Segunda chance- delena
19 O Tormento Continua...Primeira fase
Depois de praticamente um mês aprisionada consegui ficar em prisão domiciliar, vai ser mais fácil assim por que a comida daquele lugar era horrível. Ainda estou encabulada de com meu advogado conseguiu me tirar da cadeia pensei que Grayson não facilitaria para o meu lado. Deixo meus pensamentos de lado e vou fazer a comida, não há nada pra fazer nesse lugar em que me colocaram, não adianta eu sair Por que ficam seguranças rodando o prédio, mas como não sou boba nem nada já estou conquistando um dos seguranças que ficam na minha porta. Claro ele pensa que eu fui violentada e por isso matei o cara, ou seja, o Jeremy.
BONNIE- em falar nele.
Bonnie: “estou aqui na cozinha” anuncio logo ele aparece na soleira da porta.
Marciel: “eu que vou ficar de olho em você hoje” sorrio e me aproximo dele.
Bonnie: “hummm. Isso é muito bom” sorrio inocentemente.
Marciel: “er...eu já vou para o meu posto” tenta se esquivar.
Bonnie: “já? Logo agora que acabei de fazer aquele doce que você gosta” sorrio e toco na barra da sua camisa.
Marciel: “serio?” assinto e ele sorri.
Bonnie: “senta que eu vou te servi um pouco” antes dele responder o puxo ate a cadeira e vou em direção ao doce que fiz e discretamente coloco um remédio que o deixara sonolento. O sirvo.
Marciel: “esta uma delicia como sempre” sorrio e o assisto comer. Ele acaba de comer e vou lavar as louças que ele sujou. “estou morrendo de sono agora” boceja e eu sorrio internamente.
Bonnie: “quer deitar um pouco? Você trabalha muito é natural está exausto” o influencio.
Marciel: “não posso tenho que ser seu vigia e cuidar para que você não saia” reviro os olhos
sem ele poder ver essa ação é claro.
Bonnie: “você acha que eu irei sair?” pergunto ofendida ele me olha sem jeito.
Marciel: “não, nunca pensaria isso de você”
Bonnie: “então vai tirar um cochilo se alguém chegar eu te chamo” sorrio falsa e ele assente e vai em direção ao único quarto que há nessa casa. Assim que percebo que ele dormiu profundamente saio de fininho sem ser vista por ninguém, estou precisando urgentemente de roupas novas. Estava caminhando por uma rua cheia de lojas, mas estranhamente as ruas estavam um pouco desertas, uma roupa na vitrine me chama atenção. Estou distraidamente a olhando quando sinto uma mão tapando minha boca tento lutar mais a pessoa me segura forte apertando o pano contra meu nariz ate que minha visão escurece e eu desmaio
***
Damon: “tem certeza de que isso não vai doer em você?” indago de novo segurando suas mãos.
Elena: “já te falei que não Damon, eu só vou me corta ate o sangue sair e depois você bebe e pronto” me explica de novo mas mesmo assim fico agitado.
Damon: “não sei não” hesito.
Elena: “se você não quer fazer sempre da tempo de desistir e eu vou respeitar sua decisão”
Damon: “eu não vou desistir mais não e com isso que estou preocupado”
Elena: “e com que é então?” pergunta e se deita em cima de mim, sem nenhum tipo de barreira entre meu corpo e o seu. Gemo.
Damon: “com você se machucar é isso que me importa” acaricio seus cabelos ela lentamente se aproxima mais de mim e me beija, fazendo-me esquecer de tudo por um tempo. Não quero que ela tenha que cortas os pulsos só pra me dar sangue, se alevanta mais e profunda o beijo, boto a palma da minha mão em suas costas nuas e a pressiono no meu corpo.
Elena: “pronto pega” ela fala no meio do beijo e a olho confuso ate que vejo que já se cortou.
Damon: “estava tentando me distrair?” pergunto incrédulo.
Elena: “e vejo que funcionou” sorri.
Damon: “mas você nem se quer demonstrou um traço de dor”
Elena: “eu te falei que eu não ia sentir dor... toma se não vai sarar e vou ter que corta de novo” nego rapidamente e levo seu pulso ate minha boca e sugo levemente uma gotinha vermelha. Pra tentar me acostumar com o gosto, percebo que não é tão ruim assim. Mordo mais forte cravando os dentes na carne e chupando ao mesmo tempo e ela geme de prazer sorrindo de
orelha a orelha pra mim sorrio de volta. E sugo mais umas gotinhas e solto seu pulso que se regenera rapidamente.
Damon: “ate que não é tão ruim assim” ela sorri e avança em mim me beijando violentamente e agarrando meus cabelos me puxando bravamente pra ela. Nosso beijo tem gosto de sangue. Coloco minhas mãos em sua cintura e colo meu quadril no seu. Suspiro ao senti-la descer seus beijos pelo meu pescoço. E grito de surpresa quando ela se encaixa a mim em meio as caricias, ditando movimentos lentos e alucinantes.
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