Notas iniciais
Oioi gentee Desculpa por não aparecer segunda, eu estava viajando e como vocês sabem ( ou não ) eu atualizo a fic todas segundas & quintas. Primeiramente, antes de vocês lerem esse capítulo, quero agradecer a todos que estão lendo e acompanhando ( eu só postei esse capítulo hoje porque chegamos a 500 visualizações) e estou imensamente feliz por isso e quero agradecer a vocês que estão lendo, acompanhando. comentando etc. Como eu estive fora por um semana, quis fazer um pouquinho diferente nesse capítulo. Então vamos lá a alguns avisos: * Quem prestou atenção no capítulo anterior e deduziu quem é SB vai estar certo. * Se prestarem atenção na descrição de uma personagem saberá a hora que ela aparecer e o nome dela. * Pela primeira vez iremos ver(ler) uma parte de #SCREAMBITCHESTEAM & #KILLERTEAM. *Nesse capítulo introduz uma nova personagem ao time de ameaçados por SB. *Esse é o primeiro capítulo onde a palavra "SCREAM" não está intitulado. é isso pessoal, espero que gostem e até segunda feira hahaha beijos.

Depois que conseguiu tomar consciência do que havia acontecido, de que havia levado dois tiros, Camille acordou no meio da noite sozinha no quarto do hospital. Ela não conseguia entender muito bem o que havia ocorrido.

Se lembra de estar conversando com Anita e depois checar sua caixa de mensagens e se lembrar de seus amigos virem correndo em sua direção e do barulho da arma disparando.

Seus olhos sonolentos demoraram a enxergar o local que estava com uma luz bem fraca da lua que entrava pelas brechas das cortinas. Sua cabeça doía e a menina não sabia que dia era.

Quanta coisa aconteceu em apenas um único dia. Muitas pessoas retornaram e agora Mille ficava cada vez mais com medo de que algo acontecesse a eles. Sentiu seu corpo ficar fraco e o sono tomar conta de si novamente e então, adormeceu.

A garota acordou com alguém fazendo um barulho abrindo as cortinas. Seus olhos se abriram semicerrados e tentando se adaptar a luz intensa do sol. Seus amigos estavam no quarto esperando que ela despertasse completamente.

— Não sabia que fazia cosplay de Bela Adormecida. — Thomas sentou-se ao seu lado na cama sorrindo. Camille riu, pois havia dito aquilo no dia em que o amigo desmaiou na sala.

— Ah, minha cabeça está doendo muito. — ela colocou as mãos na cabeça.

— Esse é o menor dos seus problemas. — Keke falou saindo do banheiro do quarto. — achamos que uma pessoa é Scream Bitches.

A menina não entendeu o que a outra havia dito. Ela sentou-se na cama e olhou para os rostos sérios dos que estavam ali em seu quarto.

— Quem? — perguntou em um sussurro.

— Anita Arelano.— Laura cortou qualquer um que tivesse a intensão de dizer. — vimos uma menina de cabelo louro. Temos certeza de que é ela.

Um silêncio ficou pelo quarto. Nenhum deles disse alguma coisa. Não sabiam se era realmente verdade. Não sabiam o que fazer, o que falar ou a quem procurar.

Aquele jogo estava indo longe demais. Pessoas já haviam morrido e agora a lista começava a aumentar. Tudo aquilo deveria acabar. Keke estava apavorada. Sabia que Karina estava envolvida naquilo, mesmo morta, aquela garota não deixaria barato.

Ela deu um até logo e uma desculpa de que tinha que ir em casa e saiu do quarto. Jennet estava esperando-a sentada do lado de fora, no corredor e as duas foram saindo do hospital.

O dia estava claro, um lindo sol saia enquanto muitos andavam e brincavam. As meninas pararam embaixo de uma árvore para tomar fôlego, pois o sol estava muito quente. Enquanto Jennet tagarelava, Keke observava o outro lado da rua, onde um menino que a lembrava alguém a olhava.

A garota o reconhecia, não sabia de onde, mas sabia quem ele era. Ela andou devagar na faixa de pedestre olhando para o menino de cabelos preto com as sobrancelhas franzidas. Ela ouvia que alguém gritava seu nome, mas não ligava muito para aquilo.

Quando chegou na metade da pista, a menina finalmente reconheceu o garoto. Seus joelhos tremeram e um nó se formou em sua garganta. Seus olhos se encheram de água e ela não sabia o que fazer. Sua cabeça estava quente por causa do sol que batina nela e fazia com que seus pensamentos fossem sendo processados mais devagar.

Sua atenção só foi tirada do menino quando um ônibus passou entre seus olhos e ele, e uma buzina soou aguda ao lado dos seus ouvidos. Keke olhou para o carro que havia acabado de frear para que não colidisse com ela. Olhou para o automóvel de boca aberta e sentiu sua amiga colocar a mão em seus ombros.

— Ke, você está bem? — ela disse olhando para a menina que estava pálida.

Ela assentiu e olhou para o outro lado da rua onde o garoto não se encontrava mais.

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A menina loira corria pelo túnel deserto da parte mais afastada da cidade perto da floresta municipal que agora não recebia mais visitas. Continuou correndo entrando em meios a algumas árvores e correu mais alguns metros até encontrar uma antiga cabana abandonada cheia de folhas e galhos.

Ela bateu na antiga porta feita de madeira e esperou que uma pessoa de preto e máscara a abrisse. Assustou-se ao ver que a máscara era tão feia e nojenta que fez uma careta. Quando entrou na casa, olhou o teto cheio de teias e madeiras prestes a cair com cupins. O lugar era úmido e frio que a fez com que colocasse o casaco.

— Anita Arelano. — disse uma voz feminina que vinha de uma cadeira atrás de uma longa mesa. — que bom finalmente conhece-la.

A cadeira se virou, mas Anita não sabia dizer quem era por que não a conhecia. A menina era muito linda e quase não conseguiu prestar atenção.

— Acha que funcionou? — disse uma pessoa de máscara.

— Óbvio que sim. — disse a garota sentada na cadeira. — há essa hora, Camille e seus amigos que viram os tiros estão achando que sabem quem é Scream Bitches, mas o que eles não sabem, é que Anita é apenas a camada inferior de um mal que vai crescer ainda mais.

— Então, não sou mais necessária? — perguntou.

— Óbvio que é Nita. — outra pessoa respondeu. — está na hora do jogo começar para valer. Está na hora do Game On Bitches.

— Quem será a nossa próxima vítima? — o menino perguntou sentando-se a mesa e fazendo com que Anita sentasse também.

— Tem que ser alguém que irá fazer falta na vida de um deles. — Nita respondeu rápida e fria. — alguém como Felipe ou Marcos.

— Felipe? — riu a garota do outro lado da mesa. — quem ele iria deixar aos prantos?

— Thomas. — sorriu maliciosamente. — percebi que os dois estão em um clima. Se tiver alguém que irá chorar por ele, é esse menino.

— Ligue para eles. — se dirigiu a uma menina de vestes branca. — eles saberão o que fazer.

A menina se levantou e andou com seu longe vestido branco voando como se ela fosse um fantasma. Seus cabelos como de um anjo voavam junto com o vestido.

— Está tudo pronto. — disse de longe. — é hora de colocar para funcionar.

A menina se levantou da cadeira e arrumou seu paletó preto que combinava muito bem com seus longos e um loiro quase brancos cabelos. Ela sorriu e pediu para que os outros levantassem.

— Meus queridos. — disse estendendo os braços e depois ficou séria. — está na hora de seguir o que começamos. Está na hora de terminar o que sempre queríamos, mas nunca tivemos coragem. Está na hora de destruir os seguidores de Karina Henriques.

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Os três ainda conversavam no quarto do hospital. Por incrível que pareça, Camille não estava com muita dor. Ainda incomodava, mas agora dava para conviver. Em certo momento, enquanto os três conversavam sobre as ameaças e as mortes, Paula entrou no quarto. Com seus cabelos como o de uma personagem de livro e filme que a menina era fã.

— Vim ver como você estava. — falou ela com a cabeça baixa. — sei que tivemos nossas diferenças, mas não tenho nada contra vocês. Diferente da minha irmã, eu quero esquecer o passado.

Mesmo que ninguém acreditasse em qualquer palavra que vinha dela, Mille estava tendo a sensação de que podia confiar nela. A menina estilo Marlene de Insurgente parecia com muito mais medo do que os três que estavam no quarto. Bem, a única que talvez estivesse com mais medo que ela era Keke.

— Desculpe por tudo que aconteceu a você e a sua irmã. — Thomas falou primeiro que todas. Ele se levantou e estendeu a mão para a garota sorrindo. — queríamos poder voltar e ter enfrentado Karina.

— Fico feliz em ouvir isso, Thom. — Paula apertou sua mão e andou para perto da cama. Ela olhou em volta verificando se estavam só os quatro.

— Há algo de errado, Paula? — Laura perguntou e olhou para os amigos.

A menina olhou em volta e verificou se o corredor estava vazio e a porta fechada. Depois andou devagar e sentou-se na poltrona ao lado esquerdo da cama. Respirou fundo e por fim conseguiu encará-los.

— Quando eu e Mar chegamos. — começou olhando para suas mãos que estavam apoiadas em seus joelhos. — alguém começou a mandar mensagens para mim.

— Quem? — Camille perguntou mesmo sabendo a resposta.

— Scream Bitches. — Paula respondeu e olhou o rosto dos outros três que não pareceram muito surpresos.

Notas finais
Espero que tenham prestado atenção no que eu falei hahaha e espero que tenham gostado também. Fico feliz em saber que vocês estão me ajudando com essa fic hehe Até o próximo, abraços