Semideuses Em Treinamento
1 Capítulo 1 - Nunca entre em uma rua deserta.
Notas iniciais
Filho de: Dionisio
* Essa é a história de quando Harry descobre ser uma semideus.
** Harry irá aparecer aqui outras vezes.
– New York sempre foi a minha cidade dos sonhos. Festa toda noite, bebida liberada e acima de tudo liberdade, já que minha mãe estava em Manhatam na nossa casa. Me lembro como se fosse ontem do meu aniversário de 14 anos. Quando eu descobri que eu era um meio-sangue.
13/05/2009.
Eu estava me arrumando na minha casa já que eu iria passar a noite fora e voltar no amanhecer como era de rotina. Só que essa noite seria um pouco diferente. Sim eu iria voltar ao amanhecer por questão de abto mas hoje eu não iria fazer nada de mais, estava determinado a passar pelo menos o meu anivérsario livre de encrencas. Quando terminei de me arrumar sai pelas ruas andando até a casa do meu amigo Ryan. A casa dele era a 5 quadras da minha e estava escuro. Por incrivel que pareça a cidade que nunca dorme parecia ter tomado um sonefiro e apagado. Não havia ninguém nas ruas. Apenas eu e...ela.
Logo apos entrar em uma rua totalmente vazia percebi que havia algo errado. As lâmpadas dos postes começaram a piscar dando um ar mais assustador ainda aquela pequena rua e conseqüentemente fazendo meu coração sair pela boca; Veja bem, eu não sou medroso. Apenas tenho amor pela vida e evito andar em ruazinhas assustadoras. Passar por uma rua dessas é praticamente dar a faca na mão do assassino e dizer "Ei por favor você pode acertar essa faca no meu coração?" Mas eu já estava atrasado e aquele era o único atalho para a casa dele. Rezei um rápido pai nosso e comecei a andar rápido xingando Ryan e sua casa de todos os nomes possíveis.
" ...cachorro, filho da puta. Se eu morrer eu juro que volto pra pucha o pé dele por morar lá no cú dos Judas. Não tinha um casa mais perto não?"
Meus pensamentos foram interrompidos por um barulho de algo se quebrando. Parei e olhei em volta. ninguém. Comecei a andar mais rápido agora rezando para todos os deuses possíveis. Até para Buda eu pedi ajuda. Já estava chegando na metade do caminho até que ouvi o meu nome ser chamado. Parei ainda de costas para a voz e soltei um gemido. Fui virando lentamente até que ao longe eu pude ver Kinberly. Uma lider de torcida da escola.
– Você ta ficando maluca garota? Você por acaso sabe que eu quase tive um ataque do coração aqui? — fui falando rápido. Mas logo parei ao ver o sorriso e o seu olhar em mim. E bem como posso explicar? Não era um olhar do tipo "Te quero pra mim delicia" era mais um " Quero matar você". o tipo de olhar que sua mãe lhe dava quando você derrubava alguma comida no tapete que ela acabará de lavar...Pensando bem o da minha mãe chega a ser um pouquinhopior.
Kinberly começou a se aproximar de mim, por reflexo eu dava um passo para trás a cada um que ela dava para frente mantendo a distancia. E então ela parou; Colocou a cabeça de lado e sorriu mais uma vez fazendo eu sentir vários calafrios. Em um segundo Kinberly estava ali, e no segundo seguinte ela tinha virado um tipo de vampiro com perna estranha.
– Ai meu Deus — sussurrei com os olhos arregalados e a boca escancarada; Kinberly- ou sei lá o nome daquela coisa- começou a correr atrás de mim, eu obviamente sai correndo dela gritando socorro pra ver se alguma alma aparecia ali. De vez em quando eu dava uma olhadas para trás para ver se a "coisa" ainda estava lá. E infelizmente sim ela estava e pior ainda cada vez mais perto. Em uma dessas olhadas para trás eu acabei tropessando e caindo de cara no chão. Kinberly logo estava aos meus pés e eu sabia que não haveria tempo para eu me levantar e fujir. Eu iria morrer ali.
– Faz muito tempo que eu quero provar você Styles — disse ela." Me provar? ELA VAI ME COMER? BUDA SEU VIADO ME AJUDA LOGO" pensava desesperado. Kinberly parecia ter percebido o meu pânico e logo se apressou em disser:
– Oh Harry, não fique assim. Prometo que será bem rápido filho de Dionísio. — e então ela avançou em mim. Ou pelo menos tentou. Por que derrepente ela tinha virado pó.No lugar dela uma flecha estava pregada no chão. E então uma menina saiu das sombras do beco que ali havia.
– Você está bem? — ela perguntou.
– Eu ia chamar ela pro baile — disse ainda em pânico. O que diabos foi aquilo? A menina revirou os olhos e disse com um tom sarcástico:
– Poxa me desculpa por ter salvado você da sua namorada pirada.
Depois de eu ter levantado Teddy — a menina- me esplicou tudo o que eu deveria saber sobre deuses gregos e essas coisas e também tratou de me explicar que Buda não existia. Fiquei meio desapontado com essa história. Eu estava falando com absolutamente ninguém? Triste. Logo depois fui para o acampamento Meio sangue. Aonde eu estou até hoje. Uma lição que aprendi com tudo isso?
Nunca. N-U-N-C-A entre em uma rua deserta.
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