Selva de Pedra

1 Capítulo 1


Apogeu desesperado

Cultura esfarrapada

Predição concretizada

Luta pelo poder

Fortes lutadores

Facros axpirantes

Sacrificio dos injustos

Bem vindo a selva de pédra

Pequenos cordeiros

Em tempos de paz

Simples inocentes

Que venha a morte voraz

Pilantras sem rumo

Charlatão desmascarado

Ao Hádes suas crias

Bem vindos a selva de pédra

Morte esbravejada

Fulgura a incantadora Eco

Isensatez pronunciada

Só os fortes sobrevivem

Destemido perseverante

Moldado pelo mundo

Eleito pelo destino

Bem vindos a selva de pedra

Multilados os infelizes

Heimdall manda o avíso

Pela água dos mares de Njoerd

ou pelas mão de Forseti

Tal como as Moiras

Reinando sobre o destiono

Ou como uma simples formiga

Pegando comida para o frio

Uma morte sem conhecimento

Ninguem lamente

Ninguem chora

Simplesmente ignoram

A vida continua

Misera e sem propósito

Pequena perante tudo

Miserável perante o mundo

Alguem está sofrendo

Disso estou certo

Alguem está morrendo

E o que isso muda minha vida?

Nada somos

Nda seremos de relevante

Tudo segue como deve seguir

O univerço permanece o mesmo

Inalterado solitário

Somos somente nós

Não importa quão especiais

Somos apenas mortais

Mesmo em uma selva de possibilidades

Em que um rei reina soberano

Sua morte chega, a vida continua

Bem vindos a selva de pedra