School Killers

1 Que os testes comecem


Notas iniciais
Hey cerejinhas. Fanfic nova e eu realmente espero que gostem. Aqui eu vou tentar passar um pouco dos meus ensinamentos a vocês; para quem não sabe eu dou aulas de torturas e a turma de 2017 está iniciada. Espero que gostem e boa leitura!!

Os sacos pretos foram arrancados e as mãos soltas. Uma fila de pessoas que nunca tinham se visto na vida estava montada, todas confusas tentando entender o que estava acontecendo. Uma mesa retangular de metal, mas parecida com uma mesa de cirurgia estava na frente dos alunos, um homem, de seus vinte anos estava apoiado na mesma, com um olhar claramente divertido, observando, analisando, avaliando cada um ali naquela enorme sala cinza e sem graça, um homem gigante estava mais ao canto, ele tinha uma perna apoiada na parede, outra no chão, seus braços estavam cruzados e ele nos avaliava, mas de um modo diferente do mais novo, ele parecia achar engraçado.

Thalia olhou de um lado para o outro, tentando entender, e aos poucos as coisas começaram a ficar mais claras na mente da garota, ela por fim suspirou como se tudo aquilo tivesse ficado bem óbvio.

A garota encarou o moreno que estava atrás da mesa e ele ao perceber que a maioria estava começando a entender o que estava acontecendo ele se endireitou sorrindo.

— Alguns de vocês aparenta estar meio confuso ainda, outros já parecem entender. Mas para quem ainda está confuso, deixarei melhor explicado. Vocês se inscreveram e foram selecionados por algum motivo para fazerem o teste para a nossa escola, a escola com o mais alto padrão dos Estados Unidos, a escola que prepara os melhores alunos para serem melhor assassinos. – Ele disse tudo isso com seu sotaque britânico, mesmo que talvez não tão evidente pelos anos nos EUA, mas ainda existente em sua voz. – Alguns de vocês foram escolhidos pelo talento que vocês possuem, a voz. – Ele disse olhando para uma garota que estava na fila. – Agilidade. – Ele passou o olhar para outra pessoa. – Inteligência. – Ele olhou para uma menina loira. – E outras por que seu pai é incrivelmente rico. – Ele olhou para a morena de olhos azuis que conteve o impulso de revirar os olhos.

Ele voltou a mesa se apoiando na mesma e cruzando os braços.

— Independente do motivo que vocês foram selecionados para estarem aqui, não foi algo aleatório, vocês se inscreveram decidiram entrar, agora vocês são nossos e darei uma breve explicação de como o sistema aqui funciona. – Ele disse e olhou para o homem que estava atrás dele, que sorriu e abriu a porta puxando um garoto que estava amarrado, vendado e amordaçado. – A partir do momento que vocês entraram a única forma de sair é a morte, desistir e fugir é impossível. Eu sempre me pergunto como todo ano, sempre tem alguém aqui para servir de exemplo para mostrar o que acontece com quem desistir.

Antes que qualquer um pudesse fazer algo um tiro foi dado contra a cabeça do menino que acorrentou alguns gritos, outros fecharam os olhos, outros apenas encaravam a cena com surpresa ou com tédio.

— Mas vamos aos testes, porque obviamente não é apenas porque vocês estão aqui que já estejam dentro, porque não estamos aqui apenas para criar assassinos e sim os melhores assassinos. – O moreno de olhos negros disse se apoiando na mesa olhando a fila em uma expectativa.

Ele pegou uma arma e um cartucho de bala colocando em cima da mesa.

— Quem vai ser o primeiro? – Ele perguntou passando os olhos na fila.

Os jovens se olhavam, como receio. Porém Thalia entediada deu um passo à frente e ele sorriu satisfeito.

— Venha. – Ele disse sério.

A morena andou até a frente da mesa parando em frente ao garoto que empurrou a arma e o cartucho para a morena.

— O alvo está ali, boa sorte. – Ele disse e ela sorriu sarcástica pegando a arma.

Com rapidez e agilidade a morena carregou a arma, destravou-a, apontou para o alvo que ela tinha gravado sua posição quando estava indo para a frente do homem e atirou descarregando a arma novamente a colocando em cima da mesa empurrando-a para o moreno.

Ele sorriu leve e disse:

— Sabe qual a primeira regra quando vai se matar alguém? – Ele questionou e ela assentiu.

— Não se pode deixar evidencias. – Thalia respondeu segurando o olhar do moreno.

— Exatamente. – Ele disse levantando a arma e pegando um fio cabelo da garota que tinha ficado preso na hora que ela carregou a arma. – Sabe o que isso faria com você?

— Deixaria possível que meu DNA fosse rastreado e me ligasse a vítima e a arma do crime. – Ela disse se odiando por deixar que seu cabelo ficasse preso na arma, mas seu cabelo era gigante, como ela poderia ver?

— Exatamente, então se não consegue manter seu cabelo preso, corte-o. – Ele disse entregando uma faca para a morena e ela a pegou e enrolando seu cabelo em uma mão ela cortou o gigante cabelo negro na altura do seu ombro, deixando a faca em cima da mesa e vendo ele esticar a lixeira para ela meio surpreso.

Thalia deixou seu cabelo ali e voltou para seu lugar depois de ter sido autorizada.

— Próximo? – Ele perguntou em expectativa e uma menina loira e fofa deu um passo à frente.

Ela caminhou até a mesa e repetiu exatamente o mesmo movimento da garota anterior, mas dessa vez concertando o erro que ela tinha cometido.

— A garota com memória fotográfica e dinâmica, que consegue gravar qualquer coisa dita, feita ou lida e se lembrar perfeitamente em qualquer momento da vida e ainda consegue ao mesmo tempo reproduzir aquilo não apenas exatamente igual, mas calcular a forma de melhorar e fazer com que os erros não sejam repetidos. – O moreno disse analisando a loira que sorriu e assentiu para ele. – Pode voltar.

E assim se passou horas, testes e mais testes foram feitos. Até que finalmente ele tomou a frente, parando nos analisando com um sorriso psicopata no rosto.

— Finalmente os testes acabaram, eu tenho que admitir que fiquei bem surpreso com o resultado, acho que nunca tivemos um número tão grande de aprovados. – Ele disse e notou que várias pessoas franziram o cenho, questionando se todos ali estavam aprovados. – Não eu ainda não disse quem passou.

Ele pegou uma arma do cos da calça e a destravou. E em um movimento rápido ele atirou na cabeça de um garoto, seu corpo caiu sem vida no chão assustando todos, mas apenas alguns mostraram isso. Ele repetiu o ato mais uma vez, porém dessa vez uma menina. Ele caminhava na frente da fila, apontando a arma, vendo como cada um reagia, vendo o olhar de medo, desespero nervoso ao ver uma arma apontada para sua cabeça, ao ver que as pessoas tinham plena noção de que talvez aquele fosse o último minuto da vida deles.

Thalia segurou o olhar do moreno incrivelmente pálido, a arma estava apontada para sua cabeça, mas ela não tinha medo, ela sabia que morrer era algo que poderia acontecer a qualquer momento desde que ela decidiu que seguiria os passos do seu pai e irmão.

Em um movimento rápido ele tinha outra arma na mão e atirou nos dois ao lado da morena, matando-os e fazendo que o sangue espirasse na garota que olhou com tédio para os corpos sem vida ao seu redor e deu de ombros observando o moreno olhando a fila novamente e matando mais e mais candidatos.

O moreno parou novamente na mesa deixando as armas ali e sorriu contente.

— Parabéns, agora vocês estão dentro da academia para assassinos, agora essa será a sua vida pelos próximos três anos, ou pelo menos o tempo em que ficarem vivos, eu serei seu professor e responsáveis por vocês, meu nome é Nico Di Ângelo.

Notas finais
- Fanfic movida a comentários, afinal se querem aulas devem pagar. — Se passou no teste diga como foi e o que achou dele. — Próxima aula em breve. — Parabéns Tia Ally Valdez e MaryDiÂngelo. Beijos e até!!