Segunda Chance
7 Capítulo seis
Notas iniciais
Bom dia! Bom, aí vai mais um capítulo. Muito obrigada pelos comentários, e no próximo capítulo terá o começo da explicação dessa loucura toda! Beijão!
Damon, agora sozinho no quarto, ficou contando as gostas de verbena que caíam em seu sistema. Sabia que estava fraco demais para fugir, e também tinha plena noção de sua vontade de permanecer ali e descobrir o que a ex-namorada estava tramando. O moreno calculou estar ali, imerso em pensamentos durante algumas horas, e logo viu alguns raios de luz entrarem pelas venezianas. Mesmo fraco, ouviu os passos distantes dali, que agora se tornavam mais e mais próximos. Deu um breve sorriso cínico.
- Parece que alguém teve uma noite muito satisfatória, huh? – o vampiro perguntou, dando uma risada para Eric. O loiro, com uma bolsa de sangue na mão e vestido unicamente com uma boxer branca, apenas riu.- Eu me pergunto quando é que você e Elena irão parar com essa coisa de cão e gato, cara. Damon levantou sutilmente as algemas, indicando que ele era o inocente da vez. Eric revirou os olhos, se aproximou e deu-lhe o sangue.- Você por acaso sabe me dizer onde é que a princesinha está? – Damon questionou.- Não sabia que sentia tanto a minha falta assim, querido – uma voz doce disse, e Elena entrou no quarto com uma expressão séria. - Você não sabe como! – Damon disse divertido.- Vou deixar as crianças se resolverem, e ir falar com Bon. Por favor, não saíam quebrando nada dessa vez... – Eric deu sua deixa, e Elena permaneceu séria.A caçadora estava com o cabelo preso em uma trança delicada, um vestido curto de rendas pretas, e descalça. - Deixe-me adivinhar: de quem você foi atrás, Elena? É de se imaginar que eu valha por todos esses vampirinhos por aí, que você saí matando. – o vampiro disse dando de ombros.- Quem sabe quando seu ego acalmar, eu te conte? Ah, verdade! Seu ego nunca vai saber o que é isso! – a mulher disse num tom leve.- Às vezes eu me esqueço o quão amável você pode ser, docinho. – respondeu Damon, sabendo que isso iria irritá-la um pouco. O que realmente aconteceu.- Idiota.Elena caminhou até a penteadeira, desceu o zíper do vestido e o tirou. Ela não se importou com o olhar do ex-namorado sobre si, e foi até ele, seminua em sua lingerie branca.Analisou a verbena, e pegou mais um potinho na mesinha ao lado, enxendo a espécie de soro novamente. Pegou a bolsa de sangue que Damon havia tomado, e jogou no lixo, sentando-se no puff ao lado da cama.- Bom, agora posso saber o motivo de me manter aqui? – Damon perguntou.A morena o olhou e deu um sorriso enigmático. Ela se aproximou dele, bagunçando-lhe os cabelos negros.- É tão divertido te ver remoer o motivo! – exasperou ela, e em um movimento rápido, mesmo preso, Damon puxou-a para cima de si.- Você acha divertido? – disse ele.Elena se acomodou, com as pernas entrelaçadas ao corpo do vampiro, agachou-se e sussurrou em seu ouvido:- Você sabe muito bem o porquê, Damon. - É um plano estúpido, Elena.- É a minha vida! - Não, é uma idiotice! – Damon rebateu.Elena saltou da cama, suspirou fundo, dizendo:- Eu preciso da sua ajuda.- Nessa loucura? E você acha mesmo que irei ajudá-la??A morena apenas desviou o olhar irritada, voltando-se a ele para dizer baixo:- Você me deve isso. - Droga, Elena. - E então? – ela arqueou as sobrancelhas.- Continua sendo idiota. – Damon apenas respondeu, revirando os olhos.Ela tirou o soro de suas veias, e sentou-se. Nem cinco minutos se passaram, e Damon havia recuperado toda a força.- Surpresa? – ele perguntou.- Não. Ontem eu tive uma noção de que está injentando pequenas quantidades, mas mesmo assim... – ela deixou no ar o resto da frase. Ele deu um breve sorriso, olhando-a séria.- Se você acha que está me convencendo disso, está muito enganada.A morena deu de ombros, impaciente, e o vampiro tirou sua camiseta, lhe dando.- Toma, vista alguma coisa.- Quem é você?? Meu pai agora? – Elena rebateu ligeiramente irritada.- Seu eu fosse seu pai, docinho, nós então estaríamos condenados. – ele disse com um sorriso malicioso.- Idiota! – ela disse, deixando-se levar pelo humor do vampiro.- Eu sei que tudo isso é amor, baby – ele sorriu, vendo-a vestir sua camiseta, e dizendo logo depois em seguida:- Vamos, você tem que começar a explicar essa história louca sua. Elena olhou-o, ponderou a situação toda, respirou pesadamente e preparou-se para lhe contar tudo. Ela sabia que Damon não lhe faria nenhum mal, e sabia que não seria capaz de matá-lo diretamente. Eles tinham uma relação extremamente complicada, e ela ainda possuía raiva pelo vampiro. Mas ele era essencial para os seus planos; pelo menos, era isso que ela pensava.
Notas finais
Reviews fazem meu ser super feliz, lala *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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