Notas iniciais
desculpem os erros e obrigada por estarem acompanhando.

Por Anastásia...

Na minha casa fiquei remoendo todos os acontecimentos, eu não reconhecia a minha atitude, se fosse há outros tempos eu tinha quebrado a cara de Christian mesmo ele estando certo, e é claro a cara daquela vadia da sua prima, não posso nem me lembrar daquela vaca, morte é o que eu desejo a ela, agora sim estou me reconhecendo Anastásia Steele, a psicopata. Bolei então um plano em minha cabeça eu precisava tirar minha raiva toda pra fora, eu fiquei meio chorona sentida por um tempo, mas depois lembrei que o melhor era tirar toda a tensão do meu jeito. Claro eu sentia medo de que Christian não aprovasse meus gostos, ou estranhasse e saísse correndo, mas enfim eu correria o risco para poder me aliviar e também ter algo diferente no nosso relacionamento, depois de todo esse momento trash nos merecíamos isso, desliguei meu telefone, pois não queria atende-lo quando estivesse com raiva, lá eu segurei, mas pelo telefone sei que iria explodir com ele, eu sei e sei muito bem que ele não tem culpa, por isso decidi fazer o caminho da indiferença, uma briga poderia nos quebrar e nos afastar e isso eu não queria de nenhuma maneira, eu o amo intensamente mas não posso negar que sonhei por diversas vezes com ele preso a minha mercê, que eu pudesse usufruir de seu corpo, faze-lo sentir todas as sensações, queria me mostrar diferente, eu não era atirada e debochada com a sua prima, mas eu tinha meu diferencial o gosto pela força de poder desalinhar um homem, de faze-lo sentir-se fraco, mas não a ponta de se sentir menos e sim sentir prazer em ver um mulher no comando, eu tinha esse lado meu, eu gostava desse tipo de excentricidade, mas ao lado de Christian percebi que por mais que eu houvesse me deixado levar por essa pratica eu não haveria perdido minha essência, eu queria sentir seu gosto, queria sentir ele totalmente entregue o meu desejo, seria um experiência totalmente diferente do que foi com Jack, eu não queria só dominar Christian, eu não queria que só doesse nele, eu queria que ele enxergasse que a um mundo de possibilidades de se sentir prazer, e diferente de tudo que eu já havia feito eu queria me entregar a ele., por completo queria domina-lo, mas queria que depois ele me tomasse por inteira. Todo meu corpo só de imaginar a cena se arrepiava, ele me preenchendo fazendo que fossemos um só, fazendo com que toda aquelas sensações fossem libertas por nossas terminações nervosas, agora não seria por ódio seria por prazer por amor, e também por um pouco de vingança é claro, queria mostrar a Christian que eu sou muito melhor que aquela priminha sem classe, que eu posso e também sei fazer coisas diferentes, queria deixar claro que eu realmente havia mudado, e o meu segredo viria a calhar neste momento, claro que nada declarado, só iria usar de meus conhecimentos para levar nosso relacionamento a outro nível.

Já em sua casa depois de entrar no personagem e olhar para Christian nu naquela cadeira, não tinha como não estar excitada, minha calcinha estava completamente molhada, eu me encontrava a flor da pele, estava me segurando ao máximo dentro daquela roupa, roçava as pernas tentando acalmar o desconforto e o estado deplorável que meu sexo se encontrava, minhas bochechas estavam queimando, eu me encontrava em combustão, tudo porque eu estava realmente vivendo a cena que sonhei a tantos anos. A visão dele tão exposto pra mim era contagiante, minha boca estava seca um misto de sensações me rodeavam o nível de excitação era extremo tanto para mim quanto para ele, seu olhar não negava, ele estava surpreso perturbado, pode-se dizer até com certo tipo de medo, Quando Christian me perguntou se eu queria mesmo ter ele daquela maneira, realmente eu tive vontade de dar gargalhadas, aquilo era um sonho, mas nem morta que eu iria livra-lo, ele se remexeu um pouco e eu dentro do contexto da cena pedi que meu escravo ficasse quieto, claro que ele se recusou a ser chamado assim e se comportar como tal, frisou muito bem em dizer que ele era meu namorado, mas movida ainda mais pelo desejo de o ver relutando me aproximei mais e ordenei que ele se calasse, e assim como um bom escravo ele ficou quieto, aproveitei e comecei a passar o cabo do chicote em seu corpo gostoso, Começando pelo seu rosto que havia uma mistura de excitação e medo, depois descendo pelos ombros e terminando em seu tórax perfeitamente desenhado, depois disso coloquei força em meu pulso, e as tiras grossas do chicote contra o peito nu de Christian, ali naquele momento eu tinha deixado Anastásia de lado, e dado lugar para o meu outro lado, minha extremamente opressiva madame cinza, claro que eu não faria uma de dominadora macabra como Salma Hayek no filme um drink no inferno dançando com uma cobra e depois virando um demônio, mas até que o filme me deu boas ideias, me exibir fazer ele me querer ficar louco por mim, implorar para toca-lo, tudo era tão excitantemente exibicionista que despertou o meu libido, iria aproveitar de diversas maneiras de seu corpo iria fazer tudo que eu desejasse, que quisesse.

Assistindo ela

Passeando pela noite

Tão branca

Me pergunto por que

Só depois que escurece

Nos seus olhos

Uma chama distante

Queimando, brilhante

Me pergunto por que

Só depois que escurece

Eu me encontro em seu quarto

Sinto o calor da minha desgraça

Caindo, caindo

Pelo chão

Estou batendo na porta do Diabo

Na madrugada

Eu levanto para ver

Ela se foi

E um bilhete diz:

Só depois que escurece

Queimando, queimando

Nas chamas

Agora eu a conheço

Seu nome secreto

Você pode rasgar todo seu templo

Mas ela voltará

E reinará de novo

No meu coração

Uma escuridão profunda

E uma parte solitária

Quer ela e

Espera até escurecer

O chicote não era a arma que eu usaria contra ele, e sim, o meu corpo seria. Deixei me levar pelas ondas da sedução, eu tinha um desejo furioso queria queria que ele bebesse de mim, da minha alma do meu corpo, queria que ambos perdêssemos o folego , fiquei admirando ele ali, quase soltei um grito movida por tanto desejo, eu parecia mais um bicho sedento, querendo devorar sua presa , eu podia sentir meu corpo respondendo a tudo aquilo.

—Deus! Como você esta sexy assim amor – Christian disse em um sussurro.

—Você acha é? – eu lhe disse debochadamente — mas preste atenção, eu lhe disse que não pode me chamar de outra coisa a não ser pelo nome que autorizo se não sofrera as consequências.

—Sim senhorita, mas se por acaso eu querer sofrer elas?

—Será que você aguentaria?

—Gostaria de pagar pra ver. – diz me enfrentando.

—você esta tentadoramente delicioso assim escravo, tão suscetível a mim, estou com fome escravo, com fome de você.

—Então serei seu banquete hoje?

—Sim, meu adorável escravo, será um banquete farto e delicioso. – digo lambendo os lábios.

—devora-me então madame cinza.

Aquilo me ascendeu mais ainda, o deixei lá me esperando sentando novamente e fui em direção à bolsa a peguei e trouxe comigo, a deixei pelo chão do quarto perto de onde Christian estava e logo, o eu ato despertou sua curiosidade, ele mal poderia sonhar no que lhe agradava.

—O que mas tem nessa bolsa senhorita? daqui a pouco sai uma pessoa.

—Não seja tão audacioso escravo, notei certo tipo de ironia em suas palavras.

—Eu não estou sendo pode ter certeza.

—Chega! – falei tentando ainda impor a ordem – apenas veja e se delicie.

Abria a bolsa e tirei um vibrador rosa meio transparente dela, eu amava esses brinquedinhos, e nessa ocasião usa-los seria perfeito, eu tinha um verdadeiro estoque de coisas em casa, mesmo não usando, eu era admirada com todos os apetrechos que a mente humana era capaz de fazer para poder despertar e tirar o prazer, eu era traumatizada com que tinha acontecido com Christian antes de reatarmos, não tive nenhum tipo de relação tão a fundo com outra pessoa, mesmo com Jack não permitia que me tocasse mesmo tendo tanta intimidade ao ponto de fazer o que quisesse dele, não usei e não vivi nada disso com ninguém mais hoje eu estava disposta a fazer tudo.

—Você esta vendo isso escravo? Falei batendo o vibrador em minha palma.

—Anastásia por Deus! – Christian disse assustado — esta tudo muito gostoso, o clima esta ótimo, mas eu não curto esse tipo de coisa.

—Christian...Christian... fique calmo – falei me posicionando em sua frente – não vou usa-lo em você.

—Graças a Deus, já estava achando que você estava indo longe de mais com toda essa brincadeira.

—Mas posso mudar de ideia.

—Ana não!

— Calma eu não vou, isso é pra mim.

—Como assim Ana? você não precisa disso! me solte que vou lhe provar que comigo é bem melhor.

Christian num impulso tenta se levantar, mas coloco meu pé em seu peito fazendo que se abaixe novamente.

—fica ai parado escravo quero que só me observe esta entendendo.

—Masss.. – tenta falar mas o corto.

—Mas nada! Concorde, eu não estou pedindo é uma ordem.

Minhas caças de couro eram de abotoar dos lados facilitando muito que eu saísse sensualmente delas ficando somente de corpete saltos e uma pequena calcinha que quase sumia em minha pele, me sentei confortavelmente achando a posição certa em sua frente pra que ele apreciasse todo o meu exibicionismo, Christian ficou me encarando com brilhos nos olhos, não se pôs a dizer nada, somente ficou observando cada movimento que eu fazia, me desprendendo de qualquer vergonha peguei o pênis de borracha e levei até a boca , passei por meus lábios e chupei com vontade insinuando estar com seu pau dentro da minha boca, e o membro de verdade do meu abismado namorado deu sinais de vida, pois se endureceu rapidamente com o meu ato, era totalmente extasiante estar lhe proporcionando aquilo era uma injeção de sexualidade em nosso relacionamento. Deixei um pouco o vibrador de lado para tirar a minha calcinha e abrir meu corpete expondo meus peitos Christian soltou um gemido e novamente seu pau ficou mais duro. Depois de me certificar que estava com as pernas bem escancaradas peguei o consolo e passei pelos bicos de meus peitos que já estavam rígidos, depois desci um pouco passando por minha boceta, vendo que Christian estava hipnotizado passei um pouco o objeto de borracha por meus lábios vaginais, obviamente eu estava molhada, lambrequei o objeto com meu suco estiquei o braço levando-o até a boca e o chupando ainda mais com vontade.

—Ana, por favor, me solta amor.

—Você que eu te chupe assim escravo? Quer que eu passe minha língua assim em seu pau.

—quero, por favor. Solte-me, eu quero você Anastásia! — falou exasperado.

Acabei por tirar toda a roupa, mas não desfiz dos sapatos, pois sabia que homens adoravam saltos, combinação perfeita na visão deles, mulher nua e saltos, bem altos que desce para eles comerem em pé e de costas mais facilmente, peguei um óleo com essência de morango e passei por todo meu corpo dando atenção redobrada aos meus seios e ao meu clitóris que estava inchado e implorando para ser tocado, enfiei o consolo em minha buceta fazendo movimentos como se estivesse sendo fodida, Christian arfava de tesão e gemia vendo toda a cena, e eu já estava perdida em todas as minhas sensações, só quando ouvi deu urro acordei de meus sentidos, firmei meus olhos a frente e tive a visão que nem em mil anos acreditaria que acontecesse, Christian havia gozado só de me olhar, eu não havia lhe tocado nem lhe feito nada, mas meu momento de êxtase e reinado durou pouco porque de dominadora eu passe a ser a dominada.

Por Christian...

Eu gosei... gosei como um adolescente vendo uma revista pornô dentro do seu dormitório na faculdade, Anastásia estava extremamente tentadora naquela roupa, naquela identidade, não posso negar que fiquei confuso quando a vi daquele jeito e tão mandona, fiquei com uma pulga atrás da orelha e também com um pouco de ciúme imaginando se ela teria feito isso com outra pessoa, mas logo tirei da memoria, ela mesmo me confidenciou que depois de mim não se envolveu sexualmente com ninguém, ela só queria me surpreender, e estava certo disso queria marcar seu território, e com certeza ela estava conseguindo. Mas após gosar como uma porra de um menino e ver seu sorriso perverso de lado a lado crescido em sua boca foi o meu inferno, iria aproveitar que ela tinha feito o que queria e na primeira oportunidade iria virar o jogo, se ela achava que iria me dominar estava enganada, por mais que eu tivesse gostado iria dar o cheque mate.

—Vejo que gostou do que viu escravo – concordei apenas assentindo com a cabeça – você quer mais ou quer que eu pare afinal não gosei ainda e tenho mais buracos em meu corpo, você quer que eu enfie? Pode dizer eu faço isso por você.

O estopim que estava curto se explodiu não sei da onde tirei forças mas consegui me desprender dos cintos em que estava amarrado, a cara de surpresa de Ana foi algo impagável, mas a cara de devassa foi ainda melhor quando viu o fogo e o querer em meus olhos.

—e agora como é mesmo o seu nome – falei acabando por me desprender e me levantando – madame cinza não é mesmo?

—Sim ! — ela respondeu com um sorriso nos lábios.

—Você me surpreendeu de mais essa noite querida, achei realmente que iria me bater com aquele chicote, mas aquilo que você fez em meu peito, não é nem a metade do que se passa em minha mente fazer com você – falo já quase me deitando sobre ela.

Peguei meu pau , e coloquei-o na boca de minha namorada devassa que passou a mamá-lo com sofreguidão não tirando aqueles belos olhos azuis dos meus vendo toda a minha reação, excitado comecei a dirigir-lhe palavras mais fortes .

—chupa minha gostosa – Ana quase engasgava mais continuava com gula — você gosta de um pau na sua boca não é minha putinha? – e ela só gemia – quero ver você engolir até minhas bolas, você achou que iria me dominar mas eu vou te fazer ficar louca.

Ana chupava meu pau como se fosse um doce, começou a esfregar sua boceta na minha perna, mas eu não podia deixar que ela gozasse, não depois de que ela tinha feito eu passar minutos antes, ela foi terrivelmente malvada brincando comigo daquele jeito então como consequência iria pagar o maior preço. Deitei-a mais na cama, escancarei suas pernas e ajoelhado na cama continuei com o pau na sua boca, cada vez que ela tentava por a mão na sua boceta para amenizar seu tesão , eu lhe dava uns tapinhas na mão e as retirava dali, mas não adiantava, ela insistia, dei-lhe um tapa na coxa que ficou a marca dos meus dedos.....mas ela pareceu gostar......dei-lhe outro.......mais outro.....até que ela parou de tentar gozar com os próprios dedos........Peguei o consolo e o coloquei-o na boca de Anastásia, em substituição ao meu pau, e ela continuou a lambê-lo com força, ela o segurava com as duas mãos e o enfiava em sua boca em movimentos de vai-e-vem nos lábios, não aguentando mais ver a cena pois sei que gosaria precocemente de novo, tirei meu pau bruscamente de sua boca e me encaixei em sua entrada, comecei então a esfregar o cacete em sua boceta lubrificada, aquela boceta estava tão melada e escorregadia que era difícil não quere fodela até esfola-la, o calor que emanava de lá e a facilidade da entrada só faziam com que eu quisesse me afundar mais e mais, comecei então a socar forte na bucetinha dela, sentia o atrito que minhas bolas faziam quando batiam com força contra sua pele, Anastásia gemia e falava coisas desconexas em meu ouvido, eu só queria estocar forte até ela gozar e melar todo meu pau , sentido que meu corpo estava necessitado deixei o gozo vir bem gostoso, logo Ana se rendeu e veio comigo, quem diria que minha princesa tinha um lado dominadora, embora um pouco surpreso, e não aguentando muito foi uma experiência que não da pra ter comparação nem em mil anos, espero que ela pegue gosto pela coisa e queira fazer mais outras vezes, pois eu fiquei fascinado pelo seu outro lado.

Um tempo depois....

Por Anastásia...

Os dias estavam se passando normalmente, no escritório as coisas estavam a todo vapor, já fazia uma semana que tínhamos conseguido ganhar a causa sobre a patente da empresa de Christian, foi extremamente cansativo, chego a dizer exaustivo, ainda bem que contava com Alex me auxiliando, ele vem se destacando muito sempre tão prestativo, por outro lado em meu relacionamento estava tudo calmo as mil maravilhas, eu e Christian estávamos mais unidos, nos víamos praticamente todos os dias, eu mal dormia na minha casa, Christian me fez levar varias roupas pra sua alegando que ficaria mais fácil se algum dia eu perdesse a hora do trabalho, achei de começo meio forçado para ambos, devido o relacionamento ser muito recente, mas deixei rolar sem barreiras, afinal era tudo que eu queria, ele paz, não me faltava nada, eu estava completa até tinha minha amada filinha de coração minha Bebelzinha que eu já amava, percebi com ela que eu daria uma boa mãe e acho que Christian também percebeu, pois sempre quando estávamos juntas ficava om os olhos felizes nos admirando. Tenho conversado com Kathy umas duas vezes por semana, ela ainda se nega a falar com Elliot, disse que ele ligou algumas vezes, mas ela não atendeu, deixa tocar até cair na caixa de mensagem, um dia ela me confidenciou que ligou pra ele, era um pouco tarde da noite, estava sozinha, a única coisa que lhe faria companhia era uma garrafa de vinho, "movida pelo álcool", palavras dela é claro já que eu não acredito nisso. Ligou para Elliot, mas quando o telefone foi atendido ficou decepcionada, pois quem atendeu foi uma moça, mesmo assim ela não arredou e se amedrontou dizendo que era um engano ou desligou, ela pedia que a mesma chamasse Elliot e quando chamou Kathy veio a triste realidade, a garota gritou Elliot longe o chamando de amor, Kathy então desligou o telefone, e se propôs, mesmo a esquecê-lo, pelo pouco que a conheço deve estar se remoendo, ou nos braços de algum modelo. O caso do irmão de Afrodite não quis acompanhar, mas Alex ajudou José no que foi necessário, a amizade deles esta muito forte, e ele ficou sensibilizado com tudo o que aconteceu, o irmão de Afrodite foi condenado, só dava essa noticia em todos os noticiários, eu não vi mais Afrodite, nem liguei pra ela quando aconteceu, não sou nenhuma filha da puta que esquece dos amigos, mas ela estava muita alterada da ultima vez que conversamos, entendo a causa de todo seu stress ela estava aflita, afinal mesmo que ele tivesse feito uma coisa horrenda ela era seu irmão sangue de seu sangue , o normal era protege-lo e não tirava sua razão mas não queria compactuar e fazer parte daquilo. Acho que não fazemos mais parte do mesmo meio, e não temos mais nenhum assunto em comum, tudo o que aconteceu naquele clube pior mim foi esquecido e espero que ela esqueça também que um dia passei por lá, eu não negaria se ajuda fosse a pessoa dela, mas ao seu irmão depois do que ele fez não ficaria a frente de um caso assim nem que fosse obrigada.

Os pais de Christian estão muitos felizes, por mim e Christian é claro e pela revelação do ano José e Mia, eles assumiram seu namoro, eu notei que eles se olhavam com mais intensidade quando saímos Mia não era de querer ficar junto com a gente, mas quando falávamos que José ia ela ficava eufórica e era a primeira que entrava no carro, Christian adorou a ideia, ele disse que já fazia tempo que estava desconfiado, que até sem querer tinha visto umas mensagens no celular de Mia, mas havia deixado quieto, pois realmente não era da sua conta a vida intima de sua irmã, e não queria deixa-la com um mal estar, e muito menos que ela sentisse ser invadida Elliot relutou um pouco sempre muito protetor colocou um monte de empecilhos, mais depois aceitou, eu achei um máximo é claro, mesmo com uma diferença de idade eles são perfeitos juntos, José doce e carinhoso com ela, e ela toda garota iluminando as sua vida, acho que depois do que ele passou ele merecia isso, alguém que desse cor nos seus dias tristes, pois era assim que eram depois do que aconteceu com a sua irmã. Ian esta em uma viagem, o que não é novidade, já que ele sempre faz para empresa, mas deve vez ele disse que precisava de um tempo, foi pra casa dos pais, raramente atende alguma ligação, conversamos com ele mais pela internet , quando ele entra no aplicativo, Christian diz que é normal que ele deve estar um pouco sobrecarregado, eu já sinceramente acho que deve estar acontecendo algo errado.

Bem... tudo esta bem, a família esta bem o amor esta bem os amigos estão bem, tomara que tudo continue assim, demorei tanto pra encontrar a receita da felicidade que seria uma injustiça algo de ruim acontecer bem agora que tudo estava na sua perfeita ordem.

até mais .....