Scars Of Love
14 Capítulo 13
Notas iniciais
Estive ausente uma semana, eu sei... Não foi por causa do que eu disse no último capítulo, não foi para vos "castigar"... Meus professores é que... Enfim... Testes e mais testes... Trabalhos e mais trabalhos... E uma pessoa nem pode ter vida social, por vezes gente...
Deixando os queixumes, quero agradecer aos novos leitores por ter "favoritado" a minha história e por tomarem a coragem de comentar (:
Boa leitura ^^
(Isabella)
A sensação de que algo ainda ia acontecer permanecia e com o chegar da hora ainda mais. À entrada da porta do quarto olhei para o relógio que se encontrava no final do longo corredor e tinha acabado de dar nove e vinte e cinco.
“Bem, acabou.” – pensei.
Quando abri a porta do quarto percebi que não tinha acabado… Fiquei…
— Petrus…? – balbuciei.
— Eu disse-te Isabella. – disse a Valéria com um sorriso malévolo.
— Sai! Não vês que agora estou ocupado? – e, no final destas palavras, Petrus atirou-me uma shuriken que cortou a meio a nossa tatuagem.
— Isto é imperdoável… – peguei no meu casaco de couro, saí daquele quarto e fui a correr para o pontão da praia.
A minha tatuagem tinha ficado negra por causa da dor que estava a sentir naquele momento. O corte feito pela estrela ninja sangrava mas não de um sangue escarlate, mas negro. Ouvi um carro a aproximar-se do pontão e olhei para trás. Era ele. Se ele se aproximasse estava morto! Senti um enorme calor dentro de mim e dei conta que tanto os meus olhos como as minhas tatuagens estavam vermelhas, o meu lado Red Voice estava revelar-se.
— Não te aproximes mais! – gritei.
— Deixa-me explicar, por favor! Foi tudo uma armadilha!
Avancei para perto dele e até o som dos meus saltos pareciam ameaçadores. Mantive-me a uma distância razoável para que não cometesse nenhuma loucura.
— Eu só não acabo com a tua vida porque não posso, porque se pudesse, teria todo o prazer em ver o teu sangue derramado neste chão. – ele percebeu o estado em que eu estava e afastou-se. – Acho bem que saias ainda hoje lá de casa e que vás para outro sítio qualquer, não quero saber, para não correres riscos de ires parar a um túmulo. O que tu me fizeste não se faz a ninguém e cicatrizes de amor ficam para sempre. Agora sai-me da vista!
Cabisbaixo, entrou no carro e foi-se embora. Era a única coisa minimamente sensata que ele poderia fazer. Decidi caminhar pela areia, não tinha quaisquer forças para chorar, só me doía a alma de tão ferida que estava. A dor que sentia no golpe causado pela shuriken nada era comparada com a dor que tinha no meu peito naquele momento. Lembrei-me que no casaco que tinha levado estava num dos bolsos a minha metade da Borboleta. Recitei o poema e a imagem da minha mãe apareceu. Pela cara dela, já tinha persentido que algo não estava bem.
— Isabella, filha, que se passa? Tu não estás bem, pois não?
— Não, mãe. – disse entre lágrimas e sufocos. – Foi o Petrus.
Notas finais
Momento crítico para a história! O que é que acham que vai acontecer? :3 Deixem tudo o que têm a dizer nos reviews!
Até ao próximo capítulo! ^^
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