Secret love
34 Afogando a Cobra
E lá estava ela, lá como um urubu em cima da carniça. Leila a bendita prima, a mesma da boate, aquela que estava se esfregando descaradamente em Christian, o meu radar não tinha falhado, aliás, ele nunca falha. A fulaninha estava sentada ao lado do meu irresistivelmente delicioso namorado, e digo irresistivelmente porque hoje ele ainda estava melhor, a personificação do pecado. Vestido com uma polo preta que apertava seus músculos, e aquela barba por fazer, dando vestígios dos pelos grossos ficando quase verdes em sua pele, dando aquela aparência de macho bruto rústico que fazia eu perder o rumo, o cabelo meio caído sobre a testa que com certeza ainda estava molhado, devido ao banho que tinha tomado, pois alguns minutos antes quando fui fazer minha higiene seu cheiro másculo estava alojado em cada canto daquele banheiro, me pego pensando em pular em seu colo e depois rebolar em seu membro grande e grosso duramente enquanto encravo minhas mãos pelas laterais de sua cabeça sentido o macio dos fios de seus cabelos embolando-os em meus dedos, eu friccionando minha buceta por cima daquele pau gostoso deixando ela melar e umedecer o tecido fino da calcinha, aperto minhas pernas tentando conter o desconforto que só de imaginar todas esses cenas deixou minha fenda pulsando. Do alto da escada dava para velos, todos á mesa da sala, alegres. Carrick e Grace conversando algo com os avós de Christian, Bebel sentada no colo de Mia brincando de enrolar mechas do seu cabelo, Ian conversando com Kathy e Elliot, Alex inacreditavelmente animado depois da noite de ontem explicando algo que parecia ser muito interessante para José, devido aos ânimos de ambos deveria ser interessante mesmo. Tudo ocorrendo normalmente, como um café da manhã entre família e amigos deveria ocorrer, sabe aqueles comercias de margarina? Era quase aquilo, a cena perfeita tudo na paz e feliz exceto pelo fato de uma filha da puta com as unhas incrivelmente vermelhas num tom sangue e afiadas como uma faca se enfiando nos braços do meu homem, que estavam apertados de uma forma perturbadora naquela camiseta. vi tudo isso perfeitamente de onde eu estava, com a minha visão de águia de super namorada, e mais uma vez nessa história se passava um filme de terror em minha cabeça, a vontade de retalhar todo corpo daquela vagabunda e pendurar suas partes em praça pública era imensa.
—Ana querida junte-se a nós — Grace diz me tirando do transe em que eu me encontrava.
Desci os degraus da escada olhando fixamente para o lado onde meu namorado estava à filha da puta da prima não se incomodou com a minha presença parece até que se grudou ainda mais em Christian, ele por sua vez olhava para mim com um enorme sorriso, mas se ele acha que aquela arcada dentária vai me fazer esquecer do que vi esta muito enganado! quero saber Porquê ele deixou essa puta quase subir em seu colo e se esfregar parecendo um gato.
—Amor já ia te buscar achei que você tivesse entrado em coma — Christian diz com humor se levantando e puxando uma cadeira para mim.
¬_ Que exagero Christian — respondo revirando os olhos — dormi um pouquinho a mais — dou lhe um sorriso fraco.
—Alex tudo bem? – falo para o meu amigo e ele acena que sim com a cabeça – Bom dia a todos desculpe o mau modo.
—Que isso minha filha, fique a vontade – a avo de Christian diz com um amável sorriso nos lábios.
— Christian que falta de educação priminho, não vai me apresentar sua namoradinha? — a biscate ao lado fala com a voz de taquara.
Pense comigo se eu não estava cega de ódio na hora que ela maldita deu ênfase ao inha na palavra namoradinha, eu desejava fazer os ouvidos o nariz os olhos dela sangrarem por ter feito eu escutar aquela merda, soou tão falso igual quando te chamam de flor, querida ou até as vezes amor, coisa de falsiane, acredite me incomodo com isso ao extremo, meus nervos dão nós e mandam informações para meu cérebro na velocidade de um raio, e a mensagem fica repassado que eu mate que eu jogue pedras ou que eu empurre a para um precipício a maldita biscate, porque amiga “eu sou dessas”, psicopata nível Hard level extremo.
—Leila essa é Anastásia minha namorada, Ana essa é Leila minha prima.
—Prazer Ana, Chris nunca havia me falado de você. – Deus me de paciência se não voo pra cima dela.
—Faz pouco tempo que namoramos, pra ser exata uma semana, eu entendo muito bem porque ainda não virei assunto.
Enquanto na mesa todos nos olhos atentamente, sei bem o que esta parecendo uma briga pra ver qual garra é mais afiada, e eu juro que vou passar a minha maior na cara daquela desgraçada.
—Pode fazer uma semana minha linda – Christian diz pega minha mão e beija — mas eu te amo a muito tempo.
—Eu também te amo – olho em seu rosto e digo, e por um minuto esqueço a existência da pessoa u=inconveniente ao seu lado.
—O que você faz Anastásia? – Leila pergunta.
—Sou advogada.
—Hum entendi ... só se for de porta de cadeia – fala baixo.
—O que? – pergunto com o sangue já subindo aos olhos.
—É uma profissão muito bela. – ela diz tentando abafar o que foi falado.
—Você não vai comer amor? – Christian diz tentando mudar o foco da conversa.
—Estou sem fome! — fito Leila alisando ainda o braço de Christian ele por si entende que estou incomodada e se esquiva da prima.
—Só um morango carinho- pega a fruta de uma bandeja e coloca em minha boca.
—Delicioso – digo abocanhando a fruta e mirando seus olhos provocando Leila.
—Delicioso seria eu passar esse morango por todo seu corpo e depois degusta-lo com o seu sabor meu amor — fala sussurrando em meu ouvido causando-me arrepios.
—Chrisss... Vamos à cachoeira hoje o dia está lindo. – a priminha novamente puxa assunto.
—Bem preciso ver com Ana — merda eu estou aqui do lado porque essa lambisgoia faz perguntas como se eu não tivesse aqui.
—Claro que vamos Christian. – jogo um olhar mortal para Leila.
—Papai eu quero ir — Bebel pede.
—você também vai bonequinha.
—Hum... um pouco de agitação — Elliot se anima.
—Ainda bem que eu trouxe biquíni — Kathy diz.
Nos de Licença meninos, os velhos precisam se retirar por um momento.
Os avos de Christian juntamente com os pais saem da sala, e por um momento todos ficamos quietos até que a gralha recomeça.
—A gente podia nadar sem roupa como quando éramos adolescentes primo. — mas que porra! eu vou dar na cara dessa descarada.
—Minha filha está na mesa Leila, tome cuidado com o que fala, isso faz muito tempo e eu nem me lembrava, éramos imaturos demais e se hoje fosse nadar assim seria somente com a minha amada. — toma distraída, adorei a cara de bunda que a atrevida fez.
— Que seja — ela solta.
—Então depois de tomarmos café vamos para a cachoeira, o sol da manhã é o melhor e Bebel não pode ficar muito exposta.
—Esta certo então! — concordo com Christian.
Já no quarto depois de escovar meus dentes tiro toda a minha roupa e coloco meu biquíni branco fio dental, o subo bem, arrumando suas tiras em minha cintura quando sinto duas mãos apertando minha carne me pressionando minhas costas em uma parede de músculos deliciosa.
—Você está extremamente gostosa assim meu amor.
Não consigo me segurar
Não importa o quanto eu esteja tentando
Eu te quero todo para mim
Você é o álcool em metáfora
Então venha, me deixe provar
Como é estar perto de você
Não vou desperdiçar nem uma gota
Você é o álcool em metáfora
—Hummm — solto um gemido gostoso quando Christian esfrega sua ereção em minha bunda.
—Não me tente Sr. Grey , estamos de saída.
—Temos algum tempo senhorita Steel todos estão se arrumando, acho que posso desfrutar de suas curvas nesse indecente biquíni.
Entre todos os baixos e altos
Continuamos fazendo amor
E estou tentando, tentando, tentando
Entre todos os baixos e altos
Continuamos fazendo amor
E estou tentando, tentando, tentando mas eu...
—Não é indecente amor, e eu vou colocar um shortinho.
—Não seria se estivesse em uma pessoa normal, mas em você tudo fica esplendoroso minha princesa.
—Não seja exagerado.
—Não estou sendo, venha aqui minha gostosa, vou te mostrar como você deixa meu pau duro feito uma rocha..
Christian me leva até o banheiro vai mordendo minha orelha no trajeto e apalpando meus seios, assim que chega no cômodo me pega no colo e me senta sobe a bancada de pedra gelada toma meus lábios em um beijo lento extremamente sensual puxa meus seios pra fora do biquíni fazendo eles ficarem apertados e assim parecerem maiores, desce a boca até eles morde um bico enquanto alonga o outro em seu dedo, passa depois sugando forte fazendo eu soltar gemidos, minha buceta já estava lambrecada quase mergulhada em um prazer extremo sentia aquela pontada gostosa no meu clitóris e aquela vontade que Christian o mordesse fazendo o crescer em seus dentes.
Não consigo me segurar
Eu quero tudo, não, nada mais
Não consigo me segurar
Me dê tudo de você, nada mais
Oh, eu, eu quero tudo
Eu quero tudo, eu quero tudo
Não consigo me segurar
Quer dizer eu poderia, mas por que eu me conteria?
—Amor para não aguento mais — suspiro em meia a excitação.
—Não aguenta o que querida? eu nem comecei ainda.
—Christian amor eu. .
POR Christian
A visão de Anastásia naquele biquíni era absurdamente perturbadora aquela bunda cheia de carne em volta daquele fino tecido branco totalmente atolado, eu queria ser aquele tecido para ficar em contato com aquela buceta gostosa e aquele ânus que deve ser extremamente apertado. Eu sabia que Ana estava com raiva de minha prima, Leila sabe ser inconveniente quando quer, sinceramente nem sei o que ela veio fazer aqui, pois eu não tinha feito nenhum convite e muito menos minha mãe porque divido muito que ela tenha a convidado, o santo das duas não batem, por isso acho meio impossível, deve ser coisa da minha vó, ela acha ainda que Leila tem jeito. Mas voltando O biquíni interessante da minha namorada, aquele pano não cobria nada. Seus seios estavam em dois montes apertados e arrebitados em baixo do tecido, fiz uma análise por todo aquele corpo feito exclusivamente para me deixar louco, sua barriga i chapada e aquela cinturinha com uma curva bem acentuada, não pensei muito em ir até ele e prensar seu corpo ao meu, passei a mão por toda extensão do seu corpo , apertando onde podia levei Ana até a bancada do banheiro e a coloquei em cima, tinha planos de sugar aquela buceta depilada até ela se desmanchar em minha boca.
—Amor para não aguento mais – Ana suspira em meia a excitação.
—Não aguenta o que querida? Eu nem comecei ainda, — dou lhe um olhar devasso.
—Christian amor euuu. ..
Não deixo ela nem terminar o que estava dizendo, coloco a calcinha de seu biquíni para o lado, me abaixo um pouco afasto suas pernas e as coloco em cima de meu ombro , começo distribuindo lambidas longas em sua fenda, ela aqueia suas costas e solta um gemido...
—Oh Deus Christian... isso é maravilhoso, não para por favor não para!
—Eu nunca irei parar amor, nunca!
Lambo de baixo a alto toda extensão de sua boceta, não me contendo dou uma mordida em clitóris fazendo Ana soltar um grito.
—Christian eu vou gozar meu amor, esta bom de mais.
—Goza na minha boca linda, goza gostoso.
Chupo seu clitóris com mais vontade, Ana joga sua cabeça para traz e se entrega totalmente para mim, gozando deliciosamente em minha boca, seu corpo esta tremulo, sua respiração esta mais pesada, os cabelos um pouco grudados em seu lindo rosto que esta vermelho devido a intensidade do momento, preciso que ela se recupere, mais preciso ainda mais tela, senti-la, a desço da bancada e a viro bruscamente, sinto ela se amolecer um pouco em meus braços, mas não a deixo dar espaço para o cansaço abro suas pernas e coloco meu membro duramente dento dela, ela segura forte na bancada, enquanto eu bombeio dentro de sua vagina.
—Mais Christian...mais amor!.
—Sim gostosa, vou te dar tudo.
—vem amor, forte...bem forte.
—Você quer meu pau fudendo a sua boceta não é?
—Sim amor – Ana faz um movimento fazendo meu membro ir mais fundo – eu quero que você me coma como quiser amor!
Ana choraminga enquanto dou estocadas fortes puxando seu cabelo, ela esta totalmente exposta para mim naquela posição, vou diminuindo o ritmo, sentindo meu pau entrando até o talo e minhas bolas esfregando em sua boceta, abro as bandas do seu traseiro carnudo.
—Amor posso comer aqui? – falo roucamente no ouvido de Anastásia passando o dedo em seu anus.
—Faça o que quiser amor, o que quiser.
Deixei a encostada de costas para mim segurando a bancada, desci beijos e mordidas pelas suas costas até chegar à sua maravilhosa bunda, ela jogava seu corpo para trás se arrepiando toda, meu pau estava duro como uma rocha. Eu podia jurar que sentia o cheiro da sua excitação, queria entrar ali, penetrar, rasgar qualquer barreira que me impedisse de estar totalmente envolto naquele canal quente, gostoso e molhado. Passei a língua cobrindo toda região do seu anus , Ana se contorcia soltando suspiros e dizendo coisas desconexas, continuei com a língua passando alisando seu orifício, Afinei a língua e a endureci forçando seu buraquinho, ela relaxou em minha boca facilitando meu serviço. Já com as bolas doendo parei com o beijo grego subi, puxei ela para mais perto peguei meu membro rocei a cabeça dele em seus anus, Ana não excitou forçou sua bunda para ele aproveitei a situação e deslizei meu membro quase que por inteiro naquele lugar extremamente apertado, eu tinha muito medo de machuca-la, mas o tesão era tanto que eu não estava mais aguentando precisava me derramar dentro dela, então ela começou a se movimentar contra mim, enquanto isso eu puxava seu cabelo, mordia suas costas e apertava carinhosamente seus mamilos. Eu beijava seu pescoço, lambia aquele doce suor com sabor de frutas que saia daquela pele deliciosa. Não via a hora de gozar, e sentia que a qualquer hora iria chegar. Foi então que senti minhas pernas começarem a tremer, um arrepio foi subindo pela espinha e senti meu pau explodir dentro daquele lugar. Pude sentir meu leite quente jorrar enquanto Ana ofegante se arqueava se debatendo contra mim, demorei em terminar aquele momento, até que as contrações foram diminuindo, até que, infelizmente, terminou. Mas mesmo querendo loucamente ama-la de novo, agora em uma cama a enchendo de caricias, seria impossível! Aproveitei um pouco mais do momento ficando mais um pouquinho, curtinho o clima que ainda pairava em nossos corpos. O cheiro de sexo estava no ar, mas agora sim tínhamos que nos recompor, pois tínhamos que ir a bendita cachoeira todos estavam a nossa espera.
Por Anastásia...
Estava sentindo os raios do sol em meu corpo, o sexo louco com Christian me deixou um pouco cansada, estava mole, queria só ficar ali deitada curtindo, Kathy e Alex estavam aproveitando do sol também, resolvemos ficar deitados em cima de algumas toalhas perto de uma pedra a alguns metros da cachoeira, José Ian e Elliot pareciam crianças brincando de jogar agua, varias vezes peguei Alex olhando para Ian, e pude jurar que o ouvi soltando um suspiro, Christian por sua vez estava com Bebel ao colo passeando pela agua, segundo ele não iria deixa-la por o pé no chão, ou sozinha na agua de nenhum jeito nenhum, pois morria de medo dela se afogar.
—Porque será que a tal de Leila não veio? – Kathy pergunta baixinho.
—Sinceramente não sei amiga, mas para mim não esta fazendo falta alguma.
—Nem pra mim Anastásia, nem pra mim, não fui com a cara daquela zinha – Kathy diz torcendo o nariz.
—Graças a Deus não estou sozinho nessa! – Alex ironiza – também não fui com a faixada daquela mulher, ela pode ser prima, mas esta com cara de quem quer mais.
—Por Deus Alex não coloque besteiras na cabeça de Anastásia.
—Querida não é só Anastásia que tem que tomar cuidado não, esqueceu que Elliot também é primo dela.
—Eu não dou bola pra essas coisas Alex sou bem tranquila. – Kathy diz dando os ombros, e se deitando novamente.
Passam-se alguns minutos me viro de bruços para queimar um pouco minhas costas, olho para cachoeira e vejo que tudo esta calmo, Christian continua com Bebel continua com Christian, José Ian e Elliot, espera ai cadê Elliot?
¬_Kathy você esta em um bom dia? – pergunto para minha amiga que ainda esta deitada com os olhos fechados de baixo dos óculos escuros.
—Sim Aninha estou! – diz se espreguiçando e levantando.
—Ohhh merda, eu mato Eliiot e aquela vaca.
—Eu sabia que ela iria dar bola. – Alex diz.
E assim o furacão Katherine sai levando tudo o que esta em sua frente, ficamos tão a vontade tomando sol que nem percebemos que a Naja Leila chegou ao local, se eu estivesse no lugar de Khaty faria até pior, também pudera Elliot passando protetor na vagabunda enquanto ela se contorcia feito como uma cobra, só deu tempo de ver Christian saindo de perto com Bebel no colo, Kathy pegando o frasco da mão de Elliot e esguichando o conteúdo dele na sua cara fazendo com que ele caísse na grama por não estar enxergando, e a cobra da Leila sendo jogada na água bruscamente, momento pegue sua pipoca novamente porque á treta é certa.
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