Screw Up Mess.
16 Capítulo 16
Notas iniciais
PS: CAP HOT DEDICADO P LARI RSRSRS
PSS: FICOU UM COCO PQ EU JA FALEI, E VOCÊS SABEM, EU NÃO SEI FAZER ESSAS COISAS.
PSSS: NÃO CONSIGO MAIS FAZER POVS HARRY, ENTÃO VAI SER SÓ DA CAROL... É DIFICIL VOCÊ VER PELA MENTE DE UM GAROTO, E COMO EU NÃO ENTENDO NADA, VAI SER SÓ A CAROL :/ PRA QUEM ESTAVA GOSTANDO DOS POVS HARRY, MIL E UM PERDÕES! BEIJOCAS
Sabe quando foi tudo tão bom que você nem sabe descrever? Então, sentir os labios de Harry nos meus, mais uma vez, foi indescritível. Melhor ainda foi poder sentir teu peito tão junto ao meu, ao ponto de quase ouvir as batidas do seu coração acelerado. Estava tão perto que eu mal podia respirar... Quer dizer, eu podia, mas bem lenta e calmamente. Assim como minha respiração forçava enquanto eu olhava em seus olhos, eu também podia sentir a sua.
Naquele momento, eu soube... O que eu sentia pelo Harry não era apenas uma atraçãozinha, de que uma aluna sente por um professor, de que uma garotinha de 8 anos sente pelo coleguinha da sala... Não era NADA comparado a isso. Era mais. Era uma emoção, que até eu então, eu deixava escondida bem no fundo do coração, emoção cuja eu nunca quis sentir por ninguém depois de ter o coração tão partido. O que eu senti por ele, era, nada mais, nada menos, que amor.
E enquanto nos olhavamos ali, eu senti um frio enorme percorrer o corpo, a uma necessidade imensa de sentir aquele beijo de novo. Lindo mesmo foi ver aquele sorriso. Agora nós sabiamos. A partir de agora não conseguiriamos mais nos segurar... Teriamos que continuar. Ir a diante. E mesmo que não fosse dar em nada, ainda era amor. E resolvi esquecer da minha mãe, esquecer todas as consequencias que estariam por vir, e só aproveitar o momento.
Senti suas mãos deslizarem por minha cintura, fiquei tensa. Eu não achei que uma coisa tão especial, pelo menos pra mim, tivesse que acontecer ali, no chão duro. Se bem que, qualquer lugar que eu estivesse com o Harry, seria perfeito. Mas, como toda garota que se preza, eu queria mais romantismo. E pelo menos, uma cama.
Acho que ele leu meus pensamentos, foi levantando, ainda segurando a minha mãe, e nos seguiu para o meu quarto. Não consegui falar nada, nem mesmo um "tem certeza disso?", nada... não saiu nada. Eu só o segui e fiquei rindo como uma boba, que nem no dia que ele me chamou pra dar uma volta. Aquela famosa frase: "Pensar muito faz a gente desistir" se encaixava perfeitamente na minha situação atual. Então, era só não pensar e curtir.
Ele me deitou delicadamente, sem tirar os olhos dos meus, e por incrivel que pareça nossas mãos ainda estavam entrelaçadas. Novamente nos beijamos, e sem dificuldade nenhuma ele tirou minha blusa e bem, acho que o resto fica por conta da sua imaginação. Por que na minha, eu vou guardar cada detalhe nessa noite maravilhosa.
Esse foi uma daqueles momentos que você simplesmente não consegue parar de sorri, nem por um segundo. Sem arrependimentos. Totalmente ao contrario do Zayn e... Como é que eu posso pensar em Zayn quando eu tenho um Deus grego desse me abraçando?
Olha, se eu ja achava o Harry lindo totalmente vestido, com suas camisetas diferenciadas e suas calças largas, não preciso nem comentar como ele estava se saindo apenas usando suas cuecas box, né? Enquanto ele dormia ali, abraçado comigo, eu não tirava do pensamento tudo que tinha acabado de acontecer. Me lembrei da musica mais linda ja escrita, e que descrevia basicamente tudo que eu estava sentindo. "I wonder what it's like to be loved by you, I wonder what it's like to be home.." (Walk in the sun — McFly).
Me enrolei no lençol e desci pra sala. Sentei no sofá, peguei a almofada e apertei contra o meu peito, e ai eu dei um grito abafado. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo e como eu estava feliz. Fiquei me perguntando: porque a vida as vezes é tão complicada? E não venha me dizer que sou eu que complico as coisas, porque eu podia muito bem ter um futuro justo, com o Harry. Mas não. É tudo tão incerto. Afinal, ele namora a minha mãe, o que com certeza, atrapalha tudo.
Ouvi alguns barulhos la em cima, imaginando que, ele ja teria acordado. Me ajeitei no sofá. (Preciso falar que eu continuava sorrindo?). E quando ele desceu as escadas, ja não estava mais apenas de cueca, estava com suas calças pretas, uma camisa vestida pela metade e sapatos nas mãos. Ele não estava sorrindo como eu. O que fez com que meu sorriso desaparecesse automaticamente.
-Isso... não.. podia ter acontecido! -Disse ele, ofegante e bravo. Como assim? Agora quem não estava entendendo nada era eu. Não falei nada, esperei que ele continuasse com aquela ceninha ridicula de "Isso não podia ter acontecido" ou "Eu amo sua mãe"... Ele é o unico IDIOTA do planeta que realmente acha isso. Nem a minha mãe deve acreditar mais nessa história. -Eu preciso ir embora........ Eu... Não...
E ele saiu pela porta, não me dando chance nem de retrucar. No meu lugar, acho que ninguém faria outra coisa, chorar. Por que é que quando você se entrega pra uma pessoa, esta crente de que ela sente o mesmo por ti, e no final sempre acaba quebrando a cara? Sempre se ferra, sempre se ilude... Era uma coisa que ja estava cansando.
Eu me sentia uma idiota. Primeiro: Por que eu ja havia admito, pra mim mesma, meus sentimentos pelo Harry. Segundo: Depois de um momento tão magico como esse, o garoto sai correndo desse jeito? Ou eu sou pessima na cama, ou eu sou pessima. Terceiro: Porque, mais uma vez, eu sai machucada nessa história de amor. Se é que amor existe... Porque até agora, só quebrei a cara, e bem, tenho minhas duvidas.
Eu queria poder apagar tudo isso, sabe? Machucada, e ninguém se importa. A unica pessoa que eu podia contar era a Gabi, mas nem essa atendia o celular, ou mandava algum sinal de vida. Agarrei a almofada que minutos atrás eu tinha usado pra dar gritinhos de felicidade, e usei pra dar soluços de choros.
Definitivamente, esse é o fim. Engraçado, é que ja teve fim, uma coisa que mal começou.
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