Notas iniciais
*Desculpa pelos erros ortográficos, não tive muito tempo para concerta-los :(

Pov Peg

Sair de londres para poder ir para Paris ver um metidinho é pior coisa do mundo, tudo bem ir para os desfiles de moda agora para isso é insuportavel. Já vi ele pelas fotos e digo que é fofo. Não pode ter outra palavra que seja menos anjinho? Gostoso. Pronto e resume muito dele.

Minhas malas já estão postas no carro. Apenas pego meu chapéu e desso pelas escadas. Sou forçada a abrirum enorme sorriso para meu pai. Minha mãe morreu a pouco tempo então devo pelo menos por um tmepo fazer suas vatagens. O que não faço em anos desde que minha mãe começou a ter aquelas doenças que não possuem curas.

Ser princesa não é lá aquelas coisas. O dinheiro me ajuda a ser bem feliz, gasto com festas e bebidas. Sem contar as roupas. O chato agora é ter que fazer essas viagens ainda mais nessa idade. Sei que essa não é nada relacionada a trabalho, se não meu pai irira querer comparesser. Tentamos a muito tempo consilhar nossos planos com França. Isso não anda muito bom graças a burrice que meu avó fez antes de mue pai subir ao trono. Como sou a única herdeira devo comomue dever começar aos meu 18 anos a tomar responsabilidades nesse instantes.

Isso não é justo ,queria poder estar aproveitando as festas e os garotos. Como sempre meu pia não é muito de falar ou de afetos. Apenas dou um abraço frio e me diriho para o carro. Como é a ‘’negocios’’ minhas amigas não poderam ir. Talvez na cidade do amor eu encontre alguém. Que não seja aquele principe da França esnobe. Agora que ele vai ocupar o trono pois o pai está mau, se acha o tal. Meu pai acredita com minha mente mais atual e nova posso conseguir mais coisas queele poderia.

-Ande logo que quero aproveitar a noitada. –As boates de lá são as melhores da Europa. Posso ser VIP, se conseguri escapar. Como sempre consigo o que quero sei que vou aproveitar bastante.

A viagem no eu jatinho particular foi bem calama, a o chegar tive que me ospedar na mansõa da família real da França. Fica no centro, perto da mutidõa e das noitadas. O tal do principe me recebe todo arrumadinho. A empresa estar por todos os cantos. Podia ter colocado uma roupa melhor. Essa está meio fora de moda.

-Boa tarde . –Sei que ele fala inglês então opito por essa lingua. Além de eu ser visista ele que deve se adapitar a mim.

-Bom dia, espero que goste da estadia. Que pena que seu pai não pode comparecer. –Sua voz está um pouco baraganhada. Deve ter acontescido algo para deixa-lo de mau humor. –Vamos entrando .

Suas mão é colocada de leve nas minha scostas, de uma forma que sou conduzida por ela. O memso padrão da minha mansão. Um belo dinheiro gasto na produção toda. Coisa da realesa.

-Pode descançar primeiro e nos encontramos na sala de estar no segundo andar para poder comer algo que lhe agrade. –Balanço minha cabeça para baixo e sima. Meu quarto fica no terceiro andar na ala a sul de vista para o imenso jardim e podendo ver a torre.

Uma coisa meu pai estar tramando, eu sinto. Não é a toa quevi na capa do jornal falando d euma suspeita de um casamento arranjado entre alguns países. Não dizem qual , porém imagino ja quais sejam. Suspiro ao deitar. Com ajuda de uma empregada tomo banho. Ela parece ser bem quieta. Não falou nada que não seja a pergunta ‘’posso ajuda-la minha senhora?’’. Que agustiante.

-Eu vou usar esse vestido verde esmeralda e o sapato beje opaco. O cordão de gotas de cristça e o brinco do conjunto. Quero meu cabelo solto e cachos largos e leves. O perfume é qualque um .Tudo é muito bom mesmo. Sou arrumada rapidamente, me vejo no espelho e percebo o quanot fico bonita nessa cor.

O jantar começou bem, precisava só apenas fazer algumas perguntinhas.

-Olhe desculpa pela pergunta, só precisa responder se quiser. –Respiro fundo- Sabe quais são as intenções de meu pai?

-Unir dois países. Meu pai já conversou com ele,e avha que será melhor para nossos países que tenhamso a decisãoa propriada já que somos mais atualizados do que o nossso povo realmente necessita.

Foi um belo discurso, ele definitivamenet não sabe de nada. Fomos enganados, isso não irria ficar assim.

-Sabe de alguma boate por aqui, boa?

-Nõa podemso agora tem muita empresa na frente.

-A parte de trás, toda mansão tem para isso. Eu não quero ser rude.

-Bem que seu pai disse que tentaria fugir dos assuntos importantes.

-Mue pai com certeza disse isso, é o tipo dele mesmo. Se soubesse a realmente a verdade me deixaria partir quanto antes.

- O que?

-Nada, apenas vou me trocar. Se queiser ir também é bem vindo.

-Não sou muito dessas coisa, a noite é um bom momento para se pensar sobre o país.

-Que seja, quer dizer é bom mesmo. Só que essa noite eu tenho que descansar um pouco se é que me entende. –Não sou muito acustumada com essas atitudes, se meu pai me visse iria me matar. Coloco uma roupa.

-Senhora vais air para aonde?

-Nossa mudou a pergunta, sim. Vou para a boate. Vou rápido. –Consigo passsar sem que niguém perceba. A boate é bem movimentada e consigo passar ór trás.Colocam-me na área vip.

-Podem também trazer aquele menino da mesa dois?

Um belo garoto, deveris ser um pouquinho velho do que eu. É como minha samigas falam,ser rica é bom que consegue os meninos assim em um estalo de dedo. Ele parece gostar mais da ideia ao me ver. De uma beijo caimos para a pegada quente no sofá. Até que uma pessoa faz um barulho e me destraio. Empurro ele no chãoe mando ele ir embora. Vou até a menina americana e reparo com o feixe de luz o seu rosto.

Não pode ser verdade. Mesmo angulo, a boca meio carnuda, olhos azuis. O cabeo muda. Sua roupa toda na verdade. Brega até de mais. Sou obrigada a voltar para meu acento e respirar até conseguri falar algo. A menian estar no mesmo estado do que o meu.

-Quem é você? –Falo encarando-a.

-Sou Mel e você?

-Sou quem mais poderia ser? A princesa de Londres. Peg. Não sabe de nada a não ser do seu país?

-Meio que isso. Uma princesa? Sério?

-O que acha? Como conseguiria ficar aqui sozinha em uma área tão cara?

Realmente ela é parecida comigo. Sua voz é diferente pelo sutaque que parece ser até caipira.

-Vamos ao banheiro. –A puxo para o banheiro. A luz é mais clara e posso agora ver que seu cabelo é caramelo com a raiz mais escura e todo detonado. Seu cheiro é de lavanda, só sei pois já tive a flor no banheiro. –Eu nunca acreditei em clonagem.

-Isso só pode ser da bebida que tomei. Juro que foi só uns goles.

-Cala essa boca. –Vior para o espelho e mecho no meu rosto. Estico ele por todo lado. Coo isso aconteceria? –Quem são seus pais?

-Não são reis isso eu sei. Minha mãe é apenas uma confeiteira de cupcake.

-Céus deve ser maldição. Bruxaria.

Ou meus pais me adotarão ou tiveream duas menians e doaram a outra. Isso não pode ser. Já que eles tem bastante dinheiro para cuidar de nois duas.

-Somos irmãs separadas por uma gic=gantesco ocêano. –Ela parece estar se divertindo. Isso não tem graça.

-Preciso ir, meu compromisso é logo de manha. –Começo a sair e então ela me pega pelo pulso.

-Precisamos nos encontrar de novo e conversar, descobrir isso.

-Sem dúvida que não, isso iria nas manchetes de todos os jornais. Poderia colocar minha vida um inferno.

-Não quer saber o qeu acontesceu com nois duas?

-Sim, e não.

-Você é uma princesa,e u entendo. Tmetudo em seusn pés, e eu tenho o meu. Só é ficar sabendo da verdade, não vai mudar muito eu te garanto.

-Ok, me passa seu número e eu o meu para você.

Com certeza eu amanhã estarei voltando para casa urgentemente. Meu pai vai te que me esplicar tudo. Quando volto vou dormir direto. Preciso descobrir o que anda acontescendo logo de manhã.

-Bom dia, já está indo?

-Meu pai precisa me ajudar comalgo, ou melhor uma emergencia urgente.

-Isso também é!

-Jared acredita isso é muito mais.

-Seua pai vai mandar vocÊ de volta, pare de fugir que as coisas melhoraram. Acredite melhorou para mim assim que parei de me preocupar.

Agora tenho um cara me dando lição de vida. Acabo por ficar, fico o dia interio olhando para o pequeno meu celular. O núemero dela está bem ali.Nao ligou e enm vou ligar.Já se passram quaze duas semanas e nada.

Acabo por ligar. Marcamos um encontro escodindo. Uma cafeiteria simples sem nenum movimento.

-Só me chama de Ana e você vai ser Ama.

-O que? Esse AMA existe?

-Sim, minha colega da terceira se chamava assim. Sabe ela surtava com as piadas. Agora olha eu quero tanto quanot vocE^saber o que realmente acontesceu com agente.

-Nem diga, passei a noite toda tendo maus sonhos. Como se algo ruim realmente aconteceu para isso tudo.

-?

-Nossa separação. –Americanas devem ser viajentes mesmo.

-Quanto tempo vai ficar?

-Só mais esse dia e logo vou embrora.-Caramba agora não temos muito tempo para fazer nada direito. –O ue está pensando?

-Podemos fazer uma coisa muito doida. Já viu operação cupido?

-Não.

-Ai garota é americano o filme, bem. Ela descobrem isos que está acontecendo com agente. Resolvem trocar de lugar.

-Trocra? Como assim?

-Eu vou para o E.U.A e você para Londres.

-Não.

-Garota assim podemos ao menos conhecer os pais de cada uma.

-Eu não sou nada como você, nãos ei nada de ser princesa.

-Aprende rápido. O pior é só se andar fora de moda.

-Minha mãe e meu Ian.

-Um namorado?

-Não amigo, meio irmão.-Ela falou como uma criança emburrada.

-Desculpa, eu falo tudo que tem para saber da mesmaforma que você sobre sua família.

-Não vai dá certo, nossos cabelos são diferentes. Tudo na verdade. Se fopr ver nada é parecido.

-Tneho uma solução para isso. Essa ultimas horas que temos vamos fazer uma mudança completa.

Ela acabou por aceitar. Por sorte o meu cabeleiro é de Paris e só vai para Londres quando preciso.

-Dua ?

-Calma ela apenas deve ou é minha irmã. Uma grande história. Sabe que somos muitos amigos e pesso que garde isso em segredo.

-Pode deixar, e o que tem eu com isso?

-Tranformação. Temos que ficar identicas.

-Dificil com esse cabelo dela.

-Eu não sou tão estragada assim, e sem contar que esotu bema qui e posso esuctar.

Começou com o cabelo. Nossas mão também passaram por tranformações. No meu caso meu cirpo não precisou. O dela era crítico. Suas sombracelhas eram terrivelmente groças. A perna com os pelso nascendo e m[bem pretos. Isso que dá usar gilete e não cera.

No final estavamos identicas. Realmenet foi uma grande diferença nela. Mel estva linda agora. O tempo todo que estavamos ali trocamso ideias. Sei tudo. Sobre seu amigo de in fancia Ian, que por sinla pediu para eu não avançar nele. Pensso seriamente nisso até ve-lo. Sua mãe parece ser uma típica mãe que fica no pé o tempo todo.

Contei sobre a minha também. Sei que ela vais e siar melhor que eu. Por via das dúvidas pedi para meu cabelereio ir junto. Assim pode ajuda-la com precisar. Agora é só colocar as roupas dela. Uma roupa bem estranha e terrivel.

Na porta eu dei uma bela olhada em seu visual.

-Cuidado com as coisas ok, não fique muito tensa deixe fluir como se fosse natural Os flsahes são chatos as vezes mas não pare de sorrir um segundo.

-Lembre também que não tem muita riqueza por lá, e que vai estar em meio as pessoas fora do tempo.

-Já percebi isso em você.

-Meninas vamos. Tchau Peg que agora é Mel. –Ele me beijou na buchecha e entrei no taxi. Acenei para ela e fui embora.

A pensção ou sei lá é um lixo. Como falou das pessoas pareceiam memso como pensei. Fingir estar um pouco triste por sair de Paris assim eu não falaria muito. Um tal de Kylie ficou toda hora me tratando como se eu fosse uma paquera. Daria uns pegas já que é um gatão porém tenho certeza que ela deixou claro a relação com ele. Distante.

A viajem foi cansativa. Ir na classe economica me fez querer voltar atrás. Tinha que manter minha cabeça ergida. O que não contei a ela era sobre o jared e que ia demorar um pouco para voltar para Londres. O bom que ela vai pode rver mais da sua cidade amada. Eu acho, até saber do casorio.

Soube hoje então não deu muit para o que dizer. É bom pensar na minha nova casa no meio do nada. Ao chegar vi que era no meio do nada mesmo. Me despedir de todos a encontrei alguém com uma plaquinha com meu nome, o nome dela. Mel Strady.

Um menino lindo de morrer. Cabelos loiros e olhos azuis da cor da piscina. Queria poder correr e pular em seus braços. Seria o que uma amiga faria com saudades? Pois eu estava e sou uma ótima amiga.

Corro e pulo em seus braços deixando as malas no chão ao nosso lado. Ele não eperava memso por isso, tavles tenha sido de mais. A lavanda estava empregenada em seu cabelo e roupas. Que nojo. O que me fez a fastar dele.

-Mel o que foi isso?

-Isso?

-Achava que não gostasse desses tipos de abraços.

-Paris me modificou completamente. –Meu sutque estava melhorando , treinei no banheiro do avião. –Vmaos?

-Sim.

Entramos no carro e senti i cheiro de banana.

-Que cheiro?

-A banana, você não lembra?

-Não?

-Carregamos bananas do mercadao para a confeitaria de sua mãe e nunca mais saiu do carro o cheiro. Achava que gostasse.

-Sabe acho que mudou até meu gosto de cheiro.

-Espero que de lavanda ainda goste. Pois é o único cheiro que vai ter por essa pequena cidade.

Não pude nem trazer se quer um pouquinho dos meus perfumes. Essa então a cidade, não parece tão pequena e nem chata.

-Como que está sabe essa cidade?

-Sua cabeça está mesmo estranha, bateu em alguma coisa?

-Não?

-Eu e nem ninguém vem nessa cidade a nãos er por isso e algumas urgencias. A nossa cidade é bem longe , bem um pouco.

-AH claro, eu lembro só estava tesntando sua paiencia comigo. Que parece que mudou?

-Para de responder como se fosse uma pergunta,s abe que não gosto.

-Desculpa, amigo?

Ele revirou os olhos de uma forma linda, podia avançar em seus braços e beija-lo ali mesmo. Um lindo caipira que não me pertencia. Controlo meus impulsos aguarrando minhas unhas no assento.

-Conta como que foi.

-Legal.

-Só ? uma meinian que tem o sonho realizado e diz só essa pequena palavra para esperesssar tudo isso?

- Ei, ainda estou reprocessando tudo aqui na minha mente e coração. –Ele riu, deve ser pelo meu coração sair engraçado. –Coração. –Refalo mais caipira possivel.

-Descupla pela coisa que fiz na sua partida.

-Relaxa. O que realmente?

-Viu sua cabeça ainda está em transe. Vamos dá um tempo e depois voltamos a conversar sobre isso.

-Uhum...

O som estav tocando uma múscia que nunca ouvir na minha vida. Queor tanto logo que chegue na cidade eu eu posse dormir. Ou me esconder no quarto.

Sua mão repousou sobre a minha de uma forma urgente, não sei se é coisa de amigo pois para mim não é. Deixei , vai que é deles. Seua canto da boca estva levantada com um sorriso charmoso.

-Como que está minha mãe?

-Bem, você não falou com ela ontem?

-Foi, vai que mudou alguma coisa.

-Nda muda nessa cidade. Só o tempo e hora e ano. A cidade parece nem tanto acompanhar os anos.

Deve ser bem chato essa cidade, os dois parecem não gostar mesmo dela. Ao chegar na cidade é bem rápido para chegar na rua da casa que eu irei morar. Bme bonitinhas com cores amarelas e um jardim de flores diferentes na frente. Cerquinhas brancas e uma placa escrito. ‘’Mel seja bem vinda’’ .

UM bucaod de gente estava ali, caramba não esperava isso tudo. Só sei sobre algmas pessoas, e agora?

-Vamos Mel temos um bolo para comer e dos bons.

-Podemos ir mais uma vez no final da cidade voltar?

-Mel sua mãe vai pirar, anda. –Ele saiu do sue lugar e veio na janela da minha. –O que foi, está esperando que eu abra a porta? Sabe como você acha isso ridiculo.

-Mudei de ideia, faça agora. –Ele realmente irrita assim do nada, e seu jeitinho fofo piora.

Ele abriu e começou a rir. –O que foi isso?

-Uma brincadeira que aprendi lá.

Comprimentei todos e por fim uma moça do meu tamanho com cabelos puchados para tras da orelha e uma bela voz, quando ela me abraçou seu cabelo cheirava a doce o que diferenciava dos outros. Deve ser a Mãe dela. De Mel. A minha?

Notas finais
A família de Mel vai perceber que tem algo diferente ? que Peg não é a Mel?

Continuem atentos as outras postagens para saber !!!