Segunda Geração de Harry Potter
6 Capítulo 6 - Primeiro dia em Hogwarts
Notas iniciais
Lily foi a primeira a acordar no outro dia, totalmente feliz por finalmente estar em Hogwarts. A garota ruiva se levantou de sua cama com seu pijama rosa, e abriu as cortinas vermelhas em volta da mesma. A luz do sol imediatamente irrompeu por todos os lados, iluminando todo o vermelho e dourado que havia no dormitório. Lily colocou os pés para fora da cama, pulando em direção a cama de Morgan, abrindo as cortinas dela com todas as forças que tinha. O que foi uma decisão ruim, por que a cortina arrebentou da cama, e Lily soltou um grito quando o cano de madeira da cortina caiu na sua cabeça, assustando Morgan que estava dormindo, fazendo-a se levantar num salto, gritando por causa de Lily, enquanto a outra deu passos para trás por causa do cano em sua cabeça e tropeçou no chinelo de Morgan que estava no chão, causando sua queda, e ela acaba caindo e batendo a cabeça no canto da cama. Por um momento, o dormitório fica em silencio, então e preenchido por duas garotas rindo de chorar.
Depois de alguns minutos, Lily estava sentada em sua cama, olhando impacientemente para Morgan, enquanto esta estava com a cabeça embaixo de sua cama, procurando o sapato para finalmente desceram ao café da manha.
—Vai logo, Morgan! Desse jeito a gente nem vai tomar café! E eu to morrendo de fome! – quase que como para provar o que Lily dizia, sua barriga roncou imediatamente, enquanto Morgan se levantava, olhando para todos os lados do quarto.
—Não! A gente não vai sair daqui enquanto eu não achar esse maldito tênis. – Lily já havia se levantado, e se encaminhava para o banheiro para ajudar na procura, quando Morgan levantou a mao, sinalizando que a garota esperasse.
—Lils, tem alguma regra de Hogwarts que proíbem ir de pantufa para as aulas? – Morgan olhou para a ruiva, com um sorriso travesso no rosto. Lily abriu a boca, pronta para falar, mas pensou: Não, espere. Dizem para ir com o uniforme para a aula, uniforme são roupas, não sapatos. De todas as regras de Hogwarts, ela nunca ouviu falar disso.
—Acho... Acho que não. Nunca ouvi falar de nada disso...
Morgan sorriu, e pegou as duas pantufas de Joaninha que estava guardada em sua mala, prontas para serem usadas. A garota colocou sua meia, e se levantou abotoando a capa.
—Pronta? – Morgan se dirigiu a porta do dormitório, colocando os pés já na escada preta. – Vamos Lily, o Maximo que eu posso ganhar e uma detenção!
—Você vai se ferrar com isso daí. – Lily disse, mas deu de ombros e desceu logo atrás da amiga. As duas irromperam no Salão Comunal, onde havia apenas alguns alunos do primeiro ano, que olhavam para Morgan e cochicharam entre si.
—Ali, e ela.
—Aquela morena?
—Ela, aquela ali.
Morgan resolveu ignorar aquilo, e entrou na frente de Lily para sair do quadro da Mulher Gorda. As duas garotas caminhavam lado a lado, para o Salão Principal.
—Tem um lado bom nisso. – Morgan disse, sorrindo. – Posso fingir que vou lançar um Avada neles. E todos vão sair correndo.
Lily riu de Morgan, e elas finalmente chegaram ao Salão Principal, se encaminhando imediatamente para a mesa da Grifinoria, onde a maioria dos alunos já comia.
—Eu tenho um plano, Morgan – assim que a garota se se sentou à mesa, James olhou para ela, a observando atentamente – E hoje à tarde a gente vai colocar em pratica.
—A gente, James? – Morgan olhou para o menino com um pouco de medo.
— Morgan, corre. Serio. – Hugo se sentou ao lado da garota, apanhando uma maca que estava sobre a mesa. – Os planos de James são os piores.
—Isso não e verdade! – James franziu a testa – Alguns planos deram certos.
—Ta falando daquela vez que você pintou o cabelo de Mc Gonagall de rosa choque por que ela disse que queria mudar a aparência? Ou – Lily continuou antes de James de pronunciar – aquela vez que você cantou para o colégio todo, para ajudar Scorpius com Rose? Não, James, seus planos não dão certo.
A cara de desapontamento de James foi evidente, fazendo Morgan rir dele. Nesse momento, McGonagall passou pela mesa, distribuindo os horários das aulas. Quando a diretora passou por Morgan, deu um sorrisinho discreto e entregou o horário para a pequena, que o pegou imediatamente passando os olhos pela escrita.
—Primeira aula e de Historia da Magia! – Morgan disse, já guardando o horário na bolsa preta.
—Perfeito. 1 hora de sono grátis. – Hugo esticou as mãos atrás da cabeça, como se estivesse relaxando – Dormi mal hoje.
—Mas então, como eu ia falando... Morgan vai mostrar para McGonagall que você e perfeita para Quadribol.
—James, como você sabe se eu sou boa ou não? Eu nunca joguei na vida, e para ser sincera, a única coisa que eu sei e como funciona. – Morgan franziu a testa.
— Ta na sua veia, Morgan! E saber como funciona e um grande avanço. Olhe, seu tio era mestre em Quadribol, tem uma taca em homenagem a ele. Eu já vi! – James disse totalmente animado
—Eu nunca vi uma taca escrita Tom Riddle ou Voldemort, James. –Lily imediatamente se pronunciou, e deu um sorriso – Encontrou muitas aranhas La, James?
Hugo imediatamente começou a gargalhar, atraindo vários olhares a ele.
—E por que não esta na sala dos troféus. Ta no escritório da diretora. Já fui la tantas vezes que se tornou familiar para mim. – James ignorou Lily e Hugo, e continuou a falar com Morgan, que observava a cena cada vez mais curiosa – Pelo menos vamos testar hoje a tarde, Morgan, por favooooor! – James fez uma carinha de cachorro abandonado, na qual Morgan riu e concordou com a cabeça.
—Olha a hora! Temos que ir! – Lily imediatamente mordeu a outra metade do pão que estava na mesa e pegou o braço de Morgan, fazendo as duas saírem correndo do Salão em direção as salas de aula. Longe dali, James observava Morgan, e percebeu um pequeno detalhe.
—Aquilo é... Pantufas? – James se pronunciou bem baixo, apenas o suficiente para Hugo ouvir. Os dois olharam para os pés da menina, que caminhava apressada junto com Lily. Ela já estava longe, e não viu quando Hugo e James riram de sua ideia.
Lily e Morgan estavam mais do que perdidas para encontrar a sala de Historia da Magia. Os corredores estavam totalmente vazios, com todos os alunos em suas salas.
—Lilian! Eu vou te matar, sua idiota! Onde, por Merlin, ta essa sala? Já passamos pela escola toda!
Lily estava com um pequeno mapa nas mãos, e seguia com passos apressados pelo corredor, que Morgan nem sabia mais onde estava. Só de encontrar uma vida, ela já ficaria muito feliz.
—E por aqui, por aqui, confie em mim!
Lily entrou no corredor a direita, onde as meninas encontraram uma grande porta marrom, totalmente decorada com varias listas em tons mais escuros. Morgan se colocou na frente da amiga, e empurrou um pouquinho a porta, colocando sua cabeça la dentro: era a sala! A garota abriu a porta e se deparou com metade dos alunos dormindo ou apenas olhando para o quadro com um olhar vazio. Hugo estava sentado na penúltima fileira, com o rosto encostado na janela. Olhando para os lados da sala, Morgan viu que as duas ultimas carteiras estavam livres, e cutucou Lily no exato momento em que o professor apareceu na frente do quadro, mas ele ainda não as tinha visto. As duas meninas se agacharam e foram ate as carteiras.
—Graças a deus! – disse Hugo, se virando para Lily que arrumava as coisas em cima da mesa. – Estava começando a ficar preocupado, meu Deus. Onde vocês estavam?
Morgan fez questão de olhar Lily cinicamente, enquanto tirava da mala seu livro. Lily revirou os olhos e olhou para Hugo, que parecia achar graça.
—Eu me perdi, ta bem? Eu me perdi e não conseguia mais achar a sala.
Hugo soltou uma risada um pouco alta, o que fez com que ganhasse um beliscão de uma garota que estava sentada ao lado dele. Essa garota virou para Morgan e a observou com um ar de superioridade, e abriu seus perfeitos dentes brancos para falar com a garota:
—Ola, meu nome e Diane Houshterr, puro sangue, e você já deve saber – Diane deu uma risadinha desdenhosa – , rica.
Morgan olhou para a garota, gostando cada vez menos dela.
—Ola. Sou...
—Eu sei quem você e, garota. – Diane soltou outra risadinha – só queria te avisar.
—Avisar o que? – Morgan estava começando a sentir nojo dela, que sorria para ela com um sorriso cada vez mais cruel.
—Que essa escola ME pertence. E que você não vai ter controle dela nem um pouquinho. – Diane soltou outra risadinha, dessa vez, balançando os cabelos loiros e brilhantes.
—Bom, olhe – Morgan começou, com um sorriso – que eu saiba, a escola pertence ao direito que por acaso e a dona da minha casa, então com licença. – Hugo e Lily sorriram um para o outro por causa de Morgan – e para sua informação, Aloirada, não quero controlar nada do seu mundinho idiota, então me deixe em paz que eu deixo você ficar com sua casa de cobras.
Diane olhou para ela com ódio e se virou para frente, olhando para o quadro. Hugo levantou a mão e fez questão de dar um high-Five com Morgan, que sorriu para o amigo, enquanto Lily ria abertamente.
As aulas passavam voando, na opinião de Morgan. A cada aula que passava a garota gostava cada vez mais de cada. Sua matéria favorita ate agora era Poções, onde era mais ação e menos teoria, e Lily a ajudava em quase todas as matérias por causa que havia perdido o primeiro ano. Ela estava tao feliz durante as aulas, que não percebeu que seu irmão Regulus a observava a maior parte do tempo, vendo a garota conversar feliz com James e as vezes com Lily.
A cada vez mais que a via desse jeito, ele se enchia de raiva. Regulus estava sozinho na Sonserina. A maior parte dos colegas quis se aproximar dele, mas nenhum servia de verdade. Nenhum faria e iria com ele ate o fim no que ele queria fazer. A única pessoa que Regulus se interessava era uma garota da Sonserina, linda, era perfeita para ele, mas ele jamais de aproximaria dela, por nada nessa vida.
Morgan estava tao concentrada em suas aulas que não percebeu que já era final da tarde, e James a estava esperando no Campo de Quadribol. Morgan estava caminhando com Lily, quando olhou no relógio em seu pulso: eram 16:30.
—LILY! TENHO QUE IR!
A morena saiu correndo em direção ao dormitório, esbarrando em varias pessoas para chegar ate la. Ela colocou tudo em cima de sua cama e pegou a vassoura. A garota foi correndo imediatamente para fora do castelo, passando por todos os alunos que já voltavam de suas aulas cansados.
Morgan corria pelo castelo com o sorriso no rosto, ansiosa para testar finalmente a vassoura que ganhara de aniversario. Assim que saiu da porta do castelo, avistou uma pequena figura vermelha no campo, de costas para ela. Ela correu pelo gramado verde, vendo varias pedra aqui e ali, e ao longe viu a cabana de Hadrid, que a ajudou nos barquinhos. Pulando entre o gramado ainda baixo, ela chegou ao Campo de Quadribol, viu as enormes arquibancadas, usadas nos jogos, e se animou imediatamente para o treino. Ela viu James e pulou nas costas do menino, que se assustou com o peso súbito e caiu no chão, onde Morgan caiu em cima dele, rindo com a cara de assustado de James. O menino estava com um suéter vermelho com detalhes dourados da Grifinoria, uma calca e um tênis. Seu cabelo estava mais desajeitado que o normal, e um sorriso divertido brincava em seus lábios.
—Vamos, vamos, vamos, vamos! — A garota se levantou, e pegou sua vassoura, montando na mesma. James sorriu e montou juntamente na dele, e os dois começaram a voar.
—Tudo bem, tudo bem. E o seguinte, Corey – James apontou para um menino que estava sentado perto do vestiário, quase escondido. Morgan se sentiu o rosto esquentar por causa de ter ficado em cima de James. – Vai filmar você voando, e a gente vai mostrar para McGonagall. Vou jogar umas bolas e você tem de rebater, pegar e etc, se a filmagem ficar boa, a gente mostra para ela. Pode ser?
Morgan concordou com a cabeça, já sorrindo para o menino, que imediatamente lançou uma bola em direção ao aro, e Morgan a acompanhou com o olhar. Olhava bem para ela, vendo sua velocidade em direção a qual aro a minuscula bola iria. Direita, a garota pensou, e imediatamente se dirigiu para lá com sua vassoura Nimbus 2000. Naturalmente, James tinha uma vassoura melhor que a dela: uma Frentr 3000. Era a ultima vassoura da geração. Morgan correu para o aro direito, e defendeu a bola com o pé. Logo depois, James lançou uma no meio, e a garota defendeu. A cada bola que James lançava, Morgan defendia com toda a forca que tinha. Corey, la em baixo, filmava com admiração a garota: ela era rápida como a bola, e tinha o pensamento rápido. Era como se ela previsse os movimentos de James, e sentisse cada aro como se fosse parte de seu corpo.
Depois de Morgan defender boa parte das bolas, os dois desceram. De suas vassoura. O suar reinava entre eles, e Morgan arrumou um rabo de cabalo desajeitado, e começou a andar, com a vassoura na mão, em direção ao castelo. Corey já havia ido um pouco antes, prometendo entregar depois para eles a filmagem e as fotos.
James e Morgan subiam em direção ao castelo, que parecia infinitamente mais longe agora que eles estavam cansados. Morgan começou a caminhar novamente ao castelo, com James ao seu lado. Eles haviam decidido colocar suas vassouras juntamente com a do time da Grifinoria, assim poderiam busca-la no outro dia.
—Eh, ate que pra uma garota, você joga bem. – James disse, fingindo superioridade.
—Meu queeeriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiido –Ela levantou o dedo, fingindo mostrar valiosos anéis em seus dedos — a garota aqui e profissional em Quadribol. Se eu fosse da Sonserina, iria te estraçalhar nesse bagulho. – Morgan imediatamente se desatou em rir, imaginando Diane em seu lugar.
—Aham, ta bom. Aqui quem ta falando e o filho do mais poderoso jogador de quadribol de Hogwarts! Minhas habilidades são melhores do que de iniciantes!
—Iniciantes minha mão na sua cara. – Morgan estava prestes a falar algo quando lembrou da provocação da Lily, mais cedo: ''aranhas lá, James?'' e viu uma pequena aranha caminhando ali no chão. A morena parou de caminhar e sorriu, ao ver que James também havia parado.
—Morgan?
Ela se ajoelhou, de costas para James, e pegou a pequena aranha do chao, fechando a mao em torno dela.
—Um presente, James. – James estendeu as mãos, desconfiado, e Morgan a abriu, em cima dele. Imediatamente, James começou a berrar, desesperado, balançando as mãos como uma galinha batendo as asas. Morgan não aguentou e começou a rir imediatamente, e James começou a correr em volta dela em total desespero.
—TIRA TIRA TIRA TIRA – Quem os visse, acharia que os dois estavam sendo atacados. Morgan ria tanto que lagrimas estavam começando a escorrer de seus olhos, e James pulava como um, urutago.
—Eu... não aguentei, ai meu Deus! Você parecia uma galinha! – com isso, Morgan estava rindo ainda mais, se ajoelhando no chão novamente. James olhou com raiva para a garota: ele tentava a ajudar, e ela fazia isso com ele? Pois bem.
—Tudo bem, eu tento te ajudar, e você faz isso... – James deu de ombros e cruzou os bracos, tentando ao máximo convencer Morgan que se importava com isso, e que a amizade deles estaria abalada, mas ainda assim a garota percebeu que era mentira. – Você vai pagar!
James estava rindo, mas mesmo assim ele faria a amiga pagar. Não de um jeito mal, mas ela iria sofrer as consequências de James Gostosão Potter, e sorriu marotamente para Morgan quando entrou dentro de Hogwarts. Logo, a menina ficou preocupada: o que diabos James estava aprontando? Ia começar a falar com ele, quando o mesmo a puxou para um canto do corredor iluminado por tochas, e James ficou grudado nela, com a mão em sua boca. Morgan acharia engraçado, se não estivesse aterrorizada pela batida de cabeça na parede. James colocou o dedo indicador em seus lábios, sinalizando para que ela fizesse silencio, destampou sua boca e olhou, meio escondido na parede, para o outro corredor. Pelos seus olhos, Morgan percebeu que aquilo era sério, e ficou imóvel enquanto esperava James finalmente solta-la. Ela sentia suas bochechas ficarem quentes: James estava grudado nela, apesar de isso parecer não incomodar James, ele apenas continuava a encarar o corredor a direita deles. Depois de um tempo, ele a soltou.
—Regulus, ele estava atravessando o corredor. Mas aquele corredor... aquele corredor é sem saída, Morgan, já fui pego nele por Filch milhares de vezes.
Ele ainda estava colado em Morgan, e ela sentia sua respiração. Ela abriu a boca para dizer algo, mas a voz não saiu, então ela fechou a boca rapidamente para James não perceber, mas ele a olhou no exato momento em que isso acontecia. Percebendo finalmente como Morgan estava, James deu um passo para trás com um sorriso malicioso. A garota respirou fundo e olhou para o corredor, a procura do irmão.
—V-Vamos seguir ele. – Morgan imediatamente começou a correr para o corredor, totalmente ciente que James estava atrás dela com um sorriso malicioso ainda maior com o desconforto da menina. A verdade era que ela nunca sequer pensara em se envolver com alguém, e tinha um pouco de vergonha de James. A garota balançou a cabeça, tentando se livrar disso em seus pensamentos, e chegou até o outro corredor. Olhando para ver se não vinha ninguém, ela colocou a cabeça para fora da parede em qual estava apoiada e olhou para frente: apenas havia um corredor totalmente escuro, com janelas altas e grandes, apenas iluminada pela lua que brilhava no céu. Mesmo apertando os olhos, Morgan não conseguiu ver ninguém lá, e ainda sem se virar para James para ele não ver as suas bochechas vermelhas, o que fez ele sorrir mais ainda (ele estava adorando isso) ela sussurrou:
—James, não há ninguém nesse corredor.
James colocou a cabeça por cima da garota por ser mais alto, e se apoiou em suas costas com as mãos.
—Mas eu o vi ali! Eu juro!
Morgan imediatamente entrou no corredor a procura de Regulus. Ela olhou em volta e viu que não havia nada nas paredes, apenas no fim do corredor uma parede cheia de pedras escuras e claras, como se tivessem sido construídas apenas para interromper uma passagem. A pequena foi até lá e olhou para as janelas que haviam ali: todas elas estavam trancadas. Por onde diabos Regulus se enfiou? James estava atrás dela, como um fantasma, e procurava qualquer sinal de vida.
—Ele escapou! Simplesmente desapareceu! — James estava totalmente chocado e aborrecido com aquilo. — Cadê ele? Para onde, por Merlin, ele foi?
Morgan colocou a mão nas pedras frias e escuras, e sentiu uma pequena vibração, mas ainda assim, nada aconteceu.
Regulus apenas ouvia Morgan e James atrás de si, na parede de pedras. Eles não sabem da passagem, pensou, sorrindo. Ele ficou encarando a passagem negra que se abria em sua frente a procura de algum som no qual ele pudesse saber se poderia avançar, mas não ouviu nada. Parecia que Morgan e James haviam ido embora. Regulus pegou a varinha em sua manga e murmurou um Lumus, no qual ele adentrou no corredor sombrio que se abria em sua frente.
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