Segredo

1 Capítulo 1 - one shot


Notas iniciais
CUIDADO: pequenas partes de hentai.

Anne PHOV’S

Eu estava sentada no parque, parece que sabia o que estava para vir, quando me dei conta tinha um par de mãos nos meus olhos, mesmo não vendo o dono sabia que estaria segura, confiava plenamente na pessoa.

-Você demorou. –meu tom era de brincadeira, mas queria dar uma bronca nele.

-Eu tinha de resolver umas coisas, mais me desculpe.

-Juro que se não fosse lindo eu lhe batia. –me virei para poder ter acesso a ele. E como sempre lá estava ele, com o cabelo solto, azul, como um mar calmo e lindo, mesmo com aquele tapa-olho ele era lindo.

Fazia dois anos que o FFI tinha terminado, no meio da comemoração eu o vi, lá envolto de todos os seus amigos, mesmo sendo de outro país, Inazuma Japan, descobri em que time estava o meu verdadeiro amor pelo futebol.

Flashback on

Eu estava descendo as escadas para cumprimentar os vencedores, quando cheguei la que me dei conta de que não falava japonês, mais isso não iria me deixar para baixo, não eu tinha de conhecer eles, todos.

Chegando mais perto do time, encontrei as gerentes do time, como que queria que uma delas fala-se inglês ou português. Cheguei perto da de cabelos azuis, ela deve ter me perguntado o que eu queria, eu fui logo mandando em inglês mesmo.

-A..... Sorry, I’m Anne, and not speak Japanese, but you know anybody doing known?

E mesmo assim parece que ela não sabia o que eu estava falando, e em mais um momento de raiva minha eu deixo escapar.

-Ai que droga. – e para minha surpresa, ela me responde em um português com leve sotaque japonês.

-Você fala português? –ela me olha com os olhos arregalados.

-Falo, eu sou do Brasil, nasci lá, estou aqui só para ver o FFI. –ai que ela se empolgou mais ainda.

-Serio, eu sou louca para conhecer seu país, e óbvio que aprender sua língua. –quando ela disse isso fiquei encabulada, não e todo dia que se encontra alguém que quer conhecer o Brasil.

- ah... Obrigado.

- mais o que você queria mesmo? Fiquei tão absolta no fato de você ser brasileira que esqueci o que você queria.

-a não se preocupe, mais eu estava querendo conhecer os jogadores, se não for incômodo, claro. – novamente comecei com a minha mania de enrolar uma mecha de cabelo.

- acho que não vai ser impossível, mais eu teria de pedir para o treinador, e digamos que ele não e o tipo de pessoa mais amistosa do mundo, ainda mais que você não fala japonês.

-acho melhor então deixar para lá. – já estava indo embora, quando ele segurou o meu braço.

-mais, você pode vir comigo e conhecer as outras gerentes, e assim, sem querer te explorar, me ensinar um pouco mais de português.

[ Flashback2 on ]

Aquele foi um dia ótimo, conheci as meninas que tomam conta dos jogadores, e as ex-jogadoras, todas foram muito legais comigo, principalmente a Haruna, hoje somos grandes amigas, ela me ensina japonês, e eu lhe ensino português.

Quando eu conheci os jogadores foi estranho, por que a Haruna tinha que ficar traduzindo tudo o que eles falavam, e devo comentar que isso e muito chato. Eles foram muitos gentis comigo, e tentaram falar um pouco de português, o que me deu muitas risadas.

O capitão era o mais animado de lá, ele emanava uma força incrível, eles me contaram como se conheceram, toda a historia do time.

Eles iriam ficar lá na cidade mais uma semana e depois iram embora para o Japão, quando foi que Tsunami deu a idéia de eu ser mais uma das gerentes, parece que uma delas estaria indo embora, eles aprovaram e foram falar como treinador, e depois falar com a minha família, no final das contas eu estava no avião dos Inazuma, voando para o Japão.

Fui parar na mesma escola deles, estamos no terceiro ano, terminando os estudos e daqui a alguns meses estaremos na faculdade.

Foi quando o conheci, estava com o Kido e o Endo, ele sempre foi lindo, todos os jogadores são lindos, mais ele tinha algo de especial, que lhe destacava dos outros.

Estava indo embora quando Endo me chamou:

-Anne, venha aqui, você não conheceu o jirou!

- ah... Capitão talvez seja melhor outro dia, ela já estava indo embora. — obrigado por alguém perceber que estava querendo ir embora.

- que nada é rapidinho. — e foi me puxar para falar como tal garoto.

-calma capitão eu vou lá. – me desvencilhei da mão dele.

E de novo eu me via num dilema, ele não sabia falar minha língua. Os meninos foram traduzindo para mim.

E nós nos tornamos amigos, e toda vez que dava eu ia a casa dele para conversamos, ate que eu comecei a ir lá todo dia, passávamos mais tempo juntos. E num desses dias que estava na casa dele que me dei conta que estava gostando dele, mais do que o normal, não como um amigo, era algo mais, eu queria algo mais.

E num outro dia ele me pediu em namoro, alegando que lhe haviam falado que eu gostava dele, e que estava tão feliz, por eu sentir o mesmo.

[ Flashback2 off ]

Flashback off

-o que você estava pensando?- estávamos sentados, um do lado do outro, eu apoiada no seu ombro.

-nada, só lembrando o que aconteceu há dois anos. –levantei a minha cabeça e me inclinei para frente.

- quando a gente se conheceu?-ele se inclinou atrás de mim.

-é, e todo o resto do pessoal, você sabia que a primeira pessoa foi a Haruna. -virei para ele. Não tinha como ele ser tão perfeito assim, e estar comigo.

-a Irma do Kido? Sabia que foi ela que me disse que você gostava de mim. — ele abriu aquele sorriso, que derretia tudo a minha volta.

- você sabia que eu amo esse seu sorriso? –lhe sorrir de volta.

Ele me pegou nos braços, e confirmou com a cabeça. E, rente ao meu ouvido, disse a única frase que eu sabia pronunciar, e muito bem.

- Aishiteru! –eu fiquei vermelha.

- porque você não tira isso? – e apontei para o tapa-olho.

-por quê? Sei lá acho que você não gostaria de saber o que ouve de verdade com meu olho. – ele ficou triste, acho que se lembrar do que ouve não é uma coisa muito boa, mais minha curiosidade era muito maior.

- me conta. Por favor, eu guardo segredo. – lhe olhei no olho, tentando fazer com que apenas o olhar lhe disse-se tudo.

- você seria a primeira pessoa, a saber, da verdade, e tenho medo de que não goste da historia toda.

- não custa nada tentar.

Ele ficou um pouco receoso, parecia travar uma guerra interna, questionando os prós e contras da situação. Ate que no fim ele pareceu decidir que o melhor a fazer era me contar de uma vez por todas, tendo uma questão importante, teria de ser na casa dele.

Eu concordei com ele, e fui atrás dele, em direção a sua casa.

Chegando lá, fomos para o quarto dele, onde teríamos mais privacidade e, como ficava no segundo andar, as pessoas não poderiam ver nada de lá de cima.

Já no seu quarto, ele se sentiu mais seguro e livre dos problemas.

Virou-se para o espelho e tirou o tapa-olho.

Sakuma PHOV’S

já no meu quarto, eu não iria tirar a fenda, direto para ela, iria antes olhar novamente para a cor dele. Ela iria ficar surpresa,mais não seria com a cor dele. Virei-me, com os olhos fechados, mais mesmo assim sabia onde ela se encontrava só não podia saber sua expressão.

Quanto abri os olhos e lhe olhei nos seus, ela arfou de surpresa.

Eu sabia ela iria ter ódio de mim. Virei-me novamente para o espelho, com as lagrimas brotando por meus olhos, a-vi se levantar, eu estava certo, ela iria embora, para nunca mais voltar.

Quando eu a percebi, tinha me abraçado por traz, e estava forte o seu aperto.

-por que você não me mostrou antes? Se antes eu achava você lindo, acabo de perceber que você e maravilhoso, seus olho são lindos ao sei por que o esconde. –seu tom de voz era choroso, mais pode entender essas palavras.

-o escondo por que me causou muitos problemas, e tenho uma linda cicatriz nele caso você não tenha reparado. – posso não ter parecido rude, mais minhas palavras foram afiadas.

-não deveria se envergonhar por causa de uma cicatriz, isso prova que você e humano, e que esta vivo, mesmo depois disso. – acho que ela não reparou nas minhas palavras, mais mesmo assim eu não devia falar com ela desse jeito.

-você não entende, quem iria querer saber de um cara com uma cicatriz.-lhe segurei pelos ombros, ela tinha de saber, que não da para achar que tudo são flores.

- sabe o que eu vejo?- ela me olhou e perguntou.

-sim um cara que você gosta que tenha uma cicatriz horrível no olho .

- não e isso que eu vejo. Eu vejo, sim, o cara que eu gosto com o sorriso mais lindo do mundo, que adora jogar futebol, que tem muitos amigos leais a ele, um cara que mesmo tendo uma cicatriz, tem os olhos em tons de caramelo, que parecem brilhar, e agora que eu vi os dois, percebo que estava certa, mais seus olhos não parecem brilhar, eles brilham de verdade.

Cara mesmo eu sabendo que ela só deveria falara isso da boca pra fora, me pego chorando pelo que ela falou, e mesmo soluçando tento lhe falar que amo, mais não quer sair, as palavras vem em minha boca, mas não saem.

Vendo meu estado de angustia, ela simplesmente se livra dos meus braços e me beija, mais não e qualquer beijo, começa simples e calmo, como sempre, mais depois se torna algo mais profundo, mais primitivo, mais violento, mesmo que tenha sido ela quem começou, eu tomo a liderança, lhe pego no colo, a levo para a cama, me deitando encima dela, e começo a abrir sua camisa, quando ela percebe para tudo o que esta fazendo.

-agora não. Posso te amar, que você nunca duvide disso, mas não agora, por favor. — ela me olha com aqueles olhos vermelho, eu simplesmente me perco neles, como se tudo em volta não existisse.

-esta bem, não posso lhe induzir a nada, mais você sabe, melhor do que ninguém, que e isso que eu quero. – fazia um tempo, depois que começamos a namorar que lhe contei o fato, que quase ninguém sabia e que continuaria assim. Apenas a minha namorada sabia que eu ainda era virgem, o que e motivo de ficar de fora de muitos assuntos, ela sabia que eu queria que fosse ela a primeira de muitas vezes, se puder, mais ela tinha alguma coisa que lhe impedia de seguir em frente com isso.

- você sabe que lhe amo, que você e a coisa mais preciosa da minha vida, não posso querer mais nada de você, mais isso esta me matando por dentro. –eu tenho de ter-la, eu quero ter-la, de todas as formas. –não agüento ter-te apenas com beijo e caricias, mesmo que você não queira o ato em si, alivie com outras coisa, lhe imploro!

-Jirouuu. – ela disse apenas isso, mais estava gemendo, não de prazer, mais de agonia, ela queria a mesma coisa.

Quando me dei conta dos seus atos, ela estava já sem a camiseta, apenas com um soutien preto que lhe evolvia o peito alvo com certa perfeição.

Mesmo ela gemendo pode decifrar as suas palavras.

-não iremos muito longe, mais acho que caricias mais profundas serão um avanço.

Ela me olhou, eu comecei a tirar minha camisa. Desta vez ela subiu encima de mim, se sentando na minha barriga, começando a me beijar, fazendo voltas pelo pescoço, descendo ate o peito, onde parou para me morder, ela queria que ficasse marcado que ela esteve ali, eu so podia ficar ali, gemendo de prazer que ela estava me proporcionando, mais eu queria lhe proporcionar as mesmas sensações, lhe peguei pela cintura e lhe virei na cama, desta vez eu voltei a ficar por cima, comecei aonde eu sabia que lhe traria mais sensações,fui subindo mordendo devagar ate para onde queria, lhe mordi o lábio, a essa altura ela estava gemendo alto demais, nossas línguas travavam uma luta para saber quem iria possuir a boca do outro.

Depois de muitos beijos, e mordidas, deitei por baixo dela, lhe acariciando os cabelos. Quando lembrei que tinha uma coisa para ela, que não havia lhe entregado mais cedo. Me levantei ela ficou me olhando ir ate a mesa, procurei na bagunça que fiz quando tirei as coisas dos bolsos. Ali estava uma pequena caixinha azul, eu sabia que esse seria um dia para jamais esquecer.

Lhe pedi para sentar na cama, me ajoelhei na sua frente e abri a caixinha lentamente.

Anne PHOV’S

Eu não estava acreditando no que estava vendo na minha frente, era um anel de prata, com um rubi encravado no meio.

- Anne... Quer namorar comigo serio?- nos estávamos namorando, todos sabiam mais não era nada serio mais com esse anel isso mudaria da noite pro dia.

-e a segunda coisa mais linda que eu vi no mundo inteiro. Eu adorei. Eu não quero só ficar com você. -peguei o anel e coloquei no dedo.

Ele ficou com uma cara de triste. Segurei seu rosto com as mãos, lhe olhando nos olhos.

-sabe por que eu disse que era a segunda coisa mais linda do mundo? – ele negou.

-por que a primeira é, e sempre será, você. Sabe por que eu disse que eu adorei? –novamente ele negou. –porque eu só posso amar uma coisa, você. Sabe por que eu disse que não quero só ficar com você? –ele negou com a cabeça, já a beira das lagrimas. –porque só ficar não basta para mim, eu quero ter-lo para sempre.

Me ajoelhei na sua frente e lhe beijei mais forte do que nunca.

Se passaram mais de três anos, estamos juntos ate hoje, e cada dia que se passa eu o amo mais ainda.

Notas finais
espero que tenham gostado, mandei comentarios, por favor!!!! qualquer coisinhas mandem email: emily.zenha123@hotmail.com

beijos,
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!