Segredo
4 ...amar
Notas iniciais
Obrigado por todos que leram e beijos.
Byakuran andava meio cabisbaixo pela rua, era verdade tudo quilo foi culpa dele, na verdade quase tudo já que Mukuro não precisava fazer toda aquela bagunça, mas tudo bem agora era tarde, não da para mudar o passado por mais que você tentar, só da para seguir enfrente e pedir aos céus que tudo acabe bem. Parou numa loja de flores e por impulso entrou nela, não sabia exatamente o que ia fazer ali, mas ficou olhando apenas para as flores, mas uma em especial lhe atraiu era uma camélia japonesa.
- Arrependimento – disse uma voz femenina que vinha de trás do balcão.
- Que? – o albino não compreendeu o que aquela palavra significava.
- É o significado da flor – disse a atendente sorrindo – Se você deseja pedir desculpas, por exemplo, está flor pode é um bom presente, já que simboliza arrependimento.
Byakuran ficou parado admirando a flor, ela era linda e seu significado era tão belo, talvez Mukuro não voltasse para ele, mas pelo menos ele ia pedir desculpas de uma maneira fofa?
- Eu irei levá-las – disse aquelas flores podia ser sua ultima chance.
- Que bom – disse a mulher.
Enquanto pagava Byakuran olhava para as flores pensando em como seria a reação de Mukuro a recebê-las, mas algo lhe preocupou, será que Mukuro abriria a porta para ele?
- Aqui está – a mulher havia feito um arranjo lindo, com laços e um cartão super fofo.
Talvez ela pensa-se que era uma garota que ia receber, mas tecnicamente falando era quase uma garota. Byakuran riu com esse pensamento, chamar Mukuro de mulher e como assinar seu atestado de óbito.
- Espera – ele disse rápido – aqui você fazem entrega, tipo na casa das pessoas?
- Sim, não se preocupe – ela disse rindo – onde é a casa?
Ele deu o endereço e saiu da loja pedindo que isso funcionasse.
Xxx
Mukuro chegava do trabalho cansado, mas não foi o trabalho que havia estressado foi à pequena briga com Byakuran que havia feito isso, ele achou que se sumisse conseguira esquecer o albino, ele pensou que depois de tanto tempo poderia deixar de amá-lo, mas o distino foi cruel, ele nunca deixou de amar o albino, e agora sabia que o albino também o amava seu coração ficara feliz, mas ele não queria correr o risco novamente, precisava saber que aquelas palavras eram verdadeiras. Encostou sua cabeça no sofá, estava preste a dormi quando a baba apareceu.
- Senhor Mukuro? – ela chamou, ela era ruiva e vestia um vestido bege com um casaco marrom e botas pretas.
- O que foi M.M. ? – ele olhou para ela, e estranhou, ela segurava um lindo buquê de flores.
- São para o senhor – ela disse corada.
- Hum? – ele estranhou as palavras dela – M.M. porque...
- Não são minhas – ela interrompeu ele — chegaram hoje a tarde, toma – disse lhe oferecendo.
Ele pegou as flores com cuidado e as cheiros, tinha um cheiro bom, olhou e viu um cartão que dizia: A camélia japonesa significa: arrependimento; me perdoe Mukuro-kun. Com amor Byakuran. Mukuro no primeiro momento não entendeu, ficou surpreso e até feliz quando viu o que era, teve vontade de rir, o albino só podia esta brincado, Byakuran não ia fazer uma coisas dessas, a não ser se ele estivesse realmente desesperado pelo perdão dele e realmente falando a verdade quando disse que o amava.
- Tudo bem senhor Mukuro? – perguntou a baba.
- Sim – ele disse rindo.
Xxx
Byakuran estava nervoso, não sabia qual foi à reação de seu abacaxi quando viu as flores, resolveu parar em baixo de uma árvore que tinha numa pracinha onde crianças brincavam e corriam, ele encostou-se à árvore e ficou vendo as pequenas crianças brincado, mas foi quando viu uma menina correndo que seu coração disparou, a menina tinha cabelos roxos e estavam soltos, vestia uma roupa escolar e corria ao lado de um menino que tinha cabelos claros e olhos de amarelo brilhante, que também vestia uma roupa de escola, só que a dele mais parecia uma farda militar. Vinha atrás da menina uma mulher ruiva de cabelos curtos, Byakuran reconheceu, ela era a baba da sua filha. A menina parou quando viu Byakuran, sorrindo foi na direção do albino.
- Senhor Byakuran – disse com um belo sorriso.
- Oi pequena – ele respondeu também sorrindo – como você esta?
- Bem e meu pai também – Byakuran suspirou, como ele queria poder vê o Mukuro – quando o senhor vai lá em casa de novo?
- Eu não sei – era verdade, talvez ele nunca voltaria.
- Foi você que mandou as flores? – ela ficou seria, dava para vê que realmente ela era filha do Mukuro, possuía a mesma personalidade – não fique triste ele gostou.
Byakuran se surpreendeu com aquilo, então ela sabia.
- Chrome com quem você esta falando? – perguntou a babá.
- Com um amigo de meu pai – ela respondeu – o nome dele é Byakuran.
- Oi – disse o albino tentando ser educado, porque depois do “incidente” ele tomou horror a ruivos.
- Oi, não suma assim – disse a babá se referindo a pequena.
- Eu já vou indo – disse Byakuran, era horrível vê sua filha e não poder abraçá-la.
Elas se despediram e ele se afastou, enquanto saia da praça encontrou alguém que tentava evitar, a pessoa estava parada perto de um carro preto, vestia uma calça preta de coro e uma jaqueta jeans escura que dava um contrate com seu cabelo azul e sua blusa branca.
- Mukuro! – ficou surpreso ao vê-lo ali.
- Byakuran eu queria...- ele estava corado e parecia esta querendo dizer algo muito importante – é que...
- Senhor Mukuro – disse a babá.
- M.M. o que você quer? – sua voz havia mudado de fofa para grossa e firme.
- Nada eu só achei que você talvez estivesse com problemas – ela disse olhando para Byakuran
- Eu não estou – ele falava firme.
- Então me desculpe – ela fez uma pequena reverencia e se afastou.
- Eu já vou indo – disse o albino, não queria vê Mukuro chorar novamente aquilo era de parti o coração.
- Espera – Byakuran sentiu seu braço ser segurado e quando se virou teve vontade de agarrar Mukuro ali mesmo e enchê-lo de beijos, ele tava tão fofo – Byakuran eu queria dizer...
- Chrome volta aqui! – berrou M.M.
Eles olharam para a rua e o que viram fez eles ficarem apavorado, Chrome estava no meio da rua segurando um gato preto e um carro vinha em alta velocidade, Byakura correu ao lado de Mukuro, mas quando o albino pulou para tirá-la de lá já era tarde o carro bateu e os dois caíram. Mukuro correu ate Chrome e vendo que ela estava sangrando ficou em pânico, mas foi quando viu que Byakuran também estava ferido foi que seu coração não agüentou e ele chorou.
Xxx
Num quarto de hospital um homem de cabelos brancos dormia tranqüilamente, quando começou a se mexer dando sinal que ia acorda a enfermeira focou em alerta.
- Onde estou – disse meio zonzo.
- Calma o senhor esta no hospital – disse a mulher tentando fazer com que ele ficasse deitado.
- Hospital!!!? – de repente as lembranças voltaram e ele se lembrou do acidente – Chrome!
- Fique calmo – ela disse.
- Calmo! Você quer que eu fique calmo? A garota é minha...- ele parou, não podia falar que era o pai dela.
Quando ele se acalmou a enfermaria disse que ele não tinha nada de mais, e que eram apenas arranhões e feridas leves, ele se deitou na maca e ficou lá sozinho e dormiu. Quando acordou viu um botão de açucena, estranhou.
- Significa perdão – disse uma voz que para Byakuran era familiar – é isso que significa o botão de açucena.
- Mukuro! – Byakuran reconheceu o homem assim que o viu, quando entendeu o que as palavras significavam falou – você quer dizer que me perdoa?
- Não me faça repetir – disse virando o rosto.
Byakuran não tinha palavras para descrever o que sentiu naquela hora, Mukuro estava dizendo que o amava e deixava ele voltar, teve vontade de beijá-lo, coisa que pelo visto Mukuro também teve quando se aproximou, por extinto ambos fecharam os olhos e abriram a boca, o beijo começou leve, como um selinho, mas foi ficando mais forte e profundo a medida que o beijo se estendia, não havia luxuria ou desejo, apenas amor no beijo. Quando se separarão Byakuran disse: — Mas é a Chrome, ela ta bem?
- Nossa filha esta bem sim – disse corado – graças a você ela só bateu a cabeça e sangrou um pouco.
- Que bom – ele estava relamente feliz que o moreno tinha falando “nossa filha”.
- Quando você sair daqui, para onde vai? – perguntou o moreno
- Não sei – foi à resposta.
- Quer ficar com a gente? – ele estava corado.
- Mas do que tudo no mundo – disse sorrindo e dando outro beijo no amado.
Xxx
Mukuro estava sentado no sofá comendo um soverte quando o albino apareceu e lambeu seu rosto.
- Agora não Byakuran – disse o outro manhoso.
- Porque não? – disse com um sorriso – nossa filha esta na escola e você não trabalha hoje doutor Mukuro – havia um sorriso malicioso nos lábios do albino.
Mukuro era medico de um hospital famoso na cidade, o mesmo que o albino ficou internado quando sofreu o acedente. Logo as lambidas se tornaram beijos e foram sendo passadas por todo o corpo que estava em baixo.
- Sabe qual é meu doce preferido? – falou o albino com um sorriso malicioso.
- Não – respondeu o moreno, realmente ele não sabia.
- Doce de abacaxi – disse rindo enquanto levava uma almofada na cara.
- Idiota! – foi o que o outro disse antes de correr para o quarto.
Mukuro odiava ser chamado de abacaxi, e o albino sabia disso. Mas desde que Byakuran começou a morar em sua casa, as risadas eram algo freqüente, Mukuro contou para Chrome quem era de verdade seu pai, explicou para era toda a historia, omitido certas partes, e eles ficaram assim, pelo visto Mukuro não fez o que queria, que era não contar e voltar para Byakuran, mas fez o que afinal meu maior segredo é ter amar.
Notas finais
Beijos.
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