Second chance
19 Aceitei o pedido dele!
(Damon)
Saí de casa para ir ter com ela. É hoje e é agora o momento de lhe explicar tudo. Mas como é que lhe vou explicar que sou vampiro à mais de 145 anos? Ou que Eric é perigoso?
— Olá..? — procurei-a por todo lado da casa e não a encontrei, liguei para meu irmão que me disse que não sabia onde estava Eric, entrei em pânico.
(Elena)
Tive um pressentimento de que Eric está desconfiado de nós, e por isso, fui de imediato ter com ela para falarmos.
— O que se passa? — hoje ela estava calma.
— Aconteça o que acontecer, não acredites no Eric, por favor.
— Porque tenho que acreditar em ti? És uma não és? — quando vou a responder, Eric aparece e tenta-lhe abraçar, mas a Maffy afasta-se automaticamente.
— Procurei-te por todo lado.
— O que queres de mim?
— Conversar contigo! — disse — Podes acompanhar-me! — tentei-lhe dizer para não o fazer mas fui tarde.
(Eric)
— Tens estado com meu primo?
— Não! — acho que respondeu muito rápido
— Já pensaste na minha proposta?
— Eric, eu pedi-te um tempo... — agarrei no seu braço com demasiada força — Larga-me, estás a magoar-me!
— Não acho que precises de pensar, querida. — falei irónico, cansei de esperar — Vais aceitar o namoro porque eu quero.
— Oh, agora mandas em mim? — perguntou irónica — Larga-me!
— Ou o quê querida?
— Ou eu te mato! — disse Damon — Larga-a!
— Vieste tarde, ela aceitou o meu pedido, não é querida?! — beijei-a à força para mostrar-lhe que quem manda sou eu — É melhor que digas que sim, senão quem sofre é o teu amado Damon... — sussurrei
— Larga-a AGORA! — Damon empurrou-me — Estás bem?
— Sim. — suspirou
(Damon)
— É verdade que aceitaste o pedido dele? — olhei-a nos olhos e vi desilusão, dor, curiosidade e amor
— Damon, eu...
— É verdade? — insisti
— Sim é! — ela suspirou e Eric foi embora
— Porquê?
— Porque te interessa? — fugiu de novo à pergunta, o que significa que algo aconteceu antes de eu aparecer
— Ama-lo?
Aproximei-me dela o suficiente para lhe provocar adrenalina no seu coração que agora bate muito mais depressa do que antes, o que significa que ainda lhe sou importante. Minha boca estava a centímetros da sua. Minhas mãos agarraram a cintura dela puxando-a para mim e colando seu corpo ao meu.
— Amas-o? — perguntei de novo
— Não. — respondeu sem tirar seu olhar do meu — Eu tenho que o namorar!
— Porquê?
— Confia em mim, por favor.
— Ele é perigoso! — falei suspirando — Eu confio em ti!
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