Scream! Welcome To The Game.
21 Capítulo 20 - Siga-me.
Notas iniciais
Capítulo 20 — Siga-me:
“Não tinha dúvidas de que a resposta para a pergunta que eu estava prestes a fazer não seria muito agradável, mas a curiosidade para saber a verdade por detrás daquela palavra era enorme. Gemi por conta da dor que eu ainda sentia e quebrei o silêncio sombrio que pairava naquele galpão escuro.
— Ahn... – subitamente, Hayato me lançou um olhar frio, carregado de ódio, que me fez afundar um pouco mais na cadeira em que eu continuava amarrado – Ele... Ele me disse para não... D-deixar você me chamar... – minha fala foi interrompida.
— Você é um saco, garoto! Não sei como Ele ainda não te matou, mas estou ansioso para que o faça! – Ele mostrou um sorriso bem aberto ao proferir as últimas palavras.
Não queria demonstrar meu nervosismo. Então... Depois... Ele me mataria? Me jogaria fora quando eu começasse a chateá-lo? Como um brinquedo... Baixei a cabeça, deixando os fios do meu cabelo cobrirem meus olhos arregalados e cheios de lágrimas.
— Mártir... – murmurei, sem me importar se aquela palavra o atingiria da mesma forma que o B.
— O que foi que disse? – Sua reação não foi a mesma, mas ainda assim, ele não gostou de ouvir. Hayato respirou fundo, tentando conter a raiva. – Uma pena eu não poder encostar em você.
Ouvi um toque curto de celular, vendo uma luz sair do bolso da calça de Hayato. Ele pegou o aparelho e deu um sorriso de canto. Sorriso com um misto de ódio e satisfação.
— Parece que eu estou com sorte... Ou não – disse ele, voltando a guardar o celular enquanto dava passos em minha direção – Você não conseguiria tomar banho sozinho nessas condições. Vou ajudá-lo – ele estendeu uma das mãos em direção ao meu rosto, segurando as minhas bochechas. Estremeci. – Calma. Eu não vou te fazer nenhum mal. B me pediu para deixar você novinho em folha.
Ele soltou minhas bochechas, e me olhou com desprezo. Em seguida, pegou um alicate. Eu estava prestes a gritar, mas percebi que o intuito dele era apenas quebrar as algemas que me prendiam à cadeira. Alívio.
— Não sei por que ele perde tanto tempo com você – Hayato usou um tom de nojo – Mas está tudo bem. Depois que essa palhaçada acabar, B vai voltar para os meus braços. Pelo menos até ele achar alguma coisa mais divertida e o jogo dele... Recomeçar.
Eu não sou nada... O que ele fará comigo desta vez?”
Só dei a partida no carro quando terminei de ler aquela papelada toda. Informações interessantes, que me deram inúmeras ideias, recheavam as preciosas folhas que eu tinha posse. Minha criatividade voou longe, imaginando como seria acabar com aquele rato patético, mas eu não podia ignorar a aparição daquela mulher.
Pisei mais fundo no acelerador, sentindo o vento aumentar. Estava ansioso para voltar. Meus cabelos batiam nos meus olhos, mas eu não me importei. Apenas continuei sorrindo. Um sorriso de satisfação e ânimo que há tempos não se prolongava por um período tão longo.
Eu não precisava fazer muita coisa... Ele já havia colocado tudo a perder. Yonosuke não fazia ideia de que acabara de entrar em uma floresta de cipós bem densa. Não percebia como estava se enroscando neles, e no próximo passo em falso ele se enforcaria.
Diminuí o som da música do rádio. Estava ficando com dor de cabeça, e não queria que essa sensação de adrenalina gostosa se transformasse em raiva. Desta vez eu queria tentar de novo... Sentir a mesma intensidade da primeira vez. Eu sabia que ele estaria me esperando em casa. Near estaria lá. Para mim. Só para mim.
Seu corpo, seu cheiro, seu sangue ainda quente. O barulho da sua respiração que me dava certeza de que ele não me deixaria. Seu medo... Sua dor... Sua saudade.
Eu tirei sua paz. Tirei sua calma. Tirei sua pureza. Agora Near estava sujo... Sujo como eu. E eu queria que ele gostasse dessa sujeira. Que percebesse o quanto era bom. Do mesmo jeito que ele me proporcionava desejo e sentimentos um pouco mais... Humanos, eu queria compartilhar meu ódio com ele. Mostrar o quanto era bom abraçar o diabo. Fazê-lo aceitar o próprio inferno.
Since I met you I've been crazy
Since I've been with you I've been lost
You make everything see hazy
Love comes with such a cost
Senti meu corpo chacoalhar dentro do carro, como se alguém estivesse me dando um safanão, então percebi que meus olhos estavam fechados e eu tinha passado em cima de algum animal. Freei bruscamente, levando a mão direita até meu coração.
Batia muito rápido.
Um gemido rouco escapou da minha garganta enquanto eu tentava controlar minha respiração. Levei as mãos, trêmulas, ao volante, sem me importar em checar se o animal havia mesmo morrido, ou que tipo de animal eu acabara de atropelar. Fiz a curva da trilha que me levava até o galpão, no meio daquela mata escura e gelada. Em poucos minutos os faróis do carro iluminaram a construção antiga que eu estava chamando de lar, e lá dentro estava um dos maiores motivos da minha insanidade.
Have I lost my mind?
Have I lost my mind?
Have I lost my mind?
Peguei a pasta que estava no banco do carona e fui até a porta, dando um soco forte para Hayato abrir a fechadura. Eu não precisei esperar muito. Dei um sorriso coberto de malícia, levantando a pasta.
— Vejo que já tem o plano perfeito – sua voz baixa saiu sedutora e ele me devolveu o sorriso.
Joguei a pasta em seus braços e entrei.
— Não apenas um, mas vários.
— Você não vê a hora de sentir o sangue dele nas suas mãos, não é? – Hayato abriu a pasta, e começou a folhear as páginas sem interesse.
Sentei em minha poltrona, cruzando as pernas.
— Você errou. Que pena... Logo agora que eu iria te recompensar – joguei para ele um olhar de desafio. Ele arqueou uma das sobrancelhas.
— O que você pretende fazer, B?
— Sabe... – estiquei os braços para o alto e depois levei minhas mãos até minha nuca – Odeio precisar escolher quem matar. Estou em uma situação desagradável. Devo escolher uma isca e uma única vítima – conforme eu falava, sua expressão de dúvida apenas aumentava. Suspirei – Se eu matar um, o outro ficará vivo. Simples. Não poderei matar os dois.
— Espera... Deixe-me ver se entendi – ele balançou a cabeça para os lados – Beyond Birthday poupará a vida de alguém?
Dei uma risada. Hayato parecia surpreso.
— Estou revendo minhas prioridades. Tudo depende da minha escolha. Isso é tudo o que você precisa saber no momento.
Ele não fez mais perguntas. Apenas encarou a pasta por alguns instantes antes de dizer:
— Fiz tudo que você mandou. – Ele olhou para cima e me fitou logo em seguida.
— Não vi você chegar com nenhuma sacola. Você não saiu daqui, saiu? – levantei da poltrona, ansioso para subir.
— Não seja ridículo! Mas é claro que não. Estava tudo no meu carro.
— Você já pode ir. – Disse, enquanto subia o terceiro degrau da escada.
Ele ainda estava parado. Virei meu tronco para olhar para o seu rosto.
— Não espere um “muito obrigado” – debochei.
Vi um sorriso mínimo se formar no canto de sua boca.
— De você... Eu espero outras coisas.
Hayato se virou, indo em direção à saída. Ele bateu a porta com força e eu desci os degraus da escada para trancar a fechadura. Ouvi o motor de um carro ligando, e depois de alguns minutos, nem mesmo o vento ousava dizer alguma coisa.
Silêncio.
E então um muxoxo vindo do andar de cima fez com que a minha temperatura elevasse.
Subi em passos lentos.
Como um demônio.
Perigoso.
Follow me down to the river
Drink while the water is clean
Follow me down to the river tonight
I'll be down here on my knees
Lembrei-me de como minhas vítimas ficavam assustadas com a coloração dos meus olhos. E mais de uma vez, a última palavra delas antes de morrer era sobre o brilho avermelhado que eles possuíam na escuridão.
Será que estão assim agora?
Lá estava ele. Nu, deitado de costas para o colchão da cama. Com os braços esticados e os pulsos presos às barras da cabeceira por algemas. Caminhei até ele, com um sorriso malicioso, e sentei ao lado do seu corpo.
Percorri minhas mãos pelo seu abdômen macio.
Nights avoiding things unholy
Your hand slips across my skin
I go down on you so slowly
Don't confess none of your sins
— Ele cuidou bem de você, Near? – perguntei, ainda acariciando seu corpo.
Ele assentiu.
— Hayato tocou em você? – fiz outra pergunta, com um tom de voz doce.
Novamente, Near assentiu. Eu sabia que ele estava respondendo apenas o que eu perguntava, de forma clara e rápida, então decidi reformular a pergunta.
— Ah, ele tocou em você desse jeito? – apertei um de seus mamilos de leve, recebendo em resposta um pequenino e quase inaudível gemido. Ele balançou negativamente a cabeça logo em seguida. Seu rosto havia corado.
Aquilo foi... Diferente.
Ele... Gemeu?
Have I lost my mind?
Have I lost my mind?
Aproximei meu rosto, analisando mais de perto a coloração avermelhada de seu rosto. Tomei seus lábios, aproveitando o gosto do beijo dele. Near não tentou me morder. Por mais que sentisse repulsa, ele não fez nada para interromper. Até me permitiu explorar sua boca com a minha língua. Seu beijo era tímido. Delicioso.
Ele virou o rosto, mas não tentei impedi-lo. Apenas afundei meus dedos nos fios de seu cabelo, puxando-o de leve para trás, enquanto mordiscava e dava pequenas lambidas em seu pescoço.
Parei para arrancar minha camiseta e jogá-la no chão. Ajeitei meu corpo, ficando por cima dele. Não ousei colocar todo meu peso em cima de seu corpo frágil, apenas o suficiente para sentir a pele de seu tronco roçando no meu. O cheiro de hidratante corporal de morango me fez salivar e desejá-lo ainda mais.
Near estava com os cabelos úmidos devido ao banho. Fiz questão de marcar em uma lista de compras o shampoo infantil que ele usava. Aquele cheiro suave de lavanda era delicioso, e combinava com seu rosto inocente. Soltei seus pulsos, libertando suas mãos, mas por garantia, puxei uma das correntes presas ao teto, e prendi seu pescoço em uma tira de couro enfeitada de pregas.
Voltei a marcar seu pescoço com alguns chupões, tentando manter um pouco de calma. Não queria me apressar. Não queria que acabasse tão rápido. E agora que ele finalmente me deixava senti-lo dessa maneira, não queria colocar tudo a perder. Fiquei surpreso quando senti suas mãozinhas percorrerem minhas costas. As ataduras que cobriam os dedos de sua mão sem unhas me fazia arrepiar. Deixei um gemido escapar quando ele fincou as unhas que ainda lhe restavam na minha carne. Uma ardência gostosa se estendeu pelo meu corpo. Near se assustou, pois tirou suas mãos de mim subitamente. Olhei para o seu rosto, apavorado. Ele ia implorar por perdão, mas eu silenciei seus lábios com o meu dedo indicador.
— Me toque... – sussurrei – Se quiser me tocar ou sentir minha carne sendo rasgada, fique à vontade. Se quiser sentir meu sangue... Eu estou lhe dando permissão. – tirei meu dedo dos seus lábios, enquanto via-o relaxar. – Você pode me tocar agora, Nate River – disse, sugando seu lábio inferior enquanto sentia as palmas das suas mãos passarem pelas minhas costas.
Meus brinquedos nunca tinham me dado tanta liberdade. Eu sentia seus corpos e o pânico que saía deles. Eu ouvia seus gritos e súplicas de misericórdia, mas nunca havia chegado tão perto de arrancar-lhes um gemido. Aliás, nunca quis ouvir nada que fosse diferente de medo. Eu vivia para isso. Mas esse garoto. Esse pirralho maldito faz com que eu o desejasse cada vez mais. Ele me mostrou mais.
When you're young you always take what you can get
Even bicycles and sprinklers get you wet
Now I know that there's a different way to die
My body breathes, heart still beats
But I am not alive
Desabotoei minha calça jeans, jogando-a no chão do mesmo jeito que fiz com a minha camiseta. Eu estava muito excitado, mas não tinha acabado de marcar aquele corpo. Sua pele pálida e fria fazia meus pelos se arrepiarem. Queria passar meu calor para o Near. Ele tremia. Encostei minha testa na dele, atento para os detalhes do seu rosto. Suas pupilas estavam dilatadas, e nossas respirações se chocavam. Fechei os olhos e sorri, enquanto descia uma das minhas mãos pelo meu próprio corpo, até pousá-la sobre o meu membro coberto por uma boxer preta.
Saí de cima dele, e coloquei seu corpo sentado. Ele pegou impulso com os braços, e por um breve momento pensei que ele fugiria. Mas não. Ele apenas encostou as costas na cabeceira, arqueando a coluna ao encostar-se ao metal frio. Ele acariciou discretamente as pontas dos dedos atados, tentando não demonstrar dor.
Sua expressão era maravilhosa.
Sentei de frente para ele. Tirei minha peça íntima e apoiei uma das mãos no colchão. Afastei minhas pernas, levando minha mão ao meu membro enrijecido que clamava por atenção. Joguei a cabeça para trás, soltando gemidos involuntários.
Near tentava desviar a atenção, mas acabava sempre direcionando o olhar para o meu corpo. Suas perninhas balançavam e ele pegou um travesseiro caído ao lado da cama para esconder seu próprio membro.
Espera...
Ele estava... Excitado?
Continuei com os movimentos de vai e vem, intercalando com uma leve massagem. Meu peito subia e descia rápido. Meus gemidos se misturavam com leves sorrisos, enquanto via as expressões envergonhadas de Near. Às vezes ele levava as mãozinhas até a boca, evitando dar alguns gemidos leves. Tudo era tão... Infantil e novo para ele. Era novo até para mim, mas isso me deixava ainda mais atraído por ele.
Perguntei-me se a cena estava sendo gostosa aos olhos dele. Se ele estava gostando de me ver assim. Se ele sentia desejo.
— V-você quer me tocar, Near? – perguntei com dificuldade.
Ele queria, mas hesitou. Sua expressão ficou confusa e ele estava com medo de não me satisfazer. Near via o quanto eu estava sentindo prazer, e não queria diminuí-lo, então abaixou a cabeça, corando ainda mais.
Larguei meu membro, sabendo que se continuasse eu gozaria em breve. Queria chegar ao ápice de outro jeito.
Empurrei de leve o corpo do Near até ele me dar espaço para sentar, apoiando as costas na cabeceira. Coloquei-o sentado no meu colo, de frente para mim. Olhei para baixo, vendo sua ereção. Sorri maliciosamente, e passei os dedos pelo seu cabelo. Near tentou pegar o travesseiro para bloquear minha visão, mas eu fui mais rápido e joguei o objeto longe. Ergui seu rosto, obrigando-o a me encarar. Beijei seus lábios, mostrando que estava contente com o que estava vendo.
Apoiei meu antebraço em seu ombro e afundei meus dedos em seus fios de cabelo sedosos. Posicionei meu membro em sua entrada, que desta vez estava um pouco lubrificada com a própria saliva dele.
— Isso pode doer um pouco. – falei, usando um tom de voz irônico, sem nem mesmo esperar ele entender direito o que eu quis dizer.
Dei um impulso com meu quadril e seu corpo caiu sobre o meu. Subitamente senti meu membro sendo esmagado de uma maneira deliciosa em seu interior quente e apertado. Abafei seu grito com a minha outra mão, enquanto eu me segurava para não começar a dar as investidas.
Senti suas lágrimas molharem os meus dedos, mas ele não se debatia. Ficou quieto, apenas soluçando um pouco. Eu podia imaginar a dor que ele estava sentindo. Seu grito foi uma espécie de bônus para mim. Aos poucos, fui afastando minha mão da sua boca, então o puxei para um beijo. Sua mão sem ataduras fincou no meu pescoço, e eu deixei escapar um gemido baixo entre o beijo.
Percorri minhas mãos pelo seu corpo, e rocei minhas unhas bem de leve em suas costas, vendo seu corpo reagir com o toque.
O beijo, que já estava um pouco mais intenso, pela primeira vez fez meu corpo tremer de um jeito novo. Eu ansiava por mais. Quando senti Near rebolar, levei minhas mãos até seu quadril para ajudar nas estocadas.
Ele mordia os lábios e apertava os olhos enquanto eu gemia e embaraçava seu cabelo. Aqueles fios brancos eram um completo mistério, assim como meus olhos escarlates. Sua pele me atraía como um imã. Seus lábios abertos e rosados eram tão convidativos.
Ele era tão... Lindo.
Mas o mais importante: Near era meu.
Dominado pelo prazer, finquei meus dentes com um pouco mais de força em seu ombro esquerdo. Ele se encolheu, mas aparentou não se importar. Suas mãos ainda estavam agarradas em mim, percorrendo toda a extensão do meu tórax.
Aumentei a velocidade das investidas, ouvindo um suspiro vindo dele. Agarrei seus braços, tentando ao máximo me conter e evitar enchê-lo de hematomas, mas uma vontade enorme de rasgar sua carne invadiu meus sentidos.
— Ahn... B... – ele sussurrou, fazendo uma careta de dor.
Relutante, afrouxei minhas mãos e desferi um soco no painel de gesso onde a cama ficava encostada, afundando o revestimento. Near apenas passou os braços por detrás do meu pescoço, encolhendo os ombros.
Senti meu corpo se arrepiar por inteiro. Dei uma última estocada e arranquei de Near o gemido mais alto que consegui. Um gemido involuntário que soou deliciosamente bem aos meus ouvidos. Ele tombou a cabeça para trás, e eu soube que tinha atingido seu ponto mágico pela primeira vez. Eu queria ter acertado lá mais algumas vezes, mas acabei gozando. Ele jogou o corpo para o lado, deitando na cama e saindo de cima de mim. Minha respiração estava ofegante, e infelizmente o efeito do meu orgasmo, por mais maravilhoso que tenha sido, estava passando. Olhei para o seu bumbum empinado e vi um pouco de sangue escorrer junto com o meu sêmen. Seu peito subia e descia, seus lábios estavam entreabertos e aquela talvez fosse a melhor visão erótica que eu já tinha visto.
— Ahn... – gemi, virando seu corpo para cima.
Follow me down to the river
Drink while the water is clean
Follow me down to the river tonight
I'll be down here on my knees
Ele ainda estava com uma ereção bem visível. Um pensamento malicioso invadiu meus pensamentos novamente. Agarrei seu membro e ele estremeceu.
— Temos um probleminha aqui, Near... – disse, enquanto brincava com seu membro – Você precisa dar um jeito nisso...
Ele me entendeu.
Ele me entendeu perfeitamente.
Siga-me. Você vai adorar descobrir cada vez mais. Permita-se.
Você precisa me seguir.
Siga-me.
Desfrute desse pecado.
Young love as sweet as can be.
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