Sempre

12 Capítulo 12


Notas iniciais
Olá leitoras,
senti falta de muitas de vcs no capítulo passado, viu?
Notas importantes:
- Cenas de sexo minha gente. hOT, hOT, hOT. Espero que gostem!
- Amanha começa minha nova facul pela manhã e o tempo para escrever vai ficar menor. Isso quer dizer, que vou ter aula de manhã em uma facul e à noite em outra. Talvez, não consiga postar mais todo dia, mas vou fazer um esforço enorme para conseguir postar todo dia. Isso, claro, dependendo da ajuda de vcs, com comentários e recomendações. Aí, eu fico empolgada e dou meu jeito para escrever e postar rapidamente.
-Desconsiderem possíveis erros, eu não revisei. Sorry!
é isso!
Boa leitura!!

CAPÍTULO 12

Gemidos e passos tropeços ecoaram, enquanto os dois amigos entravam no apartamento de Cecília. Sob tais circunstâncias, Eduardo teve de concordar com não apenas tratá-la como se eles ainda fossem amigos, mas também que eles tivessem sua pequena diversão na casa dela, desde que o apartamento dele foi palco de suas aventuras sexuais por muito tempo. Ele não se queixou e rapidamente aceitou as regras antes de selar os lábios de sua melhor amiga.

Uma risada saiu de seus lábios enquanto ele, demasiado ansioso, empurrou-a cegamente em uma direção aleatória, fazendo-a chocar-se com um abajur. As mãos estavam voando em tudo, tentando agarrar tudo o que podiam tocar com os olhos fechados, saboreando a sensação de tocar o corpo um do outro.

As mãos de Cecília estavam agarradas em seu cabelo macio, quando as deslizou para baixo em direção a sua camisa azul que ela rasgou sem pensar duas vezes. Quando Eduardo percebeu que o ar frio atingia sua carne, ele afastou seus lábios e olhou para sua camisa agora em ruínas.

– Eu gostava dessa camisa. — Ele disse sem rodeios.

A mulher na frente dele parecia desgrenhada com seu cabelo totalmente bagunçado, livres do rabo de cavalo e os lábios macios começando a inchar. Apertando os lábios, ela acenou positivamente enquanto suas mãos trabalhavam na fivela da calça dele.

– Eu vou comprar uma melhor para você, baby.

Eduardo estava prestes a responder com sua maneira peculiar quando sua boca foi tomada pela dela. Sentindo as mãos de Cecília se atrapalhar com o cinto, ele o arrancou rapidamente e tentou dar um passo para o lado na tentativa de se livrar da calça, mas uma vez que ele sentiu seus sapatos ainda estavam ali, ele afastou-se de Cecília e tirou os sapatos e a calça rapidamente.

Foi então que ele percebeu que Cecília ainda estava completamente vestida com sua calça jeans e uma blusa social bege de manga. A única coisa que ele arrancou sem falhar foi seu blazer escuro. Sem pensar em mais nada, ele pegou sua melhor amiga com facilidade, quando os braços dela naturalmente serpenteavam em volta de seu pescoço e suas pernas enrolavam-se em torno de sua cintura.

O homem de olhos verdes não conseguia tirar os olhos da mulher a frente dele, quando abaixou a cabeça para ligar seus lábios com os dela. Cecília gemeu em sua boca enquanto ela se deixava levar para o seu quarto, provavelmente. No entanto, a sensação de que ele virou a esquerda em vez de continuar em linha reta, fez sua mente começar a se perguntar o que ele estava fazendo. De repente, um material gelado tocou sua mão e Eduardo a soltou. Cecília franziu as sobrancelhas quando ela colocou os olhos em sua cozinha.

– Por que estamos na cozinha?

Apesar de toda a sua experiência, principalmente do seu relacionamento com Raul, a cozinha era o único lugar que ela nunca tinha feito sexo. Geralmente os homens que compartilharam a noite com ela tinham colegas de quarto e o quarto era o único espaço pessoal que tinham. Cecília não era a favor do voyeurismo, isso definitivamente não era um fetiche e quanto a Raul, bem, ele só não queria fazer sexo no lugar que cozinhava suas refeições.

Aparentemente, Eduardo não dava a mínima para isso e só esse pensamento a fez ansiar por ele ainda mais. Observando-a tirar a sandália, ele respondeu a sua pergunta:

– Você não me disse uma vez que nunca fez sexo na cozinha ou em uma cadeira antes?

Um sorriso lascivo apareceu em seus lábios quando Eduardo jogou as sandálias do outro lado da cozinha, enquanto suas mãos se arrastaram até as pernas dela de uma maneira provocante.

– Você? — ela estava surpresa.

A pergunta pairava no ar quando ela sentiu os dedos dele percorrerem suas pernas, subindo e puxando a calça jeans para baixo da forma mais dolorosa possível. Cecília estava completamente ciente de que Eduardo era bom em provocações.

Quando ele balançou a cabeça, suas mãos começaram a trabalhar na parte de cima, em sua blusa que ele desabotoou com uma agilidade impressionante. Deslizou-a pelos ombros de Cecília, que se ergueu no balcão atrás dela. Antes, ele continuou colocando beijos intrincados ao longo de suas coxas, beliscando suavemente a pele. Cecília gemeu quando as mãos tentaram pegar em algo para se apoiar, em desespero. Com a mão enrolada em torno de seu cabelo ela agarrou a borda da ilha que era anexado ao balcão.

Cecília não tinha medo de deixar ecoar seus gemidos. Um suspiro gutural saiu de seus lábios quando sentiu algo doloroso na coxa esquerda. Ele desceu suavemente sua calcinha. Abrindo mais as pernas para um melhor acesso, ela o viu abaixado beijando em toda parte exceto no único lugar que ela queria ele tocasse.

– Pare de me provocar. — Ela sussurrou quando contrariou seus quadris em direção a ele. Um biquinho foi colocado em seus lábios, porém Eduardo quis manter o que estava fazendo. Enquanto ele estava lá, ela terminou o que ele havia começado e tirou seu sutiã antes de segurar o rosto dele da melhor maneira que podia, trazendo-o até o encontro de seu rosto novamente.

– Não é muito agradável provocar alguém. — Ela resmungou em seus lábios, dando-lhe um beijo sensual quando ela enganchou suas pernas ao redor de sua cintura, amando a sensação do contato de suas peles. Soltando um gemido gutural, ela pressionou a parte inferior do seu corpo contra o dele. A excitação em sua cueca era óbvia e foi então que seus dedos começaram a roçar em volta do seu membro.

Suas mãos tocaram levemente sua virilha antes de fugir para outro lugar. Cecília podia sentir a frustração de Eduardo quando ela negou dar o que ele queria dela. Sorrindo, ela afastou-se dele, empurrando-o antes de pular fora do balcão e virou pressionando as costas dele contra o balcão de mármore frio.

Olhos castanhos de luxúria encontraram os olhos verdes, quando ela deslizou sua cueca box para baixo com o sorriso ainda no rosto. Como ela plantou beijos ao longo do caminho, Eduardo ficou tenso na expectativa, quando ela avançou mais perto de sua masculinidade. Finalmente, ela chegou lá.

Ao contrário dele, ela não poderia provocar por muito tempo. Uma de suas mãos agarrou o pênis e ela lambeu os lábios, vislumbrando o quão grande ele era, ele era um dos maiores do que ela [já teve, se não fosse por um de seus colegas de trabalho, que tinha colocado sua masculinidade em exposição, quando trocava de roupa durante uma operação da PF.

Agora que estava na frente dela, sua feminilidade estava mais úmida. Colocando sua língua na ponta, ela sentiu o gosto de pré-gozo entrar em sua boca quando ela o bombeou algumas vezes. Ouvir seus gemidos e suspiros a encorajou a continuar o que estava fazendo e então ela deixou a língua correr até a parte inferior de seu pênis.

– Ceci. – Eduardo agonizava.

Cecília amava como seu nome soava saindo de sua garganta nesta situação e como tão fácil ela deslizou seu pênis em sua boca. Gemendo como ela continuou a empurrar mais de seu pênis para dentro, até que ela o tinha completamente e inteiramente dentro de sua boca.

Eduardo observa Cecília em seu movimento sexy, balançando a cabeça para cima e para baixo. Um pensamento passou através de sua mente. O pensamento de que ela fazia isso com os homens que ela dormiu, com Raul, por exemplo, e então ele se perguntava se ela gostava realmente de fazer isso ou se fingia às vezes. Como alguém como Eduardo que adorava sexo e estava orgulhoso de como era aberto sobre sua sexualidade, não lhe ocorreu que ela pudesse fazer caras e bocas para algumas de suas conquistas. Não lhe ocorreu que, apesar das aparências, ela era uma puta na cama.

Seus pensamentos ficaram em branco quando ele sentiu algo afiado arranhando o seu membro. Olhando para baixo, viu Cecília provocá-lo com os dentes antes de empurrá-lo de volta para dentro de sua boca. Ver o brilho em seus olhos o fez franzir a testa percebendo que ela fez isso para chamar a sua atenção.

Agarrando sua cabeça, como um pedido de desculpas, o seu corpo começou a ficar tenso quando ele chegou mais perto do seu ápice e antes que pudesse completamente deixar-se ir, ele a puxou de volta. Ofegante, ele disse:

– Ainda não.

Acariciando a cadeira que ele arrastou previamente, ele apertou-a contra a pia.

– Ajoelhe-se na cadeira.

Obedecendo aos seus desejos, Cecília subiu na cadeira alta, que na verdade era uma banqueta com encosto, e apoiou os joelhos na cadeira de madeira. Suas mãos unidas em torno do encosto para o equilíbrio, enquanto lentamente ela abria mais as pernas e levantava sua bunda.

Cecília olhou para o corredor que levava para a sala de estar quando ela sentiu a presença de Eduardo atrás dela. Suas mãos apertadas na parte de trás da cadeira enquanto seus longos dedos finos abriam as pernas dela ainda mais, circulando os dedos ao redor dos lábios de sua vagina. Um gemido de satisfação saiu de seus lábios quando ela sentiu bombear seus dedos dentro e fora dela.

Muito para seu desgosto, ele abrandou depois de algumas estocadas. Um gemido saiu de seus lábios antes de ela franzir as sobrancelhas, pois já estava levando muito tempo para terminar. Rosnando humildemente, ela mudou um pouco antes dela começar a mover seus dedos em si mesma, se ele não fosse fodê-la, então ela iria fazer isso sozinha. Gritos e gemidos enchiam o ambiente quando a risada profunda de Eduardo foi ouvida na orelha esquerda.

– Você está tão desesperado para acabar? Para ter meus dedos dentro de você até você gozar? – Os olhos de Cecília escureceram ainda mais devido a conversa suja. Eduardo gostava de sussurrar coisas impertinentes ao ouvido de suas parceiras e assistir suas reações ou ações nesta situação sempre lhe agradava.

Então, quando ele começou a movimentar novamente seus dedos mais rápido, ela sorriu e ele enterrou o rosto para o lado de seu pescoço, sugando sua carne macia enquanto ela estava alcançava seu orgasmo. Um gemido saiu de seus lábios enquanto ela logo relaxou. Tirando os dedos, Cecília olhou para trás quando ela assistiu ele colocar os dedos molhados em sua boca. Eduardo gemeu:

– Você tem um gosto maravilhoso. Fantástico!

As pernas de Cecília ficaram frágeis e bambearam. Foi então que ela sentiu as mãos de Eduardo levantando seu traseiro em direção ao seu pênis. Uma onda de energia voltou para ela imediatamente, quando ela sentiu a ponta tocando levemente os lábios de sua vagina.

– Oh, Edu. Dê isso para mim.

Ambos estavam mais relaxados quando Eduardo colocou a camisinha antes de enterrar-se dentro dela. Dando o que ela queria, ele deslizou com facilidade amando a sensação de estar dentro dela. Não houve muita conversa enquanto faziam sexo, a não ser Eduardo com sua conversa suja.

Gemidos vinham de ambas as partes, ele lentamente começou a bombear dentro e fora dela. Cecília envolveu suas mãos ao redor da parte de trás da cadeira enquanto suas pernas estavam agora firmemente colocadas para conseguir o equilíbrio.

Pele molhada, batendo em um ritmo lento. Com Eduardo empurrando para frente e para trás em Cecília, o acúmulo continuou. Ela jogou a cabeça para trás quando seu impulso tornou-se mais rápido e mais forte. Ouvindo os gemidos de sua amiga mais forte e rápido, sua mente não pensou duas vezes quando as mãos dele agarrou um punhado de cabelos puxando sua cabeça para trás. Quando um tapa ecoou em todo o ambiente, Eduardo percebeu a ligeira vermelhidão na bunda de Cecília. Ele acabou de espancá-la?

Seus olhos rapidamente correram em direção ao seu rosto para ver se havia algum descontentamento por parte dela. Nada. Cecília apenas engasgou com a sensação, quando ela disse:

– Faça isso de novo. – O outro lado dele despertou desta vez e ele continuou o que estava fazendo.

Eduardo estava quase lá apenas olhando a vista a sua frente: sua amiga sendo fodida por trás, o cabelo sendo puxado e a vermelhidão de sua bunda era mais do que ele imaginou e o seu rosto suado corou. Quando Cecília veio de novo, ele continuou a pressão. Agarrando sua cintura molhada, ele se inclinou sobre ela e respirava.

– Vire-se.

Ajudando-a na movimentação, para sentar-se da maneira correta, os joelhos dela foram finalmente aliviados da pressão que eles sofreram. Ainda assim suas pernas se separaram quando ele jogou uma delas por cima do ombro e colocando a outra firmemente na cadeira novamente. Ela estava molhada e os olhos de Eduardo vagavam pelo seu belo corpo antes de entrar dentro dela novamente. Cecília sorriu quando sentiu que ele transava com ela sem sentido e em uma nova posição, era sensacional.

Como Eduardo continuava, Cecília agarrou debaixo da cadeira quando viu seus olhos vagando por seus seios. Sem dúvida, seus seios eram sedutores desde que eles tinham um tamanho mediano e balançava sem parar. A perna que estava apoiada sobre o ombro, acrescentou pressão, puxando-o mais para perto dela.

Seus lábios envolvidos em uma batalha de dominação quando ele continuou a pressão dentro e fora dela. Eduardo colocou a cabeça para baixo em seu peito, enquanto ele sugou seus mamilos suaves com a língua antes de soprar sobre eles. Quando eles endureceram, Cecília se arqueou enquanto Eduardo chupava os seios da esquerda. Ele acelera seu ritmo, murmurando coisas sujas em seu ouvido.

O calor familiar e sensação de formigamento entraram na parte inferior de seu corpo quando seu corpo instintivamente se levantou.

– Edu ... eu vou... — ela fez uma pausa quando Eduardo gemeu em resposta quando ela começou a ver pontos pretos em sua visão. O corpo se enrijecendo e uma sensação conhecida tomava conta de seu corpo. Cecília estava agradecendo Arthur por incentivá-la a fazer aulas de yoga junto com ele, porque se não, sua perna iria ficar mais dolorida do que já estava. Recuperando o fôlego, Cecília riu vendo Eduardo deitado no chão, depois de gozar.

Eduardo sentiu seu olhar quando ele perguntou:

– Por que você não se junta a mim?

Ele não teve que perguntar duas vezes. Ela deslizou para baixo da cadeira e caiu ao lado do homem de olhos verdes. Ambos os corpos lisos de suor e o cheiro de sexo pairando no ar. As mãos de Eduardo esfregavam suavemente lateral de seu corpo quando ele disse:

– Você vai ter que limpar sua cozinha de novo.

– Com o meu parceiro de limpeza, é claro. – disse olhando para Eduardo.

– O que você quer dizer com parceiro de limpeza? Eu não fiz nada.

– Nós fizemos sexo aqui e você não vai contribuir para ajudar-me a limpar o suor e fluidos corporais de meus móveis? — Ela olhou para trás em brincadeira. Eduardo franziu o nariz em desgosto com a ideia de limpeza neste momento. Seu corpo estava gritando em protesto, pois este tinha sido o sexo mais desgastante e ele teve um orgasmo fenomenal e ainda estava vendo estrelas.

– Foi sua a ideia de fazer sexo na cozinha. — Ela acrescentou enquanto ele se levantava.

Ela não se importava de limpar seus esforços sexuais da cadeira, balcão e chão, mas seria bom ter alguém ajudá-la. Ela teria que chamar uma diarista.

– Você concordou com isso. — Essa era a defesa dele. Cecília zombou, ainda deitada no chão.

– Pare com isso. Pare de falar sobre limpeza e venha. Eu quero foder você contra a parede. Então me siga. – disse estendendo a mão para ela.

Cecília se levantou e amaldiçoou a si mesmo por estar tão disposta a fazer o que ele queria fazer. Cega pelo fato de que Eduardo tinha ela na palma de sua mão, ela o seguiu e rumou para a sua próxima aventura.

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Notas finais
O que acharam da cena? Gostaram? Comentem, por favor!!!
Bjs, Nara.