Segunda Chance
2 Capítulo 1 - Sr e Sra Cullen
Notas iniciais
boa leitura....
Cap.1 – Sr e Sra Cullen
(Bella)
- Edward Anthonny Cullen você aceita Isabella Marie Swan como sua legitima esposa? – o padre perguntou.
- Sim. – ele sorriu.
- Isabella Marie Swan você aceita Edward Anthonny Cullen como seu legitimo esposo? – agora ele perguntou a mim.
- Sim. – sorri também.
- Pode beijar a noiva. – o padre disse e logo estávamos nos beijando.
- Eu te amo Princesa. – Ed disse.
- Eu também gatinho. – respondi olhando em seus olhos.
(...)
Um mês depois...
Eu e Edward estávamos casados há um mês e morando em nova York. Edward cursava medicina e eu direito, sonhava em ser promotora, mas isso não agradava muito ao Edward, ele achaca perigoso.
Assim que terminou minhas aulas, corri para o prédio de medicina, para aguardar o meu marido.
O vi saindo com uma mulher loira que conversava com ele.
- O que quer com o meu marido sua vadia? – perguntei irritada.
- Calma Princesa. Ela é só uma amiga. Tanya essa é a Isabella ou Bella, minha esposa. Amor essa é Tanya Denali, uma colega de turma. – Edward nos apresentou.
- O Ed fala muito de você! Ele é louco por você. – ela disse.
- Será que a gente pode ir logo? Eu tô morrendo de fome. – disse.
- Tudo bem. Nos falamos depois, Tan. – Ed disse e seguimos para o carro.
- Tan? – perguntei assim que entramos no carro.
- É só uma forma carinhosa de chamar uma amiga.
- Forma carinhosa? Amiga? – perguntei indignada.
- O que tem demais Bella? – ele perguntou cinicamente.
- O que tem demais? – perguntei. – VOCÊ TEM QUE SER CARINHOSO COMIGO! EU SOU SUA MULHER!
- PÁRA DE GRITAR PORRA! – ele gritou. – Vamos pra casa.
(...)
Chegamos em casa e fui direto para o quarto.
Comecei a me despir, ainda chorando.
- Bella? – Edward me chamou entrando no quarto.
- Me deixa Edward! – entrei no banheiro e tranquei a porta.
Liguei o chuveiro. Fiquei parada olhando a água cair, enquanto lagrimas escorriam pelo meu rosto.
De repente escutei um baque na porta e Edward me abraçando por trás.
- O que aconteceu meu amor? Porque ficou assim? – ele sussurrou em meu ouvido.
- Eu tenho medo de perder você. – sussurrei.
- Você nunca vai me perder. – ele me virou de frente para ele e me deu um selinho. – Eu te amo!
- Eu também! – disse. – Faz amor comigo?
- Não precisa nem pedir.
(...)
- Só você mesmo para achar que eu deixaria você! – Edward disse fazendo carinho em meus cabelos.
- Nunca mesmo? — perguntei.
- Nunca *mon’amour. – ele disse.
- Sabe que adoro quando fala em francês?
- Sei. Por isso que eu falo. – ele disse e ficou por cima de mim. — *Je t'aime.
- Eu também!
E recomeçamos o que já tínhamos feito no banho.
(...)
Acordei e não encontrei Edward na cama.
Levantei e peguei uma camiseta dele que estava no chão e fui até a cozinha, a encontrando vazia e a mesa do café posta, vi que tinha um bilhete em um prato vazio.
“ Bom dia mon’amour,
Sei que deve estar brava por acordar sozinha na cama, mas Tanya me ligou chorando. Fui encontrá-la. Não se preocupe com o almoço, levo algo para a gente comer.
Eu te amo demais!
Seu gatinho.”
Em peno sábado, meu marido sai de casa para ir consolar uma vadiazinha.
- VADIA! – gritei e taquei um copo contra a parede.
(Edward)
Meu deus! Fiquei a manhã toda consolando a Tanya. Bella deve estar querendo me matar, deixei ela sozinha na cama.
Passei em um restaurante chinês e comprei yakissoba para nós dois. Havia prometido que levava o almoço.
Cheguei em casa e estava o maior silencio. Fui até a cozinha deixar o almoço, encontrei um copo quebrado e o café na mesa, do mesmo jeito que eu deixei, ou seja, Bella não tomou café.
- Princesa? – a chamei, mas ela não respondeu.
Fui até o quarto e a encontrei fumando na varanda do quarto.
- Você não tinha parado de fumar? – tirei o cigarro da mão dela e joguei fora.
- Precisava me acalmar. – ela disse sem me olhar.
- E porque precisava se acalmar? – perguntei sentando ao lado dela.
- Porque? – ela perguntou sarcástica. – Talvez seria porque meu marido me largou sozinha em casa, em pleno sábado, para consolar uma vadiazinha de quinta. – ela disse com raiva.
- Calma Bella! – disse. – Você nem sabe o que aconteceu com ela.
- Tô pouco me lixando! Você é meu marido! Tem que ficar comigo e não com ela! – agora ela começou a chorar.
- Não tô grudado com você Bella! Não tenho que ficar 24 horas por dia do seu lado. Eu também tenho vida.
- Então vai cuidar da sua vida e me deixa em paz. – ela disse e acendeu outro cigarro.
Achei melhor deixá-la sozinha.
Fui para a sala de TV, assistir um filme.
(...)
Acho que acabei cochilando. Acordei e fui esquentar nosso almoço.
Ouvi alguém tocando Debussy. Fui até a sala de musica e abri um pouquinho a porta. Bella estava tocando. Realmente ela estava chateada comigo.
Fui para a cozinha e esquentei o almoço que havia comprado.
Tirei a mesa do café e a arrumei para almoçarmos.
Fui até a sala de musica chamar a Bella para almoçar.
- Princesa? – chamei, mas ela não respondeu. – Vem almoçar. Acabei de esquentar.
- Tô sem fome. – ela disse sem me encarar.
Me aproximei dela e me ajoelhei ao seu lado.
- Ainda tá chateada comigo? – perguntei alisando seu joelho.
- Que pergunta Edward! É claro que estou chateada! – ela disse.
- Sei que errei em te deixar sozinha para consolar a Tanya. Me desculpe! Não gosto de magoá-la.
- Ela vai acabar me tirando você Ed! – ela disse chorando.
- Não vai. É você que eu amo. É você que eu quero. Com a Tanya eu não posso fazer amor em todos os cômodos da casa. – disse alisando sua coxa.
- Você não fez amor comigo em todos os cômodos.
- Não seja por isso! Vamos começar pela sala de musica?
Comecei a me despir e a despir ela. Sentei-a em cima das teclas do piano.
- Quer ser comida ouvindo musica? — sussurrei em seu ouvido.
- Quero ser comida de qualquer forma. — Ela disse ruborizada.
Me posicionei entre as pernas dela e logo a penetrei.
- Tão apertada, tão quente. — mordi sua orelha.
- Ed eu te amo! não me...deixa. — Ela disse gemendo.
- Nunca! você é minha e de mais ninguém. — Disse beijando seu pescoço.
- Eu sou sua! E você é meu, só meu! — ela disse chorando.
Logo ela gozou e eu a acompanhei.
- Vamos para o quarto? Quero te amar tranquilamente, em uma cama macia. — Disse. Ela cruzou as pernas em minha cintura e fomos para o quarto.
Quarto:
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Banheiro:
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Cozinha:
Sala de TV:
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Sala de musica;
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Notas finais
prox att: De Repente...amor!(epilogo)
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