Notas iniciais
Capítulo novo!!!! E dessa vez eu me superei, estava escrevendo naturalmente, e Pá!! 600 palavras, cara, foi muito rápido, mas, voltando, espero que gostem.

Luke observava os pássaros alimentarem seus filhotes nos galhos das árvores do Central Park, depois que Argus os deixou em Nova York, eles fizeram uma parada no MC Donaldss, e agora, Tyler devorava seu cheeseburger, sujando a calça jeans de mostarda, Alex afiava as duas adagas, sentada na grama do parque, o cabelo castanho preso em um rabo de cavalo.

—Pra onde vamos? — perguntou Luke, tentando cortar o silêncio.

—Flórida, seria o sul extremo do país, se não for tão ao sul, chegaremos de qualquer maneira — respondeu Alex, enquanto guardava as adagas nos coldres de couro, localizados em cada lado da cintura.

—Eu só sei — disse Tyler, mastigando — que isso é muito bom.

—Tyler, foco.

—Ok — o garoto de cabelos loiros amassou o papel que envolvia o cheeseburger, e arremessou no cesto de lixo mais próximo.

—Vamos, temos que pegar um ônibus — Alex se levantou — provavelmente vamos ser incomodados no caminho, os monstros não aguentam o cheiro de três semideuses.

—"Os"?? No plural? — perguntou Luke.

—Você esperava menos? — Alex se exaltou — O Minotauro e o Manticore não são os únicos que existem, além disso, eles podem voltar, como fizeram várias vezes, porque eles morreram na idade antiga, Herácles matou o Manticore, e Teseu matou o Minotauro.

—Ok, são muitas informações de uma só vez, vamos pegar um ônibus, vocês tem dinheiro?
Alex tirou da mochila um saco de pano, amarrado com uma corda, a garota abriu e deixou que algumas moedas de ouro caíssem em sua mão direita.

—Moedas de ouro? Acho que não aceitam mais isso, sabe, desde 1800.

—Não são simples moedas de ouro — explicou Tyler — são dracmas, e não vamos pegar um ônibus comum.

Luke não entendeu, até que um ônibus inglês de três andares foi frenético até o lugar onde estavam, vindo de algum lugar que Luke não conseguiu distinguir.

—Esse é o Expresso Mercúrio!! — anunciou Tyler.

O ônibus era completamente cinza, com asas em quase toda sua extensão, o para choque estava enfeitado com um caduceu, como o símbolo da medicina, só que com duas cobras de prata.

—Esse eu conheço, era o deus das mensagens dos romanos não é? Aprendi em história — disse Luke.

—Exatamente, Mercúrio é a contraparte romana de Hermes, e ele existe atualmente, e trabalha com transporte de passageiros, ao contrário de Hermes, que atua como o carteiro dos deuses.

—Ok, vou fingir que entendi, vamos entrar então.

—São três dracmas cada entrada — explicou Tyler, pegando três moedas de ouro e dando para Luke, e pegando mais três para si.

Eles entraram no ônibus, o motorista tinha um chapéu de em forma de prato, com asas nas extremidades, Alex e Tyler deram suas moedas e passaram pela catraca do ônibus, a vez Luke chegara.

O garoto ergueu as mãos com os dracmas, e Mercúrio agarrou seu braço, olhando com os olhos semi cerrados para Luke.

—Cuidado garoto, sua viagem não vai ser nada agradável.

Luke soltou sua mão com força, deixando os dracmas caírem no chão, ele pegou de volta e lançou nas mãos do assustador motorista, passou pela catraca rapidamente e sentou-se ao lado de Alex, num banco triplo, Tyler estava na janela, a cabeça encostada na janela.

—Ele é sempre assutador assim? — perguntou Luke.

—Ah, só romanos são mais sérios — explicou Tyler, dando de ombros.

Luke não chamaria aquilo apenas de sério.

A voz de Mercúrio soou no auto falante do ônibus, acordando um mendigo no fundo do ônibus.

—Apertem os cintos passageiros, vamos decolar.

—Decolar ?

Mas a pergunta de Luke logo foi respondida quando a inércia fez sua cabeça ser empurrada com força para trás, estavam voando, muito rápido.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim, se não, me digam o que posso melhorar, sem ódio gratuito, por favor, apenas críticas construtivas, bye bye, até a próxima.