Secrets Unveiled
1 Capítulo 1
Notas iniciais
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Pov Mel
Meus pensamentos estão voando enquanto ainda não acredito depois de cinco anos trabalhando na loja da minha mãe ‘’Love Cupcake‘’ consegui guardar dinheiro suficiente para poder ir para Paris. Sempre quis conhecer a cidade do amor, andar pelas ruas andando de bicicleta e depois comer Macaroni sentada na grana apreciando a torre Eiffel.
Nunca tinha nem saído de Greenville até então. Minha mãe na verdade nunca tinha deixado por medo do mundo. Essa pequena cidade é aconchegante e assustadoramente um ponto turístico por ter o poço onde foi jogado o corpo do maior ladrão de bancos dos temos antigos do sul dos Estados Unidos.
As pessoas fazem filas para tirarem fotos na frente do poço, nunca mais cheguei perto dele depois que eu e Ian meu melhor amigo caímos dentro dele, a água era salobra e com gosto de comida estragada. Foi momentos terríveis que passei ali, tive que fazer terapia.
Normalmente quem nasce nessa cidade se não sair a tempo, acaba morrendo nela sem conhecer se quer a cidade vizinha. O que aconteceu com o restante da minha família. Minha tia Becky foi a única a sair e nunca voltou desde então. Boatos dizem que ela é rica e outros que é tão pobre que vende seu corpo para poder se sustentar.
Pego minha mala e guardo na caminhonete, minha mãe está lá dentro de casa se recusando a falar comigo. É difícil para ela ver sua filha partir, mais não vai ser por muito tempo. Voltarei em duas semanas para essa velha cidade.
Ian me abraça apertando meus ombros com as mãos. Sinto o cheiro de lavanda na sua camisa quadriculada. Isso com certeza não vou esquecer, parece que é o único cheiro de perfume que se vende aqui. Rio comigo mesma.
-A Mel como você vai fazer falta nessa minha vida insignificante. –ele fala pressionando seus lábios na minha cabeça. –Vou estar vagando por essas ruas chorando de saudades.
-Seu dramático, quando menos esperar estarei de volta. –Beijo sua bochecha levemente.
Nossa amizade começou quando ainda usávamos fraldas. Moramos no lado um do outro então facilita muito nossa convivência. Minha mãe sempre fala que eu e ele iriamos nos casar pois somos inseparáveis. Não penso assim, vejo como um irmão protetor.
-Vai falar com ela Mel, sua mãe é como você.
-O ego é maior –Falo soltando-me dos seus braços. Minha mãe está na cozinha cortando o tomate. –Mãe eu já estou indo.
Deve ser coisa de mãe se sentir assim como se eu fosse ir embora e nunca mais voltar.
-Mel toma cuidado. –Ela por fim fala limpando a mão na bainha do vestido para me abraçar. –Está levando tudo certinho?
-Revisei duas vezes antes de finalmente fechar a mala.
-Essa é minha menina.
Ian me leva no aeroporto da cidade vizinha, demora uma meia hora para chegar. O caminho foi alegre, escutamos a banda ‘’Imagine Dragons’’.
-Vai sentir falta de mim tenho certeza. –Ele passa a mão na minha.
-Quem sabe! –Dou de ombro.
Olho para seu rosto enquanto dirigi. Seus olhos azuis ficam da cor do céu, sua mandíbula está contraída, dá para ver que está não fez a barba. O meu Ian é a cara dessa cidade. Usando calças jeans, um tênis desgastado e uma blusa de flanela.
Gosto da sensação de sua mãe na minha, posso sentir meus dedos relaxarem por baixo da dele.
-Chegamos.
Depois de estacionar o carro eu me dirijo a ala desembarque, Ian me para na frente da porta. Suas mãos estão segurando meus pulsos, seu olhar é penetrante e agoniado.
-Te amo. –Já ouvira isso muitas vezes, mas nunca tinha saído assim antes.
-Te amo. –sai de forma simples. –Meu amigão. –Solto minhas mãos e dou um leve soco no sue braço esquerdo, como sempre fazemos.
-Amigona –Ele repete mas sem tanto entusiasmo. –Não se esqueça que seu grupo vai estar na Ala B.
-Gravei tudo aqui, caso esqueça tenho uma lista no meu bolço.
Dou um abraço e vou atrás do meu grupo. Não é tão difícil encontra-los, são os únicos com uma placa ‘’PARIS AI VAI NÓS’’. Que mico, mais é esse grupo ou nada. São quatro pessoas.
-OI Mel? Certo? –Uma moça loira fala se levantado da cadeira.
-Melanie Stryder. Pode ser Mel. –Abro um sorriso amarelo.
-Sou Lacey, só Lancy. –Ela retribui o sorriso. –Esses são a Sharon, Kyle e Eustace que podemos chamar também de Doc. –Todos me olham de cima para baixo, a menina mais nova parece não ter mais que 15 anos. O menino parece ser mais velho que eu. E o Doc é um velho o que parece ser bem agradável. –Essa é Mel pessoal, vai viajar com a gente.
Aperto a mão de todos, Kyle segura a minha por um bom tempo. Forço-o a soltar. Esperamos mais alguns minutos até podermos ir para o avião. Sento na fileira da janela ao lado de Sharon.
-Não se preocupe com meu irmão, ele só parece ameaçador.
Parece mesmo, o tempo todo pego me olhando.
-Você tem 15 anos?
-Sim, vou fazer 16 daqui a cinco meses. E você?
-18 anos.
-Não é muita diferença, quer um chiclete? Ajuda na pressão.
Retiro um do pacote dela, é azul com bolinhas azuis. Começo a revira-lo em minha boca de forma que o gosto se espalhe para todo o canto. Repouso minha cabeça na poltrona olhando para frente. Decolamos e pude sentir um frio na barriga, já tinha voado no pequeno avião do tio de Ian. Foi pior, pois ele parecia cada minutos que ia desabar.
Tomo um remédio para enjoo, acabo dormindo a metade da viajem. Acordo com Sharon cantando. Estico os meus braços rodeando o lugar com os olhos. Algumas pessoas estão dormindo ainda. Doc está comendo amendoim.
-Isso ajuda na ansiedade. –Ele fala para mim, viro meu rosto para a direção de Sharon.
-Não perdeu nada, todos calados como sempre. –Ela fala colocando de volta o fone e vendo o clipe que passava na tv.
O sono passou por inteiro, resta comer algo. Minha barriga começou a roncar. Chamo a aeromoça, peço um amendoim e uma coca. Como tudo rápido. Minha ansiedade não diminuiu como Doc tinha falado.
-Já tinha saído da cidade? –Kyle pergunta se curvando da sua cadeira atrás da minha, seu rosto fica entre a poltrona minha e de Sharon.
-Isso não é da sua conta.
-Gente dessas cidades é muito de se ver indo para um ligar tão longe com Paris.
Ele realmente não vai parar de me irritar até eu falar.
-Nunca tinha saído.
-Não parece ser do interior também. Tem namorado?
-Olha acho que isso realmente não é da sua conta, vou dormir. –Puxo o lençol cobrindo meu rosto. O sono vai ter que aparecer. Demora até que ele me embala nos braços de Morfeu. Sonho com cores intensas.
-Acorda Mel. –Sharon retira o lençol de minha cabeça. Sou obrigada a abrir os olhos. Uma, luz forte embaça minha visão. –Chegamos, você dormiu a viajem toda. Não sei como consegue.
Passo a mão no cabelo, respiro na mão respirando meu aleto. Está precisando de uma bala.
-Ainda tem balas?
-Só chiclete de canela. –Não gosto muito, mesmo assim pego.
-Pessoal fiquem sempre atrás de mim, qualquer coisa perguntem. –levantamos e pego minha bolsa de mão. Caminhamos lentamente atrás um do outro até a saída. –Vamos pegar um taxi, como não vai dar todos eu e Doc vamos em outros atrás.
Kyle e Sharon foram juntos comigo. Fico no meio entre eles. Sou obrigada a ouvir os comentários de Kyle sobre as meninas que víamos nas ruas.
-Aquela deve ter engordado depois que chegou aqui, olha aquela ruivinha. Meu Deus estou no paraíso.
-Ky cala essa boca, mamãe disse que não é para ficar cuidando das meninas, a única vai ser eu.
-Vê se cresce. –Ele passa a mão por mim e puxa o fio de cabelo solto do rabo de cavalo dela.
-Ai. –Ela grita batendo nele. Levo muitos empurrões. Pior coisa do mundo é ficar com dois irmão que se odeiam.
-Parem. –Grito.
O taxista desliza pelas ruas. As grandes avenidas estão movimentadas, as lojas estão abertas. De uma padaria vem o aroma de pão fresco. Em um semáforo, algo que se move chamando minha atenção. A entrada de uma boate, em preto e vermelho com um logotipo de um tigre de boca aberta acendendo a cada segundo.
-Vou nessa boate. –Kyle fala em meu ouvido.
-E? –Afasto meu corpo um pouco dele.
Chegamos em um hotel bem distante do glamour de Paris. Uma espelunca, o único que pude pagar. As paredes beges descamando, as portas de madeira se rangiam. Vasos de flores amarelas se estendiam pela lateral da entrada com um tapete escrito “accueil’’ .
-Na internet parecia bem mais do que isso. –Digo meio triste. –Vai servir só para dormir então está bom. –Pego minha mala e me dirijo para o elevador.
-Est rompu. –O recepcionista fala.
-Está quebrado. –Lacey repete o que ele disse.
Olho para a minha chave e vejo que estou no terceiro andar. Começo a subir de vagar para não me cansar. No segundo sento no degrau e respiro o ar para entrar nos meus pulmões. Sou forçada pela minha vontade de passear pelas ruas, começo a subir e chego no quarto. 3C, entro e vejo as paredes de papel florido de cor verde musgo. A cama de solteiro de mola e com os lençóis amarelo claro. Posso sentir o cheiro de talco e plástico.
-Nada de pensamento negativos, vou sair e ver a linda cidade. –Sento na cama e ela faz o barulho de mola. –Só faltava essa.
Tomo um banho e descanso um pouco meu corpo. Visto uma roupa e desço a trás dos outros. Lacey está sentada numa poltrona conversando com Doc.
-Mel está bonita, vai sair?
-Sim quero esticar as pernas.
-Bem eu só vou começar o passeio amanha, se acha que consegue andar sozinha pode ir. Leva o celular.
Tinha muitas pessoas, os sons das buzinas soam sonoramente em meus ouvidos. Finalmente chego em uma pequena praça e sento-me no banco de madeira finas com detalhes de ferro preto.
O vento assopra em meus cabelos, é frio e agradável. Vejo alguns meninos brincando com bola. O que é difícil de se ver nesses tempos de tecnologia. Passo o tempo todo andando até não conseguir mais. Volto para o hotel a noite, nunca tinha andado tanto.
-Mel como você anda menina. –Sharon fala descendo as escadas.
-Pesquisei bastante sobre as ruas, na minha cidade só ando muito para chegar até o final da cidade. –Sento na poltrona retirando o sapato. –É maravilhoso.
Descanso um pouco e depois vou comer com os outros, o que tem é caldo com pedaços de pão. Pode ser simples mas é divino o gosto.
-Foi como o passeio Mel? –Kyle pergunta.
-Boas escolhas de perguntas. –Falo fitando-o. Isso o irritou. Sharon rir junto comigo. –Respondendo, foi ótimo. Amanhã espero andar muito mais.
Ligo a noite para casa. Minha mãe chorou o tempo todo e não pude entender se quer uma palavra. Ian não pode atender pois estava dormindo. Durmo depois de um tempo olhando pela janela, a vista é maravilhosa. Da para ver bem de longe a torre brilhando.
Pela manhã resolvo comer pouco na esperança de comer bastante nas lojas de doces maravilhosos. Lacey aluga uma vã e todos nós podemos ir juntos para o centro. Como turistas paramos nos principais pontos. Posso por fim comer os doces maravilhosos.
-Vamos nos dividir. –Doc fala. –Assim fica melhor de se ver as coisas rapidamente.
Fico com Sharon e Kyle, como sempre tento não reparar nas conversas deles. Briga atrás de briga. Sentamos numa loja de vários tipos de sucos. Tomo um de laranja com manga, uma bela combinação. Começamos a andar na direção da principal avenida, me distraio por um momento até esbarrar em uma pessoa. Sou alavancada para o chão, caio de bunda, o suco derramou por toda aminha roupa.
-Meu Deus, desculpe por isso. –Olho para cima e me deparo com os olhos mais belos que já vi. Eles estão cerrados, sua boca está numa linha curva e sua testa enrugada.
-Não sabe olhar para aonde anda? –Não esperava isso vindo de algo tão elegante e refinado, por sua postura. –Por a caso não sabe quem sou eu?
-Desculpa eu não fazia ideia de ... isso acontece com todos, e não sei quem você é! –Minha cabeça ainda está processando tal ignorância. Sharon e Kyle me ajudam a me levantar, sou obrigada a intervim nas ações de Kyle. –Para isso não vale apena, deixa esse metidinho.
Vamos embora sem amenos olhar para trás novamente. Tivemos que voltar para o hotel, tomei um banho e me troquei. Meu temperamento está horrível, não vou voltar de novo para rua até a minha cabeça esfriar. Encontro Kyle sentado na sala de televisão.
-Obrigada, mas era desnecessário brigar por mim. Sei me resolver.
-Sabe eu gostaria de receber um ‘’obrigada Kyle por me defender’’. –Sua face está amarga.
-Desculpa, minha cabeça está quente ainda. Tomei um banho bem gelado para ver se isso resolvia.
-Não resolveu muito.
-Desculpa, obrigada Kyle por me ajudar. –Até que ele está diferente. Até agora. –Sharon está aonde?
-Dormindo, não se acostumou ainda com a mudança de horário.
-Vou também, preciso descansar minha cabeça. Boa noite. –O tempo está abafado, durmo sem cobertor. A manhã toda fico no quarto, como o que tem no frigobar. Sharon veio me chamar para ir visitar os lugares, rejeitei. A cabei comendo porcarias no almoço. Ian não atendia minhas ligações.
Será que ele não quer mesmo falar comigo. Deve ser pelo que fiz na verdade o que não fiz no aeroporto.
-Pode se levantando mocinha hoje você vai sair desse quarto, sua mãe entrou em contato e disse que seu sonho era conhecer Paris. Então vamos logo realizar esse seu sonho. – Lacey jogou um copo de água na minha cabeça. –Ande logo, está de noite e vamos ir para a noite bela dessa cidade. Sua mãe me deu total autoridade para obriga-la a sair desse quarto. –Acabo por ir mesmo, visto uma roupa e saio do quarto. Sharon não pode. Doc não gosta, e só sobra Kyle e eu. Sem contar com Lacey.
-Não sabia que era menina da noitada.
-E eu o mesmo. –Lanço um olhar feroz, tento parecer ameaçadora. Não é o que ele acha, rir sem parar. –Vamos logo antes que eu volte para o meu quarto.
A melhor boate de Paris. Meu sonho não era com ela, porém nunca fui em uma se quer da cidade vizinha. Seria legal ter a primeira vez com uma de cinco estrelas.
-Se minha mãe souber que estive nesses lugares.... –Ela nem queria que eu estivesse viajando para outro lugar a não ser a cidade vizinha. –Não precisa ficar sabendo. – Como meu humor mudou, não sou muito boa com agitação. Posso ficar só olhando.
Ian falava de lugares como esses, muitas gente em um só lugar. O lugar é enorme e parece estar lotado. Para ele isso é inapropriado para meninas como eu, mas como sou eu ? Isso é difícil de ser respondido quando você é aquilo que as pessoas querem que você seja.
Sentamos numa pequena mesa no segundo andar, não é a melhor área pelo que vejo. Não faz a menor diferença. Bebo uma bebida com gosto de morango e arde ao descer pela garganta. No final é maravilhosa, será que isso tem na minha cidade?
-O que se faz em lugares como esse?
-Nunca veio a uma boate? –Kyle fala.
-Na verdade na minha cidade não tem isso, o que chega a ser um pouco festivo é a festa anual do ano dos jovens. Ficamos na igreja escutando músicas, o melhor que é sobre Deus. Não podemos usar nada vulgar e tem que ser da cor branca.
-Nossa é um hospício total. –Kyle fica vesgo.
-Pensam que isso vai fazer os jovens não cometerem os pecados.
A música sem dúvida alguma é totalmente diferente, não corroem seus ouvidos fazendo duvidar das suas próprias existência. Lacey grita um nome estranho, não consigo entender pelo barulho.
-O que?
-Vou ir para o bar, tem uma pessoa famosa ali e preciso ver se consigo conversar com ele.
A pior coisa é ficar com uma pessoa sozinha sem ter o que conversar. Kyle puxa a cadeira para o meu lado e repoisa a mão no meu ombro.
-Ei. –Balanço meu ombro para trás fazendo a mão dele cair. –Vou olhar o lugar.
A caminhada é complicada, esbarro em todos e levo pisada o tempo todo. No terceiro andar tem uma escada com uma fita vermelha escrito ‘’ Vips ‘’. Deve ser iniciais do nome do salão. Consigo abrir e passar, talvez não seja tão barulhento e lotado. De longe vejo uma luz avermelhada, a música diminuía quanto mais subia. Um salão plano e estreito.
Uma mesa oval e bancos com cortinas pelas paredes, se encontravam nesse cômodo. Uma menina com um menino deitados num sofá estavam se pegando. Não quero ser estragas prazeres então viro tentando fazer mínimo barulho. Toda vez que quero ser discreta isso acaba dando errado. Bato num arranjo de vidro que quebra espalhando por todo o chão.
-Quem é você? –Gritam lá atrás. Me viro apertando os dedos. Sua voz tem sotaque, deve ser inglesa.
-Desculpe achei que não teria ninguém.
-Americana, tinha que ser. Essa é área VIP queridinha.
O menino é jogado no chão, ela diz alguma coisa em francês e ele se manda como um objeto. Ao passar por mim, de relance vejo que é bonito. Ele me olhou e fez e ficou com um ponto de interrogação no meio da testa.
-Acabou com o clima. –Ela diz.
Continuo parada ali esperando meus pés se moverem. A garota começa a caminhar na minha direção como se fosse uma modelo, parecendo estar meio bêbada. Preparo meu ouvidos para ouvirem um belo xingamento.
-Americanas são meio azedas. –Sua altura é bem maior que a minha, também com aquele salto gigantesco. Sem contar o micro vestido. A luz do abajur bate em seu rosto, posso ver nitidamente quem é. Parece que estou me vendo no espelho. Com exceção da cor do cabelo, a maquiagem. –Cristo que é você?
-Eu quem diga, devo estar muito bêbada.
Notas finais
Comentem sobre o que vocês acham que poderia acontecer !
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