Notas iniciais
capítulo 2

Mell agora já estava em seu quarto, pensando na possibilidade de participar do que acabara de ouvir. Sabia que neste exato momento estariam ocorrendo atividades extracurriculares dentro dos muros do orfanato.

Em sua infâcia se recusava de participar desses tipos de operações que ultrapassavam as leis do local se mantendo livre de qualquer problema, e ainda assim mantendo seus créditos como amiga do diretor. Sobretudo consevando o orgulho de não adimitir, que considerava-o como membro da família, pois via a palavra "família" como abominação.

Assim decidida então de que ia apenas observar de perto para ter pelomenos um pouco de problemas depois, quebrando a costumeira forma de lidar com leis.

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Já era mais de onze e meia quando a pequena Feliccha andava pelos corredores em busca do que supos ter escutado no quarto ao lado, quando encontrou Kenny segurando uma sacola de tamanho consideravel em sua mão, o que parecia ser apenas um objeto mais ou menos um pouco maior que sua cabeça.

– Você pode me explicar onde está indo com isto?– perguntou com marra.

– Aaargh, podia ter dado um pouco mais certo se eu não tivesse te encontrado neste exato momento sabia?– respondeu-a com outra pergunta. no mesmo momento aparece Jason tomando um susto e saltando para trás enquanto mandava Feliccha se calar ao mesmo tempo.

– Venha comigo– sussurrou.

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Maycon, o adolecente mais petulante do lugar, ja esperava para quebrar as regras no lugar prometido quando avista olhos e cabelos entre a folhagem, e não tem dificuldade para lembrar o nome de quem os pertence, pois a cor os condiz ao nome. Lá estava Mell, que desistiu no mesmo momento de se esconder, e foi se sentar ao lado do garoto revirando os olhos sem dizer uma palavra.

– Parece que este lugar não guarda mais segredos– observou Maycon.

– Pelo jeito sempre é uma surpresa, que a garota mais aproximada dos superiores, saiba das coisas sem que os participantes temam que seu segredos sejam revelados.

– Sou um pouco burro para entender este emaranhado de palavras, mas compreendo, e também concordo que não gostem de que você participe de algo.

– Achei que fosse por minha causa que eu não me metia nessas coisas, mas pelo jeito ambos os lados fazem força para que minha vida continue chata.

– E daí, não é mesmo?Você esta aqui agora. Já esta muito perto da cesta para voltar atrás.

Então ela concorda com um sinal com a cabeça e se cala até verem três silhuetas se aproximarem na escuridão. e se levanta com um ar de superioriadade, agora sabendo que era, de uma certa forma, temida.

Os dois irmãos levam seus passos a lentidão gradativamente quando percebem a tal presença, pensando na possibilidade da escuridão ter escondido a aparição. Mas Feliccha continua a andar com o nariz empinado já comprimentando a todos.

– Já sei de tudo. Vão tentar fazer coisa que não sabem– começando assim a explicar regras de jogo e tudo mais, enquanto Maycon observa Mell qua agora tinha desistido de ameaçar os dois para prestar atenção no que a menina dois anos mais nova tinha a dizer com sabedoria, e tentar reproduzir sem a bola, o que deixou muito satisfeito pelo ângulo privilegiado, com a luz do local ao fundo,deixando as silhuetas bem detalhadas, e também o fato de estar na escuridão sem poder ser observado.

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Quando todos ja tinham feito cestas o suficiente para se cansarem deitaram no monte de folhas e acabaram pegando no sono.

Quando Mell acordou já era de manhã mas todos continuavam alí, menos Maycon, que no mesmo instante voltou estendendo a mão indicando que ela o acompanhasse.

Ele levou ela até um ponto da cerca viva que tinha ao redor da quadra, que parecia ser mais iluminado do que o resto, que indicava que ali passava sol, portanto não havia muro. E imediatamente ele entrou sem nenhuma dificuldade na passagem, e então assim ela percebeu que ele quis que o seguisse.

A única coisa que se lembrava antes de procurar por ele eram árvores, quando se deparou com o fundo de um casarão, e o viu sentado na escada, rindo de sua cara, por estar assustada com o pequeno sumiço.

Mesmo parecendo animado parecia mais ofegante que ela pela tentativa de despista-la. Desde que acordaram não trocaram nenhuma palavra, mas mesmo assim continuaram andando para circular a casa, foi aí que encontraram uma entrada para o porão que constataram estar abertas.

– Vai você primeiro– ordenou Mellissa.

Dito e feito. Maycon desceu a escada de quatro degraus até chegar em um lugar estremamente escuro, e quando Mell estava ao seu lado deu o primeiro passo uma luz se acendeu o lugar se tornou o mais claro que estavam em suas vidas, com pisos brancos de aspécto liso em toda a extenção do lugar, e a única coisa que se via era a escada para uma porta preta e mal conservada.

Quando estavam lá em cima parece ter mudado de cenário, parecia mais americano que o normal,e agora as paredes eram feitas de tábuas de madeira com uma pintura verde e gasta, enquanto o chão era feito de estacas de madeira, que no momento encontravasse encharcado, mas não era percebível a origem da água.

– Vou voltar e chamar os outros, este lugar é muito estranho para se visitar sozinha– disse Mell um pouco amendrontada com a estranheza do local.

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Maycon passou o dia sumido um dia depois da visista que fez ao casarão, enquanto Feliccha, Jason e Kenny discutiam com Mellissa sobre o que ela andou fazendo quando eles acordaram um dia antes. Os três diziam malícias sobre ela e maycon mas na cabeça dela, nada acontecia entre eles, levando em conta que todas as poucas palavras que trocaram foram no dia anterior. Também achava estranho que ele não tivesse comparecido ao café como todos os dias, e mais ainda, porque sempre ficava até mais tarde, usando a mesa para escrever em um misterioso caderno que na capa tinha a foto de uma mulher loira de uns 30 anos de idade.

Contudo não pensou muito nisso ao longo do dia.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.