Secreto
6 Capítulo 6 - Ilusões.
Capítulo 6 — Ilusões

06 de Julho de 1985 02h35min
—Diga, você sabia... Que cada jogo tem suas regras? – Lhe perguntou Peter Withe
— Regras são feitas para serem quebradas – Um coelho fofo respondia a pergunta de Peter.
— Existem regras para aqueles que não jogam o jogo, também. — Peter e o Coelho fofo falavam em conjunto, olhavam fixamente em seus olhos -Aguardo sua participação. Você não pode recusar.
— Então... Que comece o jogo. – O rapaz de olhos escuros, possuía um tapa olho falou baixo em seu ouvido.
Kagome havia se assustado com seu sonho. Então acordou bruscamente e se sentou sobre a cama, sentiu que sua testa suava frio, não gostava de sonhos sem sentido. Não conseguia voltar a dormir, se revirava de um lado a outro da cama, por mais que sentisse que deveria dormir não conseguia. As perguntas sem resposta não paravam de vir a sua cabeça.
Decidiu que deveria sair um pouco do quarto e tomar um ar, seria a melhor coisa a se fazer.
Kagome se levantou da cama, estava vestida com uma camisola de seda de alcinha, ela era da cor azul, um azul bem claro, não era transparente, seu tecido era gelado, mas mesmo com isso, Kagome ainda sentia o suor por seu corpo, sua camisola ia até metade de suas coxas bem torneadas, se ela se encontrasse com alguns dos rapazes com toda certeza, ficaria com muita vergonha. Preferiu ir em direção à cozinha. Talvez tomar algo gelado a ajudaria a voltar adormecer.
Na ponta dos pés ela saiu de seu quarto, se deparou com o corredor totalmente escuro, somente a luz da lua iluminava aquele local, ela continuou caminhando, observou os quadros nas paredes que, pareciam a observar, sentiu um calafrio lhe percorrer a espinha, Kagome estava assustada. Decidiu descer as escadas de uma vez e ir à cozinha, quanto mais rápido fosse mais rápido retornaria.
E foi exatamente o que a garota fez, correu as escadas e entrou na cozinha, só não esperava se deparar com a figura de cabelos prateados de braços cruzados encostado a pia da mesma. Engoliu em seco ao lembrar-se que estava vestida somente com a camisola fina.
—Não consegue dormir? – Perguntou ele ao ver a figura da garota adentrar no local.
—Infelizmente não – Ela respondeu – Eu vim tomar um copo de água...
—Pesadelos? – Perguntou novamente sem a encarar, ele sentia o cheiro de desconforto emanando de Kagome.
—Normalmente os tenho, mas esse foi... Diferente. – Ela respondeu pegando a água que tanto desejava. – Sonhei com jogo e regras.
—Nossos sonhos despertam nossos desejos ocultos – Ele começou – Talvez devesse jogar o tal jogo, querida Alice. – Ele colocou o par de olhos âmbares sobre a garota a sua frente.
—Não... Eles estavam me explicando sobre o jogo. Creio que não tenho interesse em jogos. Mal consigo seguir as regras da minha própria vida, quem dirá deste jogo que eles falam em meus sonhos. – Ela deu as costas. – Irei voltar ao meu quarto. – Foi então que ela sentiu novamente o arrepio.
—Sentiu isso? – Perguntou Inuyasha
—Sim... E não é a primeira vez que sinto esse arrepio – Ela contou, sentindo novamente o arrepio crescer.
—Deve estar aqui. – O Rapaz apertou seus dentes, já puxando sua espada da bainha. Sabia que algo iria acontecer naquele recinto a qualquer momento.
—Pare de me assustar – Sussurrou Kagome – Odeio ficar com esse pressentimento.
—Apenas fique calada.
Foi então que uma sombra surgiu na janela, ela possuía formato de uma garota, Kagome congelou ao ver sua expressão ficar demoníaca na janela.
—Só pode ser uma coisa... – Inuyasha começou – Ela já sabe que você está aqui.
—Ela quem? – E voltaram novamente às perguntas que não se obtinha respostas, seria a rainha de copas?
—Finja que não acredita nessa ilusão, ela irá embora assim que se cansar de esperar o seu desespero.
—A... LI... CE... – A sombra na janela arranhava o vidro, enquanto soltava risadas demoníacas, Kagome começava a tremer, por mais que tentasse achar que aquilo não era real era impossível. Ela possuía o mesmo corpo de Alice, mesma silhueta, eram muito semelhantes.
—Acho que não consigo – Ela arregalou seus olhos – Isso é muito para o meu psicológico muito abalado.
E então alguém adentrou a cozinha, Kagome se virou e pode ouvir o barulho do disparo quebrar a janela, a garota sombra havia se desfeito por completo, não ficando nem suas cinzas no local. Kagome soltou sua respiração, o que ela já prendia á algum tempo sem nem ao menos saber que fazia isso.
— Resolvido... Tudo tão simples. – Blood guardou sua arma e olhou para os dois parados na cozinha. – Atrapalho algo?
—Tirando o fato de assustar a Alice, não, em nada. – Inuyasha respondeu em um tom completamente normal.
—O que... Era aquilo? – Sentiu seu corpo ceder, se não fosse por Blood a segura-lá iria direto ao chão.
—Alice? – Blood chamou, mas ela só conseguiu ver seus olhos se misturando a escuridão que se formava a sua frente.
06 de Julho de 1985 09h05min
—Assim mesmo, dois passos para trás, dois para frente, CUIDADO! – Blood dizia a Kagome enquanto a ensinava a dançar.
—Eu estou tentando, mas é impossível dançar sem tocar em você – Retrucava tentando acompanhar o rapaz a sua frente. – Dança estranha.
—Não fale bobagens Alice – Repreendeu Inuyasha – Está é a dança mais majestosa de nossa Wonderland. – Ele se levantou indo em direção a Kagome e Blood, passará na frente de Blood tomando Kagome para dançar consigo – Veja que até um cavaleiro da rainha branca sabe conduzir uma dama melhor que você, mero chapeleiro. – Inuyasha fazia os passos, ele conseguia fazer Kagome rodopiar e levantar a mão conforme a sua sem a tocar e sem abrir os lábios, Inuyasha sabia conduzir uma dança como ninguém.
—Realmente Inuyasha conduz melhor – Kagome sorriu perante a situação. – Então, nosso plano é este?
—Exatamente – Blood confirmou – Iremos dançar desta maneira e quando todos estiverem intertidos, você e Inuyasha iram procurar pela espada. Eu acredito que a mesma esteja escondida nos aposentos de vossa majestade, mas temos que tomar cuidado. Não sabemos o que a Rainha esconde.
—Cuidado! – Inuyasha segurou Kagome pela cintura evitando que a mesma tropeçasse em seus próprios pés – Pode ficar tonta.
—Pode deixar comigo Inuyasha – Blood caminhou até os dois, tomando Kagome para si – Eu cuido de Alice.
—PAREM OS DOIS! – Kagome gritou – MEU NOME É KAGOME! Chamem-me por meu nome.
—Mas nós chamamos, Alice é seu nome aqui. – Blood sorriu.
—Estou cansada disto – Bufou, levou uma das mãos a franja e a bagunçou um pouco, estava confusa, assim que seus pensamentos se recolocaram nos lugares corretos se colocou a falar – Certo, encontraremos o esconderijo e depois?
—Roubamos a vorpal e fugimos. – Inuyasha falou num tom natural, como se fosse à coisa mais fácil de todo o mundo.
—Espero que seja tão fácil quanto suas palavras – Kagome se sentou no chão observando os dois rapazes a sua frente. – Blood... – Chamou Kagome.
—Sim, Alice. – Ele a respondeu
—O que Elliot quis dizer quando disse que você e Petter me amam? – foi direta.
—Disse o sentido da frase em si – Respondeu Inuyasha – Estes dois brigam desde seu nascimento pelo seu coração Alice, você não se lembra, mas eu consigo me lembrar .
—INUYASHA ! Eu estou falando com Blood – A garota agora estava mais confusa que antes.
—Somente o poupei de gastar suas palavras contigo. – Inuyasha a respondeu com naturalidade.
—Isso me lembra... Porque seus empregados não possuem rosto? – Kagome mudará de assunto tão rápido que pegará Blood de surpresa.
—Somos divididos em “CARTAS SEM ROSTO” os quais não possuem papeis titulares e “DETENTORES DE PAPEIS” os quais são titulares, como pode ver Blood e eu possuímos rosto, assim como Elliot, Peter e os demais. Somos somente cartas, a qualquer momento podemos morrer e virar relógios as quais, Julius tenta concertar para que voltemos. – Inuyasha tratava do assunto naturalmente, Blood odiava ser cortado, as palavras estavam sendo dirigidas a ele não a Inuyasha.
—Espera! – Ela pediu – São muitas coisas confusas que acontecem nessas terras. Quem é Julius? Um tipo de bruxo?
—Digamos que ele é um rapaz que “salva” nossas vidas mas está mais para um coveiro pois, existem relógios que não podem ser concertados – Completou Inuyasha – Mas não se preocupe com isso agora. Terá todo tempo do mundo para isso... Tem que se preocupar com sua primeira missão que a ajudará a voltar a seu lar. – Os olhos de Kagome se voltaram para Inuyasha, isso sim a interessava de mais – Recuperar a espada vorpal.
06 de Julho de 1985 14h35min
Continuavam a dançar a valsa tão estranha, intitulada assim pela “forasteira Alice”. Não estendia porque daqueles movimentos tão esquisitos. Mas Inuyasha a guiava tão bem que fora uma questão de tempo até pegar bem seus passos.
— Sinto que agora conseguirá acompanhar Blood. — o rapaz deu passagem para que o próximo a tomasse para dançar.
— Claramente, vejo que deu desempenho é inigualável — Kagome continuava séria, queria sair dali e se a única forma era dançar naquele baile esquisito assim ela faria. — Pronta? -perguntou Blood a tirando de seus pensamentos.
Acenou positivo com sua cabeça, então começaram, Kagome dava dois passos para frente e Blood dava três para trás, não poderiam tocar seus corpos, Kagome deu um leve rodopio, o que fez com que Blood mudasse seus passos. Ela havia entendido como tudo funcionava, foi então que ele fez um pequeno aceno com sua cabeça, sabia que a partir daquele momento algo iria mudar.
Inuyasha se aproximou da garota trocando de lugar com o rapaz que a conduzia e dessa maneira Blood foi até suas armas e pegou as espadas.
Kagome continuou a ser guiada por Inuyasha, sentia que logo teriam de se ''separar'' da multidão invisível, foi o que fizeram, dançando conseguiram se misturar e sair do encontro de olhos de todos. Inuyasha pegou um caminho diferente pelo corredor, Kagome ficou sozinha. Desembainhou sua espada, estava em alerta. Abriu uma das portas e pode se deparar com o chapeleiro sentado a observar.
Ele sorriu, seu sorriso era torto, ela estava preparada,ele poderia vir quando quisesse, foi então que tão rápido quanto seus pensamentos ele atacou. Kagome se defendeu, já deduzira o que ele pretendia fazer e não abaixaria sua guarda.
— Não sou tao frágil quanto aparento, caro Blood Dupre — Brincou
—Veremos.
Estranhou o tom de sua voz, ele estaria falando serio? Foi então que ela sentiu o fio da espada de Blood passar raspando por seu rosto. Sim, ele falava serio. Realmente, o chapeleiro era maluco.
Kagome deu dois passos para trás ou seria acertada novamente, já que ele falava sério ela também falaria. Avançou em sua direção, suas espadas cantavam alto. Até que ele a segurará no alto, ela sabia que se ele quisesse poderia a desarmar o quanto antes. Para evitar que tal coisa acontecesse ela chutou sua perna direita fazendo com que o chapeleiro caísse de Joelhos. O que a deu vantagem, logo, levou sua espada ao pescoço dele, olhou por cima do mesmo encerrando seus olhos.
—Venci — disse já vitoriosa.
—Nada mal para uma forasteira — sorriu. — veremos se dirá o mesmo quando travar a batalha contra o terrível monstro que guarda a espada.
—Pode ter certeza que sim — sorriu. — Onde está Inuyasha? — Perguntou ao notar que o rapaz não viera fazer sua parte do plano.
— Deve estar a descansar, passamos maior parte da manha treinando não é mesmo?- ele a lembrou – Na verdade, todos nós precisamos de descanso.
06 de Julho de 1985 19h21min
Observava o céu que se formava em Wonderland, nada parecia fazer sentido. Debruçada sobre a varanda observava as estrelas e pedia para Deus que um dia pudesse voltar para sua casa, sua família... Estava tão distraída que nem prestará atenção ao rapaz que se aproximava.
— Está pensativa, Alice? — O rapaz de madeixas loiras e orelhas pontudas a perguntava ao ver que, estava perdida em pensamentos.
— Oh Elliot, é você — Sorriu ao ver — Desculpe, não havia o percebido. O que o trás aqui? Deveria estar falando com o seu legal amigo Blood Chapeleiro Maluco Dupre. — Ironizou
— Blood é boa pessoa. Confio nele.
— Percebo. — Concordava ao se lembrar de certo fato ocorrido na parte da tarde daquele mesmo dia, onde, Blood brincava de tiro ao alvo tentando acertar uma maça que se encontrava no topo da cabeça de Elliot.
— Não seja tão cruel Alice, as coisas irão mudar.
— Espero estar em minha residência quando acontecer — Suspirou — Não queria estar aqui Elliot. Minha vida parecia estar voltando ao normal até que BOOM, estou eu aqui nesse país que nem faço ideia de onde fica, com criaturas estranhas e doidas.
— Logo tudo voltará ao normal, basta fazer as missões.
— Me conte Elliot, como é saber que ao morrer virará um relógio? — Estava curiosa quando ao que Inuyasha lhe dissera.
— Hum, então já lhe contaram? ... Normal. Não era assim que deveria me sentir? — Perguntou arqueando uma de suas sobrancelhas, Kagome observou seu desdém na pergunta, preferiu não lhe dirigir mais a palavra.
07 de Julho de 1985 11:22min
Mais um dia se passará em Wonderland, e mais confusa as coisas ficavam, Kagome já não sabia se estava acordada ou dormindo, havia conhecido Julius pela manhã, um homem de cabelos longos e escuros, presos com uma fita, era tão ríspido quanto os demais, porém, mais gentil que todos juntos.
Percebeu que o rapaz não se agradava muito de seu serviço, acreditava que ninguém gostaria de fazer o mesmo. Pode conhecer os gêmeos, Tweedle Dee e Tweedle Dum ambos gentis e adoráveis. O que mais a intrigou foi como eles se tornavam de meros adolescentes em dois adoráveis homens e robustos.
O baile seria iniciado após duas semanas daquela data, não estava nem um pouco empolgada, teria que roubar a espada vorpal e se desviar dos guardas sem rosto da rainha vermelha. Isso a assustava. Por mais que quisesse sair dali, isso era assustador, um erro e teria sua cabeça decepada.
Sentiu que alguém chegava por suas costas, ela já imaginava quem era. Só poderia ser Peter White.
— Alice? — Chamou — Lhe procurei por todos os lugares, senti sua falta — Ele a abraçou pelas suas costas, a garota não gostou nada da atitude do coelho, logo, lhe deu uma cotovelada no estomago fazendo com que o mesmo a solta-se.
— Desculpe Peter — Começou — Mas não gosto desse tipo de intimidade.
Foi então que Peter se transformou em uma forma mais bonita de coelho, era fofo , e num estralo ela se lembrará do sonho que tivera na primeira noite que ficará na mansão do chapeleiro. Deu dois passos para trás.
— E agora? Pode me abraçar? — Ele estendeu os braços em direção a Kagome, a mesma abriu seus lábios e disse em tom calmo.
— Eu preciso ir.
Kagome correu em direção à mansão, deixando Peter White sozinho e abandonado entre as arvores do local.
07 de Julho de 1985 14:32min
Estavam todos conversando na sala de Blood Dupre. Os gêmeos, Julius, Peter, Inuyasha, Elliot e ate mesmo o próprio chapeleiro. Kagome se sentia desconfortável com toda aquela situação. Queria ir embora, queria sua casa.
Decidiu então ir até a varanda para poder descansar. Dentro de dias sua vida mudará, tudo estava de ponta cabeça. Ela não conseguia entender como tudo conseguia mudar tão rapidamente.
Ao chegar à varanda encostou-se à mesma e ficou observando o passar da tarde. Estava cansada de tudo e de todos. Quando finalmente pensou que descansaria aconteceu tudo de novo. Sua vida estava novamente uma lastima. Queria despertar daquele sonho profundo, mas lhe parecia impossível.
— No que pensa?- pergunto o chapeleiro se aproximando.
—Que eu só queria estar em casa agora — soltou um suspiro demorado.
— Não se preocupe , quando tudo acabar poderá ir para casa. -sorriu.
—Espero que sim.
07 de Julho de 1985 21:20min
Estava novamente, ela e seus pensamentos quando a figura de Inuyasha adentrou no local. Sábia que algo o rapaz queria, mas não sabia o que poderia ser.
— Que faz? – ele perguntou se aproximando.
— Inuyasha... – Começou – Estou tão perdida – Suspirou – Não sei mais o que pensar sobre tudo isso.
— Então não pense – Ele respondeu – Simples.
— Eu poderia estar em casa, se não fosse você e o maldito valete.
— Somente cumpro ordens cara Alice. – Ele a lembrou novamente.
— Sei disso – Ela sorriu – Lembra-se do sonho? Do jogo?
— Sim.
— Era o Petter... Ele era os dois coelhos. Mas... Quem era o rapaz de tapa olho? Não era o Valete, eu o reconheceria em qualquer lugar.
— Descreva-o pode ser que eu o conheça – Pediu o rapaz.
— Cabelos negros, era alto, possuía um terno azulado, seus cabelos eram até a altura de suas orelhas, ele falava firme...
— Nightmare.
— Que? Pesadelo? ... Sim era um pesadelo, mas...
— Não, o nome dele é Nightmare. Ele é a Lagarta. A qual anteriormente você chamou de absolen, lembra-se?
— Mais um rapaz para a coleção... Ótimo. – Suspirou e sorriu. – Preciso começar a decorar os nomes, vocês são tantos.
— Não se preocupe. No castelo da rainha branca existem mulheres. – Brincou – Deveria estar feliz. Creio que não conhece Boris ainda.
— Boris? Mais um? – Indignada abaixou sua cabeça – Não aguento mais rapazes.
— Ele é o Gato. Ele usa um estilo meio esquisito... Mas creio que gostará dele.
—Espero que seja mais normal que vocês todos. – Ela suspirou novamente. Inuyasha levou sua mão até os cabelos longos da garota e os acariciou – Tenha calma, ao se resolverem as coisas você estará de volta.
Ao longe, o chapeleiro observava a cena e não se agradava nada do que via.
And that's all... ?
(E isso é tudo...?)
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