Scarlet Blood I - One Last Heartbeat
18 Capítulo 17
A próxima semana se seguiu assim para todos, inclusive Matt.
Todo dia na escola, um deles tinha uma experiência diferente para contar. Mason sempre entrava em contanto com um. Como Matthew recomendara, eles traziam consigo uma garrafinha de água benta.
Depois das aulas, o pessoal se encontrava com Matt em seu apartamento. Lhes contavam sobre os contatos que Mason fazia. Se o vampiro tivesse entrado em contato com ele, Matt também contava todos os detalhes.
Drew continuava emburrado e culpava Matthew pela vinda de Mason. Os outros discordavam.
Foi uma semana cheia de tensão. Porém, tudo cessou. Todos os contatos. Mason havia sumido. De começo, a preocupação ainda era geral, mas com o passar dos dias, eles foram se acalmando. Se Mason aparecesse, estavam todos preparados, é claro, mas o clima seguiu-se assim. Até fevereiro...
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O fim de janeiro foi bastante calmo. Mason havia sumido do mapa, ou, pelo menos, era o que todos achavam.
Foi, porém, no dia 1º de fevereiro que tudo veio abaixo. Mason atacou.
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— Vamos, diga que você me deseja!
Mason, em segredo, vinha se encontrando com Carly durante todo o tempo que se aquetará.
— Eu não posso dizer isso...
Ele colocou um dedo na boca dela. Os dois estavam sozinhos no apartamento de Mason.
— Diga, Carly... Diga! Eu sei que você me deseja... Deseja meu corpo... Deseja meu calor...
A cabeça de Carly estava a mil naquele momento. Um ímpeto começou a consumí-la por dentro. Não podia mais aguentar aquilo...
— Eu desejo você! — gritou ela. — Desde quanto te conheci, eu desejo você!
Um sorriso se formou nos lábios de Mason. Ele começou a beijar Carly ferozmente. Empurrou ela para a cama, sem delicadeza nenhuma, e começou a se despir. Ele se deitou em cima dela e voltou a beijá-la.
— O quanto você me deseja? — perguntou ele.
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Mason se jogou do outro lado da cama. Ele e Carly estavam ofegantes e suados.
— Isso foi incrível! — falou a garota.
— Tem muito mais de onde isso veio...
Carly olhou para ele e sorriu maliciosamente.
Assim, a tarde inteira se seguiu.
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Os dois continuavam deitados na cama. Mason estava de bruços e apoiou-se nos cotovelos.
— Carly, tem uma coisa que preciso te contar... — seus olhos verdes intensos olhavam diretamente para ela. — Eu sou um vampiro, Carly.
— Você o quê?
Carly riu. Mas Mason mostrou pra ela suas presas. Ela primeiro gritou, mas depois teve exatamente a reação que o vampiro esperava.
— Me morda, Mason!
— O quanto você me deseja, Carly?
— Me morda!
— Quanto?
— Me morda! — gritou ela.
Antes que ela se desse conta, Mason já estava com as presas cravadas em seu pescoço. Ele se deitou em cima dela. Carly começou a gemer em dor e prazer ao mesmo tempo. Ela podia sentir Mason sugando seu sangue. Começou a ficar fraca. Chegou uma hora que não aguentou mais e começou a chamá-lo e tocar nas costas dele, mas Mason continuou. A visão de Carly já estava turva quando Mason parou de chupar seu sangue. O líquido escorria pelos cantos dos lábios dele. O sangramento, porém, continuou. Carly ficou lá, estirada na cama, enquanto o sangue fluia pelos dois furos em seu pescoço. Logo, não tinha forças para fazer mais nada e tudo ficou distante. Antes de sua vida se esvaiar completamente, apenas ouviu a voz de Mason sussurrando:
— O quanto você me deseja?
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