Notas iniciais
Tenho apenas para dizer, que depois desse cap muita gente vai querer me matar >.

(Galera quero pedir desculpas se tiver muito erros gramaticais nos caps, pois o meu word não tem autocorreção, e não tenho uma beta para me ajudar. Ou seja, "corrijo" até onde consigo ver, por isso quando enxergarem algo escrito de forma errada, me avisem OK? ;) Assim começo a me monitorar mais!)

De introvertida e fria, Renesmee passou a se portar como alguém extremamente fora do comum. Pelo menos era o que pensava Jacob. Se antes era ruim ter uma conversa de pouca mais de duas palavras, agora, a cada ponto de exclamação Renesmee ria, e alto. Mesmo estando num lugar reservado, Renesmee estava a chamar atenção constante pela fala alta. Num primeiro momento, Jacob deixou passar. Achou aquilo divertido, pela primeira vez estava vendo ela sorrir tão tranquilamente para ele, e não cerrar os dentes como de costume. Entretanto a situação piorou quando a moça resolvou roçar seus pés, nas pernas de Jacob.


- Renesmee, acho melhor pararmos com o vinho por hoje — disse ele, tirando das mãos dela a toça quase vazia de vinho tinto.


- Que graça tem, vir jantar num lugar desses, se nem beber eu posso? – resmungou ela com a voz arrastada.


- Que graça tem, jantar e conversar com uma bêbada? – indagou Jacob sério, com as mãos cruzadas em cima da mesa. Olhou para Renesmee; já tinha esquecido como ela estava linda aquela noite, o álcool tinha lhe tirado toda a doçura natural, e logo se arrependeu do que disse ao ver o sorriso reto dela e seus olhos lacrimejarem. Droga, pensou, quantas vezes teria que errar até aprender à pensar para si mesmo?


Renesmee estava beirando entre a raiva e a tristeza. Com os dentes cerrados e os olhos mareados, não pensou duas vezes: pegou sua bolsa de mão e sai correndo do restaurante. Escutou Jacob gritar por seu nome, e sequer lembrou que lá fora nevava e o casaco havia ficado pendurado na cadeira. O vento gelado batendo na sua pele, foi como milhares de facas lhe cortando. Sentia tanto frio que já não sabia se estava chorando; ouvia o seu grunido, mas não sentia o escorrer das lágrimas. Escutou novamente Jacob gritar por seu nome. Como aquela voz era graciosa, pensou ela, e ficou imaginando o caminho que a língua de Jake fazia ao pronunciar seu nome, e quis provar dela. Não olhou para trás, apenas tentou correr sem muito sucesso. A neve grossa a impedia de dar passos rápidos, e o sapato de dar passo largos, apenas queria ir para longe dali. Nunca se arrependerá tanto de beber como naquele dia. Achava que estava ficando sóbria novamente, mas não estava; Renesmee escorregou na neve da calça e para se segurar, agarrou-se a uma árvore, que acabou rasgando a luva vermelha e estatelando a bunda no chão.


Desta vez, desandou a chorar sentada no chão.Não tentou levantar, somente abraçou a mão em que estava a luva rasgada, e, chorou. Logo em seguida, pode sentir sobre os ombros o toque aveludado de seu casaco, e o corpo quente de Jacob envolta de seu corpo frio. Jake pegou Renesmee no colo, colocou dentro do carro e dirigiu até a casa dela. Estava abalado, nunca a tinha visto tão vulnerável.


- Me desculpe Jacob, eu estraguei a noite. – soluçou Renesmee.

- Tudo bem. Eu só não imaginei que bebesse tanto! – disse ele, segurando firme o volante com as duas mãos. Estava nervoso, era informação demais para uma noite só. – Não se preocupe CC, vou te levar para casa, e ficará tudo bem.


- Por favor Jake. – Renesmee olhou para Jacob com os olhos embaçados pelas lágrimas, suas feições eram de suplica, via-se claramente que estava desapontada consigo mesma e o que estava prestes a dizer doía internamente. – Não me chame mais de CC.


- Porque não? – indagou Jacob, pelo estranho pedido da moça.


- Dói escutar você me chamar assim. Dói saber que estraguei mais uma vez as coisas entre a gente.


Renesmee abaixou a cabeça entre os joelhos, ela também doía. Sentia-se tonta, nauseada, envergonhada. Queria sair daquele carro, na verdade, começava se arrepender de ter aceitado sair com ele. Era muito burrice dela, acreditar que as coisas poderiam mudar. Quanta ingenuidade, lastimava internamente.


- Mas você não estragou. A noite ainda não terminou Renesmee, ainda podemos terminar as coisas bem e sermos amigos! – disse Jacob com um sorriso de canto, que tentava passar confiança, mas que nem ele mesmo acreditava.


- Amigos? – indagou internamente, e depois em voz alta. Aquela pequena palavra de seis letras a tinha deixado extremamente desconfortável. Não conseguia imaginar por qual motivo, mas depois das férias que tiveram, Renesmee percebeu que não conseguia mais pensar em Jacob apenas como um amigo. Sua cabeça agora borbulhava de tantos pensamentos, e sem perceber foi falando o que aparecia nela. – Mas eu imaginei...Achei que o jantar, o beijo no pescoço...Que talvez você, e eu...Oh meu Deus, como eu fui estúpida! – praguejou a ruiva.


- Eu acho...que não enten...- Jacob estava confusa, já havia estacionado seu carro em frente ao condomínio de Renesmee, e agora tentava juntar as peças do quebra-cabeça que ela havia criado.


- Burra, burra, burra, burra! – Renesmee gritava consigo mesma dentro do carro – Como eu pude ser tão ingênua! É claro que você só quer ser meu amigo...Meu Deus como eu pude pensar que você, justo você, iria querer algo comigo. Eu devo ter ficado maluca!


Renesmee ainda praguejava, enquanto Jacob assimilava tais palavras. Ainda estava em dúvida se aquilo poderia ser uma brincadeira de mal gosto, ou se o vinho começará a fazer efeito. Rapidamente entendeu tudo o que Renesmee estava dizendo, sentindo, pensando. Um sorriso bobo surgiu em ser rosto, detestava aquela garota, sabia disso e não precisava de ninguém para lembrar-lhe. Detestava o cheiro de baunilha que ela exalava, e como isso o deixava extasiado, excitado. Renesmee por sua vez já agarrava a maçaneta do carro para deixa-lo.


- EI! – Gritou Jacob – Onde você está indo? – apertou com força o pulso de Renesmee, o desespero de impedi-lá de sair do carro era tanta que não ligou para a força que estava usando, e nem se a estava machucando.


- Desculpe Jake, mas a noite acabou por aqui. – respondeu com a voz embargada.


- Não! Não acabou!

Jacob emaranhou os dedos nos cabelos da nuca de Renesmee, trazendo-a com força para perto de seu rosto, a beijando. Ainda podia sentir o gosto do vinho tinto nos lábios da moça, e por um momento ponderou se o que estava fazendo era certo, ou errado; pois ela ainda podia estar sobre efeito do álcool. Descartou mais do que depressa essa hipótese ao sentir as mãos esguias dela tocarem em seu pescoço, o envolvendo, e teve consentimento para continuar quando escutou a porta do carro bater. Prosseguiu com o beijo, dessa vez, explorando todos os cantos doces e obscuros da boca de Renesmee. Jacob abraçou com uma das mãos o corpo de Renesmee, enquanto a mesma se agarrava nos cabelos dele, dando leves puxões. Estava ficando quente la dentro, e se continuassem naquele ritmo, poderiam deitar sobre a neve que sequer sentiriam frio. Renesmee saiu do banco do carona, passou uma das pernas pelo corpo de Jacob e sentou em seu colo. Os beijos tornaram-se mais sofridos, era como se a muito tempo estivessem esperando por aquilo. Renesmee e Jacob colocavam naqueles beijos todos os anos de brigas, discussões e afastamento que tiveram. Agora, estava mais claro do que a lua que iluminava a cidade, eles se queriam.


Jacob elançou a cintura de Renesmee com os braços, obrigando os corpos se colarem. Encostou Renesmee no volante, e acaricou suas pernas. A excitação dele se tornava cada vez mais visível, ao toca do corpo dela. Suas pernas eram macias e finas, e seu pescoço cheirava baunilha, onde Jacob perdeu alguns minutos beijando e mordiscando. Renesmee estava radiante, com um sorriso de orelha á orelha. Gemia a cada caminho que Jacob percorria com as mãos grandes e quentes, logo sentia seu membro pulsar por entre a calça jeans, e sentiu vontade de tê-lo dentro dela. Queria aquele homem moreno e forte, mais do que já quisera qualquer outro. O mesmo sentia Jacob, que estava se segurando o máximo para não parecer um selvagem e rasgar toda a roupa dela ali mesmo. Queria o corpo dela, queria sentir a pele gélida dela sobre a sua.


Jacob largou o pescoço de Renesmee, e a olhou nos olhos. De chocolate, à líquido como Whisky, pensou ao olhar fundo nos olhos da ruiva que se esfregava em seu corpo. Deixou a selvageria de lado e a beijou calmamente, podendo apreciar os macios e inchados lábios de Renesmee. A dança das línguas que estavam fazendo, era sôfrega demais, e por onde suas mãos passavam, deixavam um rastro de calor e desejo. Aquele contato era doloroso, ardia as entranhas de Renesmee sentir o cheiro amadeirado de Jacob, doía a boca, o pescoço e por onde mais aquela boca grossa e com a barba por fazer, passava. Desceu as pequenas mãos pelo peitoral ofegante dele, parando em seu cinto. Jacob não teve tempo de dizer não, e Renesmee se livrou do cinto preto, e já abria a calça jeans.


- CC, o que você está...- perguntou entre gemidos ao ser tocado lá.


- Cala a boca, e me beija mais. – ordenou a ruiva ardente.


Jacob passou as duas mãos pelos pequenos e endurecidos seios de Renesmee, sentia os mamilos da moça rígidos embaixo do pano, e quis prová-los com todo o ferver que ainda tinha. Preferiu por passear com as mãos pelo corpo dela, enquanto Renesmee rebolava vagarosamente em cima do membro exposto de Jake. Fervido pelo desejo e tesão, Jacob levantou o vestido dela até a cintura, expondo sua calcinha branca de renda. Tão pequena que poderia caber na palma de sua mão.


- Por favor – Jacob parou de acariciar a bunda de Nessie, e a olhou – Diga que você tem uma camisinha.


- Não Jacob, eu infelizmente não tenho a merda de uma camisinha! – praguejou alto, soltando o pescoço e os cabelos de Jake.


- E se nós...Você sabe, fizermos sem? – indagou com um sorriso amarelo nos lábios.


Renesmee desmontou do colo de Jake e caiu no banco do carona. Arrumou os cabelos em um coque mal feito, e abaixou o vestido até estar recomposta novamente. Bestemava internamente por nunca levar uma camisinha consigo, e por Jacob não ter feito o mesmo.


- Quer saber? – falou para Jacob que já estava vestido devidamente. – Eu acho que isso nunca era para ter acontecido. Eu não tenho camisinha e nem você, isso só pode ser um sinal!


- Mas que tipo de sinal?


- De que, a noite acabou por aqui.


Renesmee pegou sua bolsa, seu casaco e depositou um beijo longo e carregado de angustia nos lábios de Jacob. Ao olhar para Jacob, sentiu os olhos ficarem úmidos e preferiu sair de uma vez do carro, ao invés de desandar outra vez no choro. Jacob estava catatônico. Num momento estavam aos beijos e abraços calorosos, e, no outro estavam se despedindo, pois ele sabia o que aquilo significava. Ele compreendeu que aquilo era um adeus, pois logo o ano letivo voltaria e seriam obrigados a seguiriam com suas vidas. Não era apenas a noite que tinha acabado, tudo o que tinham construido em uma simples e curta noite havia chegado ao fim. Algo lhe dizia que nunca mais brigaria com ela, nunca mais discutiria, e nem sentiria novamente o seu cheiro de baunilha.


Notas finais
E aiiii povoo, o que acharam? Me perdoem, do fundo do coração, mas aconteceu um bloqueio tão grande comigo, que não consigo achar inspiração em lugar nenhum para escrever. To me esforçando, parece que não sou a mesma de antes, por isso eu quero que sejam super sinceras quando o cap estiver realmente ruim. Eu preciso saber! IAHUSHAIUHSIUAHISUHAUHSUHAUSHUAHUSHUAHSUA Enfim, acho que é isso, não me matem pela demora, não me matem pelo cap :P

Enormes beijos, espero que tenham gostado, e please, não deixem de comentar! IUHAIUSHIAUHSIUHAIUSHIU