Sem Você
2 Parte I
Minha ansiedade para ler o que estava escrito naquele álbum era enorme, me impedindo de dormir bem. Me revirei várias vezes durante a noite, lutando contra a vontade de levantar e burlar as regras impostas por Jacob. Mas fui mais forte, ou melhor, meu cansaço foi mais forte e por fim consegui dormir. Ao acordar, não desci para tomar café e muito menos para dar bom dia à meus pais. Sentei na cama e dei início ao tour de recordações de minha vida com Jacob.
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Star Bar’s não estava agradando a noite de Renesmee, mesmo que aquele fosse seu bar preferido, onde costumava ir todos os domingos bebericar algo com Claire. A noite fria de inverno fazia seu corpo arrepiar-se, e suas mãos agarrarem mais firmemente a xícara de capuccino mentolado. Resmungava internamente toda vez que alguém abria a porta, e ela sentia pequenos flocos de neve bater em seu rosto. Parecia que era intencionalmente, sabiam que aquilo a chateava e por isso continuavam a entrar e sair do lugar, mas nada podia fazer. Star Bar’s era um lugar publico, não tinha direito algum de fechar o local por causa de seu friozinho bobo.
Ao contrário do humor autodepressivo de Renesmee, Jacob estava alegre. Recém saíra da casa de Paul que estava de aniversário, e agora se encontrava dentro do mesmo bar que Renesmee. Levou as mãos gélidas até a boca e soprou ar quente nelas, num ato sem sucesso de aquecê-las. Olhou ao redor procurando algum lugar para sentar, porém todos estavam ocupados, olhou então para o balcão onde várias pessoas conversavam e teve um leve estremecimento ao ver o pequeno e esguio corpo, coberto por um sobretudo preto. Seus cachos cor de cobre desciam até metade das costas, e balançavam conforme a porta abria e o vento os tocava. A moça vestia botas de cano alto, e nas mãos luvas vermelhsa, por relance conseguiu ver as maças de seu rosto extremamente rosadas.
Quil gritou o nome de alguém e a moça que estava ao lado, da dona dos cachos olhou, e sorriu largamente, chamando-os. Identificou que aquela deveria ser Claire, a tal garota que Quil tanto comentará. Mas queria mesmo era saber quem era a dona das luvas vermelhas, então se aproximou da dupla, cumprimentando Claire e olhando curiosamente para a garota que bebia sem se importar com a presença dos dois ali. Toda sua felicidade e curiosidade de momentos antes, foi sumindo aos poucos quando percebeu que a moça era Renesmee C.C. A garota mais fútil e mal educada do mundo. Era milionária e adorava jogar aquilo na cara dos menos afortunados como ele. Desde pequenos tinham uma rixa boba, brigavam por tudo e por qualquer coisa e isso nunca mudou. Ingressaram no colegial juntos, eram colegas, mas isso não mudou a forma agressiva que se tratavam. Renesmee se tornou líder de torcida, e Jacob o capitão do time de futebol. Se não fosse pela exelente educação que Renesmee receberá desde bebê, e pela incrível paciência e tolerância de Jacob, as discussões e brigas se tornariam físicas e não verbais. Até que foram para faculdades diferentes e passaram a conviver metade do tempo que antes era obrigados. Mas agora que estava de férias e Jacob sabia que seu amigo Quil estava começando a ter sentimentos por Claire, ele teve um pequeno vislumbre de como seriam suas férias ao lado daquela garota.
Para sorte de Quil e o azar de Jacob, ao lado de Claire vagou um lugar, e ao lado de Renesmee também. Jacob relutou por um momento, mas logo ocupou o lugar. Chamou a atenção do bartender e pediu um chocolate quente, que esperou ansiosamente para ter o conforto de se ocupar com algo. Mas na verdade ele estava nervoso por saber que era Renesmee que sem culpa alguma, jogava o aroma de baunilha que saia de seus cachos para cima dele. Quando já estava com a bebida aquecendo suas mãos, lembrou dos ensinamentos de sua falecida mãe e preszou por não ser mal educado — como ela, dizia internamente ele -, e puxou conversa. Quem sabe eles não fariam as pazes agora que já eram crescidos e maduros.
- Olá CC.
Aquilo era tudo que Renesmee menos queria. Ser incomodada em seu domingo relaxante e friorento. Mas o que ela menos queria era ser chama de “CC”, apelido pejorativo que Jacob lhe dera quando adolescentes, e que estranhamento com o passar dos anos ela começou apreciar. Todavia, não conseguiu disfarçar a respiração acelerada quando o viu entrando no local. Sabia que ele não a tinha visto, e pretendia continuar daquela maneira. Não entendia porque, mas aquela não estava sendo uma boa noite. Fingiu estar entretida com seu próprio capuccino, mas o cheiro amadeirado que vinha dele atiça suas entranhas. Estava visivelmente nervosa por saber que aquele era o cheiro de Jacob Black, seu arquiinimigo. Aquele que era insuportavelmente irritante e mal educado. E aquilo lhe preocupava. Por fim se deu por vencida e respondeu sem vontade alguma.
- Olá Jake.
- Então Quil esta de olho em Claire. – ele falou.
- É, acho que sim. – Renesmee disse e ficou por isso. Não queria prolongar as coisas. Mas pelo jeito Jacob queria.
- De férias da faculdade?
- É, acho que sim. – ele perceberá que Renesmee estava impenetrável, e isso já o estava deixando irritado.
- Só existe isso no seu vocabulário?
- É, acho que sim. – ela olhou sarcasticamente para ele e sorriu.
Jacob praguejou internamente. Não conseguia acreditar que aquela garota tão... tão perfeita, era o capeta em pessoa. Por um segundo pensou como seria se um dia se acertassem. Pois ele não podia negar, a atração que ele tinha por ela era maior do que tinha por qualquer outra garota.
- Está aqui Renesmee, deseja alguma coisa à mais? – o garçom pediu, entregando um potinho a ela.
- Não, muito obrigada.
Jacob observou por canto de olho Renesmee colocar o pozinho dentro de seu capuccino, e decidiu tentar outra vez.
- Então Renesmee, esse é o pozinho da “boa educação”?
- Não, este é o pozinho “Paciência para aturar pessoas inconvenientes”.
Vendo que a moça não iria dar o braço a torcer, e que estava ainda mais difícil de lidar com ela, decidiu ele dar o braço a torcer. Era nessas horas que lembrava dos ensinamentos carinhosos de Sarah, sua mãe que morrerá pouco antes de entrar na faculdade.
- Desculpe minha ignorância. Mas para que serve isso ai? – apontou para o pó. Renesmee respirou fundo, e Jacob percebeu como ela estava se esforçando para não ser mais rude.
- Desculpe minha grossura, mas é essência de morango.
- Essência de morango? – perguntou — Quem é o louco que coloca isso no capuccino? – novamente Jacob cometeu outro erro, ao pensar alto. Uma mania que perceberá que teria que perder logo.
- Quem é o louco que bebe isso? Eu bebo. Eu sou a louca que bebe isso! – Renesmee exaltou sua voz, e levantou-se da baqueta expelindo raiva pelos olhos por Jacob ter estragado sua noite.
- Calma ai potrinho. Foi apenas um comentário!
- Escuta aqui Jacob, minha noite já estava ruim, bastou você chegar para ela ficar péssima de vez.
- Talvez você esteja assim por ser uma maluca destrambelhada, que bebe capuccino com essência de morango. – ela lhe mostrou o dedo do meio, e Jacob simplesmente não agüentava aquilo. Não agüentava, ELA fazendo aquilo. Pegou em seu pulso e a trouxe de supetão até seu peito, sussurrando em seu ouvido – Ou talvez você esteja assim porque descobriu que está louquinha por mim.
Renesmee ferveu de raiva. De todas as suas atitudes, aquela era a que mais detestava, e sabia que Jacob fazia de propósito. Ela sabia mais do que ninguém que Jacob mexia com seus nervos e principalmente com suas emoções. Não suportava imaginar que aos poucos ele encontrava seus pontos fracos. Desvencilhou-se dele e jogou o capuccino em sua cara.
- Voce realmente é maluca. A sua sorte é que a bebida já estava morna! – Jacob falou limpando o rosto com guardanapos.
- Não seja por isso, eu jogo uma mais quente! – atreveu-se a pegar a bebida de Claire, mas a mesma foi mais rápida, tirando-a de longe das mãos de Renesmee.
- Você é estúpida garota! Quem seria o idiota que beberia capuccino com morango?
- Você é um idiota que eu sei que não beberia. E quem você acha que é para implicar com minha bebida? Saiba que gosto é que nem cu, cada um tem o seu.
O dono do bar educadamente pediu para que eles se retirassem, e que se aquilo acontecesse mais alguma vez, estariam proibidos de entrar no Star Bar’s. Renesmee por sua vez ficou ainda mais furiosa. Do lado de fora, ela e Jacob discutiram até a neve engrossar e Claire e Quil congelarem de frio, obrigando-os a separar a briga e assim seguirem caminhos diferentes.
Ele não era inteligente, nem charmoso. Não significava nada em sua vida. Pensava Renesmee, mas implicou com ela. Numa noite fria de inverno, implicou com sua bebida, e ainda por cima lhe chamou de burra, por bebê-lá. E daí que seu gosto era peculiar? E assim começou a odiá-lo mais ainda.
Ela era rude, e sem graça. Não significava nada em sua vida. Pensava Jacob, que chutava a neve acumulada na rua. Não entendia como alguém poderia ser tão estúpida, e ainda discutir por causa da uma bebida. Sabia que era coisa de criança, mas começou a odiá-la mais do que devia.
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Por sorte ou desgraça do destino, semanas depois Quil e Claire começaram e namorar. Fazendo Jacob e Renesmee passarem mais tempo juntos do que desejavam. Eles não se suportavam, e isso era mais do que claro. As discussões eram constantes, algumas chegavam a beirar a agressão por parte dela. Infelizmente tinham mais amigos em comum do que desejavam, os aproximando cada vez mais. E para piorar, seus amigos costumavam dizer que ninguém detestava tanto assim alguém, sem nutrir um forte sentimento por essa pessoa. As semanas foram passando, assim como os dias em que Jacob e Renesmee tinham que se suportar. Os dois estavam de férias, e seus dois melhores amigos de compromisso sério; então por forças maiores, tudo que Claire e Quil faziam, Renesmee e Jacob estavam juntos.
Seria blasfêmia dizer que se adoravam e que agora nutriam de igual respeito, mas dois aprenderam a se suportar. Raramente se dirigiam a palavra e quando o faziam quase sempre vinha de chutes de um lado e pontapé do outro. As suas rodas de amigos, aos poucos perceberam que aquela intriga já vinha de anos, e numa noite de bebedeira em sua casa, Renesmee confessou que quando adolescentes, Jacob lhe trancara no banheiro da escola e furtou-lhe um beijo – entretanto escondeu que o beijo tinha sido ardente e carregado de rancor e ódio. Descoberto isso, Claire confabulou com os outros, maneiras de fazerem os dois se acertarem, pois estava mais do que na cara que eles se desejavam. Inúmeras foram às tentativas, até que um dia cansados de tentar e sempre fracassarem, Jacob, Quil, Claire, Renesmee juntamente de Paul e Rachel de La Push; foram para além de uma das maiores colinas que lá existia. Beberam, riram, namoraram e aos poucos foram indo embora. Jacob continuou emburrado, encostado na sua moto, e Renesmee sentada numa pedra. Não avisaram que estavam indo embora, eles simplesmente foram. E quando os dois perceberam, a discussão já estava armada.
- Eu não vou embora nessa moto, muito menos com você! – ela gritou.
- Você não tem outra opção madame. Ou é comigo e essa moto, ou vai morrer congelada aqui. – ele chegou por trás dela e sussurrou – Sozinha.
Renesmee abraçou os braços cobertos por sua jaqueta azul marinho, e ficou a admirar como sua luva de couro vermelha brilhava ante a enorme lua, e suas súditas estrelas. Jacob ainda protegia suas costas, enquanto suspirava o doce aroma de baunilha que saia de seus cabelos presos num coque mal feito. Não conseguia parar deadmirarcomo seu pescoço faziaaquela curva tão bonita, e sumia por debaixo dos panos grossos de suas vestimentas. Já ela, sentia aquele calafrio ao sentir sua respiração quente em seu pescoço desnudo. Olhou mais acima, e ficou a contemplar aquele universo gigantesco, e por fim lembrou-se por quem estava se derretendo.
Então, ao invés de começar outra discussão deu alguns passos à diante, e sentou-se no chão úmido e coberto de neve. Jacob não entendia como uma pessoa podia ser tão bipolar: uma hora estava a gritos e na outra estava serena como a neblina da noite.
- Não quero ir embora agora, à noite esta linda. – ela comentou mais para si mesma do que para ele – Se importa de ficarmos mais um pouco? – perguntou olhando para trás.
- Claro, podemos ficar. – ele juntou-se a ela no chão, abraçando os joelhos – Aliás é hoje que ocorrerá o fenômeno estrelar, vai acontecer uma pequena chuva de meteoros. – Jacob olhou para Renesmee e notou como seus olhos brilhavam além do natural ao tocar em tal assunto.
- Eles acontecem a cada 480 anos não é? – ela perguntou, apoiando as mãos para trás e relaxando a postura.
- Na verdade, são a cada 477 anos. – ela o olhou com as sobrancelhas juntas, mostrando sua dúvida e descrença – Fiz umas pesquisas mais avançadas, e descobri que não eram 480 anos, e sim a cada 477. O último foi em 1534. Eles passarão em, — consultou seu relógio – alguns minutos.
- Então era por isso que você queria vir aqui hoje? – ela indagou.
- Praticamente. – ele deu de ombros.
Certo e duvidoso ao mesmo tempo. Era o que pensava Renesmee, enquanto olhava para Jacob que intercalava sua visão entre suas botas marrons e o céu estrelado. Notou também que ele não era apenas uma carcaça teimosa, um poço de ignorância. Tinha seus “apetrechos”, e alguns neurônicos perdidos no meio dos cabelos negros.
- Olhe, — ele levantou-se e deu a mão a ela que logo agarrou firmemente levantando-se – irá começar.
Jacob não se conteve e descaradamente observou como Renesmee sorria ao ver aqueles pontinhos brilhantes correrem pelo véu negro, naquela noite fria. Seus olhos chocolates pareciam transmitir outra chuva de meteoros, de tão excitada que ela se encontrava. Às vezes, soltava alguns: Olha lá, e Meu Deus, são muitos! ou apenas suspirava. Um anjo com toda certeza, pensava ele. Pena que fosse tão adepta a brigas e futilidades. Voltou o olhar novamente para o céu, e enquanto terminava de ver a chuva de meteoros, ria dos próprios pensamentos insanos que estava tendo. Era loucura, e sabia que não iria dar certo, mas Jacob convidou Renesmee para sair.
- Como é? – ela pela primeira vez, tirou a atenção do brilho estrelar e olhou-o confusa, logo em seguida largando sua mão da dele – Sairmos para jantar?
- Claro, por que não? Acho que está mais do que na hora de nos darmos bem.
- Depois de tantas tentativas fracassadas. Você ainda tem esperança. – disse incrédula.
- A diferença é que antes quem estava tentando eram nossos amigos, e não nós mesmos. Acho que está na hora de crecermos.
Renesmee pensou por algum tempo, ponderou os prós e os contras, e acabou por aceitar. Percebeu que aquilo, era uma chance só na vida, como a chuva de meteoros. E se o show brilhante foi tão extasiante, não havia motivos para o encontro não ser também.
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Por algum motivo, os dois mantiveram as aparências de antes para os amigos. Na cabeça deles, era como assumir que ali, naquele redemoinho de confusões, existiam sentimentos. Ele dizia aos amigos que ia sair com ela, por não ter mais nada para fazer. Dizia que queria saber como era passar uma noite só com ela, olhando ela, rindo dela internamente. Mas na verdade, por dentro ela o enlouquecia. Renesmee era o estereotipo feminino (e particularmente era a única) que irritava profundamente Jacob, e ele precisava descobrir como ela fazia isso. Já ela falava às amigas que iria ao encontro apenas para provar que ela era deslumbrante e inteligente. Não apenas uma riquinha esnobe e sem conteúdo. Todavia, lá no fundo Renesmee estava indo apenas para compreender melhor o efeito que Jacob obtinha sobre ela. Queria entender, porque a cada olhada dele na direção dela, fazia sua pele se arrepiar inteira.
Tendo isso em mente, Renesmee apareceu fascinante. O inverno ainda era rigoroso, e a neve às vezes dava seu ar de graça enfeitando as pequenas cidades da redondeza. Colocou seu melhor vestido, um tubinho azul marinho, um sapato de salto alto preto, sobretudo preto, e suas favoritas luvas de couro vermelha. Alisou as longas madeixas cobre, e realçou os olhos chocolate. Estava simplesmente fantástica, e Jacob percebeu isso; ficou tão hipnotizado pela bela ruiva que esqueceu quem ela era e lhe depositou um beijo no pescoço, quando a apanhou em casa.
O maitre os conduziu até uma área mais reservada do restaurante. O lugar ficava no último andar de um prédio comercial. De longe se notava que era um dos mais caros da redondeza, pela vista, a comida servida, e os maravilhosos vinhos importados. A mesa a dois ficava ao lado da janela, onde quem a possuía desfrutava da maravilhosa vista da cidade, e do céu. Renesmee sabia que Jacob não era um homem poderoso, tinha consciência que conseguir uma mesa naquele restaurante era difícil e demorado, sem contar que muito caro. Mas ficou lisonjeada ao saber que ele estava disposto a gastar tanto dinheiro com ela, apenas para um jantar de “entendimentos”. Então as entradas de camarão começaram, juntamente com um escorregadio vinho. Jacob estava mais tenso do que nunca esteve, estava na presença dela, aquela que tanto lhe tira o sono. O que colocavam na mesa, ele comia; mas a comida descia quadrada, não sabia muito que falar, nem se aquilo iria dar certo. E o mesmo pensava ela, que por mais que não quisesse não conseguia parar de observar Jacob, e de ver como ele havia ficado mais “presente” depois que cortou os cabelos, fez alguns anos de academia, melhor dizendo, depois que passou da puberdade. A camisa verde escuro pólo de linha marcava seus grossos braços, mas não disfarçava suas veias tencionadas no pescoço. Por esses e diversos outros motivos, cada alimento ingerido por Renesmee chegava revoltado em seus estômago. Estava com os mesmos receios dele, mas principal era de não conseguirem se acertar. Ou até mesmo de se acertarem, e quem sabe como seria depois. Motivada pelo nervosismo a pequena ruiva ia bebendo copo após copo de vinho, fazendo Jacob estranhae, logo que Renesmee nunca fora de beber tanto. Até que coisas estranhas começaram a acontecer.
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