Sempre

6 Capítulo 6


Notas iniciais
Queridos,

mais um capítulo longo para vcs. Vocês sabem q sou empolgada então nao consigo parar de escrever. Gostaria de agradecer todos os comentários que recebi até agora. Vocês são as melhores e eu agradeço a consideração de dedicar alguns minutos do seus precioso tempo para ler minha fic. Muito obrigado msm!

Senti falta de mais comentários no caopitulo anterior, mas tudo bem. Tenho certeza q vcs vão me surpreender com uma chuva de comentários neste capítulo. Ah, quem quiser fazer divulgalção das fic pras amigas e fazer RECOMENDAÇÕES fique à vontade!!! Bom, é isso. Boa Leitura!!!

Bjs, Nara.

CAPÍTULO 6

– Por favor? — os olhos de Arthur estavam ficando anormalmente grande, enquanto ele juntou as mãos implorando. Eduardo virou a cabeça para evitar a desculpa patética de Arthur que implorava, enquanto Cecília parecia desconfortável assistindo aquela cena. Eduardo esticou a perna, brincando com a latinha de Coca Cola que acabara de tomar.

– Não. – Eduardo categoricamente disse.

Seus olhos verdes piscaram para o amigo. Ele estava sentando com os ombros caídos e Cecília o encarou com olhos culpados e Eduardo sabia exatamente o que ela estava pensando. Rapidamente, ele beliscou a perna de Cecília para impedi-la de dizer qualquer coisa que vai fazê-lo culpá-la mais tarde.

Infelizmente, nem tudo saiu como o planejado.

– Diga-me novamente por que estamos aqui. – Eduardo resmungou quando sentiu o braço de Arthur enrolado em torno dele de um lado e Cecília do outro. Arthur olhou para Eduardo com um sorriso brilhante.

– Porque é divertido!

Eduardo estava irritado por ter sido arrastado para a Avenida Litorânea para fazer caminhada usando tênis com molas gigantes, que fazia as pessoas crescerem no mínimo 15 centímetros e pularem feito canguru, justamente em seu dia de folga no sábado. Diversão para ele significava outra coisa.

Era uma visão engraçada ver como Arthur e Eduardo foram abençoados com pernas longas que os fizeram facilmente se destacarem em meio às outras pessoas, enquanto Cecília media apenas 1,72 de altura. O trio caminhou vagarosamente em direção ao quiosque que alugava os tênis canguru.

Isto era um verdadeiro pesadelo para Eduardo. Qualquer coisa com rodas, lâminas ou molas em seus pés não era uma boa ideia. Eduardo não era a pessoa mais graciosa quando se tratava de coisas como esta. Por que será que ele desistiu do skate depois de uma semana de acidentes, pontos e sangramentos?

Sentado em um banco no calçadão da orla de São Luís, ele viu um grupo de pessoas correndo facilmente com aquela coisa nos pés. Parecia que estavam insultando-o, pois parecia ser muito simples. Tudo sempre parecia fácil quando ele estava observando, mas uma vez que ele tivesse essas coisas em seus pés, tudo iria parecer pior. Ele iria parecer uma criança que estava andando pela primeira vez, com as pernas bambas e tropeçando em seus próprios pés, pensou.

Enquanto o som das ondas do mar invadia o ambiente, ele estremeceu ao ver uma criança agarrando-se a sua mãe depois de cair de cara no chão. Esperando o choro começar, o riso saiu da boca da criança quando olhou para sua mãe com alegria. O que é isso? Crianças sorriem quando se machucam? Eu devo ter morrido e ido para o inferno, pensou.

Eduardo pode ter começado a acreditar que a sua teoria estava certa quando o tênis preto e laranja com molas gigantes foram colocados a sua frente por Arthur.

– Espero que seja do tamanho certo. – Arthur sentou ao lado dele e começou a trocar o tênis convencional pelos de saltos de mola gigantes.

O cirurgião cauteloso olhou para seus pés não confiáveis ​​e molas que poderia facilmente derrubar alguém. Esse era um dos seus medos, sua mente sempre ia à loucura pensando que se ele escorregasse, outra pessoa poderia esbarrar nele e machucar sua mão. Suas mágicas e talentosas mãos de cirurgião que podem custar a ele sua carreira. De repente sentiu uma respiração quente, quando se virou para ver Cecília sorrindo para ele.

– O que? — Ela perguntou inocentemente.

- Você estava respirando em mim? — Ele estreitou os olhos quando ela deu de ombros.

– Eu não faço ideia do que você está falando. — Cecília levantou-se com o seu senso de equilíbrio e olhou para seu amigo assustado que estava protelando o inevitável.

Arthur olhou para Eduardo com certa preocupação antes que Cecília o tranquilizasse.

– Por que você não vai na frente? Nós o alcançaremos em breve. – Cecília sabia que com a experiência de Arthur em caminhadas com tênis saltitantes, ela poderia alcança-lo em pouco tempo. O homem de olhos cor de mel mordeu o lábio inferior enquanto olhava para a amiga antes de sair para sua caminhada em meio ao um espetacular pôr -do -sol.

Cecília, sendo a amiga maravilhosa que era, ajoelhou-se em frente a Eduardo, empurrando as mãos dele.

– Você tem que amarrá-los bem ou você vai perder um de seus tênis. Nós não queremos isso, não é?

Eduardo rosnou quando colocou um dos pés no tênis canguru.

– Eu não quero calçar isso.

A delegada balançou a cabeça suavemente e lembrou Eduardo:

– Há uma razão pela qual estamos aqui e a razão é porque eu quero passar algum tempo com meus homens favoritos. Por que você está fazendo isso se tornar tão difícil para mim e para Arthur?

Observando o homem furioso franzindo os lábios, ela percebeu o olhar que Eduardo lançou ao seu redor e então segurou a mão dele em conforto.

– Eu vou segurar sua mão o tempo todo. Você não vai cair enquanto estiver caminhando com uma especialista como eu.

–Você não é tão boa com isso, Ceci. – ele riu sarcasticamente.

– Eu sou melhor do que você imagina, baby.

Ela riu suavemente ao ver o brilho nos olhos de Eduardo e lembrou do filme que eles assistiram juntos nos tempos da faculdade. Um filme sobre um grupo de ginastas do colegial que almejavam ganhar o campeonato estadual. Superação. Tentando tirar a atenção dele, ela se inclinou para frente.

– Sim, sim. Vamos antes de Arthur começar a se perguntar onde nós estamos. — Ela observou Arthur há alguns metros de distância com sua bermuda preta e camisa branca que tinha nas costas a frase ‘Professor na Área’. No mínimo estranho, ela pensou.

Cecília balançou a cabeça, quando se levantou, plantando os pés no chão quando estendeu a mão para Eduardo. O homem de cabelo alinhado, olhos verdes e barba rala por fazer agarrou suas mãos firmemente e levantou-se com certa dificuldade. Ele mordeu o interior de seu lábio enquanto tentava se equilibrar.

– É melhor eu tomar um bom café depois disso.

Cecília sorriu quando eles começaram a andar levemente.

– Você pode tomar quantos cafés quiser. – ela beliscou uma de suas bochechas, como se ele fosse uma criança. Ele estreitou os olhos e murmurou que não era um bebê.

Seu comentário tornou mais difícil convencer Cecília ao ver que era algo que uma criança diria em uma situação como esta. Eduardo sendo um ser naturalmente teimoso levou algum tempo para deixar as molas tocarem o chão do calçadão. Após persuadi-lo a dar o primeiro passo, Eduardo se desequilibrou.

Felizmente, Cecília estava a apenas alguns centímetros de distância dele e o pegou antes que ele se esborrachasse no chão. Apesar de ele ser maior e mais pesado, ela ainda assim conseguiu segurar seu melhor amigo. Ela adquiriu força e reflexos depois de fazer o curso de formação da PF. Ele suspirou de alívio, enquanto Cecília sorria.

– Isso não foi engraçado. — Ele resmungou.

– Oh, onde está o seu senso de humor? Foi um pouco engraçado, Edu.

Com uma ruga ainda estampada em seu rosto, seus olhos verdes encontram os olhos cor de mel de Arthur, que de repente parou ao lado dos dois corredores.

Estou tão feliz que você decidiu se juntar a nós, Edu. Vamos tentar correr pelo calçadão? — Tendo os dois atenciosos melhores amigos, Arthur correu para o lado de Eduardo apenas no caso dele cair. Porém, Arthur não era muito experiente em corridas com esse tipo de tênis e por isso não muito confiável para cuidar de alguém.

Eduardo se sentia mais confortável tendo Cecília como sua rede de segurança, apesar dela ser pequena, uma vez que ele não sentia muita confiança vindo de Arthur. Segurando no braço de Cecília com força, ele conteve sons de protesto quando ele lentamente começou a andar para frente. Para alguém que estava assistindo os três corredores, era cômico ver uma mulher segurando um homem quando eles estavam mais lentos do que o carro do Rubens Barrichello.

As bochechas de Eduardo começaram a aquecer e sua tensão aumentava a partir do momento que ganhava mais velocidade. Ele cerrava os dentes.

– Basta mover suas pernas para frente, dando pequenos pulos. – Arthur ensinava.

Arthur lentamente demonstrou o que Eduardo deveria fazer. Eduardo lambeu os lábios enquanto ele movia uma de suas pernas antes de movimentar a outra. Ele encorajava Eduardo a se mover um pouco mais rápido para ganhar velocidade.

– Não se preocupe. Eu estou aqui para você. – Cecília tranquilizou-o quando ele segurou a mão dela. Eduardo soltou um braço para equilibrar-se, enquanto o outro ainda estava agarrado a Cecília.

Eduardo estava tão focado em suas pernas e movimento que não percebeu o ligeiro olhar invejoso que Arthur lançava em direção ao casal ao ver o quão protetora Cecília estava em relação a Eduardo. Ele não deveria estar com inveja, pois não era como se Eduardo estivesse fingindo para ganhar atenção de Cecília. Uma vez que quando Eduardo era realmente bom em alguma coisa, ele faria qualquer coisa para mostrar a todos o quão bom ele era. Vaidoso. Eduardo era bastante vaidoso. Eduardo sempre fazia questão de lembrar-lhes como era talentoso com as mãos, as mãos que curavam.

Ouvindo a risada nervosa de seu amigo, Arthur viu que Eduardo estava conseguindo se movimentar sozinho quando viu que ele estava livre das mãos de Cecília, porém mantendo uma distancia considerável da mesma. E ela estava pronta para segurá-lo caso algo acontecesse. Assistindo o sorriso nervoso que estava em seus lábios quando ele olhou para Arthur tentando passar tranquilidade, ele se sentia culpado por esses pensamentos.

Era difícil convencer Eduardo a fazer algo que ele não era bom e vê-lo fazendo um esforço foi realmente algo revigorante.

– Você está indo muito bem, Edu. — Arthur bateu palmas quando ele se virou e começou a correr para frente. — Que tal você vir até aqui?

Eduardo de repente sentiu-se como uma criança dando seus primeiros passos. Olhando para Cecília e Arthur, ele franziu a testa antes de começar a correr em direção ao amigo. Um pouco mais rápido do que antes, ele chegou perto de Arthur, que o abraçou amigavelmente o parabenizando.

– Eu não sou uma criança, Arthur. — Ouviu seu amigo resmungar.

Enquanto isso Cecília caminhava rapidamente em direção a seus dois melhores amigos. Eduardo a olhou com inveja. Ela era melhor do que ele. Ela era ótima. Cecília sempre minimizou seus talentos e vê-la facilmente caminhar e correr sobre aquelas molas fez Eduardo sentir ciúmes de sua habilidade.

Levou apenas alguns segundos, aqueles minúsculos segundos que o fizeram perder o foco e, antes que ele percebesse, suas pernas se transformaram em gelatina, mais uma vez. Eduardo gritou de susto quando suas mãos, naturalmente tentavam salvá-lo da colisão com o concreto. Quando seu corpo bateu no chão, ele gemeu virando seu corpo para ver que havia levado Cecília junto.

Cecília estremeceu quando segurou em seu próprio braço e Eduardo sentiu-se culpado quando ele rapidamente esqueceu sua queda e ficou focado em sua amiga caída.

– Oh meu Deus! Vocês estão bem? – Arthur olhou para os dois com olhar preocupado.

- Eu estou bem. Mas Cecília... — ele murmurou, segurando em seu braço, tocando levemente lugares certos para verificar se possuía alguma fratura. — Nada está quebrado, o que é bom. Não há fraturas pelo que parece. – Eduardo falou para si mesmo.

– Qual é o seu diagnóstico Doutor Guerra? — Ela tentou fazer uma piada, mas recuou quando a dor se arrastou por seu braço quando ele acrescentou pressão em um determinado ponto.

– Eu preciso dar uma olhada melhor nisso. Vamos sair do chão primeiro, antes que alguém pise na gente. – Arthur revirou os olhos quando ela ajudou Eduardo a levantar e depois Cecília e comentou:

– Você sabe que isso não acontece sempre, certo?

– Eu imagino que não. – Eduardo protestou irônico.

Uma vez que Cecília estava a salvo no banco, Eduardo pediu que movimentasse o braço por conta própria. Assistindo ela movimentar duramente o braço enquanto ele gemia de dor, ele falou:

– Está apenas torcido. Eu tenho uma tipoia em casa que você pode usar, lembre-se de usar o método R.I.C.E. Você se lembra ou eu tenho que receitar medicamentos para você aliviar a dor?

– Eu me lembro, Edu. Esta não é minha primeira entorse. – Eduardo deu-lhe um olhar e ela respondeu:

– Repouso, gelo, compressão e elevação.

– Bom, mas você deve fazer isso nas próximas 48 horas e eu vou verificar novamente para ver se o inchaço diminuiu. — Ele levemente suspendeu o braço dela movendo de lado e tirou sua camisa e a amarrou para que ela pudesse sustentar o seu braço. Cecília levantou uma sobrancelha para a improvisação.

– Inteligente. — Ele murmurou.

Enquanto eles conversavam, Arthur se ofereceu para levar os tênis. Era a única coisa que podia fazer para ajudar e mesmo assim ele sentiu-se deixado de lado novamente.

Atenção de Cecília estava voltada para Eduardo esta noite, mesmo se Arthur precisasse de ajuda, ela não seria capaz de tirar os olhos de Eduardo uma única vez. Talvez ela sorriu uma vez e olhou para Arthur por dois segundos. Ela não o fez. Antes de chegarem ao calçadão da Avenida Litorânea, ela prestava atenção nos dois igualmente, mas sendo Arthur um tagarela nato, Cecília mantinha os olhos nele, enquanto Eduardo caminhava calmamente ao lado dos dois amigos não se incomodado por não estar na conversa.

Por que ele não podia ser como Eduardo, às vezes? Sem se importar em estar na conversa e saindo para seu pequeno mundo? Talvez Eduardo não se importasse muito porque ele tentava ao máximo não tornar-se tão íntimo de alguém. Apesar de eles serem melhores amigos, há uma parte de Eduardo que estava escondida no escuro.

Arthur sentia que Cecília estava no escuro também, assim, teve a sensação de que Eduardo deixou uma pequena parte de si mesmo guardada, não querendo que ninguém soubesse nada sobre essa área específica. Quando ele voltou com as mãos livres dos tênis, ele congelou assistindo Cecília rindo da expressão amarga de Eduardo. Um sorriso logo se arrastou em seus lábios com um sentimento de que Cecília mais uma vez zombou de Eduardo levemente, fazendo seu temperamento curto subir em questões segundos.

Olhando Cecília dando-lhe um forte abraço, ela disse algo a ele que rapidamente girou a cabeça para ela em choque. Arthur sentiu um nó na garganta ao ver o quão perto os lábios deles estavam um do outro. Um ligeiro movimento e eles iriam se beijar.

Era absurdo. Eduardo e Cecília juntos como um casal? Isso seria uma piada de mau gosto. Primeiro porque eles eram bons amigos, e segundo porque eles eram do tipo que ninguém apostaria que acabassem juntos. Um suspiro escapou de seus lábios quando viu Cecília se afastar de Eduardo. Forçando um sorriso, ele caminhou até os dois e alegremente perguntou:

– Quem está com fome?

Cecília e Eduardo olharam para cima e estômago de Eduardo rosnou alto. Segurando seu estômago, ele sorriu e disse:

– Eu estou.

– Você está sempre com fome. – Cecília acrescentou, antes de sugerir. — Como meus planos de sair hoje à noite foram por algo abaixo, exijo a companhia de vocês. Vamos pedir pizza... Vamos para casa de Edu. Assim eu pego a tipoia e coloco gelo nesse braço. E depois podemos assistir a um filme, que tal? — disse olhando para o amigo Arthur, que rapidamente defendeu a ideia.

- O quê? É uma grande ideia. Faz tempo que não fazemos isso todos juntos. Além disso, você deve isso a ela, Edu.

Eduardo franziu os lábios enquanto seus olhos verdes encarava o amigo quando eles começaram a caminhar em direção ao carro estacionado.

– 50 ou 60 horas de trabalho não significam nada para você? Estou cansado quando chego em casa. Por isso quando estou de folga quero me divertir. Sinto muito por não querer assistir filmes com vocês. Isso é a última coisa que passa em minha mente durante minhas folgas. Sem ofensa, Ceci.

– Sem problema. – Ela manteve-se calada, enquanto observava a briga dos dois.

– Deixa de ser egoísta, Eduardo. A gente quase nunca faz isso. Vamos aproveitar. Além disso, você deve isso a Ceci. Com esse braço ela não vai poder sair hoje à noite. Pense nisso como uma compensação.

– Como você é insistente, Arthur. Só vou fazer isso por causa de Ceci e seu braço machucado.

Cecília não estava preocupada com o debate, como ela chamava o que estava acontecendo. Isso geralmente acontecia quando alguém sugeria assistir filmes em um fim de semana. Eduardo zombava de Arthur por gostar ele de assistir a filmes com Cecília e com um rosto vermelho beterraba, Arthur iria revidar dizendo que a falta de interesse do cirurgião nesse tipo de programa se dava pelo fato dele gostar de outro tipo de “diversão”. No momento em que chegarem em casa, tudo será esquecido. Comida e Cecília, sendo dramática sobre seu braço torcido, irá fazer o dois ficarem focados em outra coisa que não seja o pequeno debate. E isso foi exatamente o que aconteceu mais tarde.

Após uma hora depois de pedir pizza, os três estavam no sofá macio comendo felizes enquanto assistiam ao filme que foi escolhido aleatoriamente por Cecília. Assim que terminaram a sua comida, colocaram-na na mesa de centro e Cecília instintivamente colocou a cabeça nos ombros de Eduardo.

Cecília estava confortável com a posição e deslocou seu braço machucado para longe de Eduardo, enquanto seus olhos ainda estavam focados na tela da televisão. Com o filme ainda em execução, os três deles lentamente começaram a pegar no sono e antes que percebessem, eles se afogaram na escuridão.

Notas finais
Gostaram? O que acharam? Quero uuma chuva de comentários para me inspirar no próximo capítulo, viu?

Obrigada à todas que chegaram até aqui!

Bjs, Nara