhou para sua melhor amiga.
– Ceci. — Ele avisou, dando-lhe um olhar repreensivo. Amanda apenas sorriu.
– Se o Edu pode me perdoar, então por que você não pode?
Cecília estava pronta para atacar a mulher, mas Eduardo rapidamente a segurou.
– Cecília! Pare! — Ele manteve os olhos nela quando Amanda saiu balançando a cabeça e sorrindo. Ele podia jurar que ela estava furiosa quando invadiu o apartamento batendo a porta e caminhou atrás dele em direção ao quarto.
– Que porra é essa?
Eduardo nunca viu Cecília ficar tão chateada como estava agora. Quando ele começou a falar que a amizade que compartilhava com Amanda era um pouco mais aberta do que a amizade que eles tinham, ela o cortou.
Ele estava consciente de que poderia dormir com todas as mulheres ao seu redor, mas ele não ia dormir com uma mulher que dorme com um homem diferente a cada dia. Criação de limites. Foi isso que ele fez desta vez. Eduardo estava contente com a sua situação com Amanda, mas, infelizmente, Cecília estava chateada.
– Que diabos foi isso? Por que diabos você estaria falando como ela, ou pior ainda, transando com ela?! Você esqueceu o que ela fez com você?
Eduardo estreitou seus olhos verdes e colocou as mãos nos quadris.
– Eu sou consciente do que ela fez para mim, mas isso está no passado, Cecília. Você precisa obter mais de si mesma. — Ele estava chateado porque ela queria que ele parasse de fazer o que vem fazendo há anos. Quem ela pensa que é?
– Não, você precisa obter mais de si mesmo! – Cecília apontou um dedo em sua direção.
Eduardo sorriu ironicamente enquanto esfregava as têmporas, ficando em silêncio enquanto tentava se acalmar. De alguma forma distorcida, ver Cecília tão furiosa o fez sentir-se um pouco quente e incomodado. Cavando seu calcanhar no piso frio, ele respondeu friamente:
– Eu estou apenas me divertindo como sempre faço, Ceci.
– Diversão? Você chama isso de diversão? – Cecília olhou à sua volta e vislumbrou o quarto semi destruído, com alguns objetos jogados no chão e lençois e travesseiros espalhados. Eduardo apenas enviava um sorriso cínico em sua direção. Ele delicadamente colocou a mão em seu quadril, desafiando-a:
– Somente alguém que é um hipócrita não sabe o significado de diversão. – ele susurrou no ouvido dela.
– Hipócrita? Você acha que eu sou hipócrita por me preocupar com você?- ela parecia não acreditar no que tinha acabado de ouvir e se afastou dele – Há uns dias você se sentiu ofendido pelo simples fato de eu ter encontrado o Raul, então nesse caso você é um hipócrita também, por achar tão ruim que seus amigos se preocupem com você. – disparou furiosamente.
– Não ouse comparar o que eu tenho com Amanda com o que você teve com aquela merda de pessoa chamada Raul. Não ouse! – ele grunia – Eu apenas me divirto!
Cecília lançou um olhar sério para seu melhor amigo, que se sentou na cama. Ela não era a melhor pessoa para começar um briga, mas ela tinha ido longe demais para voltar atrás agora. Ela estava disposta a terminar esta conversa, não importa quanto tempo demorasse. Esta foi a maneira que encontrou para tentar livrar Eduardo do jogo de sedução que Amanda tinha o envolvido novamente. Balançando a cabeça, ela discordou:
– Não, Edu. O que você está fazendo não é divertido, é mais do que ridículo e absolutamente infantil.
O que ele estava fazendo com Amanda era completamente infantil e adolescente e como ele estava quase chegando à casa dos 30, ela achava que era hora do seu melhor amigo crescer.
Eduardo parecia não se incomodar com as suas palavras. Sentado em sua cama, ele inconscientemente pensava que ele e Amanda tinham feito as pazes com a cama, depois de uma rodada de sexo no sofá da sala e olhar os travesseiros jogados e espalhados longe, o excitava de alguma maneira. Colocando as mãos sob a cabeça, recostado na cama somente de cueca ele falou de forma provocante:
– Então, você tem de fazer sexo de todas as formas erradas, minha cara amiga. Por que não posso mostrar-lhe como fazer, em vez disso?
– Eduardo, pare! Eu estou muito irritada para ser alvo de suas brincadeiras. – ela disse sentando na beira da cama.
– Eu não estou brincando, Cecília. — aqueles olhos verdes continuavam a encará-la de um jeito diferente, com luxúria, como ela nunca tinha visto. Ele aproximou-se dela, um sorriso provocador se fez presente em seu rosto e ela não pôde deixar de notar.
De todos os relacionamentos que Cecília teve, a maioria deles foi saudável, tirando o relacionamento com Raul, e vendo Eduardo dar-lhe aquele sorriso sedutor, que ele distribuía para outras mulheres, era um pouco tentador. Cecília sabia que era errado. Ela sabia disso, mas alguma coisa em seus olhos verdes a hipnotizava e antes que ela pudesse pensar nas consequências daquele ato, sua boca foi tomada por um beijo caloroso que deixou seu corpo e sua mente inebriados. Eduardo estava feliz por estar sendo correspondido. Ele apertava seus quadris quando se afastou, interrompendo o beijo. Um breve momento de sanidade se fez presente? Não.
– Eu não vou fazer nada que você não queira. – ele murmurou. E alguma forma estranha, ele a desejava agora.
Mas, sem dizer outra palavra, os lábios de Eduardo estavam de volta nos de Cecília, beijando-a com mais desejo neste momento. Ele a empurrou para cama, ficando por cima. Ela colocou a mão em suas costas enquanto a outra deslizou para seu pescoço e subiu mais um pouco, assim ela pôde deslizar os dedos em seu cabelo macio. Ela segurou um punhado de cabelo e puxou suavemente, e um gemido soou em sua garganta enquanto sua língua invadia a boca dela. As mãos hábeis de Eduardo deslizaram para baixo, até que foram colocadas na cintura dela, empurrando-a mais para perto dele.
Quando suas mãos se agrupam em torno de seu quadril, deveria ter sido o momento em que ela devia ter dito não. Mas, vendo seu corpo seminu, somente coberto por uma cueca box branca, encostando na pele dela era mais do que ela poderia imaginar. O desejo era mais forte do que seu lado racional.
Rapidamente ele tirou o vestido florido que ela usava, deixando-a somente de calcinha e sutiã pretos. Gostosa, ele pensou e sorriu para si mesmo. Em seguida com toda habilidade, adquirida em anos de sexo casual, ele se desfez de sua calcinha. Aquilo estava a excitando cada vez mais e Cecília só pensava o quão sexy ele era. Eles se olharam sem dizer uma palavra. Não demorou muito para que os dois estivessem completamente sem roupas, as pernas dela enroladas em volta da cintura de Eduardo. Seu corpo e sorriso lascivo tomou conta dos sentidos dela, quando ele a penetrou com urgência.
Cecília arqueou as costas, quando ele beijou seus seios. Um gemido saiu de sua garganta enquanto suas mãos percorreram suas costas, uma vez que ele começou a se mover dentro e fora dela. A mulher habilmente contrariou seus quadris e segurou seus braços com força, cravando suas unhas e beijando-o ferozmente, fazendo com que sua mente ficasse em branco mais uma vez. Ele gemia, apreciando a sensação de seu corpo pressionado contra o dela. Respiração pesada, pele suada.
Cecília parecia estar enlouquecidade de prazer. Ela gemia o nome de Eduardo uma e outra vez. Nunca passou pela mente promiscua dele imaginar alguém como Cecília, sua melhor amiga, gemer seu nome em completo êxtase. Mas, naquele momento ouvi-la era tudo que ele queria. Eduardo queria que ela gemesse seu nome como um Cd arranhado. Amaldiçoando-a silenciosamente ele empurrou nela mais forte e cada vez mais forte, fazendo-a gritar.
– Porra, Edu! É isso! — Seus gemidos e gritos abafados eram viciantes.
Com a última energia que lhe sobrara, ela movimentou-se ficando por cima. Com um sorriso vitorioso, plantando beijos em seu pescoço, ela foi descendo pelo seu corpo, alcançando a sua masculinidade. Olhos de Eduardo tremularam fechados enquanto sua boca envolvia o membro dele. Gemendo, ela balançou a cabeça para cima e para baixo.
– Cecília — ele respirou, finalmente, entrando no ritmo das coisas. Sua mão segurou a parte de trás de sua cabeça mantendo-a lá enquanto terminava o seu trabalho. Engolindo o seu líquido quente, ela rastejou de volta em cima dele enquanto ele ofegava pesadamente quando empurrou o cabelo dela para trás.
– Eu espero que você saiba que não acabei com você ainda.
Cecília sorriu profundamente.
– Eu sei que não.
Eduardo sentiu sua masculinidade crescendo novamente com o toque de Cecília. Ele sempre soube que ela era boa com as mãos, mas ele não sabia que ela era tão boa fazendo isso. Agora, ele não tinha dúvidas. Ela o bombeou algumas vezes e em seguida ele ficou por cima dela, desejando a sensação de se mover dentro dela mais uma vez.
Notas finais
Bjs, Nara
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