Sekai
1 I - Uma Suspeita.
Notas iniciais
Aqui vai mais uma fic pra vocês.
Dessa vez, eu tenho certeza que vai ser semanal, ou seja o próximo cap, só segunda que vem.
Espero que gostem.
Sekai
Você conhece mesmo esse mundo? Se disser que sim, você está enganado. Se eu dissesse que o mundo que você vive é protegido por pessoas (ou quase pessoas) que evitam que você vire refeição de Akumas? Você acreditaria? Então convido você a descobrir a verdade sobre esse mundo, um mundo escondido que procura uma solução para a situação que vive.
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Era uma vez, uma menina. Uma menina que corria no meio da escuridão. Parecia fugir de algo, mas não sabia o que era. Estava com medo e não tinha pra onde correr. Ela fugia e não tinha idéia para onde ia até que se deparou em um beco escuro e se assustou mais ainda. Ela sentia que algo estava vindo em sua direção.
- Que menininha fofa... – dizia uma voz arrastada e ao mesmo tempo assustadora.
- O que... Quem é você? – falava a menina, que tremia.
- Eu? Sou a última voz que ouvirá na vida, garota. – dizia a voz. Ouviu-se um grito agudo da menina que ecoou sem que ninguém se importasse com o que era.
~No dia seguinte~
Uma multidão estava em volta de alguma coisa, assustada com a crueldade que nunca havia existido antes.
- O que houve aqui? – perguntava uma mulher em meio a multidão.
- Parece que essa criança foi assassinada. – falou um senhor. – Dizem que foi à noite.
- Nossa! Quem mataria ela? – continuava a mulher. – Ela é de uma família importante?
- Por incrível que pareça, não é. – respondeu uma senhora que ouvia a conversa. – Ela era uma menina comum que morava aqui perto.
A multidão ainda se perguntava o que havia acontecido com a menina. Eles se perguntavam se isso viraria algum tipo de assassinato em série ou coisa parecida.
- Ok, não há nada para verem aqui – falou um policial – Circulando!
Enquanto a população era obrigada a se retirar, os policiais eram obrigados a ver aquele corpo inocente esquartejado e ensangüentado no chão. Por que uma criança? Quem seria o monstro capaz disso?
- Mas o que teria acontecido a ela? – perguntou um policial.
- No mínimo mais um psicótico que resolveu atacar crianças. – falou o capitão.
- Não exatamente. – falou um garoto que chegava no local.
- Quem é você? – perguntou outro policial.
- Sou Misaki Senju e vim ajudar no caso. – falava o garoto que usava uma blusa social com uma gravata, calça e sapatos pretos.
- Então foi você que eles mandaram? Pensei que seria alguém mais velho... – falava o capitão.
- Se fosse mais alguém mais velho, não saberiam nunca o que aconteceu com ela. – falou ele, apontando pro corpo ensangüentado. – Humanos nunca sabem o que acontecem, que desperdício de tempo.
- Nani? – perguntou um policial.
- Nada. – respondeu o garoto. — Eu devia falar mais baixo. De qualquer forma, não deve ter sido um assassinato comum.
- E o que seria então? – perguntou o capitão.
Nesse momento o celular do Misaki tocou e ele foi para um canto atender.
- Moshi Moshi. – atendeu o Misaki.
- Misaki... – falava uma voz feminina aparentemente bêbada.
- ESTÁ BEBENDO NO TRABALHO DE NOVO?
- Nãããão tenho culpa! Já virou hábito...!
- Se o Tou-san descobrir...
- Que seja, moleque! Já descobriu alguma coisa?
- Mais ou menos. Parece que ele voltou a atacar humanos mesmo.
- Relatório preliminar?
- A alma da menina foi completamente absorvida e o sangue nem existe nela mais.
- Faça um relatório completo e traga pra cá. Precisamos de uma reunião de urgência.
- Ok, você que manda Baa-chan!
- ORA SEU...
- Já ne.
Ele desligou o telefone e voltou à cena do “crime”. Fez anotações, tirou fotos do corpo da garota e assim que acabou voltou a sede da K.C.S.A (Konoha Control Supernatural Activities), onde tinha uma reunião com a sua chefe, Tsunade.
- Atenção! – falava ela. – Quero saber como andam as investigações das mortes suspeitas.
- Aparentemente todas as mortes são causadas por tipo de arma... – falava um.
- Não. Foi algum fantasma...
A confusão estava estabelecida no meio da reunião. As pessoas discutiam sobre o que havia causado as mortes e isso iria demorar se não fizessem algo.
- DÁ PRA PARAREM COM ISSO? – gritou o Senju do outro lado da sala.
- Qual é a sua opinião, Misaki? – perguntou Tsunade.
- Temos que encarar os fatos de que Satã voltou a atacar humanos. – falou ele.
- Não é possível! – falava outra pessoa – Satã foi selado há muito tempo. Ele não pode ter saído.
- Considerando de quem estamos falando... – falou Tsunade – Temos que observar essa possibilidade.
- O que obviamente faz sentido, ao contrário da observação dos demais. – argumentou Kakashi.
- Então, o que vamos fazer? – perguntou Misaki. – Se é Satã mesmo, temos que agir depressa ou mais humanos vão morrer.
- Simples. Vamos arranjar uma equipe pra observar os Humanos. – falava a loira. – Você, Misaki, e mais alguém vão para Sekai investigar...
- COMO ASSIM? EU, IR PARA SEKAI? – gritou o Senju.
- Exatamente. Arranje alguém pra ir com você e se apresse que as aulas voltam daqui a três dias. – concluiu Kakashi.
Pra quem não conhece, o Sekai é como se fosse uma escola em que se aprende a como não mostrar seus poderes na frente dos Humanos, controlar seus poderes e aprender como toda escola humana normal.
- Mas eu odeio aquele lugar. Só têm idiotas e eu já me formei lá. – argumentava Misaki.
- Mesmo assim, você vai observar. – continuava Tsunade. – Se Satã está agindo, deve ter mandado gente pra lá pra controlar a escola e levar mais gente pro lado dele.
- Você quer mesmo isso? – perguntou Kakashi.
- Fazer o quê, tenho que ir mesmo. – se rendeu ele.
- Ótimo. Falei com o seu pai antes e ele apoiou a idéia. – disse Kakashi, estranhamente feliz. – Finalmente irá fazer amigos.
- NÃO ACREDITO QUE FALOU COM MEU PAI! E NÃO QUERO FAZER AMIGOS!
- Agora já chega! – exigiu Tsunade – Você vai pra lá daqui á três dias e trate de fazer amigos lá.
- Tá bom. – falou ele, mal-humorado. – Vamos ver aonde isso vai dar.
E ele saiu da sala e foi direto pra casa, sem saber o que seria pior: Ir para o Sekai, Fazer Amigos ou Deter Satã.
Notas finais
Gostaram?
O que irá acontecer?
Rewiews nunca fizeram mal a ninguém tá!!
~kissus
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