ScorLily - para sempre
1 Demons
Notas iniciais
Espero que gostem ♥

PVO: Lily
Olhei em volta e fiquei surpreendida.
— Ele é lindo, e em Londres trouxa. Obrigada meu amor, eu amei. – eu estava encantada.
— Eu sabia que você iria gostar do apartamento, e olhe só, já tem um quarto que será do nosso futuro filho – Scorpius sorriu bobo me mostrando um quarto espaçoso, com um papel de parede verde e cheio de cobrinhas.
— Você é incrível. Agora vamos, tenho q terminar os preparativos do casamento e ir provar o vestido. Dá pra acreditar que em três dias serei a Sra Malfoy?
— Eu consigo te ver como a Sra Malfoy desde o primeiro dia q te vi – eu sorri lembrando de como nos conhecemos.
Flashback
— eu já disse que não, Hugo. Eu não vou para a Lufa-Lufa é muito menos para a Grifinoria. Eu serei uma Corvina ou uma Cobra com muito orgulho. Agora saia dá minha frente – sai dá cabine empurrando Hugo. Todos dá minha família foram para a Grifinoria ou para a Lufa-Lufa, até Rose que eu pensei que seria Corvina, foi pra Lufa-Lufa junto de Albus.
Ao sair apressada acabei batendo de frente com alguém, e por Merlin, que alguém. Ele era um pouco mais alto que eu e suas vestes mostravam que ele era dá Sonserina. Seus cabelos eram tão claros que pareciam brancos, seus olhos de um cinza cativante e seus lábios vermelhos e pareciam tão macios que me deu vontade de toca-los. Sua pele era tão alva que eu via claramente suas veias. Ele estendeu a mão para mim.
— Me chamo Scorpius Malfoy – ele tinha um pequeno sorriso nos lábios.
“Não pegue na mão dele Lily, e muito menos diga seu nome, isso seria tolice” era o que a parte racional do meu cérebro dizia, mas é claro que eu à ignorei totalmente.
— Sou Lily Luna Potter, é um prazer conhecê-lo – respondi apertando sua mão fria como mármore.
E foi assim que surgiu uma amizade que ninguém esperava e muito menos aceitava, completando com chave de ouro minha estadia na casa de Salazar Slytherin.
Flashback off
— eu nunca vou me arrepender de ter escolhido você – falei sorrindo. Ele beijou minha testa e se foi.
Eu fui para a loja de vestidos e encontrei minha mãe me esperando, ao lado dá minha melhor amiga, Alyssa Parkinson. Eu sorri por mais uma conquista em derrotar minha família. Meus pais só aceitaram minha amizade com Alyssa depois de formadas em HG, e foi uma guerra por mais de sete anos.
— oi – falei sorrindo
— você demorou, onde estava? – ela perguntou checando o relógio
— Scorpius me mostrou o apartamento. É lindo – ela sorriu
— e eu tenho certeza que o vestido também é, vai provar – eu sorri com seu jeito mandão de sempre.
Eu acho que se eu pudesse explodir de felicidade, eu explodiria. Eu tenho tudo que sempre sonhei. A melhor amiga do mundo, um noivo perfeito, uma família unida (com muito custo). Pena que depois que fui para HG eu me distanciei de Rose, éramos muito próximas e muito amigas.
— Luna, como ficou? – minha mãe perguntou atrás dá porta. Eu saí do provador e seus olhos lacrimejaram. – você está perfeita – ela disse tentando conter as lagrimas
— Obrigada mamãe – falei a abraçando. Eu tinha a maior parte de seu traços, apenas os olhos do meu pai. Meu olhos lacrimejaram.
— ele estaria feliz e orgulhoso de você querida – minha mãe falou sabendo que meus pendentes estavam no meu pai. Ele foi morto em uma missão a 3 anos atrás. Eu sequei meus olhos e fui tirar o vestido, com uma balançar de varinha eu o mandei para casa. – eu vou para casa checar os preparativos, você pode ir passear com a Alyssa.
— vem, vou te levar pra se divertir...
Ela me arrastou para uma praça ali perto, já era mais de seis horas dá tarde. Eu olhei em volta lembrando de como Scor me pediu em namoro ali naquela praça.
Flashback
— é sério Luna, pare de rir de mim – ele reclamou zangado.
Ele estava sentado todo sujo de lama, já que um carro passou jogando água nele. Eu ria muito, deitada em um banco. Eu estava no 5° ano e ele no 7° e daqui dois meses era seu aniversário de 17 anos.
— o que você quer de presente de aniversário? – perguntei recuperando o fôlego.
— você – ele falou simples ficando corado.
— é sério Scor, para de gracinha – falei sem jeito. Eu já gostava dele a mais de um ano, mas nunca falei nada.
— não estou brincando. Eu gosto de você Luna, sou apaixonado por você desde o momento que ouvi sua voz protestando que não iria para Lufa-Lufa e nem para a Grifinoria. Você é encantadora e eu estou perdidamente apaixonado por você, e o único presente que você pode me dar, é aceitar namorar comigo – ele disse tudo de uma vez e sorriu.
Eu estava estática, era como um sonho. Todos as noites que peguei no sono fantasiando esse momento, e nenhum deles foi tão bom como esse. Meu olhos lacrimejaram e foi impossível conter meu sorriso.
Flashback off
— você está no mundo dá “Luna” – Aly falou fazendo aspas e rindo com o trocadilho.
— foi aqui que ele me pediu em namoro – sorri boba
— você já me contou isso. Vem, tem uma sorveteria ali – ela disse me arrastando.
Assim que entrei apressada esbarrei em alguém, não foi proposital, mas derrubei o sorvete do dito cujo.
— desculpe, eu pago outro pra você – falei tentando me limpar.
— Lily? – só minha família me chamava assim. Olhei para cima e vi Hugo me encarando.
— Hugo? O que faz aqui? Achei que estava na França com sua irmã – fazia mais de 3 anos que eu não falava com Hugo. Na verdade muito mais que isso, paramos de nos falar no segundo ano dá escola.
— eu voltei, para o seu... Hã... Casamento... – ele parecia constrangido com a palavra
— ah, sim, verdade. Rose veio – falei com um sorriso falso e rezando para ela não ter vindo.
— não, ela disse que tinha q resolver coisas dá faculdade trouxa que ela está terminando.
— ah, que pena – menti descaradamente – eu tenho que...
— espera, eu posso falar com você? A sós – ele completou olhando para Alyssa.
— ah, claro – falei sem graça – Lyssa, pode pedir os nossos? O meu é o de sempre – ela acenou.
Fui até a praça com Hugo e sentei bem longe de onde Scor tinha me pedido em namoro para não estragar minha memória do local.
— o que você queria conversar? – fui direta.
— por que ele? – ele falou me pegando de surpresa.
— o que você quer dizer com isso?
— eu sempre amei você, sempre fiz tudo pra você. E então ele apareceu e estragou tudo. Por que você preferiu ele? – aquilo foi um soco no estômago.
— eu sempre amei você como um irmão, Hugo. O que sinto pelo Scor é diferente. Ele é minha alma gêmea, desculpe te decepcionar – respondi me levantando.
Hugo me segurou pelo braço e tentou me beijar a força, minha sorte é que ele sempre foi magro e fraco. Empurrei ele com toda força que tinha e dei um tapa em seu rosto, deixando a minha mão gravada em seu rosto.
— nem sonhe em aparecer em meu casamento, caso contrário Scor vai matar você lá mesmo.
Sai furiosa, que ordinário. Contei tudo para Alyssa, e ela desferiu todos os tipos de ofensas para Hugo. Assim que tomamos nosso sorvete saímos para andar atoa. Quando deu dez da noite entramos em um pub qualquer e enchemos a cara. Fui para o apartamento dela. No outro dia eu tive muitas coisas para resolver que nem me diverti, e no dia seguinte a mesma coisa. Acordei na manhã do dia do meu casamento super nervosa.
— mãe – chamei alto do meu quarto e pouco depois minha mãe entrou sorridente – e se ele desistir – eu despejei. Tinha sonhado que Scorpius tinha me deixado e fugido com outra qualquer.
— tire isso dá sua cabeça meu amor, ele te ama e não vai desistir. Agora anda, falta menos de 20 minutos para seu dia de noiva no Spa.
Me arrumei e fui. Que relaxante. Massagem... Eu já tinha feito limpeza de pele e depilado, feito a sobrancelha. Terminando ali fui para o salão. Fiz as unhas e chegou a hora dá maquiagem e cabelo. Depois de tudo foi a vez de colocar o vestido. Me olhei e sorri. Eu estava linda.
— trabalho feito, e você já esta atrasada uma hora e meia – o cabeleireiro disse rindo e eu me sobressaltei.
Meu carro já me esperava. Entrei e meu irmão, Sirius, estava lá com Severus no banco do carona, eles estavam lindos, sorri.
— uau, se eu não fosse irmã de vocês, desistiria do casamento e fugiria com os dois – eles tiram alto e depois apenas sorriram carinhosos
— você está linda, Lilyndinha – Severus falou.
— papai estaria orgulhoso – Sirius falou fazendo meu olhos lacrimejaram.
— parem os dois, não posso chorar — falei brincando e ele riram.
Pouco depois estacionamos na frente dá igreja. Ouvi a musica e os padrinhos começaram a entrar. Lyssa estava linda ao lado do primo, John Zabine, meu melhor amigo depois do Scor. Tinha muita gente, a igreja estava lotada, e metade era minha família. Logo depois a florista entrou, era minha sobrinha, Amélia, filha do Sirius e dá Dominique. Logo após a daminha de honra, Jasmyne, minha sobrinha de consideração, filha do Teddy e dá Victoire. Depois foi a vez dos noivinhos, Noah e Elisie, filho do Fred e dá Susan Longbottom e filha dá Roxanne e do Kalli Longbottom. Fred e Roxanne são gêmeos e Susan e Kalli também. Noah e Elisie tem a mesma idade, nasceram praticamente juntos, Noah eh apenas 5 minutos mais velho, se consideram gêmeos.
Então chegou o momento de eu entrar. Eu estava tão nervosa que parecia que eu iria vomitar. Minha mãe segurou minhas mão e me entregou o microfone.
— este é seu momento meu amor. Vou estar olhando para você – eu sorri e ela saiu do carro.
Eu encaixei o microfone no meu ouvido.
— estou pronta – falei papa meus irmãos. Eles desceram do carro e a porta dá igreja foi fechada.
Eu desci do carro e encaixei meus braços nos braços de meus irmãos, Sirius estava do meu lado esquerdo e Severus do meu lado direito. Eles beijaram minhas bochechas.
— nós amamos você – eu sorri.
A porta se abriu e a musica começou. Vi Scor parado no altar. Ele estava lindo. Um terno preto maravilhoso, o colete era cinza e a camisa era branca. Sorri olhando para ele e comecei a cantar e então algo que eu não sonhava aconteceu. Ele começou a cantar também. Eu lutava para conter as lagrimas. Esse com total certeza é o melhor momento dá minha vida. Depois dá cerimônia foi a festa, que estava incrível. Eu dancei com Scor a primeira música, só nós dois no centro dá pista. Era uma dança ensaiada. Depois eu dancei com meus irmão e depois com o resto dos convidados. Scor fez o mesmo. Dançou com a irmã mais nova dele, com a mãe dele, com a minha mãe e depois com o resto das convidadas, sempre me lançando olhares e caretas.
— Me daria a honra? — virei para trás e os belos olhos de Scor me observavam.
— É claro que sim – respondi me posicionando em quanto tocava Photograph – obrigada por esse dia, Scor. É tudo que eu sempre sonhei. Eu te amo.
Ele sorriu e beijou minha testa, igual quando eu estava triste e ele me consolava, igual meu pai fazia para me colocar para dormir, e nenhum dos dois sabiam que era o gesto que eu mais amava, sem saber que era o gesto dos dois homens da minha vida, sem saber que o outro fazia isso também.
— ele estaria orgulhoso de você — foram suas palavras e eu sorri.
Eu estava cansada da festa. E então Scor e eu decidimos ir para casa. Para nossa casa. Depois de meia hora no carro paramos na garagem e subimos para nosso apartamento. Estava incrível. Tinha flores, corações, pétalas de rosa por todos os lados. Fotografia nossas que eu nem sabia que existia espalhadas pela casa. Eu sorri com os olhos cheios de lagrimas.
— está incrível – ele sorriu.
— você merece o melhor, minha Lua – ele disse e me beijou.
Segurou minhas mãos e me levou para nosso quarto. Eu olhei para o lado e senti um pequeno calafrio, como se alguém nos observasse. Enquanto Scor arrumava a cama olhei para ter certeza que não tinha ninguém ali. Tudo normal, mas aquela sensação continuava.
Quando os dias estão frios
E as cartas todas dobradas
E os santos que vemos
São todos de ouro
Ele se virou para mim e me tomou em seu braços, me beijando levemente e acariciando meus cabelos. Seus lábios eram frios e macios, me fazia ter mais vontade de beija-los.
Quando todos os seus sonhos fracassam
E aqueles que saudamos
São os piores de todos
E o sangue vai secando
Ele tocou meus lábios com suas mão frias e gesticulou um 'eu te amo para sempre'. Eu sorri. Não seria a nossa primeira vez, ela já havia acontecido a três meses. Mas a emoção, o medo e a empolgação eram os mesmo.
Quero esconder a verdade
Quero abrigar você
Mas com a fera dentro
Não há onde nos escondermos
Seus beijos se tornaram mais intensos e eu senti meu corpo aquecer. Éramos como o fogo e o gelo, sol e lua, Julieta e Romeo. Eu não via minha vida sem ele, eu não conseguia pensar em um futuro em que Scorpius Malfoy não estivesse nela.
Não importa o que criamos
Ainda somos feitos de ganância
Este é o meu fim
Este é o meu fim
E então alguma coisa mudou. As mãos de Scorpius apertaram meus braços, seu beijo se tornou violento e o carinho se esvaiu de seus lábios, seu corpo enrijeceu. Eu tentei me soltar, mas foi em vão, parecia que cada musculo do meu corpo tinha sido petrificado.
Quando você sentir o meu calor
Olhe nos meus olhos
É onde meus demônios se escondem
É onde meus demônios se escondem
Não se aproxime muito
É escuro aqui dentro
É onde meus demônios se escondem
É onde meus demônios se escondem
Ele me empurrou e eu cai de costas na cama. Seu olhar era frio, não tinha aquele brilho que eu tanto amava.
— Scor, o que você tá fazendo? — perguntei assustada.
— NÃO FALA NADA – ele gritou me assustando. Olhei em volta procurando minha varinha ele estendeu ela e a dele juntas em suas mãos, e então as quebrou. Me encolhi na cama.
Ele gritou e colocou as mão na cabeça, vi seus olhos voltarem ao normal e então ficarem frios de novo.
Quando as cortinas se fecharem
Vai ser pela ultima vez
Quando as luzes se apagarem
Todos os pecadores rastejarão
Então eles cavaram as suas sepulturas
E o baile de mascaras
Chegara anunciando
A bagunça que você fez
Ele me olhou como se eu fosse um gatinho e ele um cão faminto. Eu comecei a chorar, eu estava desesperada. Ele se aproximou da mesa de cabeceira e pegou uma faca. Eu senti o desespero, aquilo não podia estar acontecendo.
— por favor, Scor. Não faz isso. Eu te amo. Sou eu, sua Lua. Não faz isso – eu senti o desespero fluir pela minha voz. Ele gargalhou alto.
— eu tenho nojo de você, te odeio, você me tirou o amor da minha vida. — sua voz era fria e sem expressão.
— o que? Não, eu sou o amor da sua vida. Nós somos uma família agora, lembra?
— você não é a minha família – ele falou.
Não quero decepcionar você
Mas meu destino é o inferno
Embora tudo isso seja para você
Não quero esconder a verdade
Não importa o que criamos
Ainda somos feitos de ganancia
Este é o meu fim
Este é o meu fim
Ele se aproximou e eu chorava desesperadamente. Eu não queria morrer. Eu não podia morrer. Não agora, não assim.
— não, não, não. Scor, por favor, larga essa faca – ele andava lentamente como um robô e chegava cada vez mais perto. Eu não tinha para onde correr, não tinha como eu fugir, não ali, não assim.
— é tarde demais, isso acabou Luna, acaba aqui e agora, para sempre – sua voz era rouca, fria, fraca.
Dizem que é o que você faz
Eu digo que depende do destino
Está enrolada na minha alma
Tenho que deixar você ir
Seus olhos, eles brilham tanto
Quero guardar esta luz
Não posso fugir agora
A menos que você me mostre como
Eu fechei os olhos quando ele me golpeou. Senti a faca entrar afiada. Eu não saberia dizer a onde ela perfurou, mas sabia que não tinha sido em meu coração, e nem em meu pulmão. Ele retirou a faca e eu olhei seu rosto e então seus olhos voltaram ao normal.
— não. Não, não, não. Luna, amor, não... Vai ficar tudo bem, eu vou... Eu vou dar um jeito. — ele disse desesperado.
Ele viu as varinhas quebradas no chão, e então algo que não podíamos esperar aconteceu. Rose apareceu no meio do quarto com a varinha na mão e sorriu, e antes que Scor desse um passo, ela sumiu. Ele veio para perto de mim e me segurou.
— pressione aqui, não solte. — ele disse e discou o numero de alguém no telefone, nada. Ele tentava ligar para varias pessoas e nada. E então ele ligou para o ultimo numero que tinha sobrado. — James, me liga. Rose esteve aqui, ela me enfeitiçou com a maldição Império, Luna, ela esta morrendo – ele falou tudo desesperadamente. — você vai...
— está tudo bem – falei tossindo – eu estou nos braços do meu primeiro e único amor.
Ele chorava, então eu peguei duas meias pequeninas, verdinhas, que estavam por dentro do meu vestido e as coloquei por cima da minha barrigas.
— é um menino – sussurrei.
— não, por favor – ele dizia chorando – por favor, não.
— não vai dar tempo. Eu te amo – ele começou a chorar e eu senti minhas vistas começarem a escurecer.
— eu te amo – ele disse e então ele cortou a própria garganta.
Quando você sentir o meu calor
Olhe nos meus olhos
É onde meus demônios se escondem
É onde meus demônios se escondem
Não se aproxime muito
É escuro aqui dentro
É onde meus demônios se escodem
É onde meus demônios se escondem
Eu não queria morrer, não agora. Eu tinha muito o que viver. Eu tinha muitos planos. Mas ele estava ali ao meu lado, até nesse momento mórbido. Éramos uma família. Meus olhos se fecharam por alguns segundos e então se abriram. E lá estava ele, com seus cabelos negros bagunçados, seus olhos esmeraldas, seu óculos redondos, seu sorriso bobo e sua cicatriz em forma de raio.
— eu estou orgulhoso de você— ele falou. E então eu fechei meus olhos. Fechei para sempre.
Notas finais
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bjinhos
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