"Se eu pudesse ser assim"
1 Capítulo 1
Depois de viajar parte do país e construir uma espécie de casa de madeira no meio de uma montanha com muita floresta, Steven decidiu voltar a Beach city, era mais uma visita de avião. Quando chegou no aeroporto as Gems o receberam com uma grande faixa, choradeira e muitos presentes. Os dias passaram e acabou ficando muito tempo.
Estava lá Steven brincando de homens escoteiros com Cebola. A vida permaneceu pacata depois da nova Era. Estava tudo caminhando devagar com a Connie e sabia que ia continuar assim por um tempo. Com as Cristal Gemsfazenao nada em casa não havia o que fazer. Todos da sua idade (a maioria) estavam na facu e ele nem sabia o queria para jantar sem ser pizza de novo. De repente se levantou e Cebola logo entendeu que a brincadeira havia terminado. E foi bem sem graça ... nenhuma figure foi desmontada . Com um “adios “e um aceno ele foi saindo. Para ele a situação da década de 90 passou rápido. A de 2000 foi a pré adolescentia. Em 2010 Connie entrou na faculdade e veio aquele conhecido ciúme de steven, mas tudo ficou ok. E o steve, bem, não fazia nada de muito impressionante. Se identificada em não fazer tanta coisa assim. Tomava conta do Lava Jato e achava que se saia bem com as novas gems. O dia passava rápido e ia pra casa ajudar as perolas na competição de arrumar a casa, sempre perdia, mas a casa ficava bem limpa mesmo, não imaginava que ia gostar de limpar com elas, mas elas levavam tão a serio que passava a ser divertido.
2017, 2018 passou como se não fosse anos. Connie de residente passou a estudar mais, não entendia muito bem pra que, ela sempre estudava muito e não tinha tempo. Vê-la passou a ser mais e mais difícil. Passou a não se importar mais. Ela fazia o que queria e era assim. De vez em quando passou a ir no quarto da mãe para treinar a imaginação e não ser pego pelo quarto. De 1 dia de treinamento por semana, passou a 2, a 3 e a 4. Saia olhando o telefone, mas as mensagens eram raras . Pérola ofereceu um suco e achou muita coisa para a mente tantas horas sem comer e pedia para aumentar os intervalos, Steven continuava olhando pra tela procurando alguma mensagem de Connie. As novas tecnologias humanas fizeram como que a comunicação ficasse bem mais fácil, do que já era, mas deixou ele triste por perceber que justamente por ser mais fácil ela não mandava mesmo assim nenhuma mensagem.
Em poucos segundos uma pérola amarela apareceu: “Amarelo requesita sua presenta Steve” e desapareceu de novo no transportador. Steven entrou no transportador com uma cara ainda entre pensativa e triste olhando o telefone. Aos poucos via ele perdendo o sinal e guardou no bolso. Ao ver amarelo lá sentada como se não tivesse feito nada e não tinha a intenção de fazer se sentiu melhor. O seu sorriso se iluminou no rosto triste e Amarelo séria não entendeu. “ nenhuma surpresa na mudança de humor, mas imagino que a tristeza seja uma humana, não preciso de detalhes porque em breve tudo muda, e é tão rápido que eu não sei se quero saber o que houve.” Ele não desfez o sorriso e disse um tudo bem. Ficaram um longo tempo em silêncio sem se importar com nada, enquanto amarelo escrevia em uma prancheta transparente no ar. “Problemas? Por que me chamou?” Ela parou um porco de escrever e pareceu recobrar a memória para algum detalhe e passou uma páginas de volta e escreveu mais algo. “ Verdade... hmmm é sempre difícil pra mim, mas vou entender e compreender o que quiser, mas qualquer decisão será oficial e outros acatarão. Bem, Foi pensando e discutido como sugeriu que começássemos a fazer como uma espécie de reunião como você disse da outra vez...” Ele riu e falou “ não acredito que levaram a sério a minha brincadeira de fazer reuniões com outras gems para saber a opinião delas, imagino com quais tenham sido” Ela franziu o cenho e estava prestes a dizer quais gems quando ele interrompeu e disse pra continuar, “tenho impressão que vai me dar uma revelação estranha me diga logo.” “Ah, então, queremos transferir gems da novahomeworld para Homeworld” O choque de Steven ia vir como um argumento que amarelo já conhecia , antes dele falar ela completou com o dedo levantado“ não queremos brigas por isso” mas ele já foi dizendo um não com uma raiva enorme com os ombros levantados e os olhos cheio de sentimentos “ elas foram enviadas pra lá numa situação de guerra de vocês e...” “ Calma. Eu sei mais do que ninguém, essa não é uma volta de ideia ou mudança.” “ Se não é , então o que?” Ele gritou já ficando rosa. “É preciso, elas chama atenção, algumas ficam tristes e isso você já percebeu.” A voz sem alteração de Amarelo o fez relaxar os ombros e realmente percebia que as mais velhas que não tinham tido tanto tempo contato consciente com a Terra e só se perceberam como gems inteiras recentemente ficavam tristes com o planeta “novo” e a situação de aprender a conviver com humanos, algumas perolas eram bem dificieis, ágatas que não se acostumavam a mandar nas gems menores eram as que mais demoraram a aceitar. “Isso você reconhece?” ele relaxou mais os ombros e disse um sim contra a vontade. “Mas... somente se elas quiserem vir”, no fundo ele sabia que elas queriam voltar, mas abaixou o olhar pensando que não ia gostar se fosse ao contrário. Depois de um tempo com Amarelo olhando para ele, ele perguntou “ Quais?” Ela disse “As maiores, briguentas, depressivas e...fora do comum...” ele ia mudando a expressão quando ela completou rapidamente “ que quiserem vir”. “Mas porque isso de repente?” “Bem, como eu disse conversei com as diamantes, perolas, ágatas, grande parte da corte, com todos mesmo...” Ela disse a ultima palavra ao ver a sobrancelha de dúvida de Steven. “Observamos e sabemos que as mais antigas teriam dificuldades mesmo com a escola que as Cristal Gems fizeram, isso porque passaram pouco tempo para elas, é difícil eu explicar, mas na mente delas é como se fossem minutos ou horas em que chegaram na terra, veio a guerra e puft acordaram e alguém fala ‘oi.. você agora pode escolher em ser o que quiser’”. A argumentação de Amarelo deixou Steven um pouco envergonhado. Coçou um pouco os cabelos encaracolados que não lavava há dias e por fim percebeu que fazia muito tempo que estava em pé. Amarelo observou o seu jeito , mas não disse nada. Para ela era um momento decisivo, sem a permissão de Steven várias gems suas e de Azul permaneceriam na Terra, e para explicar a razão de como isso não era comum na antiga política deixaria ele mais uma vez com raiva achando que ainda permanecia coisas de dominação gem. Mas para a Terra ser livre como ele queria seria preciso que muitas Gems saíssem de lá, e explicar política deixava ela pisando em cristais com ele.
Ele se aproximou se encostou no trono de amarelo. Respirou fundo e disse “ Espero que isso não seja nenhuma estratégia contra mim”. Ela riu e disse “sinceridade sempre, algumas coisas não mudam mesmo.” Ela imitou o somo de respiro dele e riu. “Não é preciso confiar, mas assim como falou agora é bom mesmo deixar tudo claro, sim eu queria que todas saíssem para uma paz mais prolongada, mas a principio me preocupo com ...” Ele batia os dedos no trono de vidro de amarelo ansioso com a continuação. “Acho que não entenderia, pode conversar com suas amigas pra saber o que fazer, não precisa me responder agora se preferir, mas não é contra você ou seu... “ Ela olhou rapidamente para ele e observou logo as sobrancelhas aos pouco se franzindo. “Como quiser chamar, sua zona livre ou lugar onde mora.” Ele concordou com a cabeça um pouco melhor. “Tudo bem, digo tudo bem para a transferência, para as que quiserem vir, percebi mesmo que as mais antigas se sentem mal e não vou obrigar ficarem na Terra.” Amarelo mostrou logo um sorriso e escreveu logo alguma coisa na prancheta avançando as telas pra frente. Pareceu que era um pensamento antigo porque muitas telas foram passadas. Ele ficou olhando ela passando as telas e parando em algumas pra escrever, aquilo parecia acalma-lo de alguma forma estranha como se olha para um familiar trabalhando em casa. Gostava de ficar lá porque nada era corrido, poderia ter passado o dia todo ali somente olhando Amarelo passando telas suspensas no ar. Depois de muito tempo ela falou “Olhe essa é importante” Ele se sentiu constrangido porque não entendia o que estava escrito. “Ah é sobre assuntos ... energéticos daqui, como sabe precisamos de algumas fontes de energia, porque ao contrário do... da ... Terra não temos um sol, ou atmosfera... bem, precisamos, contudo, de energia, pouca, somente pra que tenha gravidade, e como virão antiga população os lotes de novas gems serão...” Ela esperou a notícia fazer efeito e ele sorriu. “hummm, olha só steven feliz finalmente” e ele completou “acho isso bom, porque estava preocupado em como esse planeta continuaria, assim em pedações uma hora ia se dividir. Além disso, é bom pra não haver tantas espécies assim.” E ela concordou meio triste “É... vai um pouco contra com que pensávamos, mas por hora com a volta...hmm de algumas, a nossa população atual aumentará. Além disso os geradores de gravidade nos mantem unidos, isso foi uma invenção ... antiga construção digamos...”Ela parou e ficou nostálgica. Virou-se para ele e disse “Nessa nova era, nunca tinha ficado tanto tempo assim aqui”. E ele olhou pra o relógio de corda antigo que amarrou no braço. Não sabia se era meia noite ou meio dia nem de que dia. Mas logo a ansiedade passou ao se lembrar que não havia bem um motivo pra ter pressa. “agora você tem uma casa certo? ““ah isso? Sim. Bem, vou voltando, até a próxima.” Pelo menos isso lembrava que podia voltar pra sua nova casa. Voltou a sua antiga casa, já ia dar mais uma despedida do seu pai e as Gems para voltar pra sua montanha mais solidária ainda. O pai logo ofereceu a antiga van para levar ao aeroporto e lá foram.
Não foi uma despedida longa como da outra vez, sabia que ia voltar mais vezes, mas se preocupada com o pai. Depois de um longo abraço entrou no avião. Olhando para o telefone, viu um alerta de nova mensagem aparecer antes de perder o sinal. Era o suficiente para deixar a curiosidade tomar conta. Era uma mensagem que precisava de internet e estava sem também. Ia ter que esperar umas 4 horas pra chegar perto da cidade que dava para sua moradia. Dormiu e acordou com a hora do desembarque, acordou com uma rapidez enorme e arrumou tudo para rapidamente desembarcar. Quando correu pedindo licença para todos que passavam no aeroporto para conseguir um sinal de wifi, ao conseguir viu que era da Connie “Você está on? Ah não deve estar agora, bem espero que veja mesmo assim. É passei pelo teste finalmente depois de muito tentar e agora posso exercer, uma parte, a medicina, yaaay, não sabe o quanto fiquei feliz e cansada ao mesmo tempo. E , então percebi que fazia muito tempo que não mandava mensagens e você nem pra me lembrar. Está tudo bem?” Ele leu e no final deu um sorriso meio irônico, não sabia o que responder. “Oi, está tudo bem, e que bom.” Enviou só isso na raiva. Tinha raiva porque foi um longo período sem notícias e esperava pelo menos que numa folguinha de estudos ela se lembrasse dele. Por sua surpresa ela respondeu: “ ual. É... onde você está? Soube que visitou Beach City, se não respondeu já deve estar de volta a sua casa das montanhas. Vi um dos seus vídeos de ‘como viver nas montanhas’ e vi sua casa, está muito bonita e queria visitar” Ele logo leu e não sabia se ficava feliz ou se voltava a sua tristeza. Segurando uma bolsa de viagem no ombro e uma mochila, estava lá parado no saguão do aeroporto, olhou para os lados e não sabia o que responder.
“É estou aqui no aeroporto. E realmente visitei Beach City. Ficaram muito felizes, mas só passei um tempo no lava jato, com cebola e as gems.” Ele tinha passado mais de meses, mas percebeu que não ia fazer diferença. “ Ah, bem, eu planejo antes de começar a trabalhar a voltar lá e ficar morando , e você?” E eu? Ele pensou, depois de toda a faculdade e residência e etc ela resolve voltar como se nada tivesse acontecido. “ Não sei. Vou só voltar pra casa agora” Depois de digitar isso ela logo respondeu “ Que bom, espero que poste outro vídeo, agora vou ter mais tempo pra ver, e devo voltar pra trabalhar onde minha mãe esta e acho que vou morar lá perto” ela realmente estava voltando, o que ele não entendia era que parecia que tinham parado no tempo, como se fosse só dizer “aaah voltei”. “Vou sair do aeroporto e subir as montanhas, depois lá falo mais”.
Saiu da internet com uma mistura de raiva, mas feliz por finalmente Connie ter aparecido. Depois de ter chegado em casa, começou um novo vídeo de “fazendo frituras nas montanhas” e mostrava ele fazendo comida. Depois de passar um tempo distraído editando o vídeo. Connie envia uma mensagem “Oi, andei pensando e queria pedir desculpas por ter passado tanto tempo”. Aí o seu coração foi tocado. “É realmente, achei que não tive muita atenção nesses anos da sua faculdade”. Depois de se expressar se sentiu um pouco melhor e logo ela respondeu: “sabia que estava fazendo algo errado sobre isso, achei que realmente não seria um problema tão grande, logo que você sabe o quanto sou... nerd”. Não respondeu, mas estava mais leve do que antes. Depois de editar o vídeo e o postar na internet, logo teve o comentário de Connie com elogios e emotions. Estava feliz novamente, lembrou de quando passou na faculdade de Connie e ficaram um bom tempo juntos e felizes antes dela começar a estudar como se não houvesse mais nada. Depois disso se distraiu viajando e conhecendo pessoas, pousadas, famílias, dias frios e dias muito quentes até encontrar uma fresca montanha que não se arrependeu em investir umas economias do lava jato para construir uma mini casinha de dois andares de madeira. O segundo andar tinha metade ocupada com um quarto e a outra metade era somente uma grande janela no telhado. O restante da casa se dividia em uma sala , um banheiro com ofurô, a cozinha que dividia espaço com a sala e era isso. Parecia em parte com a sua casa com as Gems, só que menor, bem menor. A sala era uma poltrona com televisão e uma escrivaninha que servia para o notebook e alguns livros pendurados na estante, e logo tinha a bancada da cozinha que só tinha uma minigeladeira e o fogão era só as bocas. No segundo andar era basicamente a cama e mais uns livros com um armário embutido. E claro havia um pequeno espaço para lavar a roupa, com uma lavadora e uma secadora junto com uma bagunça de materiais de limpeza. Mas gostava da vista, no inverno chovia em cima da grande janela do telhado e era ótimo pra dormir. A não ser quando começava a pingar água em cima da poltrona e em outros lugares. Como só acontecia em chuvas fortes, acabava esquecendo de consertar essas vigas de madeira.
Queria muito que Connie o visitasse, e ele sabia que ela podia visita-lo com o leão. De uma maneira educada perguntou sobre o leão. Connie disse que ele sumia as vezes como era de costume, mas se aparecesse ia com certeza fazer uma visita. Então veio a preocupação, onde estaria aquele felino por aí. Logo, como se fosse somente um assunto sem intenção, colocou algumas carinhas de riso e disse que sentia falta dele, e isso era verdade mesmo. Ela apressou em dizer que apesar de sumir as vezes ele aparecia e dormia em suas pernas muitas vezes. Os assuntos foram fluindo e já estavam falando sobre receitas e livros, combinaram de alguma coisa como série, e acabou sendo Percy Jackson e os olimpianos.
E foi assim aquele dia. As flores lá fora da montanha, junto com a sua plantação de tomates se sobressaia no verde brilhante e da palha. A cerca de madeira nova demarcava seu pequeno terreno no meio de tantas terras que não sabia se eram de alguém ou não. As nuvens brancas e cinzas diziam que haveria frio em poucos dias.
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