Segredos

17 Episódio 17 - Fotos e álcool entregam a verdade


Notas iniciais
Hello *--* Como vocês estão? Eu estou extremamente bem, um pouco cansada, mas bem! Preciso dividir algo com vocês, eu estou tão feliz! A partir do meio do ano serei uma Universitária! Gente, vocês tem noção do que eu estou passando? De como está o meu coração? Estou em perplexa euforia, minhas olheiras estão maiores, mas o que vale é a intenção, o meu esforço teve retorno... Então é isso. Só queria dividir com vocês! Depois de dias sem dar noticias, eu ando que nem louca para pôr os conteúdos da escola em dia, tive provas bimestrais, simulados. Estou que nem uma cega no meio de um tiroteio! kkkkk. Mas já estou de volta, com um capítulo enorme! Tentei caprichar ao máximo. Ficou um climão entre o casal Kalijah, tudo por causa da dona Hayley que já chegou causando. E a Bonnie que já chegou deixando todos curiosos com esse negócio que o Kol tanto quer. Infelizmente no de hoje, não tem nada relacionado meus anjinhos. Estou pensando como desenrolar pra vocês. Aproveitem babys!

POV Katherine

Ter decidido ir na casa de Elijah pode ter sido a coisa mais louca que já fiz em minha vida, pois eu sabia o quanto era arriscado ir até lá, era sua casa, a casa do meu diretor. Mas na hora nada me importava, só queria vê-lo. Aquela conversa me lembrou o quanto necessitava dele, fazia dias que não tínhamos um contato mais íntimo.

Mas confesso que me arrependi no mesmo instante em que cruzei com aquela vadia no corredor. Ela estava só de toalha no corredor, só de toalha! Os cabelos molhados, fato que deixava claro que não havia nada fora aquele pedaço de pano cobrindo seu corpo.

Eu nunca quis tanto deixar alguém careca como eu quis no momento em que vi o Elijah vindo de toalha logo atrás dela. Tudo ficou ainda pior!

— Katherina? – Ele chamou meu nome, mas demorei uns segundos para me situar.

— Vocês tomaram banho juntos? – Indiquei os trajes que os dois vestiam. A sonsa só deu de ombros e ele perdeu a cor dos lábios.

— Não é isso que você está pensando, meu amor. – Elijah começou a se explicar, mas a grande diferença é que não me dei o trabalho de escutar. Antes dele se quer pronunciar mais uma palavra já estava de costas.

Minha raiva era tão grande, que meus passos pareciam pesados, poderia jurar que acabaria por furar o chão. Mas não fui tão longe, senti uma mão agarrar meu antebraço, o aperto foi forte, me fez parar bruscamente, mas não foi somente isso, além de me fazer parar, me fez virar rapidamente de um modo que me choquei contra o peito nu de Elijah. Se a situação fosse outra, confesso que tiraria uma casquinha.

— Pelo amor de Deus, quer parar e me ouvir? – Seu pedido saiu suplicante, pois seus olhos falavam mais que sua boca.

— Primeiro me solta! – Me desvencilhei dele, sem muito esforço.

— Katherina, você não tem porquê pensar qualquer besteira. O que você acabou de ver... – Ele começou sua explicação.

— Não é o que parece. – Completei a frase por ele. – Elijah, você está de toalha! Praticamente nu, e aquela... Quem é essa garota mesmo? – Parei e repensei, eu nem se quer me dei ao trabalho de saber seu nome.

— O nome dela é Hayley, ela é uma amiga dos meus irmãos. – Ele respirou fundo. – Vamos para o meu quarto? Aqui não é lugar para conversarmos. – Ele estendeu a mão para mim.

— Acho melhor eu ir embora. E você deveria colocar uma roupa. – Apontei para seu abdômen à mostra, tenho que admitir que seu corpo era perfeito. Ainda bem que ele faz a linha engravatado, não consigo imaginar ele andando com aquelas camisas apertadas.

— Só deixa eu explica tudo com mais calma. – Ele pegou minha mão, não recuei, mas também não aceitei de bom grado. – Por favor?

— Ta. – Engoli a raiva e acabei cedendo ao seu pedido.

Elijah me conduziu até seu quarto, passamos pelo mesmo corredor onde nos encontramos naquela triste cena. Ao dobrar e adentrar uma porta entreaberta, poderia jurar que não estávamos na mesma casa. O visual do quarto nem parecia com a sobriedade da casa toda, se assemelhava bastante ao quarto da outra casa dele.

Reparei que a varanda estava fechada, o quarto já iluminado apenas pela luz da lâmpada e dos pequenos candelabros pregados na parede. Sentei na beirada da cama e fiquei esperando ele se vestir, sem nenhuma cerimônia ele vestiu a cueca na minha frente, mas sem antes deixar que eu o visse sem toalha. Ele estava me provocando? Creio que chamando a minha atenção, pois se era o que queria... Conseguiu. Não perdi um detalhe se quer. Pena que foi um momento breve, logo Elijah vestiu uma calça.

Fiquei esperando que ele terminasse de vestir o seu look social, mas ele não o fez, usando somente a calça, virou-se pra mim e veio caminhando. Contei seus músculos ao analisar seu abdômen.

— Já podemos conversar. – Disse sentando logo ao meu lado.

— Pode começar. – Cruzei os braços e me virei para encará-lo nos olhos.

— Primeiramente, Hayley não tomou banho comigo, aquilo foi uma infeliz coincidência. Ela está hospedada aqui, mas são só uns dias, ela não é mais nada minha, apenas uma velha conhecida. – Um suspiro alto dele foi a única coisa que quebrou o silêncio. – Não tem motivos para você pensar qualquer besteira.

— Espera. – Parei absorvendo tudo que havia acabado de ouvir. – Você disse não é mais nada sua? – Arqueei as sobrancelhas. – O que isso quer dizer?

— Não sei se você vai gostar de saber. – Elijah se levantou e eu me levantei logo atrás. Não gostei nada do seu tom, ele tem algo pra me contar.

— Fala, eu quero saber. – Exigi puxando sua mão trazendo sua atenção para mim.

— Ela é uma ex namorada minha. Da época de escola. – Aquelas palavras ecoaram como um tapa nos meus ouvidos.

Quer dizer que tem uma ex namorada dele hospedada na casa dele, andando praticamente nua pela casa? Isso só pode ser brincadeira! Revirei os olhos e bufei. Dei as costas para ele na mesma hora que assimilei tudo aquilo.

— Hey. – Elijah me puxou novamente pelo braço. – Para onde você pensa que vai?

— Embora. – Respondi seca.

— Você que pediu para saber, quando te conto você reagi assim. Não entendo, eu não fiz absolutamente nada. – Por um lado havia razão em suas palavras, mas confesso que não diminui minha raiva.

— Elijah, tem uma ex sua andando pela casa quase nua! – Explodi e acabei colocando pra fora o que estava entalado em minha garganta. – Você não fez nada, mas o que você iria achar se você encontrasse um ex meu só de toalhinha andando pelo corredor da minha casa?

— Uma coisa não leva a outra. – Uma ruga de raiva apareceu em sua testa.

Pisei em seu ciúme.

— Claro que leva, vou sair andando de lingerie aqui pela sua casa e deixar seu irmão me olhar, ou até mesmo na escola com seus alunos tarados, todos me secando. Só pra ver você se roer de ciúmes! – As palavras fluíam da minha boca descontroladamente, não sei porque estou atiçando seu ciúme se o meu está me consumindo por inteira por dentro. Nunca senti ciúmes de um homem, é a primeira vez que sinto, não sei lidar com esse sentimento.

Quando terminei de falar notei que a ruga de raiva continuava ali em sua testa, mas havia ódio por trás de seus olhos.

Esperei que ele dissesse algo, ou revidasse, sei que não fazia seu estilo responder as minhas provocações verbais. Mas confesso que esperei ansiosamente por uma resposta, uma palavra se quer. Mas ao invés disto, Elijah veio até mim e me puxou para um abraço.

Não correspondi o gesto, só fiquei imóvel sentindo seus braços me apertarem contra seu peito desnudo. Ouvi os batimentos de seu coração, estavam acelerados assim como os meus. Só ouvi quando sussurrou ao beijar minha testa.

— Não tem porque sentir ciúmes. Eu estou com você, e ninguém mais.

— Mas e se... – Comecei a me alterar mais sua boca logo encontrou a minha para um selinho breve.

— Logo ela vai embora, e você vai continuar aqui, todinha pra mim. – Não consegui evitar um sorriso que surgiu em meus lábios, a ideia me deixou contente. – E eu jamais deixaria qualquer moleque olhar seu corpo, só eu terei esse privilégio sempre. – Aquelas palavras soaram quentes no meu ouvido. Um arrepio percorreu toda a extensão da minha coluna cervical.

— Não sei, mas creio que eles iriam adorar meu show. – Provoquei e vi os músculos de seus braços se retraírem.

— Katherina, não me teste. – Elijah disse rangendo os dentes.

— Já pensou, um segundo round igual aquele... Ai! – Não conclui minha ideia, pois Elijah me agarrou bruscamente pela cintura, me suspendendo do chão, e me carregou até sua cama.

Fizemos um baque na cama ao cairmos, eu soltei uma gargalhada pela situação. Nem acredito que já estamos bem, há poucos minutos eu queria arrancar sua cabeça fora por deixar aquela vagabunda ficar aqui. Porém agora eu só consigo apreciar o quanto estamos colados, seu corpo transmitido calor para o meu.

— Você não ousaria. – Ele brincou com uma mexa de cabelo meu.

— Acho que você me conhece há tempo suficiente para saber que, sim, eu seria capaz. – Ao ouvir minhas palavras ele voltou a fazer uma careta, mas de longe a careta mais linda que já vi em toda minha vida. – Agora vem aqui. – Sem perder mais tempo, choquei minha boca na sua.

Logo toda raiva se esvaiu por seus poros, assim como a minha. Só havia espaço para nossos beijos. Como eu senti falta de ficar assim com ele. Eu estou louca! Por mais louco que isso pareça, eu não consigo me afastar. Posso até jurar que estou apaixonada.

Seus beijos sempre urgentes, como se nossas vidas dependesse disto. Sua boca quente saiu depositando beijos em toda extensão do meu pescoço. Não demorou para que eu sentisse sua mão subindo por minhas pernas. Eu mordi seus lábios e ele soltou um grunhido. Arranhei suas costas com minhas unhas e cravei-as em sua carne em resposta ao aperto brusco que ele deu em meu bumbum.

Joguei-o para o lado e encarei seus olhos cheios de desejo e malicia, sem dizer uma palavra subi em cima dele e tive total domínio do seu corpo. Saí depositando beijos em seu abdômen sem tirar os meus olhos dos seus. Alisei seus músculos da barriga. Quanta perfeição em um homem só!

De um modo bem sexy, comecei a tirar a minha jaqueta de couro. Percebi que olhar acompanhou até minhas mãos quando joguei a jaqueta de lado. Sem perder um detalhe se quer. Agarrei a barra da minha blusa e saquei fora o tecido, o seu olhar logo desceu para meus seios. Me debrucei sobre ele e voltei a beijá-lo. Senti sua mão subindo por minhas costas e encontrando o feixe do meu sutiã, logo sem nenhum encaixe, não demorou para deslizar por meus ombros, expondo-me aos seus olhos.

Meu mais profundo desejo nesse momento era que suas mãos me tocassem, explorassem toda esta extensão. Mas quando tudo estava ficando mais gostoso. Meu celular começou a vibrar e tocar dentro da jaqueta.

— Que? – Perguntei sem entender e revirando os olhos de raiva, seja lá quem for, vai para o inferno.

Puxei violentamente o objeto do bolso e olhei a tela, mas não era uma ligação. Era uma mensagem. Sem conter a curiosidade, desbloqueei a tela e vi que era um número desconhecido.

— Quem é? – Elijah se sentou ficando da minha altura.

— Não sei. – Disse clicando na mensagem. Mas me arrependi amargamente por ter o feito.

Ao ver o conteúdo da mensagem toda e qualquer cor fugiu do meu rosto. Não pode ser. Era uma foto minha em frente à casa de Elijah estacionando de carro, mas não era somente isto. Tinha mais fotos, era como uma montagem de fotos, várias em uma. Alguém me viu entrando aqui, e esse alguém tirou fotos. Isso só pode ser um pesadelo. Ninguém poderia ter me visto vindo até aqui!

POV Klaus

Domingo era o único dia da semana que não gostava de ficar em casa, na minha opinião o domingo foi feito para sair e ficar o máximo possível longe de casa. E é por isso que depois que deixei Hayley lá em casa, peguei o carro e saí.

Sabia que se ligasse para Caroline e chamasse-a para sair, ela viria. Se assim estivesse disponível. Ela resmungou algo no telefone sobre ter que dispensar um shopping com uma garota chamada Bonnie, então eu acabei deixando para lá. Deixe que faça seu programa de adolescente.

Procurei algo interessante na cidade e acabei por encontrar absolutamente nada, até hoje me pergunto o que meu irmão viu aqui? Acho que foi uma visão de negócios, porque não vejo outra possibilidade. Acabei optando ir a um bar mais frequentado, Mystic Grill.

Quando entrei lá, me deparei com alguns adolescentes se atracando no maior amasso. Creio eu que alguns alunos meus, que a julgar pelo horário deveriam estar em casa. Passei por alguns um pouco bêbados para me reconhecer, mas quando me viram ficaram um pouco envergonhados.

— Boa noite, professor. – Alguns me cumprimentaram.

Só acenei com a cabeça e continuei indo em direção ao balcão.

Me sentei em um banco e pedi um copo de whisky puro com gelo. Fiquei analisando o quanto era movimentado esse ambiente, por mais que a grande maioria seja por jovens menores de idade. Eu só espero que a não der problemas para o dono desse local.

Assim que o garçom me serviu, peguei meu copo e balancei para unir. Foi quando eu ouvi uma voz familiar.

— Dylan, mais uma rodada para aquela mesa.

Elena Petrova, melhor amiga da Caroline.

Me virei para olhá-la. Seus cabelos amarrados em um rabo de cavalo, lhe davam um ar diferente. Ri ao lembrar que da idade dela eu fazia exatamente a mesma coisa. Mas as lembranças logo foram embora ao ouvir a voz que quebrou toda minha concentração.

— Anda, Elena. A gente está esperando. – Caroline gritou de uma mesa, que logo entrou no meu campo de visão, pois procurei rapidamente a direção do som de sua voz.

Lá estava ela, sentada à mesa com mais outra garota, as duas pareciam para lá de bêbadas. Rapidamente me veio o pensamento de que ela mentiu para mim, afinal Caroline havia me dito que ia ao shopping, e não que viria beber até ficar nesse estado.

Senti a raiva transpassar meus poros. O pior é que eu não poderia arrastá-la daqui a força. Só se...

— Com licença, você tem identidade para comprovar que já é de maior? – Perguntei intervindo na hora que o garçom entregou as copos de bebidas.

— Como é? – Elena se virou para me encarar, mas logo ficou pálida. – Sr.Mikaelson?

— Srta.Petrova, seus pais sabem que você está bêbada em um bar? – Indaguei ao apontar os copos em suas mãos. – E você, deveria verificar a idade desses adolescentes, você sabia que a filha da Xerife da cidade se encontra bêbada no seu estabelecimento? – O garçom na mesa me encarou com vergonha e assentiu com um movimento de cabeça.

Aproveitando minha distração, Elena fugiu para sua mesa e foi chamar as amigas para ir embora, mas uma de suas amigas as entregou ao tropeçar e cair. Infelizmente, a azarada foi justamente Caroline, prova do quão bêbada estava.

— Caroline. – Corri para ajudá-la.

— Ai. – Ela se levantou apoiando-se em mim. Notei que havia batido sua testa em algum lugar, pois havia um corte ali, com um pouco de sangue brotando.

— Ai, você se machucou, amiga temos que te levar para casa. – Elena passou as mãos envolta de Caroline.

— Srta.Petrova, se me permite eu a levarei. Não creio que seja viável para você e sua amiga, dirigir bêbadas. – Elena assentiu e puxou a colega que a acompanhava, beijando a bochecha da minha loirinha, logo saíram. – Vem, eu cuido de você.

...

De todos os lugares que eu a poderia ter levado, eu optei por levá-la para minha casa, lá era o único lugar que eu poderia ficar a vontade com Caroline, esta que está semiacordada em meus braços. Procurei fazer o mínimo de barulho possível, às dez e vinte da noite não creio que Elijah esteja andando pela casa. Também espero não dar de cara com Hayley.

Mas por alguma intervenção divina, nada me interrompeu, me encaminhei para meu quarto sem obstáculo algum. Chegando lá, pus a garota na cama. E saí para pega algodão e limpar o leve corte em sua testa.

Assim que voltei do banheiro dei de cara com Caroline tentando ligar sabe-se lá para quem.

— Pra quem você está ligando? – Me sentei do seu lado e tirei o aparelho de sua mão. Olhei o nome na tela: Mãe. – Você está louca?

— Só vou avisar que estou aqui. – Ela deu um sorriso. – Pra ser sincera, onde é aqui? – Uma gargalhada alta veio logo seguida da pergunta.

Definitivamente, essa garota precisa de um banho, para ontem!

— Vem comigo. – Puxei-a com as duas mãos, bem devagar. Ela não fez objeção. Então só a conduzi até o banheiro.

Liguei o chuveiro e deixei que a água gelada descesse com tudo. Peguei um algodão novamente e umedeci na água. Então toquei o corte levemente, tirando o sangue que já havia secado.

— Ai. – Caroline exclamou quando fiz um pouco de pressão em cima.

— Desculpa. – Reduzi o peso da mão e continuei até terminar. – Agora, banho.

— Não, água está gelada. – Ela protestou, mas eu já estava arrastando-a para o chuveiro. – Klaus, não! Vou te jogar lá também! – Seu protesto soou até engraçado.

— Posso lidar com isso. – Sem fazer contagem regressiva, coloquei ela de roupa e tudo debaixo do chuveiro. Para mostrar que ainda tinha um pouco de ciência do que falava, ela cumpriu com sua promessa: me puxou para debaixo da água fria.

Depois de muito protestar, acabou aceitando. Depois de uns minutos com a roupa toda encharcada, Caroline começou a tirar as peças de roupa. Isso, literalmente, era bem tentador. Mas com essa quantidade de álcool em seu corpo, posso nem sonhar em fazer nada.

Vendo que não cedi ao seu capricho, só indicou a toalha e fez bico. Entreguei a toalha, que logo estava envolta do seu corpo. E então fiz o mesmo, tirei a roupa ensopada e coloquei apenas uma toalha cobrindo o necessário. Voltei para meu quarto e me deparei com Caroline deitada na cama.

Fui em sua direção e me aconcheguei ao seu lado. Ao me sentir perto dela, se virou para mim e se encostou no meu peito.

— Você está com raiva? – Pude sentir um fiasco de medo por detrás de suas palavras.

— Só tenta dormir, minha princesa. Amanhã tem aula e você vai acordar com uma ressaca e tanto. – Beijei o topo de sua testa e Caroline só assentiu sem resposta.

Notas finais
Viiish, acho que Nick ficou meio tenso com a mentira da Car? Mas será que não foi só um mal entendido? Um casal sai da crise e o outro entra... Estou meio mal esse dias kkkkk E essa mensagem que a Kath recebeu? Logo no exato momento que as coisas estavam esquentando. Hmmmm. Eu necessito da curiosidade de vocês, meus amores! QUEEEERO REVIEWS! Preciso saber a opinião de vocês. Beeeijos! Até mais :)