Segredos Do Passado
15 Um pouquinho mais de descobertas
Notas iniciais
–A mãe ligou. Willian ta la em casa
–A gente também devia estar ruiva.
–A gente tá estudando.
–Estudando a vida dos outros num banco no meio do parque?
–É.
–O que a gente ta fazendo aqui?
–Dando um tempo para as visitas se ajeitam em casa, a mãe nem vai perceber que saímos Mark.
–E aí galera.
Espeto estava chegando com Olivia e Helena que seguravam lances nas mãos.
–Que tal um lanchinho? – Helena Convidou os irmãos
–Ótima ideia. – Cristina olhou para Mark. – Tira esse bico da cara e aproveita. Vamos fazer um lance amigável.
–Amigável? Não vai é agradável comer com pessoas nos observando.
–Como assim Mark? Perguntou Olivia.
–Vocês não perceberam que fomos seguidos por dois homens de capuz num carro preto?
–Porque foi tocar no assunto?!
–Então você viu Cris?
–Vi sim... Eles estão estacionaram do outro lado da pista. Disfarcem, por favor.
–O que será que eles querem? Tô com medo.
–Não se preocupa Helena. – Disse Mark abraçando-a – Eu vou te proteger.
Cristina riu
–“Eu vou te proteger.” Vocês dois saíram de um filme por acaso?!
–Isso se chama romance Cristina. Coisa que entra a gente não tinha...
–Mas a gente tinha uma reação química ótima na cama minha querida Olivia.
–Ei Cris pensei que você tivesse falado em lance agradável. – Espeto riu e piscou pra ela.
–Tem razão. Olivia eu vou esquecer o que houve entre a gente, vamos agir como se fossemos amigas.
–Ok.
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Sara estava sentada na beira da janela quando os adolescentes chegaram. Ela e Cristina se olharam
–Mãe?! Pensei que estivesse dormindo.
–E vocês também pensaram que eu não ía perceber que saíram, não é?!
–Bem isso.
Sara se levantou e olhou de um para outro.
–Olha eu tenho uma má noticia.
–O que aconteceu madrinha? Perguntou Helena.
–Dereck. O que aconteceu é que vocês convivem comigo e podem estar em perigo, principalmente Mark e Cristina.
–Seguiram a gente hoje.
–O que vocês viram? Pra onde vocês foram e o que fizeram?
–Só eu e a ruiva que reparamos.
–Mark tem razão mãe. Mas nós vimos um carro preto com dois caras de capuz dentro.
–Que tipo de carro?
–Aquele mesmo que eu ti falei mãe...
–Nós fizemos um pequeno lance Sara, apenas isso.
–Até que foi agradável.
Sara estranhou, pois sabia que Cristina e Olivia não se davam bem desde que se separaram.
–Eu ouvi bem o que você disse Espeto?!
–Ouviu sim.
–O negocio é o seguinte: Eu sabia que você e o Sam não iam resistir ao tempo e tirei todos nós da casa.
Todos riem, até Sara.
–Eu vou pedir para vocês que sempre me digam aonde vão e como estão indo as coisas, vão me mandando mensagens contando o que virão de estranho. Posso contar com vocês?
–Certo.
–Pode enviar para o Mike também.
–Beleza, mas mudando de assunto agora... Nossos convidados estão dormindo?
–Estão sim.
–Então só amanha que vamos falar com nosso Hermano?
–Sim Cris...
–Então ta na hora de dormir!
–Exatamente.
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Na manhã seguinte...
–Cath!
–Oi Greg! Alguma coisa?
–Tem alguém na recepção querendo falar com a gente. E é sobre o caso.
Na recepção estava um cara alto, com cabelos escuros, olhos claros, barba feita e usava uma camisa branca, uma calça jeans e botas.
–Eu sou a CSI Catherine Willows, esse é Greg Sanders. E você é?!
–Willian Sidle Winchester. Minha mãe falou que vocês acharam um cara morto e que no celular dele tinha ligações para o meu numero. Ela me pediu para vir aqui.
–Ela fez bem. Quer nos acompanhar, por favor?!
–Claro.
Eles foram até a sala de interrogatório. Greg mostrou a foto do homem encontrado morto.
–Conhece esse homem?
–Não. Quem é ele?
– Michaek Hime. Encontramos ele morto, envenenado mais especificamente. Também encontramos cartas endereçadas a sua mãe.
–Cartas endereçadas a minha mãe?!
–Sim.
–Vocês falaram com ela. O que ela disse? Catherine e Greg se entreolham.
–Que não o conhecia.
–Eu também não o conheço. Então era ele que me ligava...
–Os que vocês conversavam? Willian olhou para Catherine
–Não conversávamos nada. Eu atendia e ninguém falava. Não ouvia nada no fundo.
–Que estranho... Comentou Catherine
–E o que tinha escrito nas cartas?
–Para ela tomar cuidado. Responde Greg.
–Você entende o que isso quer dizer?
–Na verdade não...
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–Que tal você ligar para o Grissom de novo?!
–E falar o que?
–Faça ele ficar com duvidas.
–Tem certeza disso?
–Tenho. E conte que O pai do primeiro filho dela esta aqui.
Madalena disca o numero e no terceiro toc Grissom atende.
–Alô!
–Gil Grissom?!
–Sim, sou eu.
–Que Otimo que te encontrei...
–E para que dessa vez?
–Seus momentos com a Sara em são Francisco foram bons, não foram?! E de la pra cá quantos anos se passaram?! 15 ou 16?! Mas... Essa não é a idade dos filhos gêmeos dela?!
–O que quer dizer com isso?!
–Que você ficou muito tempo sem ver a Sara... A doce Sara. Mas será que ela é tão doce assim?! Será que você a conhece tão bem quanto pensa?! Deixa eu te dar uma noticia: O pai do filho dela está aqui na cidade, na casa dela.
–E o filho dela também?
–Também.
Dereck cochichou:
–Desliga!
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Grissom estava pensativo em sua sala: o que será que essa mulher queria com ele? Porque dizer tudo isso?
Catherine, Greg, Nick e Warrick chegaram e o interromperam.
–O que foi?
–Eu e Greg acabamos de falar com Willian Sidle.
–O filho da Sara?
–Sim.
–E o que ele disse?
–Nada de grande importância...
–O que sabemos sobre o caso?
– Michaek Hime encontrado morto, envenenado, nenhum vestígio de sapato diferente do dele, não encontramos nenhum membro da família próxima, nada de arrombamento. Nada
Explica Warrick.
–E não aparenta ter nenhuma ligação com Sara ou com seu filho Willian.
–Precisamos falar com Sara de novo. Nick liga pra ela e peça pra vir aqui.
–Ok.
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