Notas iniciais
Voltei!!!! Emoções fortes nesse capítulo hein...

Capítulo 13 – I’m Not a Child!

“Eu não sou uma criança!”

– NARRAÇÃO – natal de 1996 —

– Então faz o seguinte, sobe, troca de roupa e coloca algum casaco ou capa. Daqui a pouco eu subo e nós fugimos.

– Depois o Alastor fala que eu sou rebelde, e quanto a você? – ironizou Violet levantando-se e indo para a cozinha, onde todos estavam conversando – Gente, já vou indo...

– Essa é a primeira vez que você dorme cedo, está doente pirralha?

– Não, estou cansada, é diferente – respondeu ela parando logo atrás da cadeira do padrinho e passando os braços sobre o pescoço do mesmo.

– O que está aprontando hein? – perguntou acariciando o braço da menina distraidamente.

– Poxa, vocês tem uma péssima imagem de mim... – reclamou ela apoiando o queixo sobre a cabeça de Alastor – Mas agora eu vou dormir, feliz natal Alastor – disse beijando sua bochecha – Feliz natal pessoal, até amanhã...

Violet despediu-se de todos e logo subiu, trocando suas roupas de ficar em casa por um bom conjunto de inverno. Por volta de 21 horas, Violet desceu cuidadosamente as escadas e encontrou-se com Tonks, que a esperava na entrada. Moody, Sirius e Jullie estavam na cozinha conversando, portanto, não perceberam quando a porta da casa foi aberta e por ela duas garotas saíram.

Violet estava nervosa, afinal nunca havia fugido de casa antes. Tudo bem, talvez ela já tenha fugido uma vez, quando discutiu com Bellatrix e deixou o Internato, mas na época não havia motivos para voltar ou sentir medo.

– Como vamos?

– Vamos aparatar. – respondeu Tonks estendendo o braço para Violet, que segurou-o imediatamente.

Logo após o incômodo comum à aparatação, Violet viu-se em uma rua escura repleta de árvores e iluminada apenas pela luz da lua e alguns postes de iluminação, o que deixou claro se tratar de uma vila trouxa.

– Violet -

– Onde estamos?

– Amsterdã, Holanda.

– Uau... – sussurrei olhando melhor ao redor.

Apesar de já passar das nove, a lua brilhava no imenso céu escuro, e aliada aos postes de iluminação trouxa, criavam uma mescla de luzes no lago, que aparentemente fora a base para a construção da cidade. A cada sobrado ultrapassado, Tonks caminhava com um enorme sorriso no rosto, evidência clara de que tivera uma história naquele lugar.

Nesse momento me perguntei qual era o meu lugar. Tonks tinha a casa da mãe, situada em uma vila incrível da Holanda, sendo que cada lugarzinho dali parecia lembrá-la de algo bom. E quanto à mim? Qual lugar do mundo eu passaria e pensaria: “uau... eu morei aqui, tenho boas memórias daqui!”

Passei quase minha vida toda em um Internato. Tenho boas lembranças, é claro, mas são poucas comparadas às ruins. Talvez Hogwarts seja o lugar pelo qual olharei um dia e sentirei saudades. Mas não é como se um dia eu simplesmente passe por perto de Hogwarts.

– Chegamos. – avisou Tonks tirando-me de meus devaneios.

Estávamos em frente à um dos sobrados próximos ao porto, onde alguns barcos repousavam. Era um lugar realmente calmo e encantador. Tonks então tocou a campainha e, momentos depois, a porta foi aberta.

– Dora! Que bom que veio... – exclamou uma mulher de estatura média, cabelos e olhos castanhos escuros e um semblante calmo. – Vamos, entrem!

– Mamãe, essa é uma amiga minha, Violet Snape... – disse Tonks apontando-me assim que entramos na casa, repentinamente mais aquecida e aconchegante.

– É um prazer conhecê-la Sra. Tonks... – comecei.

– Apenas Andrômeda, querida, por favor... – interrompeu com um sorriso amigável – Fico feliz que você finalmente me apresentou algum amigo, Dora...

– Estava na hora não? – brincou Tonks sorrindo também enquanto recebia um caloroso abraço. – Já volto, preciso ir ao banheiro...

– Dora!

– Certo, toalete, desculpe... – ironizou Tonks enquanto subia as escadas — Não liga para isso Violet, ela é fissurada em boa educação...

– Eu recebi uma e você também, portanto use-a! – exclamou antes de Tonks desaparecer no andar de cima. – Se importa de me ajudar na cozinha? Vocês chegaram mais cedo do que imaginei...

Como essa mulher pode ser irmã de Bellatrix e Narcissa? Elas são tão diferentes!

– Ah, claro... – concordei.

– Então... Snape. – comentou Andrômeda caminhando até a cozinha ao meu lado – Você é filha do Severo?

– Sim. – respondi.

– Você realmente é parecida com a mãe dele, Eileen...

– A senhora... Desculpe. Você... – corrigi depois de Andrômeda lançar-me um olhar reprovador – Você a conheceu?

– Não, mas minha irmã conheceu, ela me falava muito da Sra. Snape... De como era bonita, inteligente, educada... – respondeu abrindo um dos armários e entregando-me alguns pratos.

– Sua irmã? – perguntei, porém, Andrômeda parou imediatamente – Desculpe, eu não queria... Eu sei o que aconteceu entre vocês três e não queria trazer más lembranças...

– Não se preocupe querida, está tudo bem... – sorriu abrindo um forno elétrico enquanto eu colocava os pratos na mesa – É só um pouco triste lembrar de coisas boas que perdemos. Eu não tenho mágoa delas, apesar de tudo... Fomos criadas desse modo, especialmente as duas. Mas agora fiquei curiosa, o que sabe sobre nós?

– Tonks me falou que vocês eram unidas e que, depois de engravidar, foi deserdada dos Black e se casou com o Sr. Tonks... – respondi ajeitando os guardanapos – E eu entendo o que disse sobre as coisas boas e ruins...

– Você não é muito jovem para dizer isso? – comentou delicadamente enquanto colocava alguns recipientes fechados sobre a mesa.

– Eu também tenho boas lembranças da Bellatrix, mas ao mesmo tempo tenho as ruins... E uma não exclui a outra. Às vezes penso nas coisas boas que perdemos...

Bella? – estranhou.

– Você não sabe? – surpreendi-me.

– Deveria?

– Não é que... Desculpe, pensei que a Tonks tivesse comentado algo...

– Não, ela não comentou. – respondeu repentinamente séria, encostando-se à bancada da mesa – Mas diga-me, qual a sua história com a minha irmã?

– Bem... Ela é minha mãe adotiva. – respondi.

– Espera... Bellatrix Lestrange adotou uma criança? – surpreendeu-se. – E vocês são... como mãe e filha mesmo? Quer dizer... Me desculpe, mas eu não consigo imaginar a Bella cuidando de uma criança, ela nunca foi maternal...

– Não, tudo bem... É estranho mesmo... – concordei rindo suavemente – Ela me adotou quando eu tinha cinco anos e me criou até eu entrar em Hogwarts.

– Então você não conhecia seu pai?

– Desculpe a pergunta, mas você não acompanha as matérias do Profeta Diário?

– Não... Logo depois que Você-Sabe-Quem foi derrotado eu optei me excluir do mundo bruxo. É claro que, vez ou outra, eu ia até o Beco Diagonal para fazer algumas compras, mas não costumo acompanhar as noticias dos bruxos. Se há algo errado Dora ou Dumbledore me avisam... Por quê?

– Porque desde o 4º ano sou o assunto preferido de Rita Skeeter, então fora o fato relacionado à Bellatrix, praticamente minha vida inteira está nas páginas do Profeta Diário...

– Mamãe! Já colocou a Violet para trabalhar? – exclamou Tonks aparecendo repentinamente.

– Ela é uma garota muito educada e está me ajudando, coisa que a senhorita deveria fazer... – brincou Andrômeda, dispersando totalmente o assunto “mãe Bellatrix”. – Sentem-se, só vou pegar uma coisinha e já volto...

– Uau, vocês já estão bem próximas não? – comentou Tonks logo depois que a mãe deixou a cozinha.

– Sua mãe é bem simpática, não dá para acreditar que ela seja irmã de Bellatrix e Narcissa...

– É, eu sei... Bellatrix é cruel e Narcissa é egocêntrica. Minha mãe já é mais normal... – riu.

– Sabe que falar dos outros pelas costas é falta de respeito Dora... – comentou Andrômeda voltando para a cozinha com uma garrafa nas mãos. – Esse é o melhor suco que já encontrei no mundo trouxa. Infelizmente não chega nem perto dos que são servidos em Hogwarts, mas são muito bons. – disse sentando-se. – Violet, em qual ano está?

– Sexto.

– Oh, o sexto é um dos mais calmos... Depois da pressão com as provas do quinto, o sexto é um descanso para a calamidade que será o sétimo.

– Isso é verdade, as detenções ficam um pouco piores com o tempo. – comentou Tonks servindo-se — Acredite, eu sei o que eu falo.

– Você por acaso tinha muitas detenções? – perguntei desconfiada.

– Não.

– Dora.

– Algumas...

– Dora.

– Tudo bem, foram várias... – confessou – Eu era muito temperamental e não gostava muito de receber ordens. A maioria das minhas detenções foi com a McGonagall... Só não tive com o seu pai porque ele dava medo...

– As detenções dele não são tão ruins... – respondi servindo-me também – Você só precisa organizar alguns ingredientes ou preparar poções...

– Você também tem detenções?

– Ela foi recordista em detenções ano passado – respondeu Tonks por mim.

– Mas esse ano não peguei nenhuma.

– Ainda. – riu ela.

– Certo, ainda. – concordei rindo.

– Merlin, agora entendi porque são amigas... As duas amam desrespeitar as regras! – comentou Andrômeda – Me admira que seu pai não faça nada para te impedir...

– Ele tenta... – respondi – Mas nesse aspecto eu não sou muito...receptiva.

– Gênio forte. – interrompeu Tonks – Você reclama de mim mãe, mas ela é terrível! Imagine o que o Snape sofreu nos últimos 3 anos...

– Ele não pode reclamar, temos o mesmo gênio. – falei.

O restante do jantar foi extremamente agradável. Andrômeda era muito educada e algo me dizia que ela já tinha sido muito espoleta e hiperativa na adolescência. Conversamos sobre tudo que se possa imaginar, e até mesmo o assunto da guerra chegou. Andrômeda tinha a mente aberta e inúmeras soluções para os problemas da sociedade, mas a melhor parte da noite foi realmente as assistir a interação entre mãe e filha.

Ver Tonks se dar tão bem com Andrômeda e assistir uma reciprocidade de sentimentos me trouxe uma grande melancolia, pois eu sabia que nunca teria algo daquele tipo, e isso ainda era um vazio que dificilmente seria preenchido, pois apesar de ter bons momentos, eu nunca tive a mesma relação com a Bellatrix e muito menos com a Lillian.

A noite terminou oficialmente quando percebemos que já passava de meia noite e a Sra. Tonks descobriu que fugimos da sede da Ordem. Andrômeda despediu-se de mim com um breve abraço e logo Tonks e eu caminhávamos pela rua escura de Amsterdã. Aparatamos em segurança e finalmente chegamos ao Largo Grimmauld, 12.

– Vamos receber uma grande bronca não vamos? – perguntou Tonks parada em frente à casa.

– Duvido que o Alastor não tenha percebido que desaparecemos... – gemi – E não reclame, a ideia foi sua...

– É, eu sei... Só não imaginei que voltaríamos tarde... – deu de ombros – Foi bom te conhecer Violet...

– Digo o mesmo. – respondi enquanto Tonks abria a porta e entrava.

A casa estava aparentemente escura e uma discussão era ouvida na sala de visitas.

– Isso não é bom... – sussurrei – Não é nada bom...

– Com certeza não. – concordou Alastor, aparecendo logo atrás de nós duas com Jullie, Sirius e Lupin. – Onde estavam e o que deu nessa cabeça oca de vocês para fugirem?!

– Estávamos na casa da minha mãe. – respondeu Tonks – Ela me convidou para jantar e eu chamei a Violet.

– Você ficou louca? Tem ideia do perigo que foi? – começou Alastor um tanto nervoso – Tem ideia da idiotice que fizeram hoje?!

– Não foi nada de mais! Estamos bem!

– Sorte! – rebateu ele – Vocês duas saíram no meio da noite, de um lugar que deveria ser secreto, deram um passeio na rua normalmente, passaram a noite toda na casa de Andrômeda e agora voltam com essa cara de pau me dizendo que não foi nada de mais?! Acham que sou idiota?!

– Eu sei que o que fizemos foi errado, mas se eu pedisse você não ia deixar! – argumentei.

– É claro que não! É loucura!

– Eu estou bem! Não aconteceu nada comigo e a Tonks cuidou muito bem de mim, ela tomou as medidas necessárias e me deu uma noite incrível!

– Não interessa como foi essa “noite incrível”, o que interessa é que você me desobedeceu e fugiu no meio da noite como se fosse uma criminosa! Você se colocou em risco!

– Eu estava com um membro da Ordem que também é auror!

– De que adianta dois títulos se ela não tem responsabilidade?! – explodiu Alastor enquanto Jullie abraçava Tonks pelos ombros e Sirius e Lupin nos observavam.

– Não foi você que disse uma vez que eu sou como um pássaro? “Não se pode prender um pássaro e ainda pedir que ele seja feliz...” – repeti surpreendendo-o. – Eu ouvi tudo que disse aquela noite, e eu concordo com você, não posso e não consigo ficar presa por muito tempo! Não nasci para ser contida!

– Acontece que você tem dezessete anos! É praticamente uma criança e ainda não tem responsabilidade para se virar sozinha! — respondeu ele – E para isso estou aqui, para cuidar de você e evitar que fugas como a de hoje não aconteçam! O que vocês fariam se algum comensal descobrisse que estavam sozinhas na rua e atacassem? Nós não sabíamos onde estavam, e mesmo o Lupin acreditando que provavelmente foram para a casa da Andrômeda, não sabemos onde é! Como iam se defender?

– Duelando. Não é para isso que um auror estuda anos? Não é isso que eu aprendi na escola?!

– Ah claro, uma auror recém-formada irresponsável e uma garota de dezessete anos contra comensais com anos de experiência e maldições prontas para serem usadas!

– Não me trate como uma criança, porque eu não sou! – exclamei – Eu já duelei com Voldemort e já enfrentei uma comensal antes, não sou idiota!

– Mas foi irresponsável! Toda liberdade tem um limite, e se para te manter viva e segura eu preciso te prender nessa casa, é isso que vou fazer! E não se atreva a fugir novamente, porque da próxima será bem pior!

– Você não é meu pai para me dizer o que tenho ou não de fazer! – exclamei irritada, porém, segundo depois me arrependi do que disse. Alastor ficou claramente aborrecido e sua expressão passou de raiva para mágoa.

– NARRAÇÃO —

– Tem razão, não sou seu pai. Sou apenas um ex-auror velho e ranzinza. – respondeu calmamente – Acontece que, enquanto seu pai não estiver aqui para te impor limites, eu estou. E vou fazer isso, você querendo ou não.

– Alastor... – tentou Violet, porém, foi interrompida pelo padrinho.

– Amanhã mando uma carta para ele e vocês conversam. Vá para o seu quarto.

– Alastor...

Agora.

A garota não teve outra opção a não ser obedecer ao padrinho. Seguida por Jullie, Violet subiu as escadas e logo trancou-se em seu quarto.

– Moody... – tentou Sirius.

– Nem tente. – interrompeu deixando a sala e também subindo as escadas até seu próprio quarto, deixando Sirius, Lupin e Tonks, que chorava, sozinhos.

– Nunca pensei que veria isso... – comentou Sirius – O Moody ficou claramente magoado pelo que a Violet disse...

– Satisfeita Tonks? – perguntou Lupin.

– Eu não pensei que acabaria assim... – soluçou Tonks – Eu só queria tirar a Violet dessa casa e dar uma noite diferente à ela...

– Você é jovem e imatura, nunca pensa nas consequências... – acusou Lupin, irritando Tonks – Ainda não tem experiência e age como uma adolescente que...

– CHEGA! – exclamou Tonks, deixando involuntariamente o cabelo vermelho fogo e surpreendendo os homens, não acostumados a verem-na gritar – Eu não sou estúpida para tirá-la daqui sem nenhuma precaução! Sou uma auror e sei muito bem me defender! Será que essa é a sua única desculpa? Minha idade?! Mas que droga Lupin, eu te amo! Só que você é idiota o bastante para simplesmente ignorar isso e dizer que é muito velho ou perigoso. Eu não me importo e é só você que não enxerga isso!

Lupin ficou sem palavras e Sirius segurou-se para não concordar, afinal, ela estava certa.

– Não estamos falando desse assunto...

– Nós nunca estamos. – respondeu ela ressentida – Para tudo relacionado à mim você tem uma única desculpa: minha idade. Tenho 21 anos, não quinze! Não sou mais criança e não me interessa se você é mais velho ou a droga de um lobisomem! Se eu tivesse 40 anos, o que você diria? Que sou imatura e não penso nas consequências?! Impulsiva? Arranja outra desculpa porque essa já não me convence. Não importa quantos anos eu tenha, eu sempre serei imatura para você. – avisou limpando as lágrimas e recompondo-se – Eu vou dormir na casa da minha mãe, se precisarem de alguma coisa Dumbledore sabe onde encontrá-la. Boa noite Sirius.

– Boa noite... – respondeu ele enquanto Tonks saía pela porta e a fechava fortemente. – Sabe Remo, ela está certa...

– Você também não... – reclamou Lupin sentando-se no sofá e cobrindo o rosto com as mãos.

– Diferença de idade é o de menos... Veja o meu caso. Jullie é alguns anos mais velha que eu e isso não é impedimento nenhum em nossa relação! Nós nos amamos, e é por isso que dá certo...

– A situação é diferente! Eu sou um lobisomem! Posso machucá-la a qualquer momento em alguma noite de lua cheia, posso matá-la! Ela merece alguém mais novo, com o espírito jovem e normal...

– Nós não escolhemos quem amamos, e o amor não é perfeito! – argumentou Sirius – Pensa nisso Remo, fugir dela só vai piorar as coisas, além de ficar do jeito que está agora, vai magoá-la ainda mais... Viva esse amor enquanto ainda pode, porque se ela te superar e encontrar outra pessoa que a faça feliz, você vai se arrepender pelo resto de sua vida. Ela não vai te esperar para sempre...

Notas finais
Então... O que acharam de Andrômeda Tonks? Violet e Moody, quem está mais certo ou mais errado? E Lupin e Tonks? O que acontece daqui para frente? Tudo isso, no globo repórter... rsrsrs Brincadeira! ------------------- Capítulo 14 – We are a Family (...) - Não! Vocês estão loucos... Isso não é verdade... – murmurei afastando-me – Você! Você é um comensal? - Sempre fui. – respondeu Snape (...) ------------------- Nos vemos no próximo capítulo então! Bjjss e até depois!