CAPÍTULO 53 – GIRL ON FIRE

“Garota em chamas”

– NARRAÇÃO – 27 DE ABRIL DE 1998 –

Tudo estava pronto para finalmente deixarem a França para trás. Só mais algumas horas e todos estariam indo para a Escócia enquanto Emmanuelle e Alessa iam para Londres, Largo Grimmauld, 12, e Hermione já havia avisado Harry e Ron, através dos galeões, marcando o encontro no Instituto Tenebrarum.

Violet, porém, queria fazer algo antes de se aventurar novamente e entrar em uma guerra. Quando todos estavam dormindo, entrou no quarto de Vitor, que lia um livro, e silenciou o ambiente com um feitiço.

– Aconteceu alguma coisa? – perguntou preocupado colocando o livro sobre a mesinha, porém, não deixando de reparar que a garota estava com roupas de dormir extremamente convidativas para ele. Camisa de malha justa com os primeiros botões abertos e calça.

– Sim, aconteceu. – respondeu trancando a porta discretamente – Eu quero algo antes de irmos embora...

– E o que seria? – indagou enquanto Violet sentava-se ao seu lado.

– Você. – disse antes de puxá-lo pelo colarinho da camisa e colando seus lábios.

Vitor, é claro, não resistiu e puxou-a pela cintura até que ficassem com míseros milímetros de distância, uma de suas mãos subiu para o rosto da garota e o beijo foi se aprofundando. Sentia tanto a falta dela! Violet desceu uma das mãos pelo colarinho desabotoando todos os botões rapidamente e Vitor só percebeu suas intenções quando sentiu uma pequena mão quente descer por seu peitoral provocativamente, segurando-a pelo pulso logo em seguida.

– O que você está fazendo? – sussurrou encarando-a.

– A pergunta certa é... – começou ajoelhando-se em sua frente de modo que seu queixo ficasse à altura dos olhos castanhos. – O que você não está fazendo? – sussurrou puxando levemente os fios castanhos dele e beijando-o novamente.

Vitor não pode deixar de pensar que aquilo era loucura e extremamente inesperado, mas ter a mulher que amava nos braços o provocando daquele jeito não o ajudou a pensar racionalmente e, quando percebeu, já estava deitado com um peso sobre si. Sua mão apertou levemente a cintura de Violet e subia lentamente a blusa enquanto a outra embrenhava-se nos cabelos negros que caiam sobre seu pescoço, puxando-os calmamente para ter espaço para beijar o pescoço alvo e eriçado. Enquanto subia seus beijos, Violet arranhou seu pescoço e pareceu aprovar quando Vitor sentou-se na cama levando-a consigo, as pernas enganchadas dos lados de seu corpo, as mãos em sua nuca e puxando seu cabelo. Logo as pequenas mãos desceram pela camisa aberta e, enquanto Vitor saciava seus lábios, tiraram a camisa branca, jogando-a no chão.

Logo depois Violet desabotoou a própria camisa e tirou-a. Nesse momento Vitor abriu os olhos e encontrou uma Violet de olhos fechados, os lábios entreabertos e a cabeça pendida para trás, como se esperasse por um beijo no pescoço. O rapaz então percorreu todo o comprimento com seu nariz lentamente, o que foi uma tortura para a morena, que rapidamente puxou-o pelo pescoço e logo ambos estavam deitados, pele contra pele.

Ao se encararam Vitor percebeu os olhos negros da mulher à sua frente e uma dose de realidade o atingiu. Aquela não era a Violet por quem tinha apaixonado, era o lado negro dela se apoderando de seu corpo e fazendo algo que a verdadeira provavelmente se arrependeria depois. Ele a queria mais que tudo, mas a queria por inteiro, a verdadeira Violet. Queria que fosse algo especial, e não no quarto de hóspedes do primo dela, antes de enfrentarem uma batalha.

Vitor sentou-se novamente e, antes que falasse algo, Violet beijou seu pescoço provocativamente, calando-o. Apenas após uma enorme força de vontade, segurou seu rosto com as mãos e afastou-a.

– Violet para... – pediu ofegante.

– Por quê? – perguntou desafiadora aproximando-se perigosamente – Você quer tanto quanto eu... – sussurrou em seu ouvido.

– Sim, eu quero... – concordou, porém, antes que concluísse, Violet mordeu seu pescoço e rodeou-o com seus braços. – Mas não assim...

– Vamos Vitor, não seja estraga prazeres... – sussurrou entre seus lábios – Estamos finalmente sozinhos depois de meses... Sinto sua falta... – murmurou beijando o rosto próximo à orelha.

– Também sinto sua falta Violet, dos seus beijos, seus abraços... Seu carinho... – respondeu acariciando seu rosto carinhosamente – Mas eu quero que seja algo especial, e não no quarto de hóspedes da casa do seu primo! Quero que esteja preparada...

– Eu estou!

– Não, não está... – recusou calmamente – Você me parece mais com medo que outra coisa.

– Medo? – debochou afastando-se para encará-lo.

– Medo do que vai acontecer quando encontrarmos seu irmão, medo do que nos espera em Hogwarts e medo do que será obrigada a fazer, não é?

– Eu só quero...ter você comigo... – confessou fechando os olhos.

– E você sempre tem... Não desse jeito, por enquanto. – completou fazendo-a sorrir levemente. – Quer dormir aqui hoje?

Com uma afirmativa da garota, Vitor deitou-se e ajeitou-a de modo que seu rosto descansou em seu peito e, cerca de meia hora depois, viu-a dormir profundamente.

Na manha seguinte, enquanto todos tomavam café esperando pelos dois, Vitor observava a garota adormecida em seus braços, tão linda quanto um anjo seria... Olhando atentamente, percebeu que não estava tão pálida quanto antes e não tinha mais as marcas de queimadura no rosto ou pescoço e, embora a mecha branca ainda estivesse ali, a esperança de que a verdadeira Violet estivesse de volta cresceu.

– Acho que ela não vai gostar muito disso... – comentou vendo a marca que ele mesmo fizera no pescoço dela. Beijou sua testa cuidadosamente e passou a acariciar seu rosto e pescoço até que a garota se aninhou manhosamente em seu peito, fazendo-o sorrir.

– Bom dia... – sussurrou no ouvido dela, beijando seu rosto novamente.

– Só mais cinco minutos... – pediu manhosamente.

– Não senhora, temos um dia longo hoje sabia? – riu afastando o cabelo do rosto.

– Prefiro não saber... – reclamou, porém, assim que percebeu que suas mãos estavam sobre uma superfície quente e macia, abriu os olhos azuis brilhantes. Sim, Violet estava de volta. — O que estou fazendo aqui?

– Bem...

– Por que estamos sem camisa? – perguntou extremamente vermelha.

– Acho que não lembra muito da noite passada não é? – riu encantado com o rosto avermelhado à sua frente.

Violet gelou nesse momento. Teriam eles feito alguma coisa e ela não lembrava? Ficou preocupada, mas então imagens do que aconteceu noite passada vieram à sua cabeça e a preocupação transformou-se em vergonha.

– Oh Merlin... Eu não acredito que fiz aquilo... – murmurou escondendo o rosto nas cobertas enquanto ele ria – Vitor desculpa, eu não sabia o que estava fazendo realmente... Não que eu não quisesse... Quer dizer, eu estava confusa... Assustada... Não com você, é claro, mas...

– Hey... – parou-a erguendo seu queixo – Não se preocupe, eu sei exatamente porque aquilo aconteceu...

– Ou não aconteceu. – rebateu mordendo o lábio em vergonha – Você parou...

– Você não era você mesma... Estava ainda sob os efeitos de magia negra e certamente não estava preparada.

– E tudo bem para você?

– Violet, enquanto estiver vivo irei te esperar... – garantiu – Tudo tem um momento certo, e ontem realmente não era. Não faz ideia do tamanho do autocontrole que tive usar... – riu — Admito que você sabe muito bem como seduzir um homem... Só espero que essa sedução dirija-se exclusivamente a mim.

– Quanto a isso não tenha dúvidas. – sorriu. – Obrigada...

– Talvez não seja a hora de agradecer ainda... Acho que trouxe cachecol certo?

– Para que eu precisaria de... cachecol... Vitor! – exclamou – Você fez de novo não é? Da última vez tive que usar cachecol em pleno outono!

– Olhe pelo lado bom: estamos no inverno! E usar cachecol ou lenços te deixa linda. – sorriu.

– Bem... Meu consolo é que não serei a única a usar cachecol... – riu passando os dedos sobre algumas marcas avermelhadas no pescoço dele.

– Ahh, então a senhorita resolveu dar o troco e me arranhar? – disse cético aproximando-se. – Posso dar um jeito de deixar mais alguns...rastros...

– Usar cachecol não é tão ruim... – admitiu rindo enquanto Vitor beijava seu pescoço carinhosamente e logo partia para seus lábios – Hmm... Sabe, essa é uma maneira incrível de se acordar... – murmurou ainda com os olhos fechados, aproveitando a sensação boa que lhe invadia.

– Se você prometer não me atacar durante a noite de novo, pode acordar assim mais vezes...

– Sério?

– A promessa primeiro, é claro...

– Não sei... Eu já acordei há um tempinho e até agora só recebi um beijinho de bom dia... – disse manhosa – Talvez não valha a pena fazer esse acordo...

– Nisso posso dar um jeito agora. – sorriu antes de puxá-la para um beijo calmo e carinhoso que logo tornou-se avassalador e sedento, terminado com Vitor dando-lhe uma delicada mordiscada nos lábios. – E agora?

– Acordo fechado. Foi bom fazer negócios com você Sr Krum... – sorriu vendo-o se levantar. – Aonde vai?

– Estamos atrasados para o café senhorita, acho que não quer que seu primo saiba onde você dormiu, certo? – perguntou indo ao banheiro do quarto.

– Oh Merlin, não, por favor. – concordou rindo.

– E acho que não gostaria que eu te visse do jeito que está ainda... – riu colocando a cabeça para fora da porta, recebendo um travesseiro na cara.

– Palhaço! – rebateu enquanto pegava sua blusa e, já vestida, levantando-se – Vou para o meu quarto, nos vemos lá em baixo! – avisou antes de fechar a porta.

Embora morta de vergonha, Violet estava se sentindo mais leve e calma... Era como se toda a tempestade que derrubou sua vida tivesse acabado e o arco-íris finalmente saído. Após tomar seu banho escolheu calça e blusa com casaco e sapatilha, uma delicada boina e, para esconder as marcas que Vitor lhe fez o favor de deixar, um cachecol.

Assim que saiu do quarto, encontrou Vitor descendo a escada e dobrando a manga da camisa. Uma visão dos deuses para a garota, que desceu atrás rapidamente e, assim que ele se virou, pulou em seu colo e beijou-o.

– Hmmm... Bom dia de novo. – riu beijando seu rosto antes de soltá-la. – Gostei do cachecol.

– Palhaço, você ainda me paga... – rebateu e, dando as mãos, os dois caminharam juntos até a cozinha, onde todos conversavam. – Bom dia... – sorriu envergonhada.

– Vocês desceram ao mesmo tempo hoje, isso que eu chamo de casal vinte... – debochou Régulus recebendo uma mostrada de língua de Violet.

– Cachecol? – perguntou Mary – Há quanto tempo você não usa um? Da última vez foi porque... Ah tá, entendi, desculpem... – disse tentando segurar o riso.

– Eu não entendi. – disse Régulus.

– Esquece. Obrigada Mary. – comentou Violet em pé ao lado de Vitor, que já havia sentado.

– Parece que alguém acordou de bom humor... Viu um passarinho verde é? – debochou a morena, deixando Hermione desconfiada e Régulus boiando no assunto.

– Digamos apenas que... Acordei da melhor maneira possível. – admitiu pegando um bolinho.

– Não vai sentar? – perguntou Emmanuelle.

– Não, preciso estar pronta para correr. – debochou.

– Os olhos voltaram, a pele sem queimaduras ou marcas aparentes... Fora a mecha branca, devo supor que a verdadeira Violet também voltou? – perguntou Alessa seriamente.

– Acho que sim... E antes que digam alguma coisa, eu queria... Hmmm... Me desculpar pelo que eu falei... Esses não foram meus melhores dias e eu simplesmente não conseguia me segurar, era mais forte que eu e acabei magoando vocês... Mary, eu sinto muito, por favor, me desculpe... Sério, eu não deveria ter dito tudo aquilo, você só estava tentando me ajudar e eu te tratei mal em troca, fora o empurrão no sofá.

– Tudo bem... – disse ela sorrindo levemente levantando-se para logo abraçar a morena, que sorriu aliviada. – Eu entendo, de verdade.

– Obrigada. – suspirou – Alessa...

– Eu não quero que se desculpe. – Interrompeu a ruiva enquanto os demais esperavam por uma discussão, o clima descontraído fora embora rapidamente.

– Por favor, só me deixe...

– Olha, há meses atrás você já discutiu com a Sophie e comigo, demonstrava ser insensível e até ficou um tempo desmaiada ou “fora do ar”. – interrompeu cruzando os braços. — Então eu dizia: Ah, está tudo bem, essa não é ela. Então acontecia de novo e, de novo, não é culpa dela. Eu entendia Violet, realmente entendia que a poção e a magia mudaram muito você, mas também sei que te deram coragem, não é? – continuou encarando-a, ainda séria. – Você sempre pensou tudo aquilo de mim e meus pais, só não tinha coragem de dizer. Você sempre se achou inferior por tudo que aconteceu no passado, mas de novo, tinha medo de admitir. Sabe, você realmente nos magoou quando disse tudo aquilo. Caramba, você empurrou a Mary usando Magia Negra! Brigou comigo e jogou na minha cara que eu era a culpada pela morte dos meus pais. Acha que eu não me culpo até hoje? Acha que, se eu pudesse, não ficaria com a droga da boca fechada naquele dia e, talvez, hoje eles estivessem comigo?! – exclamou.

– Por favor Alessa, se eu pudesse eu não falaria tudo aquilo... Eu nunca...

– Mas era verdade! – interrompeu levantando-se, irritada – Eu estava no banco de trás do carro brigando porque não queria ir com eles, queria brincar! Com o tempo Jullie conseguiu tirar isso da minha cabeça e eu passei a falar que nunca estive no carro, para evitar os comentários alheios e minhas próprias lembranças. Mas é mentira. Eu sempre me culpei pelo meu pai ter se distraído comigo e batido o carro num caminhão, e sempre me culpei pela minha mãe ter tirado o cinto para me fazer fechar a boca e me protegido com o corpo. – admitiu chorando – Isso não significa que eu não tenha uma família... Um pai e uma mãe não é o único jeito de ter família... Eu tenho uma Violet, e você também tem. Minha família são minhas irmãs, meu cunhado, minha sobrinha... Meus amigos, você... E a sua família é ainda maior! Harry, McGonagall, Moody, Andrômeda, Tonks, Sirius, Mary, Hermione, Rony, de certa forma, Sophie, eu, Luna... E eu poderia dizer muitos outros nomes, como os Krum ou os Weasley. Você tem uma família Violet, só não é completa. Nunca será.

– Eu sei... – suspirou – Me desculpe, eu...

– Mas que droga Violet, pare de se desculpar! – exclamou – Isso é o que eu mais ouço nos últimos meses, chega! Quando vai entender que não precisa ter vergonha de ser quem é? Você sempre falava isso para os outros, mas quando o assunto é Violet Snape Black o assunto muda não é? Sim, você tem magia negra, e daí? De certa forma é especial. Você é filha de um comensal, e daí?! Ele é o comensal, não você! Violet, você tem medo de admitir que ama seus pais, eu já disse isso lembra? Parece que ainda se sente assim... Não é vergonha nenhuma amar o pai que cuidou de você e a mãe que você conheceu um dia. Por pior que sejam. Isso é uma das coisas que mais me magoam... Você sente tantas coisas escondida, sofre sozinha e coloca uma máscara de indiferença no rosto. Mesmo sendo sua melhor amiga, você não me conta mais nada, às vezes penso que não sirvo para nada nessa droga de missão, mas ai lembro da Jullie e então me obrigo a ficar aqui, “ajudando” vocês e, consequentemente, ajudando a ela.

– Eu sou uma idiota, não deveria ter dito nada daquilo.

– Eu não estou nem ligando para o que você falou, mas sim como. Você falou de um jeito que realmente machucou Violet, com rancor, como se me odiasse do fundo da alma. Sem contar que, naquela briga, pela primeira vez em meses eu realmente entendi o que você sentia. Você finalmente soltou tudo que estava engasgado na sua garganta. Eu tive que discutir e ouvir barbaridades da minha melhor amiga para saber o que ela estava sentindo.

– Você não vai me perdoar tão facilmente vai?

– Não. – concordou pegando seu copo de suco e finalizando a conversa.

– Vamos mesmo invadir Hogwarts? – suspirou sentando-se ao lado de Vitor, que aproximou sua cadeira discretamente.

– Sim... – concordou Hermione, aliviando um pouco a tristeza na mesa — Já avisei os meninos e eles disseram que até amanhã chegam ao Instituto. Eles falaram que algo aconteceu enquanto eu estava fora e precisam nos contar. Parece que têm uma surpresa.

– Surpresas não costumam ser boas nos últimos meses... – comentou Vitor.

– E qual o plano? – perguntou sentindo Vitor mexer em seus dedos em seu colo, debaixo da mesa.

– Primeiro vamos tomar nosso café. – debochou Régulus, mas logo ficou sério novamente. – Eu, Vitor e Emm vamos para a sede da Ordem avisar os outros enquanto vocês vão para o tal Instituto, combinam tudo com os meninos e pronto. Hogwarts.

– Espera, você e o Vitor também vão?

– Quando chegarem lá, terão que se infiltrar entre os alunos sem serem percebidos... Acho que dois homens com mais de vinte chamariam atenção não? E não me venha dizer que tenho muito mais que trinta, estou na flor da idade ainda... – acrescentou quando Alessa abriu a boca.

– Eu não disse nada!

– Mas pensou ruiva. – rebateu bagunçando seu cabelo – Enfim, vocês provavelmente chegarão no Instituto até hoje à noite e os meninos também, só precisam conversar sobre quando vão exatamente e nos avisar.

– Hoje?

– Não temos tempo para usar tantas precauções... – disse Hermione – Eu e os meninos aparatamos o tempo todo e não foi por isso que nos encontraram, então acho que não terá problemas se fizermos isso de novo...

– E essa casa? – perguntou Vitor.

– Continuará aqui para o caso de precisarmos... – respondeu Emmanuelle – Essa foi nossa casa por anos, apesar de tudo tenho boas lembranças...

– Desculpe te envolver nisso Emm.

– Claro, você me deve anos que eu poderia ficar sozinha na minha antiga casa... – ironizou – Estou feliz por te ajudar e agora ansiosa para rever o Sirius... Ele deve estar um homem feito! E a filhinha também, Merlin, devo agradecer a mulher que conseguiu coloca-lo na linha... – riu.

– É... Acho que terei que dividir atenção daqui para frente...

– Além de ciumento é carente... – comentou Alessa, aparentemente sua tensão com a Violet não afetou seu relacionamento com os demais.

– E você não debocha ruiva! – rebateu ele – Lembre-se que um dia você vai namorar e eu já sou da família... Acho que o Sirius é o responsável por interrogar o cara certo? Posso ajuda-lo... Os irmãos Black em ação!

– Você não faria isso. – reclamou ela de boca aberta.

– Desculpe Alessa, mas eu tenho mais motivos que reclamar nesse aspecto... – debochou Vitor.

Notas finais
É... Essa garota está em chamas! Kkkkkkk A paixão voltou com força hein? Quem diria que Violet é tão atrevida... kkkkkk E o Vitor é um cara incrível! Ele poderia aproveitar o momento, mas queria que fosse a verdadeira Violet alí... Só eu achei fofa a cena dela acordando? Ela finalmente voltou a corar! E tudo (ou quase) voltou à normalidade... A maioria comentou que gostaria que a mecha branca ficasse, como uma lembrança. Bem, adorei a ideia e resolvi deixá-la. A mecha fica! ^^ Violet conversou com os outros e pediu desculpas, mas Alessa deixou claro que não vai perdoá-la tão cedo... Acham que está certa? O que Violet teria que fazer para ser perdoada? Foi um capítulo bem calmo antes de começar o próximo... Aqui é 27 de abril, ou seja, menos de 3 dias para o “grande dia”! Ahhhh que ansiedade... Tenho tanta coisa para mudar nessa Batalha, espero que gostem! P.S.: Régulus chegou chegando na família hein? Primeiro regulando a prima (Vi) e agora a irmã da cunhada... Seria engraçado o Sirius e o Régulus interrogando um futuro namorado dela não é? Kkkkkkk Agora lembrei do Snape e do Alastor fazendo isso com o Vitor kkkkkkk ================== Capítulo 54 – How Dare You? =================== (...) Eu não forçarei ninguém a ajudar, todos que são maiores de idade são livres para decidirem seus próprios caminhos... Mas não vou admitir que atrapalhem. Então, quem é a favor da estupidez que a Srta Parkinson acabou de dizer, por favor, retire-se agora e vá para o dormitório. – mandou em voz alta e autoritária, silenciando o lugar - Flitwick, Sprout, Slughorn, levem suas casas para os salões comunais, todos os alunos menores de idade deverão ficar lá em segurança. Os demais podem escolher de qual lado ficarão. Sr Filch, acompanhe a grifinória. (...) ============================================================ Hmm... Acho que já sabem quem está colocando ordem na história... Perguntinha de hoje: Qual professor de Hogwarts não teve a devida aparição na história e na batalha? Comentários? :D Beijooss e até depois!!!