Second Chance For Love
32 Capítulo 30 {FIM}
Notas iniciais
Bella
Já era a véspera do encontro com Victoria, e já tínhamos mandado Charlie para longe, junto com Billy, com passagens para o Canadá. Ele estranhou no começo, mas o convenci de que era para me retratar pelo dia dos pais, no qual não lhe dei nada, disse também que já tinha combinado tudo com Billy e que já tinha ligado para a delegacia dizendo que a nossa tia avó havia morrido, e ele riu da minha pequena mentira. Ele acabou aceitando, porque adorou a ideia de aproveitar essa folga para pescar.
Os Denali permaneciam na casa dos Cullen e eu vinha treinando o meu escudo com Kate, usando o Damon, Jake e até Emmett como cobaia, eles já estavam mais animados para participar porque eu já conseguia controlar bem o escudo, mas, de vez em quando, eu deixava Kate eletrocutá-los. Porque era engraçadinho e porque eles nos irritavam com comentários idiotas.
Todos estão seguros de que o plano irá dar certo, então apenas marcamos de nos encontrarmos na clareira no dia seguinte bem cedinho.
Durante a tarde, enquanto Damon tomava sua bolsa de sangue sentado no sofá, eu fiquei sentada na poltrona do outro lado da sala tentando pensar em um modo de pedir a ele o que eu queria, mas sem que parecesse estranho.
—Ei… Bella? — ele me chamou, me tirando dos meus pensamentos confusos.
—Desculpe, eu não estava prestando atenção.
—É, eu percebi. — ele disse sorrindo. — Tudo bem?
Eu assenti e ele veio até mim, me tirando da poltrona e me colocando sentada em sua perna.
—Me diga o que se passa nessa cabeça, fadinha.
—Eu quero que você me hipnotize. — disse arrancando o band-aid de uma vez e ele riu.
—Existe algum motivo em especial para você querer isso? — ele perguntou com malícia na voz e eu revirei os olhos.
—Não é nada disso que você está pensando.
—Então me conte. O que a senhorita deseja?
Me aproximei do ouvido dele e sussurrei:
—Eu quero poder sonhar com você.
Quando me afastei para olhar nos olhos dele, ele estava sorrindo de orelha a orelha.
—Posso saber o porquê? — perguntou.
—Quando você sonhou comigo na semana passada, eu fiquei te observando. Você sorria, dizia o meu nome, suspirava. — disse baixinho olhando nos olhos dele. — E eu quero muito saber o que você sentiu naquele momento, mas eu não durmo e esse fator meio que atrapalha tudo.
Ele continuava sorrindo e olhando para mim sem dizer nada.
—Diz alguma coisa, eu estou começando a me sentir desconfortável. — me levantei e ele me puxou de volta pro colo dele.
—Desculpe, é que eu acabei relembrando um pouco do meu sonho. — ele deu um sorriso maroto.
—Aquele que você insiste em não me contar?
—Esse mesmo. — ele assentiu.
Revirei os olhos e ele colocou a mão na minha nuca me puxando para mais perto.
—É claro que eu posso te hipnotizar, fadinha. Só me diga o que você quer.
Ele beijou o cantinho da minha boca e eu sorri.
—Devido aos acontecimentos de amanhã, temos que planejar algo que me tire do transe. — disse levantando e o puxando junto comigo.
—Que tal eu acordar você com um beijo? — ele disse arqueando as sobrancelhas.
—Clichê. Mas pode funcionar.
Subimos para o meu quarto e arrumamos a cama para deitarmos.
—Ok. Como vamos fazer isso? — ele perguntou.
—Eu vou expandir meu escudo e você faz o teste, com algo simples e rápido. — disse séria e ele concordou. — Estou confiando em você, não me peça para fazer algo estranho. — Semicerrei os olhos e ele riu.
—Ok, fadinha. — ele assentiu.
Me concentrei e senti o escudo se esticando até ele. Em segundos ele já estava envolvido no meu campo de força invisível.
—Pronto. — disse. — Você está dentro do escudo.
Ele sorriu, olhou nos meus olhos e vi suas pupilas dilatarem.
—Me conte, qual é o seu nome do meio?
E então as palavras saltaram da minha boca:
—Marie.
Sentindo o escudo voltar como um elástico, arregalei os olhos e sorri.
—Funcionou. — ele disse.
—Sim, eu nunca te diria meu nome do meio. — disse franzindo a testa.
—Eu o achei bonitinho. Mas vamos tentar com algo diferente só para ter certeza. — ele disse.
Voltei a expandir o escudo e assenti quando estava pronta. Ele me olhou com as pupilas dilatadas outra vez e disse:
—Pule da janela.
E foi isso que aconteceu.
—Damon! — reclamei quando me vi do lado de fora da casa.
—Desculpe! — ele disse da janela. — Eu precisava saber se realmente funciona. — e então ele riu.
Em um vulto eu voltei para o meu quarto.
—Preparada para sonhar com toda a minha beleza de Deus Grego? — ele perguntou me abraçando pela cintura.
Revirei os olhos e voltamos para a cama.
—Ok, como você quer que seja? — ele perguntou.
—Normal. — disse. — Quero que seja como se eu realmente estivesse dormindo e tendo um sonho espontâneo. Entende?
—Sim. — ele disse sorrindo e beijou a minha testa. — Podemos começar?
Com o escudo expandido eu assenti.
—Você vai cair em um sono bem tranquilo e vai ter sonhos com o homem que você ama. Só irá acordar quando eu beijar seus lábios. — ele disse sorrindo e no mesmo instante senti meus olhos ficarem pesados. E a última coisa que eu escutei antes de apagar, foi a voz dele dizendo:
—Bons sonhos, fadinha.
—-
(N.A.: Escutem 'Oblivion' do Bastille, foi a música que inspirou essa parte :3)
Damon
Tudo bem. Eu confesso que tinha sido esperto com as palavras que eu usei para hipnotizar Bella, apenas para ter certeza de que ela me ama. Eu sei que é chato ficar procurando motivos para me auto sabotar, mas prometo que essa é a última vez. Eu já me dei mal tantas vezes, não quero arriscar com a Bella. Mesmo sabendo que o que eu tenho com ela é diferente. Muito diferente.
Eu sou um cara problemático, ok? Pensei. Lutando com a minha consciência.
Olhei para ela, que estava deitada no meu ombro, meu braço abraçando sua cintura. Ela parecia tão tranquila. É óbvio. Você a mandou cair em um sono tranquilo, idiota. Pensei. E então, ela sorriu. A abracei mais forte, a trazendo para mais perto de mim, e ela se aconchegou do meu lado. E sorrindo outra vez, disse algo:
—Damon. — ela sussurrou tão baixinho que quase não escutei, mas foi o bastante para tirar o meu fôlego e me fazer sorrir feito um bobão.
Ela disse meu nome. Comemorei internamente.
Beijei a testa dela e continuei a observá-la, se aprofundando em seus sonhos.
—-
Bella
Eu estava de volta ao Canadá, no parque perto da biblioteca e no mesmo banco debaixo da árvore no qual eu havia sentado no dia em que conheci Damon. E por falar nele, o mesmo caminhava em minha direção. Sorri quando o vi. Logo ele já estava sentando ao meu lado.
—Damon. — disse baixinho e sorrindo outra vez.
Ele me beijou, me pegando de surpresa e senti ele sorrindo ainda com os lábios nos meus.
—Quero te mostrar algo. — ele disse colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha e levantando do banco. Esticou a mão para mim e eu não pensei duas vezes antes de entrelaçar nossos dedos.
—Onde estamos indo? — perguntei e ele sorriu.
—Você vai saber quando chegarmos lá.
Do nada, o cenário à nossa volta começou a mudar e o Bar da Flor tomou forma.
—Foi aqui que nos conhecemos. — eu disse sorrindo e ele assentiu.
—Eu sabia que você era especial no momento em que te vi fazer cara feia para a bebida. — ele riu.
—Cala a boca. — disse o empurrando de leve e ele só riu mais ainda.
Outra vez o cenário começou a mudar e de repente eu estava em uma clareira, diferente daquela clareira, essa as flores pareciam ser mais coloridas. Damon ainda ao meu lado, sorriu e sentou no chão. Me juntei a ele e ele passou o braço pelos meus ombros.
—Isso aqui é lindo. — ele disse olhando ao redor.
—É sim. — disse, porém, olhando para ele, o que o fez sorrir malicioso.
Logo ele tinha nos rolado e estávamos rindo deitados no chão. Quando o Damon dos meus sonhos se inclinou para me beija, o Damon da vida real me acordou com os seus lábios nos meus.
Voltando à realidade, a primeira coisa com a qual me deparei foram seus olhos azuis. Sorrindo, eu me inclinei e o beijei intensamente. E Ele retribuiu o beijo com igual intensidade.
—É melhor do que o do sonho. — sussurrei e ele riu.
—É ótimo saber disso.
—--
O dia já estava amanhecendo e tínhamos que ir até os Cullen, e então seguir para a clareira e finalmente acertar as coisas com a vampira louca que não descansará até me pegar. Trocamos de roupa e entramos no carro, partindo até os Cullen. Chegando lá encontramos todos à nossa espera.
—Prontos? — Carlisle perguntou assim que nos juntamos a eles.
Assentimos e Alice sorriu.
—Vai dar tudo certo. — ela disse.
Retribui o seu sorriso e olhando para Jake e Sam eu disse:
—Damon e eu vamos na frente e vocês vão logo depois. Uns cinco minutos talvez? — eles assentiram e Jake me deu um beijo na bochecha, se despedindo, pois logo entraria em sua forma animal.
—E então é a vez de vocês. — Damon disse acenando para todos os vampiros, que também assentiram.
—Nos vemos em breve então. — disse e entrelaçando os dedos com o Damon, partimos para a clareira.
Em velocidade vampírica, não demorou muito até chegarmos. O sol já tentava passar pelas folhas das árvores e a clareira era um círculo iluminado e cheio de flores.
—Chegamos. — sussurrei.
Damon apertou minha mão e eu o levei até o centro da clareira.
—Isso aqui é lindo. — ele disse me fazendo lembrar do meu sonho, o que fez um grande sorriso aparecer nos meus lábios.
—É sim. — disse rindo e ele me olhou confuso.
—O que foi? — perguntou.
—Nada. É que você me fez lembrar de algo.
Ele revirou os olhos e sentamos no chão.
—Ah, o sonho que você se recusa a me contar.
—É justo, você não acha? Você também não me contou o seu sonho.
—Espertinha. — ele disse com os olhos semicerrados, porém sorrindo.
Escutei um barulho nos galhos das árvores e fiquei tensa. Ela chegou. Pensei. Apertei a mão de Damon, que disfarçando que não tinha escutado nada, beijou a minha bochecha.
—Ora, ora. — A ruiva disse saindo de trás de uma árvore na nossa frente.
Fiquei tensa e Damon me puxou para mais perto dele.
—Parece que agora é você quem tem um humano de estimação, Isabella. — ela disse olhando para Damon com um sorriso assustador.
O plano já está funcionando. Pensei empolgada.
—O que você quer, Victoria?
—Não é óbvio? — ela perguntou se aproximando devagarinho. — Quero que você pague pelo o que fizeram com James!
Me coloquei na frente de Damon como um escudo, e ela continuava a se aproximar.
—Não fui eu quem o matou, e eu e Edward não estamos mais juntos, então porque se dar o trabalho de vir atrás de mim e não dos Cullen? — comecei a falar para ganhar um pouco de tempo, caso os outros não estivessem por perto ainda.
—Eu quero que você sinta a dor que eu senti! — ela gritou e em um piscar de olhos me jogou no chão e agarrou Damon pelo pescoço.
—Não! — gritei, porém foi tarde demais.
Ela quebrou o pescoço dele e ele caiu sem vida no chão. Eu sabia que ele voltaria em alguns minutos, mas o importante é que ela não sabia. Fiz a minha melhor cara de arrasada e triste. Victoria começou a vir na minha direção sorrindo.
—Como você se sente agora?
Quando ela já estava mais perto de mim, fiquei em pé num salto e a chutei com um pé no peito, a fazendo cair no chão. E antes que ela pudesse se levantar, fui para cima dela e pressionei meu joelho no seu peito para prendê-la no chão.
—Eu me sinto muito bem. E você? — disse rosnando.
Com a minha visão periférica eu vi Damon se levantar.
—Uau! Esse é o melhor que você tem? — ele perguntou estalando o pescoço. Victoria arregalou os olhos sem entender nada.
—Surpresa! — disse sorrindo.
Damon veio até mim e me ajudou a pressioná-la no chão.
—Você é muito bobinha, ruiva. — Damon disse. — Pasme, mas existem diferentes raças de vampiros! — ele fez uma cara de surpreso e Victoria rosnou tentando se levantar.
Ao redor da clareira, os Quileute em sua forma de lobo, os Cullen e Denali apareceram nos cercando, eles começaram a se aproximar de nós, e assim fechando um círculo à nossa volta.
—Armaram para mim?! — ela disse incrédula.
—Você realmente achou que íamos deixar você vir até aqui, matar Bella e pronto. — Edward disse.
—Não dessa vez, querida. — disse sorrindo. — E pensar que tudo o que precisamos fazer foi deixar você pensar que Damon era um humano e que estávamos sozinhos aqui. — Balancei a cabeça fingindo decepção. — Você vacilou focando muito na sua raiva.
Ela rosnou e Jake rosnou furioso para ela.
—Então — Damon falou e eu agarrei o pescoço de Victoria. — Quais são suas últimas palavras?
—Eu vou matar vocês! — ela gritou e Emmett riu.
—Que desperdício de últimas palavras. — Jasper disse, me fazendo rir.
Olhei nos olhos da ruiva e apertei o pescoço dela. Ela tentava se levantar, Damon fez mais força sobre o corpo dela e eu me levantei, puxando o pescoço dela junto até escutar um estalo e a cabeça dela estar caída no chão, separa do resto do corpo.
Nos afastamos do corpo dela e Damon bufou.
—Que mulher chata, hein. — ele passou um braço pelos meus ombros e sorriu.
—É, já vai tarde. — Edward disse e Carlisle tirou um isqueiro do corpo, nós afastamos um pouco mais e ele ateou fogo no corpo inerte da ruiva.
—--
Estávamos todos na casa dos Cullen. Os Denali se preparavam para voltar ao Alaska.
—Muito obrigada, a todos. — eu disse. — Hoje poderia ter dado tudo errado e ela podia ter acabado com a gente, então a ajuda de vocês foi importante para mim.
—Foi um prazer poder ajudar. — Eleazar disse e todos os outros assentiram.
—Nós sempre vamos proteger os nossos, Bella. — Carlisle disse sorrindo.
Eles começaram a se despedir e Edward estava junto com eles. Nem preciso dizer o quanto Tanya estava feliz com isso.
—Tchau, Bella. — Edward veio até mim depois de ter dito adeus a todos os Cullen. — A gente se vê. — ele sorriu e me abraçou rapidamente e eu retribui o abraço.
Ele se afastou e cumprimentou Damon.
—Boa viagem. — Damon disse.
—Obrigado. — Edward assentiu.
Então eles partiram. E logo depois foi a vez dos lobos voltarem para La Push.
—É, parece que finalmente estamos livres de outros sanguessugas querendo te matar. — Jacob disse sorrindo e me cutucando com o cotovelo.
—Finalmente. — eu disse e todos riram.
—Tchau, Bella. Te vejo amanhã, certo? — Jake se despediu.
—Sim. Temos que ir buscar Charlie e Billy no aeroporto.
Nos abraçamos, ele se despediu dos outros e então eram só os Cullen, eu e Damon.
—Irmãzinha, você foi incrível hoje! — Emmett disse rindo e me pegou em um dos seus abraços de ursos.
—Ele tem razão, Bella. — Jasper disse. — O jeito que você encarou Victoria… — ele sorriu. — Foi incrível.
—Obrigada, mas eu não conseguiria sem o apoio de vocês.
Damon me puxou pela cintura e beijou minha bochecha.
—Minha namorada é durona. — ele disse me fazendo rir.
—A imortalidade lhe cai bem. — Rosalie disse, com nada além de sinceridade em sua voz.
—Obrigada, Rose.
Depois de um tempo de bate papo, Damon e eu voltamos para a casa de Charlie.
--
Já era tarde e estávamos sentados na varanda quando olhei sorrindo para Damon.
—O que foi? — ele perguntou com um sorriso maroto.
—Eu andei pensando…
—Porque será que acho que isso vai ser interessante? — Damon me interrompeu.
—Bom, isso só depende de você. — sorri e ele levantou as sobrancelhas. — Você quer viajar comigo?
—Desculpe… — ele disse sério e o meu sorriso sumiu. — Vou ter que checar a minha agenda.
E então ele riu e eu revirei os olhos.
—É claro que eu quero viajar com você, fadinha. — ele disse e beijou minha bochecha. — Para onde você quer ir primeiro?
—Podíamos começar pela Irlanda e ir descendo até chegar na Espanha. — disse sorrindo e ele assentiu animado.
—Isso vai ser divertido. Quando partimos?
—Agora, se você quiser.
No mesmo momento ele se levantou e me puxou junto com ele.
—Então o que estamos esperando? Vamos pegar nossas coisas e partir agora mesmo.
Ele sorriu, olhou nos meus olhos e me puxou para mais perto dele. Devagarinho ele se inclinou para me beijar, ainda com aquele sorriso lindo nos lábios, e disse:
—Eu te amo, você sabia?
Eu sorri e assenti.
—Eu também te amo.
Nos beijamos por quase cinco minutos. Ah, as vantagens de não precisar respirar. Pensei. Arrumamos nossas coisas, Damon ligou para o aeroporto para saber quando seria o próximo voo para Irlanda e enquanto ele combinava tudo com a atendente pelo telefone, eu escrevi um bilhete para Charlie:
[Querido Charlie,
Damon e eu estamos partindo para a Irlanda, pretendemos passar um tempo pela Europa. Não se preocupe, vou mandar notícias o tempo todo.
Vou sentir saudades.
Com amor,
Bella.
Ps: Talvez seja uma boa ideia procurar alguém que lhe faça companhia, ficar sozinho não é bom, pai.
Ps²: A Sue Clearwater parece gostar de você.]
E depois enviei uma mensagem para Jacob:
~Oi, Jake! Damon e eu estamos indo viajar. Vamos ficar longe por um tempo. Não esqueça de buscar Charlie e Billy no aeroporto. (Sorry, você terá que ir sozinho.)
Vou sentir saudades. Bjo.
Ps: Cuide do Charlie para mim? ~
—Pronta? — Damon perguntou.
—Sim.
—Nosso voo é em uma hora, mas preciso que eles transportem meu carro para Mystic Falls, então é bom chegarmos cedo.
—Ok. Você já avisou o Stefan?
—Sim. — ele disse e riu. — E adivinhe… Ele e a loira estão namorando sério agora.
Sorri com essa notícia.
—Fico feliz por eles.
—É, até que eles formam um casalzinho bonitinho.
Colocamos as malas no carro e partimos para o aeroporto. Damon assinou tudo o que tinha que assinar para o transporte do carro e deixou Stefan responsável na parte da entrega.
O tempo passou rápido e logo já estávamos dentro do avião.
—Próxima parada: Irlanda. — Damon sussurrou para mim e beijou o cantinho da minha boca.
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