Semideuses Rebeldes

19 Desconfianças e Minhas Desculpas!


Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY Como vocês estão? Primeiramente: eu sei que sumi, mas as minhas aulas voltaram, estava sem criatividade pra escrever essa fic... Eu não planejei escrevê-la, simplesmente tive a ideia e postei. Tanto até que não me imagino terminando essa fic. Segundo: Mil perdões! É sério, desculpa mesmo pela demora. Eu tive umas ideias desses dias pra cá e escrevi. Pra vocês terem uma ideia, estou escrevendo alguns capítulos nas últimas folhas do meu caderno de ciências, durante as aulas. É feio, né? Mas a criatividade não pode esperar! E sem contar que as matéria são bem fáceis (claro, exceto matemática, que é um monstro de sete mil cabeças) Aqui está mais um capítulo, espero que vocês gostem! De novo, mil desculpas. Boa Leitura!

– Profecia idiota – Roberta disse

– Afaste essa profecia dos seus pensamentos, criatura – disse Buck – Pense em qualquer outra coisa.

– Qualquer outra coisa? — Roberta perguntou e pensou em Diego

– Só não vale pensar no Diego – ele disse

– Como você sabe tanto de mim?

– Não sei. Eu estava te zoando. Você estava pensando no Diego? Pare agora mesmo! Se o odeia tanto como diz, não faz sentido pensar nele desse jeito!

– Eu sei…. — ela disse

– Queria conhecer esse tal de Diego – disse Buck após alguns instantes

– Acredite, quando o conhecer, vai querer desconhecê-lo. Aconteceu comigo – ela disse

– Você não quer desconhecê-lo pelo idiota que ele é. Você quer desconhecê-lo por que se não o conhecesse, não sofreria tanto, não estaria triste e não estaria tão preocupada com ele – disse Buck

Roberta se calou, ela pensava que Buck poderia ser um tipo de psicólogo no Acampamento Meio-Sangue

– Mas, hey. Já que você está triste, porque não faz uma música? Não é filha de Apolo?

– Boa ideia – ela disse – Ahn, escrever uma música sobre o que?

– Deuses, você é horrível nisso – disse Buck – Faz o seguinte: pensa no Diego e escreva tudo que queria falar pra ele, depois transforme isso em rimas, logo, uma música!

– Ok – ela concordou e pegou um pedaço de papel e uma caneta – vamos lá, não custa nada, não é mesmo?

~Indo para o Oeste~

– Miguel – disse Lupita enquanto olhava para a bússola – para de olhar pra Mia e se concentra no caminho, já está todo arranhado por galhos e aposto que seus tornozelos estão doendo do tanto que os bate em raízes que estão acima da superfície.

Miguel maneou a cabeça. Lupita estava certa, devia esquecer essa história. Mas ele simplesmente não podia. Queria saber o que tinha acontecido com Mia, ela nunca o trataria assim.

– Miguel – a voz de Mia o tirou de seus pensamentos

– O que? — ele perguntou esperançoso

– Você tem contato com os meninos? — ela perguntou

– Ah, não... por mais que eu tente não consigo falar com eles – Miguel respondeu

– Roberta não quer procurá-los e avisar que Eliza na verdade é Quione – disse Lupita – Ela ainda está brigada com Diego. Sabe como é quando eles brigam.

Sim, Miguel sabia bem como eram as brigas dos dois. A reação de Roberta era muito parecida com a reação de...

Então, tudo ficou claro.

Mia tinha conversado com Roberta. Com certeza ela tinha pedido conselhos pra garota.

– Ah, se ela sair viva dessa eu mesmo vou matá-la! — ele murmurou

– O que você disse? — perguntou Lupita

– Nada – ele respondeu e praguejou

Ele não podia acreditar naquilo. Como? Como? Será que Roberta disse à Mia para ignorá-lo pra sempre? Será que ele podia fazer uma oração pra Afrodite, mãe de Mia?

– Pai... por que as mulheres tem que ser tão complicadas? — ele murmurou

– O que você disse? — perguntou Lupita

– Nada...

~Dois lesados no Canadá~

Diego, Giovanni e Quione montaram acampamento num lugar não muito longe de onde Roberta estava.

– Hey, sabe, Diego? — perguntou Giovanni

– O quê? — perguntou Diego

– Eu estive pensando e...

– Que medo – interrompeu diego

– Muito engraçado, mas... eu estive pensando e... porque não recebemos mais mensagens de Íris? Por que a Lupita não ficaria muito tempo sem me mandar uma, não é mesmo?

– Bem... — de certa forma, Giovanni tinha razão. O que era uma coisa rara, exceto pela briga, que aconteceu a uns vinte minutos atrás, ele tinha toda a razão – acho que não precisamos nos preocupar... quando der, ela com certeza vai mandar mensagens de Íris

Diego disse mais pra si mesmo do que pra Giovanni, e Quione achava tudo muito engraçado.

– Por que você e a Roberta brigaram, afinal? — perguntou Quione com um sorriso, quase imperceptível

– Bem... — começou Diego – bobagem

– Novidade. É sempre por bobagem – disse Giovanni revirando os olhos

– Giovanni, vamos conversar? — pediu Diego

– Vamos – ele respondeu e se levantou

Eles seguiram até um ponto afastado pra conversar

– Por que me chamou aqui, Diego?

– Pra te dizer porque brigamos – ele sussurrou

Giovanni meio que arregalou os olhos. Diego nunca lhe falava porque ele e Roberta brigavam. Aliás, nunca falava a ninguém, sempre ficavam sabendo das brigas por Roberta, que sempre saía de todas muito mal.

– Por que?

– Brigamos por causa da Elisa

– Como assim?

– Roberta não confia nela. E... não posso deixar de pensar que... Elisa ou Roberta tem uma ligação com não conseguirmos receber mensagens de Íris

– Mas... como Roberta poderia ter alguma coisa a ver com isso?

– Sei lá... dizendo pra não nos mandar mensagens...

– Diego! — disse Giovanni – Você sabe muito bem que Roberta não é assim. Ela é bem capaz... mas não faria isso. Pelo menos, não comigo.

Diego cobriu a boca com a mão, pensando.

– Então eu não sei.

– E como Elisa poderia ter alguma coisa a ver com isso? — perguntou Giovanni

– Não sei... mas agora eu vejo porque Roberta não confia nela. Ela é filha de Ares, o deus da Guerra e... não trouxe arma nenhuma! Ela não parece uma filha de Ares. Não tem semelhança nenhuma com Clarice ou qualquer outro semideus filho desse cara!

– Nisso você tem razão. Sem contar que sempre que Roberta desconfia de uma coisa, ela tem razão.

– Não só quando ela desconfia de alguma coisa – disse Diego – ela tem razão quase sempre. Noventa e sete por cento das vezes!

Giovanni assentiu e eles ficaram em silêncio.

A cabeça de Diego estava confusa, ele não sabia se poderia confiar em Elisa ou não. Mas ele precisava que esclarecessem suas dúvidas.

– Preciso conversar com Roberta. Preciso encontrá-la. Ela com certeza sabe as respostas de todas as minhas perguntas.

– E como vai encontrá-la?

Esse era um problema, Diego não fazia ideia de onde Roberta estava.

Notas finais
E aí, gostaram? Querem me matar pela demora? Eu entendo... Ficou meio curtinho, mas vou postar outro agorinha mesmo. Ah, quase me esqueci. Class, obrigado por me ler no Social Spirit, por sempre comentar nas minhas fics e por me cobrar as postagens, sério, nem ia postar hoje. Vi sua mensagem e vim aqui. Muito obrigada mesmo! Tenha a certeza de que eu vou tentar postar com mais frequência! Até mais Semideuses Rebeldes!