Notas iniciais
Eu e a Geo não estamos mais fazendo histórias juntas portanto essa é Fic é minha total responsábilidade.
Espero que gostem Bjos!

\"\" Ilustração do Capitulo

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Milo era um jovem vampiro filho de Kárdia, chefe de um dos mais poderosos clãs vampiros, este havia completado 18 anos a pouco tempo e já havia sido transformado. Esse vampirinho sempre teve a impressão que nunca esteve só desde a morte de seu pai, ele olhava a seu redor mais percebia que só estavam ele e seus pensamentos.

Em um dia nublado, Milo, resolve dar uma volta no bosque que se localizava ao lado de sua cidade, Paimor City, chegando ao topo ele sentia novamente que estava sendo observado, com sua audição um pouco mais sensível ouviu passos.

Esperou até que a "coisa" se aproximasse e a pressionou contra uma árvore, ao olhá — lo direito viu um belo ruivo com os olhos mais verdes que já viu, porém um caçador. Então lhe perguntou:

– O que quer comigo caçador?

– Não lhe devo satisfações, criatura. — retrucou o ruivo

– Ah não deve?! — disse o vampirinho irônico — então você está me seguindo e não me deve satisfações?! Mas você pode pelo menos se apresentar?

Soltou o caçador no chão, este desamassava a roupa e ajeitava o cabelo e segurando um punhal de prata diz ao vampirinho:

– Sou Camus Lefantear, caçador de vampiros. Milo, minha missão é... — engoliu em seco e continuou — minha missão é te proteger Sr. Milo Tibria!

– Me proteger? Do quê?

– Dos Leubrary, agora vamos, você não está seguro aqui.

Milo se viu sendo puxado até um carro, por se recusar a beber sangue humano ele ainda não havia despertado suas habilidades vampirísticas, por isso estava a mercê aquele homem.

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Depois de um tempo pararam em frente a uma cabana que Milo não fazia ideia de onde ficava e voltou – se ao caçador:

– Onde estamos? Essa não é minha casa, me leve para casa A-G-O-R-A!!

– Estamos na M-I-N-H-A casa e você só vai sair daqui quando EU quiser.

– Pois bem. Eu acho o caminho sozinho e você querendo ou não eu vou embora.

Saiu em direção a porta mas quando foi pegar a maçaneta sua mão foi impedida por uma mais pálida e os olhos verdes encaravam seus olhos azuis:

– Fica, só quero te contar umas historinhas...

– Historinhas? Mas que historinhas?

– Se você ficar vai saber.

– Está bem, mas só fico com uma condição...

– Qual seria esta?

– Que ao pôr do sol você me leve para casa.

– Ok então.

O ruivo levou o loiro até um sofá e fez com que esse se sentasse, foi até a cozinha pegou uma bolsa de sangue e deu ao vampirinho que olhou com raiva para ele:

– Eu não bebo sangue, ainda mais gelado...

– Então quer um vinho?

Afirmou com a cabeça e foi logo atendido. O caçador então se sentou ao seu lado e começou a falar:

– Vou te contar uma história e não quero ser interrompido. – olhou sério para o loiro que concordou com a cabeça – pois bem, 20 anos atrás um caçador foi encarregado de proteger o escolhido contra os Leubrary, por coincidência do destino esse escolhido acabou sendo um vampiro assim como você. O caçador cumpriu com sua missão e eles saíram vitoriosos, porém os dois acabaram morrendo 2 anos atrás, esse caçador era meu pai, Degél e o vampiro seu pai Kárdia. – o menor ficou surpreso e o outro continua – nessa era novamente o escolhido e o protetor renasceram, eu e você, devo te proteger até o dia da grande batalha mais dessa vez Minos e Radamanthys não darão um minuto de sossego, por isso queria te esconder aqui.

– Mas então eu sou o escolhido? Mas pra que? E como assim Minos e Radamanthys? Quem são eles?

– Sim você é o escolhido dessa era para derrotar as forças do mal, os Leubrary, Minos e Radamanthys são os chefes desse clã de lobisomens.

– Mas como vou poder derrotá – los se nem um vampiro completo sou?

– Com minha vida... – disse o caçador calmo

– Com sua vida?! Mais o que quer dizer? Você não pode estar querendo dizer que...

– Você terá que tomar meu sangue para se tornar um vampiro completo e a sim derrotar o mal.

– Não pode estar falando sério...

– Pior é que estou, mas você deve ser mais forte que o anterior e viver para que os Leubrary não renasçam novamente.

– Eu não sei se posso conseguir... – Milo disse em um tom baixo e curvou a cabeça olhando para o chão.

Camus levantou seu rosto e lhe disse:

– Você tem que ser, pelo seu pai...

Milo continuou calado e imóvel pela aproximação do outro, olhou para a janela e viu o sol já se ia desaparecendo no horizonte dando lugar a lua. Voltou – se ao caçador e disse:

– Leve –me em casa para ao menos pegar as minhas coisas e me despedir.

O ruivo então abriu a porta e levou o vampiro até o carro, de lá seguiram até a mansão onde este morava. Ele desceu foi em direção ao portão e virou – se ao ruivo que continuava no carro:

– Você não vem?

– Aonde?

– Na minha casa...

– Ah sim... claro.

Desceu do carro e junto a Milo entrou no casarão. Este pegou todas as roupas colocou em varias malas e pegou também seus utensílios pessoais e foram embora dali.

Depois disso a vida desses seres nunca mais será a mesma...

Continua...

Notas finais
Obrigado pela atenção e logo volto com mais capitulos.
Bjos!