Sem mais desculpas. Sem arrependimentos.

41 Capítulo quarenta e um - Me ensine a ser valente


Notas iniciais
Benjamin continua em maus lençóis enquanto Yuri precisa enfrentar os pais do seu namorado sozinho, bem... sozinho, não! A Yumi fica do seu lado para dar uma força a ele. Será que o japa cederá à pressão e entregará tudo? Embarque em mais um capítulo dessa história! "Meus amores! Hi, hello, olá, oi, beleza? Consegui publicar mais um capítulo dentro do prazo já esperado pelos que me seguem regularmente, uma semana, mesmo com um nível crescente de provas neste fim de semestre. (orem, torçam, rezem, façam seus rituais para me desejar boa sorte, plxxxx). Eu agradeço aos novos leitores que se juntaram ao barquinho do Ben e do Yuri. Só tenho agradecimentos AOS LINDXS que sempre me escrevem (já disse que são vocês que levam a história pra frente). Amo demais vocês, gatuxos!"

Ainda era alta madrugada quando Benjamin, rendido pelos três bandidos, chegou no primeiro caixa eletrônico. O gorducho parecia estar bem ciente do que fazia, afinal ele fez o seu companheiro de crime dirigir o carro do filho de papai até um caixa isolado. Ele sabia que uma agência bancária tinha muitas câmeras e entrar com o rosto coberto por uma camiseta chamaria atenção.

— O limite para saque é de R$ 500 reais nesta budega— informou o mais jovem dos bandidos após Benjamin digitar a senha.

— Não tem problema, nós vai continuar sacando grana em outros caixas por aí. Este guri não tem outro lugar para ir mesmo, não é Benjamin Belúce Furlanetto? – disse o gorducho, lendo o nome impresso em um daqueles cartões que segurava.

Obviamente Benjamin não corrigiu a pronúncia do seu sobrenome e nem tanto respondeu aquela pergunta. Ele estava tentando se manter firme diante do real perigo de vida, mas acreditava que quanto mais cooperasse com eles mais rápido iria para casa.

De novo, entraram no carro e o motorista criminoso se dirigiu em direção a outro caixa eletrônico nas mediações. Ben foi obrigado a se sentar no meio do banco traseiro da caminhonete enquanto era mantido sob ameaça pelo jovem, numa ponta, e pelo mais baixo, na outra.

O menino de olhos verdes engolia o choro, mas olhar à direita e ver uma arma lhe encarando, e à esquerda também, não lhe dava boas esperanças.

— Por que vocês não soltam aqui e levam o carro, os cartões com as senhas e tudo mais? – pediu Benjamin, encarando o motorista pelo retrovisor do seu próprio automóvel.

— Para quê? Para você suspender eles em menos de duas horas? – retorquiu o gorducho, fazendo os dois companheiros rirem.

— Eu juro que não faço isso. Eu prometo para vocês, mas, por favor, me deixem ir – implorou ele com lágrimas nos olhos.

O cara fez questão de repetir a última parte do pedido do menino em tom de pavor. Ben já tinha entendido tudo, ficaria nas mãos dos bandidos até que o último centavo da sua conta fosse roubado ou quem sabe quando os cartões fossem suspensos após o Yuri entrar em contato com seus pais lá em Floripa.

E por falar no japa, ele queria muito saber se o menino já tinha se recuperado da forte coronhada na sua cabeça. Ele tinha certeza de que o namorado se sentiria culpado por ter deixado os três levarem-no.

— Cara, aí tem muito movimento, acho melhor não tentarmos sacar dinheiro nesse caixa, não – comunicou o mais baixo.

— Porra, Edu, a gente vai ter que pegar aqui também, se não nós vai acabar tudo quando os pais desse desgraçado ligar para a polícia e cancelar os cartões. Temos que aproveitar essa mamata – disse o gorducho nem se tocando que acabara de dizer o nome do baixinho.

Ben olhou para o cara chamado de Edu e viu ele concordar com a cabeça, lustrando a ponta da sua arma com um pedaço da camiseta enrolada no seu rosto.

— Você vai ter que mostrar o rosto – lembrou o mais jovem dos bandidos.

— Não dá nada. Se este desgraçado tentar fugir ou fazer qualquer gracinha, eu mato ele e quem mais estiver por perto – ameaçou o gorducho.

O menino de olhos verdes baixou o rosto quando o cara tirou a camiseta do seu rosto.

— Vamos lá, molequinho de bosta, vamos lá! – falou o gorducho, tirando o de olhos verdes do automóvel e encaixando sua arma na bacia do outro, num modo que ninguém pudesse desconfiar.

Aquelas pessoas todas perto do caixa eletrônico estavam se embriagando e curtindo a noitada com seus carrões da última geração, com o som bem alto. Eles estavam do lado de um barzinho bem frequentado daquela cidade, numa larga avenida. Logo, alguma viatura de polícia acabaria com a algazarra desses playbois— foi o que o gorducho pensou ao entrarem na cabine de vidro.

— Vocês só porque têm dinheiro acham que podem fazer o que bem entenderem – comentou o bandido assim que Ben começou a digitar a sua senha bancária.

O menino de olhos verdes não respondeu nada, mas à medida que podia, olhava para os lados, na esperança de que alguém estivesse olhando os dois ali dentro, a fim de pedir socorro. Porém nada disso aconteceu.

— Olha só como estamos com sorte – começou o gorducho dando tapinhas no ombro do seu refém. – Este caixa permite a retirada de mil reais.

Quando o de cabelos castanhos apertou em confirmar, a seguinte mensagem apareceu para a infelicidade do bandido:

Saldo insuficiente. Por favor, tente um favor inferior.

Benjamin mordeu os lábios apavorado.

— Que porra é essa?

— Eu tinha lhe dito que não trabalho e que são os meus pais que depositam um dinheiro para eu conseguir fazer algumas coisas no mês todo – informou Ben com medo de levar um tiro ali mesmo.

— Mas que caralho! Tenta oitocentas pilas aí – instruiu o homem, ardendo em cólera.

Logo, aquele barulho da boca do caixa se abrindo encheu o bandido de excitação. Benjamin entregou o bolo de notas ao bandido, que apertou o cano da arma em sua barriga.

— Tenta agora com o cartão daquele seu namoradinho da porra – obrigou o homem.

— Eu não sei qual é a senha dele.

— Não minta para mim. Como assim não sabe?

— Não temos este tipo de intimidade – mentiu o de olhos verdes.

— Filhos da puta! Eu deveria ter trazido aquele japonês veado do caralho com a gente. – O homem parecia estar bolando algo. – Saque dinheiro com esse outro cartão seu.

— Eles são de crédito, eu não consigo sacar nada com eles – mentiu.

— A não ser que queira morrer aqui mesmo, coloque essa porra aí dentro e retire o que der dessa máquina – vociferou o homem, apertando ainda mais o cano da arma na barriga do menino, que gemeu de dor após ela atingir seu fígado.

Benjamin obedeceu e tentou retirar o limite de crédito disponível para saque, que de acordo com o sistema era de R$ 12 mil reais, e que fez os olhos do gorducho brilharem em harmonia. Ele não queria fazer aquilo porquê sabia que era um dos dependentes do seu pai em uma financeira de cartão de crédito e, portanto, possuiria um alto valor disponível para compras e saques.

— Tu sabe que não dá pra sacar mais do que mil reais – relembrou Ben ao retirar aquela quantia da boca do caixa.

— Não dá nada, a gente vai até outro caixa agora mesmo.

Quando estavam voltando para o carro, Benjamin pensou em fugir, mas se imaginou levando um tiro e, então, desistiu daquela ideia maluca. A melhor chance para sobreviver era obedecer e seguir o que fosse dito pelos três.

Os outros dois caras dentro carro quase subiram pelas paredes ao ouvirem que tinham sacado dois mil reais ali e de que poderiam sacar mais uns dez mil facilmente.

Eles fizeram o menino ir em mais dois outros caixas eletrônicos, agora, já em outra cidade. Só pararam quando o limite diário para saque no cartão de crédito, R$ 3 mil, foi atingido.

Os caras decidiram dirigir em direção ao oeste catarinense por uma estrada bem escura. O gorducho prometeu para o Benjamin que deixaria ele livre em uma daquelas chácaras até o amanhecer, se ele continuasse calado e sem tentar nenhuma gracinha.

--------- [ I ] ---------

A Yumi tentava consolar seu irmão, que estava em estado de choque mesmo passado várias horas desde que estivera nas mãos dos três bandidos. Até aquele momento, nem ele e nem se quer qualquer pessoa havia tido notícias do Benjamin ou sobre seu paradeiro.

Obviamente o japonês teve que informar aos pais do seu namorado sobre o que estava acontecendo e ele já sabia que aquilo não seria algo, digamos, tranquilo. Ele teve a infelicidade de o pai do Ben estar dando plantão no HU na hora em que ligou, restando só uma alternativa: ligar para a fera chamada de Marisa.

A mulher não demorou nem meio minuto, após saber da notícia, para surtar ao telefone. Chamou os dois de irresponsáveis por terem se colocado em uma situação tão perigosa e que jamais esperaria uma atitude imatura do japa. Depois, a mulher disparou com o marido para Criciúma, mas antes ligaram para o pai do amigo morto de seu filho, Pedro, já que o homem era um tenente da polícia. O tenente garantiu que ajudaria mesmo à distância, comunicando outros amigos seus da polícia militar.

A Yumi chegou primeiro na delegacia em que seu irmão estava. O menino se sentia inconsolável, de uma maneira a qual a menina nunca o vira antes, e culpa-se totalmente por ter os metido naquela trilha. Meia hora depois foi a vez dos pais do menino de olhos verdes chegarem à delegacia.

A doutora Marisa parecia possessa e não demorou muito para iniciar as acusações:

— Eu não entendo o motivo de terem vindo tão longe para acampar. E outra, os dois não tinham nenhuma experiência com isso. Agora me diga, como criam asinhas e resolvem bancar uma de escoteiros?

O japonês estava muito mal para retrucar ou responder. O doutor Manuel estava tão furioso quanto a sua mulher, situação a qual o menino nunca presenciara.

— Vocês são loucos mesmo. Porra, Yuri, a gente jurava que tu eras o mais cabeça dos dois, por isso nunca proibimos o Ben de sair contigo aonde quer que seja. Só que foram muito imaturos e idiotas de terem vindo sozinhos para uma aventura na selva como se estivessem em um daqueles seriados da Discovery.

A Yumi já estava se enchendo de vê-los descascando o seu irmão.

— Me desculpe, de verdade! Juro que isso nunca mais vai acontecer – suplicou o oriental em prantos, pondo as suas mãos na cabeça. O menino ainda parecia atordoado com a pancada que recebeu na cabeça e sem entender o que estava vivendo.

— Não acontecerá mesmo porque o Benjamin nunca mais vai se aventurar por aí contigo ou com quem quer que seja. Tu tá me entendendo? – vociferou Marisa, querendo socar o melhor amigo de seu filho. – Agora, se acontecer alguma coisa com o meu caçula, não sei o que serei capaz de fazer com você e com aqueles desgraçados.

— Já chega, Sr. e Sra. Furlanetto! Já chega! O meu irmão já entendeu que fizeram burrada por terem decidido acampar desacompanhados e que o Benjamin pode estar em maus lençóis, só que os dois ficarem repetindo e repetindo as mesmas merdas não irá ajudar em nada. Olha só para o estado dele. Vocês não são médicos? Acho que qualquer um muito menos escolarizado poderia dizer que ele está em choque e essas acusações só poderiam piorar essa situação.

Manuel olhou da esposa para a menina e, depois, para o Yuri. Ele realmente parecia horrível e as suas lágrimas mal secavam no momento em que outras já ocupavam aquele lugar.

— Nos desculpe, Yuri – pediu Manuel, abraçando o menino. – Eu sei que você deve estar ainda mais apavorado com o que aconteceu já que viveu aqueles momentos de terror com o nosso filho.

— Quer que eu conte para eles o que me disse sobre o que aconteceu?

— Não, Yumi, eu mesmo posso contar. – Depois disso, o menino contou tudo que aconteceu desde o momento em que eles surgiram da mata até o momento em que levou aquela coronhada na cabeça.

O doutor Manuel disse para o menino que aquele corte precisava levar alguns pontos e que era melhor ele procurar algum hospital para aquilo o mais rápido possível. Ele não queria, mas foi convencido.

— Eu e a Marisa já ligamos para o tenente Moacir, assim que ele tivesse alguma novidade sobre o rastreio da placa do carro e dos cartões que o Benjamin usa, ele nos ligaria de volta.

— Os caras também levaram os meus cartões, acho que ajudaria bastante também se eu informar quais são para o tenente.

— Eu não entendo o porquê de eles só levarem o Ben se você também tinha seus cartões de crédito e débito – confessou Marisa.

Yuri também não entendia claramente aquela razão.

— Talvez porque acharam que ter dois rapazes sequestrados dentro de um carro apenas poderia ser perigoso para eles já que poderiam tomar as armas deles e rendê-los – comentou Manuel.

Quando os dois irmãos saíram para o estacionamento a fim de pegar o carro dela e irem ao hospital mais próximo, os pais do Ben acharam que estava na hora de conversarem com o delegado do local.

— Eu sei que não deveria perguntar isso numa hora igual a essa, mas tu está bem? – A Yumi sorriu enquanto dizia aquilo e dirigia. Ela odiava vê-lo tão cabisbaixo.

— Estou nada! Os pais do Ben acabaram comigo e o pior é que já me sentia culpado o bastante por causa de tudo isso.

A menina mordeu os lábios e bufando logo em seguida.

— Eu entendo que eles estão bastante chateados com o rapto do Benjamin, porém foram longe demais com todas aquelas acusações. Como poderiam prever que algo assim poderia acontecer? E outra, tu escolheu uma trilha que até eu jurava que era segura.

— Obrigado por me defender lá, inclusive – agradeceu, alisando a perna de sua irmã.

— Tu é meu irmão, Yuri. Acha que eu te deixaria na mão? Jamais!

E ela sorriu para ele, que acabou beijando o seu rosto.

— Acredita que eu quase contei para eles sobre o meu envolvimento com o filho deles na hora que a Marisa me perguntou o porquê de querermos ficar sozinhos ao invés de termos convidado mais amigos.

— Eu também jurei que você ia contar tudinho naquela hora. Cheguei até a fechar os meus olhos para não ver a reação na cara do Manuel e da Marisa.

Yuri riu depois de horas sem conseguir fazer aquilo.

— Não fiz isso porque só o Benzinho tem o direito de fazer isso, afinal das contas, são os seus pais. Mas ao invés disso, eu disse que como ele e a Báh estão brigados e ninguém mais aceitou o convite, achamos melhor continuar com os nossos planos.

— Fez certo mentindo dessa vez!

— E os nossos pais já estão cientes do que aconteceu comigo?

— Eu só liguei para a mãe, mas como está em Brasília não consegui falar com ela. O seu celular só caía na caixa postal, acho que ela deve estar em uma daquelas sessões intermináveis da OAB.

— Acho melhor assim, sabia? Afinal, nem ela e nem o papai poderiam me ajudar com nada agora.

— Não é bem assim, Yuri. A nossa mãe pode ser péssima maternalmente falando, só que a dona Nara é uma promotora de justiça, ou seja, poderia nos ajudar ainda mais rápido do que o tenente Moacir já que tem os seus contatos no meio jurídico.

— Pior que é verdade! Depois, quando eu estiver levando essas porras de pontos, tu tenta ligar para ela de novo, aliás, preciso que ligue para o nosso banco e peça para cancelarem os meus cartões.

— Do que adianta eles terem levado os seus cartões sem você? Não vão conseguir sacar nenhum dinheiro sem a senha.

— O Ben sabe a minha senha do Banco Santander e do meu cartão de crédito do Visa Platinum.

A menina arqueou as sobrancelhas e coçou o queixo.

— OK, mas eu duvido que ele contaria isso para aqueles três filhos da puta.

— Eu espero que para o bem da vida dele, ele tenha feito isso. Já pensou como os caras não ficariam irritados se o Benjamin não tivesse dinheiro suficiente para suprir os desejos deles? Não gosto nem de pensar nisso!

— Eu acho que o Ben tem dinheiro na conta dele assim como temos na nossa.

— Yumi, o Ben e o Mig não tem conta familiar com seus pais como eu e você, eles recebem tipo uma mesada dos seus pais para passarem o mês e já estamos no fim de outubro. Acha mesmo que os olhos verdes tem mais do que trezentos reais nela, gastando dinheiro como ele gasta?

A guria pareceu entender a principal preocupação do seu irmão.

— Então realmente é bom que ele tenha se lembrado que sabe suas senhas para poder salvar a sua própria vida. Assim que o tenente Moacir cruzar os recentes gastos e os saques efetuados pelo Ben, ele vai conseguir saber mais ou menos por onde eles andam. Além de que já puseram a placa do carro do Benjamin no sistema da polícia rodoviária, logo, logo, rastreiam o automóvel, tu vai ver!

— Não acha estranho isso?

— Isso o quê?

— Termos procurado o tenente Moacir depois de alguns meses desde que o Pedro foi enterrado? Yumi, ninguém mais procurou ele ou a sua esposa para saber se eles conseguiram descobrir quem vendia as drogas para o Pedro ou se eles estavam bem.

— Faz sentido a sua preocupação, mas acho que ele entende muito bem de como é difícil para os amigos do filho entrarem em contato para perguntarem sobre essas questões. É mais fácil respeitar o luto da família do que ser um intruso – respondeu ela. – Sabe ainda o que eu acho? Que ele está ajudando ainda com o seu coração para que outros pais não enterrem o seu filho por causa de bandidos e dessa violência exacerbada do nosso triste país.

O menino pareceu pensar sobre todas aquelas coisas a julgar pelo silêncio que durou até que a sua irmã entrasse no estacionamento do Pronto Atendimento de Saúde Pública de Criciúma já que ela não achou o hospital.

— Será que o Benjamin está bem? Às vezes, fecho os olhos imaginando ele morto ou ferido ou com medo daqueles marginais. Juro que se qualquer uma dessas coisas acontecer, eu não sei como conseguiria continuar vivendo.

— Tu não tem noção de como é embaraçoso eu estar novamente aqui ouvindo um de vocês dois falando a mesma coisa. Aquele dia, lá no hospital, enquanto você estava em coma, aberto na mesma da cirurgia, o de olhos verdes me disse a mesma coisa.

Yuri sorriu com os olhos e se sentindo ainda mais ansioso em ter o namorado nos seus braços novamente.

— Eu vou ter que dizer a mesma coisa que eu disse a ele: tudo vai ficar bem! Tudo mesmo, eu tenho certeza!

Os dois acabaram se abraçando forte.

Notas finais
VOCÊ ESTÁ LENDO ISSO PQ OU TERMINOU DE LER O CAPÍTULO OU PULO DIRETAMENTE PRO RODAPÉ PRA SABER COMO ELE ACABARIA (às vezes a angústia de saber o final é grande demxxxx, confessoooo! ahuahaa) Eu achei tenso o momento do Yuri com o Dr. Manuel e a Dra. Marisa, o que vocês acharam? E ainda mais, o que acharam da ousadia da Yumi (SAMURAI!!!)? Amo vocês! Beijão