Bésame o mátame no vaya ser que me enamore
Y me pidas que abandone esta vez

Inês se separa e afasta seu corpo do dele ofegante e com toda força da um tapa no rosto de Victor.

— você é um tarado — grita como uma histérica

— você pode falar um pouco mais baixo senhorita — arrasta Inês para fora da lanchonete sem muita paciência — você não para de falar mulher?

— você me beijou sem meu consentimento

— e você não resistiu aos meus beijos dona Inês

— você é bem maior que eu seu Victor — se faz de ofendida — eu te acuso de assedio — sai andando.

— por favor Inês me escuta — se coloca na frente dela — você poderia me acusar de assedio – segura ela pela cintura novamente e aproxima o corpo dela do dele — mas não vou permitir você sair daqui com uma impressão errada minha.

— você poderia falar comigo sem me agarrar — imóvel nos braços dele — que mania estranha de me agarrar.

— eu senti uma grande atração por você desde o casamento e o beijo que te dei no hospital.

— o termo certo seria — se solta dele — que você roubou de mim

— você não me escutou mulher? — olha Inês andando para longe dele e não vai atrás.

Inês volta com a cabeça nas nuvens e Ana é a primeira a perceber a felicidade estampada no rosto da amiga.

— é impressão minha ou você voltou com um sorriso maior do que quando saiu?

— eu encontrei o deus grego e ele se chama Victor — suspira ao terminar de pronunciar o nome — ele me beijou a força.

— como assim Inês — fica confusa — você está feliz por ser beijada a força?

— ele tem um pegada espetacular e ainda por cima Beija bem.

— você só pode está brincando

— eu dei um fora nele e fui embora do haras sem deixar ele falar.

— você vai fazer o jogo de dominadora com ele também?

— ele não vai ser uma presa fácil — sorri maliciosa — eu não desisto fácil Ana Leal.

— vai ser mais um pra eu barrar quando ele cair nas garras de dona Inês Huerta.

— eu só não sei como vou colocar meu plano em prática

No haras Victor ainda lembrava do tapa que tinha levado no rosto e como aquela mulher era tao cheia de atitude e diferente de todas as que ele já tinha se relacionado.

— vou te encontrar de novo Inês? — olha o computador na frente dele é digita o nome dela no buscador

"A grande musicista Inês Huerta voltou ao país depois de uma longa agenda de concertos pela Ásia e já planeja uma nova turnê pelos estados unidos para daqui á alguns meses."

— vamos ver onde você mora senhorita Huerta — sorri com a possibilidade de ver aquela mulher novamente.

A semana passa e chega o fim de semana e Inês resolvi viajar para Cancún e ficar em uma pousada a beira mar.

— seu quarto já está pronto senhora Huerta

— preciso saber onde tem um restaurante próximo daqui de preferência.

— temos restaurante na pousada

— então eu vou até lá obrigado — vai até o restaurante jantar e logo depois vai caminhar pela praia.

— olha que eu tenho muita sorte mesmo — se aproxima dela — você realmente está na minha frente Inês.

— Victor? O que faz aqui seu tarado — fala se fazendo de ofendida.

— vamos parar com joguinhos porque já passamos dos trintas e eu não brinco de gato e rato — se aproxima dela.

— pois me fala da sua brincadeira favorita — passa os braços por trás do pescoço dele — eu ainda não consegui te decifrar — sobe o olhar até o rosto dele — quem é você Victor?

— quem sou eu dona Inês?

Ele a levanta e Inês cruza as suas pernas na cintura de Victor e entre beijos e carícias ele já estava sem camisa e ela sem o vestido e com a lingerie a mostra.

— o que estamos fazendo? — pergunta Victor ofegante sem desgrudar seu corpo do de Inês.

— eu não quero responder — fica por cima dele é tira a calça jeans e descobre algo bem curioso — não usa cueca Victor?

— uso sempre mais eu estava com uma calça apertada e com cueca fica bem apertado e machuca — faz com os labios um biquinho e um sorriso safado brota em seus labios.

— então eu vou te ajudar — tira o sutiã e a calcinha — você deixa?

Ele faz com a cabeça um sinal de positivo e ela começa a chupar bem devagar o membro dele que começa a aumentar.

—não faz assim — ele gemia como um lobo no cio a cada toque da boca dela.

Victor segura a cabeça de Inês e cuidadosamente a tira do seu pênis e ela se posiciona por cima dele e começa a cavalgar bem lento e com o tempo aumenta o ritimo até parar e começar a rebolar com o pau dele dentro da sua vagina.

— eu não consigo mais segurar é melhor sair de cima de mim — tenta afastar ela mas é em vão porque os dois chegam a o ápice do prazer juntos e ela desaba cansada por cima dele.

— vai ter que me levar até a pousada nos braços Victor.

— você está bem Inês? — tirando seu membro cuidadosamente de dentro dela e levantando para colocar a roupa e vestir o vestido nela.

Victor levar Inês até seu quarto e quando a coloca na cama escuta um pedido quase que irrecusável e deita na cama.

— fica comigo Victor — puxa ela pra perto dela — essa cama é tão grande pra mim.

— não acho prudente depois do que fizemos na praia — senta na cama.

— você mesmo falou que éramos adultos e não queria brincar de gato e rato — senta no colo dele é fica com o rosto bem colado aí dele — e se eu te beijar você resiste?

— posso ser sincero? — segura os punhos dela — eu não resistiria e te fuderia a noite inteira sem descanso.

— pois se sinta a vontade Victor — tira o vestido e deita ao lado dele imóvel — você é quem manda no meu corpo.

E nesse jogo de sedução os dois transaram a noite inteira parando no meio da madrugada exausto e com muito sono resolveram dormir.

[...]

— como você me achou? — coloca a perna por cima da dele — estamos um pouco longe da minha casa.

— eu te segui ate aeroporto — da uma gargalhada — o que você fez comigo Inês?

— eu te agarrei no meio da praia e transamos como loucos — abraça e deita a cabeça em cima do peito dele — eu também estou louca.

— eu pesquisei onde você morava e peguei meu carro e fiquei na frente da sua casa — tira um mecha de cabelo do rosto dela — e te segui ate o aeroporto.

— e como descobriu que eu peguei o avião pra cá? — se apoia no cotovelo e observa o sorriso no rosto de Victor

— eu perguntei no guinche onde você estava indo e a moça não me falou

— então você tentou adivinhar onde eu ia?

— eu usei minha melhor arma — se senta na cama e passa as mãos pelo cabelo — usei meu charme e falei que era seu noivo e que ia fazer uma surpresa.

— você é um maniaco psicopata Victor — senta na cama e soca o peito dele — você vai me matar?

— só se for de prazer mi morenita — a deita e fica por cima dela e começa a beija-la

— você já me colocou um apelido?

— não quero mais me separar de você e quero sim te conhecer melhor inés

— só te peço paciência comigo e com a minha forma de pensar

— eu prometo ter toda paciência com você morenita — da um selinho demorado nela e se levanta — vamos sair um pouco?

— porque você não deita aqui Victor?

— porque eu só estou com essa roupa — sorri pícaro — não posso ficar um fim de semana com a mesma roupa.

— fica aqui por favor — faz um biquinho e juntas as mãos pedindo — eu te peço que não me deixe sozinha.

— eu aceito, mas temos que dar um jeito no que eu vou vestir nesses dias com você.

— por mim você poderia andar nu pelo quarto que eu ia adorar

— eu vou comprar roupas — tira o robe e coloca a sua roupa — volto rápido que não vai dar tempo de sentir saudade.