Sem Alma
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Oi gente espero que gostem. Essa é a minha primeira fic dramática, comentem o que acharam por favor.
Boa leitura.
Boa leitura.
Todo dia era a mesma coisa. E mesma batalha.
Dizem que quando se perde alguém que ama, a dor some com o tempo.E única coisa que posso dizer sobre isso é que todos estão enganados. A dor só aumenta, é como se a cada dia você morresse mais.Todo dia quando acordo saio da cama correndo e vou para o quarto ao lado. Na esperança de o encontrar alí, me esperando. Esperando que eu o pegasse no colo e desse todo o amor que uma mãe deve dar a um filho.E todo dia eu tinha a mesma decepção. Entrar no quartinho do meu bebê e ver que ele não está mais lá. Que ele está morto e não vai mais voltar.Me culpei durante anos pela morte de Henry, meu bebê, minha vida.Mas eu não tinha culpa alguma, e mesmo sabendo disso ainda doi.Quando meu pequeno nasceu foi diagnosticado com uma doença encuraveu, o médico disse que ele não devia durar nem um ano.Mas meu bebê foi mais forte. Ele sobreviveu por dois anos. Eu pude ouvir suas primeiras palavras, pude ouvir ele me chamar de mamãe. Também pude ver seus primeiros passinhos.Enquando Damon se afundou no trabalho para esquecer a dor, eu não tinha para onde correr.Em todo o lugar que eu estivesse meu bebê estaria comigo.Todos me diziam que eu iria superar.Mas o que eles sabem? Eles perderam algum filho? Não foram eles que entraram no quarto de Henry e o encontraram morto. Não foram eles que entraram em desespero ao ver seu bebê tão frágil alí todo roxinho com seu corpo sem vida.Não foram eles que pegaram Henry no colo e implicaram para que ele voltasse para ela, em uma tentativa falha é claro.Para separa-la so corpinho frágil de seu bebê foram necessários alguns médicos e uma boa dosagem de remédio para dormir.Nenhum deles sentia a dor que ela sentiu e ainda sente.Ninguém percebeu que naquele momento em que ela encontrou seu bebê morto, ela havia morrido também.Não tinha por que continuar, seu Henry não estava mais alí.Enquanto muitos excluindo seu marido Damon Salvatore achavam que outro bebê acabaria com a dor.Elena não pensava assim, nem todos os bebês do mundo compensaria a falta que seu pequeno Henry a faz.Mesmo sabendo que não devia se apegar muito a ele, pôs ele não tinha muito tempo de vida, era impossível para ela não amar aquela coisa fofa, que ela gerou por nove meses e criou por dois longos e lindos anos.Henry era único e ela já não aguentava mais viver sem ele.Quando Henry estava vivo, ela pagou muito bem para que alguém desse um diagnóstico diferente, mais isso não aconteceu, todos eram o mesmo, Henry iria morrer.Todo esse tempo Elena não conseguia parar fe pensar em como Deus é injusto, tirando a vida e uma criança que não pode aproveitar todo o amor que Elena tinha para dar.Pensou várias vezes que esse Deus ao qual ela duplicou várias vezes por um milagre que salvasse a vida de seu filho existia mesmo. E se existia devia adorar ver a desgraça alheia, pôs tira e um filho de uma mãe que não fez nada para merecer isso só podia ser crueldade, e maior e a pior delas.E mesmo que uma mãe fizesse algo errado ainda não seria motivo para lhe tirar um filho.Ela já havia sofrido demais em sua infância, com pais adotivos que a viam apenas como uma máquina que tinha a obrigação de trazer riqueza a família em um futuro não muito distante, ter pais que não a amavam era somente mais um martírio de sua vida.Afinal nada superaria a perda de Henry.Por isso sonhou em construir uma família feliz cheia e amor.O que deu certo por dois anos.Ela conseguiu viver mais dois anos sem seu filho em seus braços, aquela criança adorável que era a mistura perfeita entre ela e o marido.Olhos azuis como os do pai, cabelos castanho como a mãe, um sorriso encantador tal como o do pai dele era, um sorriso que fazia você se apaixonar na hora. E a pele morena como a da mãe.Elena já não aguentava mais viver sem tem seu filho ao seu lado.Mas que vida era essa se a dois anos ela se sentia como se já estivesse morta?Sem aguentar mais, ela cortou seus pulsos e foi para o quarto de seu amado Henry, pegando lá o ursinho favorito de seu filho e apertando contra o peito.Deixando apenas uma carta para trás.Quando Damon chegou e vou a cena entrou em desespero.-Elena?-Gritou.-Por favor não! Eu não posso perder você. Não depois de tudo o que nós passamos depois da morte do Henry.Ele gritava em uma tentstiva falha de faze-la reagir.Pegou o telefone e rapidamente ligou para uma ambulância. Porém ele já sabia que sua Elena estava morta. Primeiro Henry e agora o amor da minha vida. Pensou.Num ato impensado foi até o berço de seu menino. Lá encontrou a carta que Elena havia deixado.A abriu. E lá estava escrito:"Me perdoe Damon mas eu não consigo mais. Não sei como sobrevivi por dois anos depois da perda do meu amado filho. Do nosso amado filho.Quando é encontrei sem vida não era só ele que tinha morrido alí, eu também. E ao fechar o caixãozinho do meu pequeno foi como se estivesse junto com ele alí, não foi só ele que foi enterrado naquele dia, eu fui de corpo e alma também.
Não consigo lidar com esse sofrimento, espero que siga a sua vida e não se junte a nós, pelo menos não por enquanto.Não pense que estou morta, pois não estou. Estou apenas me juntando ao nosso filho. E sei que um dia que ainda está distante você se juntará a nós também.Te amo, e sempre te amarei.Sempre e para sempre sua Elena."Ao terminar de ler a carta Damon não conseguiu se conter, lágrimas tomavam descontroladamente de seu rosto. Ele havia perdido tudo, tudo que mais amou. Primeiro seu filho e agora sua mulher.Foi até seu escritório e de uma caveta retirou uma arma.Ele não tinha nada a perder.Caminhou até o quarto de seu filho onde sua mulher estava morta e se deitou ao lado dela.-Estaremos juntos e novo antes do esperado amor.Abraçou-a com um dos braços e com a arma Morada em sua cabeça atirou sem pensar duas vezes.Para assim viver em paz com sua família.Ele, Elena e Henry.E família que ele sempre sonhara em ter estava unida de novo.em um mundo fatídico onde eles finalmente encontraram o que mais queriam:Amor e paz.
Notas finais
Gostaram? Eu chorei muito escrevendo isso...
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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