Secrets & Lies (‘The Orphan’ – Season 4)
15 Capítulo 14 – We are a Family
Notas iniciais
Capítulo 14 – We are a Family
“Somos uma família”
– NARRAÇÃO – natal de 1996 — Mansão Malfoy -
– Eu não quero mais fazer isso... – repetiu Draco para sua mãe.
– Você precisa! – respondeu ela – Você aceitou a marca, não pode recusar agora!
– Está desistindo Draquinho? – debochou Bellatrix – Você é um fraco, covarde!
– Não fale assim com o meu filho Bella! Lembre-se que está na minha casa!
– Pois ele que começou! A partir do momento que você aceitou essa marca, você se comprometeu com o Milorde para sempre... Não pense que pode fazer o que quiser quando quiser, pois não pode! – exclamou – Acho que sabe o que acontece com traidores, não sabe? Lembra da Morgana?
– Bella! – exclamou Narcissa – Me deixe falar com ele à sós, por favor...
– Não siga os passos de seu paizinho Draco, lembre-se que ele está em Azkaban. – disse a morena antes de deixar o quarto.
– Draco, você entende o que fez quando aceitou essa marca, certo?
– É claro que entendo, não sou idiota! Só não pensei que teria que ir contra certas coisas...
– Você acabou com a sua vida! – exclamou – Agora não pode reclamar filho, você sabia onde estava entrando... Eu te avisei tanto!
– Não sei se consigo fazer o que o Milorde mandou... – comentou aproximando-se da mãe.
– Por que a recusa? – perguntou acariciando o rosto do garoto maternalmente.
– Porque eu fiz uma promessa... – confessou fechando os olhos.
– O que fez, exatamente? – perguntou surpresa, porém, já sabendo a resposta.
– Eu prometi à Sophie que não me tornaria um Comensal... – admitiu.
– Você o quê?! – exclamou repentinamente furiosa – Você é tão inteligente Draco, porque age como um trouxa idiota?!
– Não fala assim comigo...
– E quer que eu fale como? Que eu passe a mão na sua cabeça como fiz nos últimos dezesseis anos?! Que fale que tudo ficará bem e que você pode se arrepender? Não! A partir do momento em que aceitou isso... – falou levantando o braço esquerdo do filho e revelando a marca negra na pele pálida – Você selou seu destino com a pior das maldições. Eu nunca, em toda minha vida, fiquei tão decepcionada como hoje...
– Por que se importa tanto? Eu prometi à Sophie, não à senhora!
– Seu pai me prometeu a mesma coisa! – exclamou furiosa — Logo na noite de núpcias tive a surpresa desagradável de ver a marca em seu braço, fiquei com nojo de mim mesma naquela noite e nunca o perdoei! Eu cuidei de você todos esses anos, te protegi e fiz o que estava ao meu alcance para que tivesse tudo e mais um pouco, mas no final você me presenteou com o mesmo que seu pai... Vocês são mais parecidos do que imaginei.
– Eu... Eu não tive escolha... – suspirou, finalmente soltando uma lágrima solitária.
– Novamente, a mesma desculpa. – respondeu amargurada – Só que ele pelo menos tinha segurança e sabia o que queria. Poder. Você não faz ideia do que quer e muito menos do que precisa.
Aquela era a primeira vez, em anos, que Draco ouvia a mãe levantando a voz... Narcissa nunca havia brigado com o filho, mas quando fazia, conseguia machucar profundamente.
– Você a ama? – perguntou mais calma — Sophie?
– Amo.
– Não quero você perto dela novamente.
– Por quê? – indignou-se.
– Ela é filha da Ministra e de um auror, ambos da Ordem da Fênix. Ela te pediu uma única coisa e você não cumpriu. O que acha que a garota vai fazer quando descobrir a verdade? Draco estou falando com você!
– Eu não sei!
– Dor! – exclamou – A traição é um sentimento horrível, e se vier de alguém que amamos, é uma decepção enorme. Se você a ama de verdade, fique longe dela, não a faça sofrer ainda mais, porque quando ela descobrir, vai te odiar... Assim como odiei seu pai nos primeiros meses de casados.
– Você não o odeia mais? – perguntou esperançoso.
– Não havia o que fazer, afinal, estávamos casados. Mas eu nunca mais senti o mesmo que sentia por ele. – respondeu. – Aprenda algo de uma vez por todas Draco: prometa apenas o que sabe que poderá cumprir... O coração não é um brinquedo e muito menos um objeto que pode ser concertado facilmente. – falou — E você vai terminar o que o Lord das Trevas te incumbiu de fazer, você se comprometeu com ele e ao menos isso vai cumprir.
– Desculpe...
– Diga isso para ela, eu já estou farta de ouvir. – respondeu deixando-o sozinho em seu quarto.
– Sede da Ordem da Fênix -
Após a discussão que acontecera no Hall de Entrada da casa dos Black, ninguém conseguiu deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo, a não ser Sirius e Jullie, talvez. Alastor ficou magoado, porém, não iria mostrar a ninguém. As palavras de Violet feriram-no mais do que imaginava.
– Violet –
A lua cheia invadindo a escuridão através das janelas. Eu estava no Hall de entrada da casa dos Black, porém, a atmosfera era fria e a escuridão dos cômodos me impedia de ver qualquer coisa. Dei um passo à frente, mas algo me prendia pela cintura. Olhei para trás e percebi que eram as mãos finas de Monstro, que mantinha uma expressão preocupada e de alerta.
– Monstro?
– Não suba Srta. Snape, é perigoso...
– O que é perigoso?
– Ele está lá... Os traidores de sangue vão sofrer em suas mãos...
– Traidores de sangue? De quem está falando? – perguntei preocupada.
– Não suba Srta. Snape...
E então, antes que eu fizesse qualquer coisa, gritos de dor romperam o silêncio da casa. Olhei assustada para as escadas e, sem sequer pensar, as subi rapidamente. Os degraus de madeira eram velhos e a cada passo um rangido era ouvido, o corrimão estava sujo e teias de aranha enfeitavam as paredes.
Quando finalmente alcancei o corredor do segundo andar, encontrei uma mulher de costas brincando com uma menina de cabelos dourados. O quarto era iluminado apenas pela lua, que irradiava através da janela.
Aproximei-me calmamente, a menina ria e se divertia como se fosse a milésima vez, em determinado momento, a mulher pegou a criança no colo e levou-a até a janela, mostrando alguma coisa. Aquilo não fazia sentido, tentei ver o rosto da menina, mas a mulher conseguiu esconder muito bem.
– Quem são vocês? – perguntei.
E então a porta foi arrebentada por uma luz esverdeada, a mulher encolheu-se sobre a menina, que chorava e soluçava. Alguém passou pela porta totalmente coberto por uma capa negra, que percebi ser de um Comensal, levantou a varinha e, antes que proferisse as duas palavras que eu tanto temia, Monstro puxou-me pelo braço e tirou-me do quarto, mas não rápido o suficiente para que eu não ouvisse.
– Avada Kedavra!
Fechei meus olhos e deixei que as lágrimas corressem por meu rosto, quando senti duas mãos humanas me envolverem ternamente. Abri os olhos e percebi que era uma mulher, de cabelos negros e máscara. Seus olhos pretos destacavam-se por trás da máscara e seus dedos roçaram minhas bochechas delicadamente.
– Está tudo bem... Você vai se acostumar... – murmurou.
– Acostumar a quê? – perguntei assustada, dando um passo para trás.
– Ora querida, você anda muito distraída ultimamente... – comentou aproximando-se e tirando a máscara.
– Bellatrix!
– É claro que sou eu – respondeu surpresa – Você está bem filha? Por que tirou sua máscara? Está pálida...
– O quê? – perguntei assustada.
Bellatrix então puxou-me pelo ombro e colocou-me em frente à um espelho de parede inteira. Quando olhei para meu reflexo, não acreditei no que via.
Aquela era eu, mais velha, mais alta e mais sombria. Um vestido negro longo e uma capa própria de comensal, o anel que havia ganhado anonimamente em meu aniversário estava em meu dedo e uma máscara em minhas mãos. Meus cabelos estavam soltos e mais encaracolados que o normal, assemelhando-se aos de Bellatrix.
– Vê? Você está pálida, parece assustada... – continuou Bellatrix, rodeando-me com os braços e repousando seu queixo sobre meu ombro.
– O que aconteceu? – perguntou meu pai, aparecendo atrás de mim e posicionando-se ao lado de Bellatrix.
– Acho melhor nossa filha voltar para casa... Ela parece estar a ponto de desmaiar...
– Nossa filha? – repeti, soltando-me dela e afastando-me de ambos – O que estão dizendo?!
– O que houve com você Violet? – perguntou meu pai, acompanhando a expressão surpresa de Bellatrix.
– Você é nossa filha, esqueceu? – perguntou Bellatrix aproximando-se para pegar meu rosto. – Finalmente somos uma família!
– Não! Vocês estão loucos... Isso não é verdade... – murmurei afastando-me – Você é um comensal?
– Sempre fui. – respondeu Snape – Talvez esteja certa Bella, é melhor acompanhar nossa filha até em casa... Eu termino o serviço.
– Vamos querida... – concordou Bellatrix, abraçando-me pelos ombros e me tirando daquele corredor. A última porta antes das escadas, entretanto, estava aberta, e assim que passamos em frente percebi quatro pessoas ajoelhadas, de costas para a porta. — É melhor não ver isso... – tentou Bellatrix, porém, forcei-me para ficar.
Um grande erro.
– Avada Kedavra! – exclamou alguém, atingindo as quatro pessoas.
Quando todas caíram no chão, vi quatro rostos conhecidos e entrei em pânico. Ali estavam Julianne, Sirius, Minerva e Alastor, mortos, estirados sobre o tapete.
– Não!!! – gritei, soltando-me de Bellatrix e correndo em direção ao quarto, porém, antes que eu conseguisse alcançá-lo, dois braços fortes seguraram-me pela cintura enquanto a porta era fechada por dentro. – Por que fizeram isso? Por quê?!
– Porque eles eram traidores. – respondeu Bellatrix ajoelhando-se ao meu lado enquanto Snape abraçava-me ainda mais forte. – E traidores merecem a morte.
– Não! – gritei acordando subitamente.
Olhei ao redor e percebi que fora apenas um pesadelo, eu estava em meu quarto temporário e ninguém iria me fazer mal ali. Mas o fato de saber isso não me acalmou. As imagens foram tão nítidas e tão reais! Por um momento acreditei que Bellatrix estava ali ao lado, me chamando de filha e cuidando de mim, e meu pai ao seu lado, mais frio que de costume.
Por um momento acreditei que era uma comensal, que a Ordem havia perdido a guerra e que Alastor e Minerva estavam mortos. E foi esse último pensamento que trouxe lágrimas de desespero em meus olhos.
– Isso não vai acontecer... Não pode... – sussurrei abraçando minhas pernas e soluçando.
Eu havia acabado de discutir com Alastor, havia falado que ele não tinha direito algum sobre mim e que ele não sabia como lidar comigo... Mas era mentira! Antes do pesadelo eu afirmava que não iria pedir desculpas primeiro, mas depois que senti a sensação de perder as pessoas que amo, percebi que não podia brigar daquele modo com Alastor, que estava apenas tentando me ajudar.
– Você é uma idiota Violet! – sussurrei.
O restante da noite foi da mesma forma. Sempre que fechava os olhos algum tipo de pesadelo vinha me perturbar e eu acordava em pânico, até eu dormir novamente e outro pesadelo aparecer. Quando o relógio marcou 6 horas, cansei de tentar dormir e resolvi descer, fazer algo para me ocupar e então finalmente conseguir dormir por esgotamento.
Não me preocupei em trocar meu pijama quentinho, apenas coloquei uma pantufa, presente de Hermione, e saí do quarto. Conforme atravessava o corredor, encontrei o mesmo espelho dos meus sonhos, porém, ao contrário deles, aquele à minha frente estava limpo, as paredes não tinham teias de aranha e os quadros não estavam desgastados. Meu rosto continuava pálido, mas nada fora do comum.
Desci as escadas calmamente, com medo de que fosse outro pesadelo. Quando cheguei à cozinha, porém, percebi que Alastor já tomava café da manhã e lia o jornal. Sozinho.
– Bom dia Alastor... – cumprimentei receosa.
– Bom dia. – respondeu sem ao menos olhar para mim.
– Eu... Posso falar com você?
– Estou aqui não?
Esqueci o quão bom podem ser suas patadas...
– Eu queria me desculpar. – soltei rapidamente, fazendo-o soltar o jornal e me encarar.
– Como?
– Me desculpe Alastor... – suspirei encostando-me à bancada da cozinha – Eu não deveria ter dito aquelas coisas para você...
– Só isso?
– Eu estava errada, eu sei, não deveria ter fugido... – comecei – Mas você também me conhece, sabe que eu não consigo ficar presa por muito tempo. Há dias que eu fico a tarde inteira na biblioteca, Alessa foi passar o natal na casa da Sophie e eu fiquei um tanto solitária. Quando eu comecei a conversar com a Tonks, eu percebi que podemos ser grandes amigas, e quando ela ofereceu uma “aventura”, eu aceitei... Não aguentava mais ficar aqui sem fazer nada, eu não sou eu mesma se não aprontar alguma coisa!
Alastor agora me dava total atenção e me encarava, como se estivesse me analisando.
– Ela não me colocou em perigo nenhuma vez, tomou todas as precauções mágicas para não sermos pegas e agiu como uma verdadeira auror no caminho... Eu estava segura na casa da Andrômeda. – garanti – Você sabe que tenho gênio forte e não gosto que mandem em mim... Quando você começou a brigar comigo eu perdi o controle e acabei pondo para fora uma raiva infundada tipicamente adolescente... Eu disse coisas que não deveria ter dito, e por isso peço desculpas... Você pode não ser meu pai biológico, mas age como se fosse... Eu ouvi quando a Minerva te perguntou se você via em mim a filha que nunca teve e nunca teria... – expliquei – E também ouvi sua resposta. Você não é de meias palavras, e se disse um “talvez”, não estava negando. Quando meu pai está ausente, você que cuida de mim, e eu sei que faz o possível para me proteger... Eu entendo, de verdade... Você me perdoa?
– Como auror, não posso ver o que você ou qualquer outra pessoa quer, eu vejo apenas o que precisa ser feito. Você é um grande alvo, Lord das Trevas te quer com ele e não poupará esforços para tê-la, e eu como um auror experiente, sei o que deve ser feito para evitar que ele consiga. – começou ele – Como padrinho, eu sei que você não nasceu para ficar presa, e eu sei também que você não resiste à uma boa travessura. Eu te conheço Violet, e eu entendo que viver com três pessoas “velhas” não é tão atrativo. Mas eu não posso pensar apenas como seu padrinho ou apenas como um auror, nesse caso, um depende do outro. Eu entendo suas necessidades, mas também conheço os limites... O que vocês fizeram foi extremamente perigoso! Não duvido que a Tonks iria te proteger caso fosse necessário nem que ela não tenha tomado precauções, mas entenda que, uma auror recém-formada e uma adolescente não são páreas para comensais com anos de experiência, cruéis e com uma única ordem: te capturar. Não posso e não vou arriscar sua vida, então enquanto estiver aqui, posso protegê-la. A partir do momento em que você sai por aquela porta, sozinha, à noite, eu já não consigo ajudá-la...
– Eu...
– Ainda não terminei. – interrompeu — Violet imagine minha situação! Vocês duas desapareceram à noite, sob o meu nariz. Lupin sabia que a Tonks ia para a casa da mãe, mas não sabia onde era. Ninguém sabe! Se acontecesse alguma coisa com vocês duas, como iam chamar ajuda? Mesmo que mandassem um Patrono, não íamos chegar a tempo e algo terrível poderia acontecer... A casa da Andrômeda é repleta de feitiços de proteção, mas nem mesmo ela poderia impedir caso comensais decidissem invadir a casa e te sequestrar. – suspirou estendendo a mão em minha direção. — Vem aqui...
Aproximei-me e, nesse momento, Alastor fez algo que nunca pensei que faria. Colocou-me em seu colo, como se eu fosse uma criança.
– Eu não gosto de te prender, mas é necessário. – começou novamente. – Nunca mais faça isso, ouviu? Além de se por em perigo, deixou o velho aqui preocupado...
– Eu sei, desculpa... Não vou mais fugir... – falei e, aproximando-me, abracei-o pelo pescoço, sendo retribuída instantaneamente.
– Poxa, você é pesada...
– Hey! – ri levantando-me – Uma hora falam que sou muito pequena, agora você diz que sou pesada... Decidam-se! – falei sentando-me em uma das cadeiras e servindo meu café.
– Bom dia! – cumprimentou Jullie entrando na cozinha – Pelo jeito se entenderam, não?
– Uma palestra é sempre bem vinda... – ironizou Moody. – E o cachorro?
– Dormindo.
– E quanto à Tonks? – perguntei.
– Ela dormiu na casa da mãe, e o Lupin ficou aqui... – suspirou a ruiva. – Violet, falei com a Meryl ontem e ela me disse que a Alessa ficará com a Sophie até voltarem para Hogwarts...
– Agora você não tem mais uma parceira de crimes... – comentou Sirius descendo as escadas com Lupin e logo depois beijando Jullie.
– Poxa, isso é maldade... – brinquei – Mas não se preocupe, prometo que apronto alguma antes de ir para você não sentir saudades...
– Era bom demais para ser verdade... – reclamou ele.
O restante da semana foi tranquilo e, depois que Jullie me disse que os alunos acima de dezessete anos poderiam aprender aparatação depois do natal, passei a ler livros sobre o assunto. Tonks voltou uma vez, mas ainda não era totalmente bem vinda, afinal, Alastor quase a fuzilou com os olhos e Lupin desapareceu, de novo.
Com o fim do natal, Tonks voltou para a sede da Ordem para me levar à Hogwarts. Inicialmente pensei que teríamos que ir até a estação e pegar o trem, mas Dumbledore conectou a lareira da casa com a de sua sala, na escola. Foi na manhã de 3 de janeiro que passamos pela lareira e voltamos à Hogwarts.
– Desculpe Violet, eu não imaginava que nossa aventura teria problemas sérios... – disse Tonks enquanto me acompanhava ao Salão Comunal.
– Não se preocupe...
– Você e o Moody brigaram! É claro que me preocupo...
– Nós brigamos à noite, mas pela manhã conversamos e agora está tudo bem... – respondi – Da próxima voltaremos mais cedo...
– Próxima? – surpreendeu-se – Se acontecer uma próxima ele me estupora! Não, obrigada.
– Exagerada... – ri.
– Bom, eu fico por aqui... – disse assim que chegamos em frente à entrada do Salão Comunal. – Te vejo nas rondas...
– Até depois Tonks...
– Dora. – respondeu – Pode me chamar de Dora agora... Acho que sofrer juntas é um bom começo de amizade...
– Claro... – ri – Até depois, Dora. – respondi entrando no salão, porém, mal coloquei o pé para dentro e braços me puxaram.
– Violet!!! – gritou Gemma – Tive tantas ideias para os jogos!!
– Hey, vai com calma... – ri – Olá, primeiro...
– Olá. – respondeu – Você não foi à festa na casa da Ministra?
– Não.
– Então temos tanto que conversar!! As meninas estão lá em cima, vamos?
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