Notas iniciais
Então, obg msm pelos reviews e os acompanhamentos e favoritos e tudo mais. Valeu msm.

Cheguei na ala hospitalar e a Madame Pomfrey — cara, essa mulher é imortal — estava correndo a procura de um remédio. Foi quando eu vi a Lauren segurando o braço cheio de... Sangue? Caramba, para uma pessoa que odeia trouxas tentar matar a outra dessa forma é meio estranho...

– Lau! — Eu gritei e ela me olhou.

– Oi. — Ela apertou os olhos.

– Mas que coisa é essa? — Arregalei os olhos e ela respirava fundo.

– Acho que essa pessoa que estamos procurando não sabe que existe Avada Kedavra não. — Ela disse, ofegando. Madame Pomfrey pegou uma recipiente com alguma coisa dentro, que eu imagino que seja essência de Ditamno, e jogou no braço de Lauren. — Mas ainda bem que a gente tem... Merda, caralh... — Acho que o negócio ardia. Foi ai que tampei a boca dela. Mesmo assim dava para escutar sons abafados de outras palavras legais como essas. Quando o processo acabou, Madame Pomfrey pôs uma faixa no braço dela e aí ela pareceu aliviada. Então eu tirei a mão da boca dela. — Por... — Olhei para ela em desaprovação. — caria, mas isso doeu! Ahn... — Lauren olhou para a mão que estava com sangue e ergueu para Pomfrey. — Tem como lavar? — Mas ela pareceu não escutar. Foi aí que Albus chegou correndo.

– Caramba, você está bem? — Ele perguntou ofegante para ela, que assentiu. — Merlin, fiquei tão preocupado! — Dei um sorriso malicioso para Lauren, porque Al estava de costas e ela me mandou um dedo do meio e me expulsou com a mão. Eu não sei se era seguro deixar os dois sozinhos no mesmo lugar, mas eu obedeci. Foi aí que encontrei com Scorpius.

– Cadê o Al? — Ele franziu a testa.

– Tá lá com Lauren. — Respondi.

– Ela está bem? — Perguntou Malfoy.

– Ela só levou uma facada no braço, mas tirando isso... Ela está ótima. — Disse ironicamente.

– Rollins já foi avisado. — Ele disse, seriamente.

– Seja lá quem for essa pessoa, não quer usar a Maldição da Morte. — Comentei, pensativa.

– Mas facada? Jura? — Scorpius franziu a testa.

– Isso foi bem sério.

– E besta. — Cruzei os braços e concordei.

– Bom, de qualquer jeito, a McGonagall disse que eu poderia ter o cargo de monitora para investigar melhor. — Encolhi os ombros.

– O professor de Poções, então, foi descartado? — Ele ergueu uma sobrancelha.

– Alguém tem que ter a senha.

****

A essa altura, eu não tinha mais ninguém na cabeça. A gente fez um passeio à Hogsmeade. Eu meio que me enfiei numa conversa entre Jacob e Caleb com uma menina do sexto ano de Lufa-lufa chamada Monica, mas eles estavam só apostando alguma coisa sobre o próximo jogo de Quadribol. Talvez ela esteja dando em cima de um dos dois, sei lá. Aí eu sai de lá.

Me encontrei com Lauren no meio do caminho.

– E aí, como tá o braço? — Perguntei.

– Enfaixado. — Ela disse. — Mas funcionando.

– Perfeito. — Comentei.

– Nem tanto. — Brincou ela.

– Eu ainda não entendo... Por que uma faca? — Franzi minha testa.

– Talvez a pessoa quisesse dar um susto...

– Com uma faca? — Fiz uma careta e ela riu.

– Ué, você quer o que? Que a pessoa ponha o cabelo na cara e diga "sete dias"? — Eu fiz uma cara de "sobre que diabos você está falando?" e ela: — Achei que você convivesse com seus avós maternos!

– E eu convivo. — Protestei.

– E lá não existe televisão, não? — Revirei os olhos.

– A gente tem coisas mais importantes para pensar agora, não? — Ergui uma sobrancelha. – Vamos procurar Scorpius. — Ela me deu um sorriso malicioso, como o que eu lhe dei no hospital. — E Albus! — Acrescentei. Merlin, ela não entende que a pessoa que está com preguiça até de andar vai estar com preguiça de falar dois nomes, sendo que pode apenas dizer um!

Encontramos os dois no Três Vassouras e pedimos uma cerveja amanteigada, cada um.

– A gente tem que achar alguma coisa! — Al disse. — Não é possível.

– Nem suspeitos a gente tem direito... — Scorpius afirmou.

– Mas por que uma pessoa teria tanta raiva dos trouxas? — Lauren perguntou.

– Bom, Voldemort tinha seus motivos... — Al encolheu os ombros.

– Com a familía dele e com o pessoal daquele orfanato estúpido. Não com a população mundial. — Lau bateu o copo de cerveja amanteigada com força.

– Não duvido nada que o nosso cara não seja outro mini-Lorde-das-Trevas. — Palpitou Scorpius.

– Ah, vai que ele é um adolescente revoltado com a vida? — Brinquei.

– Que ele mate a si mesmo, não fique enfiando faca no braço dos outros. — Al franziu a testa e todos olhamos para ele. — Quê? — Ele ergueu os ombros.

– Nada. — Eu e Scorpius dissemos em couro e Lauren corou.

– Cara, olha ali. — Ela apontou para fora da janela de vidro, onde Caleb e Ty carregavam uma caixa coberta. A gente se entreolhou. Tinha alguma coisa errada ali e precisávamos saber o que era.

Notas finais
Feliz ano novo gentee. Presente de ano novo pra vcs haha. Aproveitem bem o ano, hein Bjoo