Say - na Sua Sombra Eu Posso Brilhar.

9 Capítulo 9-Mesclado de acontecimentos


Notas iniciais
Adivinhem que dia é hoje?Hoje é dia 15 de setembro...
ANIVESÁRIO DE 4 MESES DA SAY ;D
Mas como ela ficou mt tempo parada,não tem muitos capítulos,mas mesmo assim vamos comemorar *assopra corneta*
Avisos;
1-Capítulo betado pela Reet
2-Dedicado a Jus[Reet] que ficou mt feliz ao ler o começo desse ;D ,e para uma das minha leitoras fantasmas;Jenny,que me add no MSN e agora eu sei que ela existe.Tbm dedicado a Raquel,uma amiga da escola que está lendo ;D
3-Gente,nesse capítulo vcs vão saber quem é o shipper.Se não foi quem vcs queriam,pf não me matem.Tentem entender.
4-Já tenho outro 'misterio' para a fic,ao qual ainda não contei pra Reet,e tbm não vou contar pq ela não me deixa mais ler os capítulos de By your side antes do pessoal do Nyah ;P Pista;'Tri...'
5-Sem mais delongas e Boa leitura ;D

“- Eu conheço você! — Exclamou.

– De onde você a conhece? — Perguntou meu tio, sentando-se em outro sofá juntamente com Tom.

– Dos pôsteres da minha irmã! — Exclamou novamente. Eu sorri — Jamie Noimann, certo?”

P.O.V Bill

– Jamie, você acredita em amor a primeira vista? — Perguntei. Era possível ver nossas respirações se chocando à frente. Encarávamo-nos. Eu já sabia que meu irmão amava-a. Ele não me falou nada, mas eu sentia, sentia dentro de mim; gêmeos.

Meu coração estava a mil. Sabia que se Tom soubesse que havia beijado-a ficaria... Mas eu precisava fazer!

– Acredito — falou e logo colei meus lábios ao dela. Nosso selinho não foi perfeito, mas com toda certeza foi incrível. Resolvi ficar imóvel por um tempo, e ela permaneceu comigo. Comecei a investir em um beijo aconchegante, sei que ele não é idêntico ao de meu irmão, mas estava o achando bom. Jamie enlaçou seus braços em meu pescoço, e eu logo em seguida coloquei minhas mãos em sua cintura. Puxei-a para mais perto e aprofundei o beijo pedindo sua permissão para que minha língua explora-se sua boca; ela cedeu facilmente. O ar faltou e ela se afastou.

(...)

Uma corrente de adrenalina percorreu meu corpo e eu me sentei na cama um tanto assustado. Passei a mão no lado oposto da cama. Nada. Onde está Jamie?

– Jamie? – Chamei-a, e ninguém respondeu.

Levei a mão aos olhos e esfreguei um pouco me lembrando que hoje é o enterro de seus pais. Ela deveria estar arrasada.

Levantei-me rapidamente e bati no quarto das borboletas negras. Sem obter respostas, abri murmurando um “Com licença”, mas Jamie também não estava lá. Minha outra opção era bater na porta de Tom, mas era meio absurda a idéia de que ela estivesse lá, ainda mais depois de ontem á noite.

A lembrança de tocar os lábios de Jamie antes de Tom me fez estremecer. Eu não poderia, quero dizer, eu não devia por causa do destino dela. Lembrei-me do sonho...

“A marcha nupcial parou assim que Jamie ficou ao lado de meu irmão. Jost, que havia entrado com ela, agora tomava seu lugar de padrinho ao lado de Jamie; eu sou padrinho de Tom. A cerimônia começou. Sinceramente, acho uma chatice a introdução dos casamentos, por isso resumi meu tempo a olhar a decoração. O salão estava lotado, todo enfeitado com rosas brancas e vermelhas.O lindo tapete vermelho de camurça estendia-se durante todo o trajeto percorrido por Jamie;a idéia das cores branco e vermelho foi do casal, eles resolveram fazer a junção das suas cores favoritas,mas é claro que fui eu quem cuidou de cada detalhe.

Jamie aceitou não se casar no religioso por nossa causa, porém exigiu um casamento como se fosse em uma igreja. E agora estamos aqui.

– Jamie Noimann, você aceita Tom Kaulitz como seu legitimo esposo, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte os separe? — Perguntou o ministro.

– Aceito — Respondeu Jamie. Eu e Tom abrimos um sorriso glorioso.

– Tom Kaulitz, você aceita Jamie Noimann como sua legitima esposa, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte os separe?

– Sim — Tom respondeu.

– Pelo poder do estado à mim investido, eu os declaro marido e mulher — Era impossível descreverem o sorriso do novo casal Kaulitz. Os flashes que antes caíam sobre eles, agora renasciam mais intensos. Tom e Jamie haviam concedido acesso livre à imprensa, até porque, segundo eles, ‘todos os fãs deviam prestigiar o momento!’ — Pode beijar a noiva.

Meu clone segurou o rosto de Jamie nas mãos e selou seus lábios ao dela. Logo em seguida começaram um carinhoso beijo; a perfeição com que os lábios escachavam-se era visível. A delicadeza e a ternura eram tamanhas que podia ser confundido com um simples primeiro beijo.

– Agora você é minha — Falou Tom assim que terminou o beijo. Jamie sorria deslumbrante.

– Para sempre — Completou a nova senhora Kaulitz.”

Abri a porta do quarto de Tom, que por sorte, estava destrancada. Nem ele muito menos Jamie se encontravam lá. Eu respirei fundo e voltei ao quarto, vestindo alguma coisa casual e fiz minha higiene matinal. Peguei o telefone e procurei em algum dos papeis que David fazia anotações até encontrar seu número. Caiu na caixa postal e eu desliguei antes de gravar mensagem.

Decidido a esfriar a cabeça, tomei meu café da manhã em silêncio e me joguei no sofá da sala zapeando a televisão à procura de alguma coisa que prestasse.

P.O.V. Tom

Levantei-me cedo naquela manhã por um milagre com uma felicidade visível e boa disposição. Levantei-me, tomei um banho relaxante e fiz a higiene matinal, enrolando depois a toalha na cintura e desci as escadas, indo direto para a cozinha.

Encontrei Jamie sentada em uma das bancadas da cozinha tomando uma xícara de café sem parecer me notar ali, com os olhos fora de foco.

– Bom dia – Ela despertou a atenção.

– Bom dia, Tom – Recebi um olhar triste de volta acompanhado por um sorriso forçado.

– Você tem certeza de que quer ir? — Perguntei encarando-a sério.

– Tenho. É a ultima chance que vou ter para ficar perto deles.

Eu hesitei mexendo nas trança e resolvi que seria melhor fazer aquela pergunta de costas sem ver sua reação caso ela rejeitasse. Fui até a estante pegar uma caixa de suco, de costas para Jamie.

– Sendo assim, eu posso acompanhá-la? — Perguntei tentando manter a voz estável.

Por alguns segundos, achei que ela não fosse responder, mas então sua voz soou mais uma vez triste e ela respondeu:

– Adoraria.

– Você fez o café? — Ergui uma sobrancelha.

– Sim, Pedro me dizia que era a única coisa que eu fazia bem — Comentou e deu, novamente, um sorriso triste. Achei melhor não dizer que ela era ótima na modelagem, isso iria contradizer com algumas memórias que ela tem do irmão — Mas sei que sou ótima atriz e modelo — Sorri, percebendo a possibilidade de que pensássemos as mesmas coisas.

Jamie terminou o café e foi se arrumar, eu fui fazer o mesmo. Coloquei um terno que nunca foi bem com a minha cara e suportei o aperto daquela roupa que nada combinava comigo. Encontrei Jamie no corredor descendo as escadas e reparei em seu vestido.

(Link: .http://www.polyvore.com/yes_lost_my_mind/set?id=36240195&.locale=pt-br)

Jamie estava vestida de preto, obviamente. Reparei em seu vestido. Um clássico com costuras abertas do busto para cima, completando o preto tomara que caia. Marcado na cintura, valoriza seu corpo, e deixava suas pernas a mostras. O clima esquentou. Minha nossa o que estou pensando, a garota vai ao funeral da família, e eu penso ‘nisso’. Voltei meu olhar ao vestido; achei melhor não falar que esse foi o vestido que Bill comprou para ela.

– Jamie – Eu chamei sua atenção.

– Hm?

– Você está linda – Eu murmurei e vi o rosto delicado corar em contraste com os cabelos loiros.

Ouvi uma buzina do lado de fora da casa e sabia que era a do Jost.

– Vamos? – Perguntei e ela concordou e pegou minha mão. Senti-me arrepiar. Era involuntária a sensação de paz que ela causava em mim. Jamie de fato era alguém especial. Alguém que me fez ter certeza de que eu havia me apaixonado a primeira vista. Eu nunca acreditei em amor, e nunca senti-lo passar nem perto de mim. Até agora...

Saímos da casa e logo avistei o carro de Jost. Jamie abriu a porta de trás do carro, adentrou e sentou-se ao lado do seu tio. Fiz o mesmo, e sentando-me, por fim, ao seu lado.

Jost me olhou de forma estranha, um misto de surpresa e também como se estivesse me estranhando. Eu tentei sorrir.

– Oi... Tom – Jost disse.

– Ele veio me acompanhar, tio – Jamie interrompeu meus pensamentos e Jost assentiu.

O motorista ligou o carro e partimos em direção a cerimônia.

Durante todo o trajeto ficamos calados. De vez em quando, sentia o olhar sínico de Jost sobe minha mão dada a de Jamie; ignorei. O carro parou em frente uma grade preta e imensa. Olhei pela janela, e enxerguei a grande e decorada placa: Cemitério Forest Lawn.

É, realmente eles tinham muito dinheiro...

– Pare aqui, por favor. Vamos andando. — Jost pronunciou assim que o carro adentrou a propriedade.

– Isso é muito grande! Como vamos andar até o final? — Perguntei descrente. Isso só pode ser brincadeira.

Jost saiu do carro e Jamie logo em seu encalço. Ambos calados. Fiz o mesmo. O clima estava definitivamente tenso e era fácil descobrir o porquê.

Senti falta da mão de Jamie junta a minha. Senti-me sozinho de repente, sem ar. Um misto de sensações inundava meu corpo. Eram diferentes e absurdamente complicadas de se descrever. Por um segundo, me perguntei se aquilo era amor.

Estava tudo quieto ao nosso redor – normal pra um cemitério – e o único som que ecoava, era o barulho do salto de Jamie encostando ao chão.

– É aqui – Falou Jost, depois de caminharmos alguns minutos. Entrou na parte do gramado e foi em direção a três lapides fincadas na terra.

– Pensei que ainda iria ver o caixão – Comentou Jamie com a voz chorosa. Senti uma dor no peito ao ouvi-la.

– Achei que seria pior para você e mandei enterrá-los logo — Comentou Jost enquanto encarava as lápides. Ele puxou Jamie para um abraço.

– Eu queria vê-los pela última vez! – Jamie deixou o choro cair compulsivamente e não permitiu o abraço de Jost.

Eu não podia deixá-la. Era um anjo, e anjos não podem chorar, se ela sente dor, eu também sinto. Eu sinto vontade de protegê-la, de colocá-la do meu lado, abraçá-la... Beijá-la.

Eu segurei seu braço com o maior cuidado, sem me mover com a intenção que ela sentisse minha temperatura quente, e logo senti seus músculos relaxarem. Eu a trouxe suavemente para meu corpo e a abracei. Como mais alto do que ela, beijei sua testa.

– Jamie – Eu sussurrei – Era o melhor.

– Como poderia ser? É a minha família, e eu nunca mais os vi!

– Viu sim – Ela me olhou confusa. Eu apertei seu braço como um carinho – Eles estão no seu coração, no seu sangue, nas suas atitudes. Estão sempre com você.

Jamie enterrou o rosto na curva do meu pescoço e eu me arrepiei.

– Calma – Eu sussurrei novamente.

– Obrigada – Ela sussurrou de volta e logo encarou as três pedras de mármore a sua frente. Jost e Jamie controlavam o choro.

“Patrícia Hand Noimann”

Nascida em: 30/08/1969

Morta em: 08/01/2011

Amada e carinhosa. Mãe e irmã.

“Jefferson Muniz Noimann”

Nascido em: 27/03/1962

Morto em: 08/01/2011

Amado e protetor pai.

“Pedro Paul Hand Muniz Noimann”

Nascido em: 05/02/2011

Morto em: 08/01/2011

Gêmeo...

(...)

Voltávamos para minha casa quando eu resolvi me pronunciar desde que saímos do cemitério.

– O nome do seu irmão é Pedro Paul Hand Muniz Noimann? — Perguntei segurando o riso. Como o nome de uma pessoa podia ser tão estranho?

– É sim. Por quê? — Perguntou sorrindo de lado.

– O seu nome deve ser Jamie algum nome Hand Muniz Noimann.

– Catherine — Falou dando de ombros.

– O que? — Perguntei confuso.

– Jamie Catherine Hand Muniz Noimann — Deeu de ombros novamente.

– Esse é seu nome? — Perguntei já me espocando de rir. Jost encarava-nos com um sorriso bobo.

– Eu disse a Patrícia para não colocar esses nomes grandes e horrorosos neles – Jost interveio.

– Hey! Eu amo meu nome — Falou Jamie convencida — A culpa não é minha se sua mãe não teve criatividade e colocou seu nome de ‘Tom Kaulitz’ — Comentou dirigindo-se a mim.

– Epa, epa, epa, epa. Não meche com a Simone. Ela não tem nada haver com isso! — Falei fingindo raiva – E para constar, meu nome é muito lindo e bem famoso.

– Foi você que começou — Disse, cruzou os braços e virou a cara para o lado oposto do meu.

– Você sabe que estamos brincando. Não sabe ‘Cat’? — Perguntei passando um dos meus braços por cima do seu ombro, e puxando-a para colar-se a mim. Aproveitei a oportunidade para cheirar seu perfume.

Ouvi um pigarreio. Olhei para Jost e o vi revirar os olhos.

– Jamie, já que você não escolheu sua escola, fiz o favor de escolhê-la. Ela fica a seis quadras da casa dos gêmeos, e não se preocupe com fotógrafos, já avisei a diretora — falou dirigindo-se a Jamie. Ainda não havia me lembrado desse pequeno detalhe. Jamie ainda estudava e isso talvez viesse a ser um problema... — Vou deixar vocês na porta da casa e vou para minha ok? — Perguntou, agora para nos dois.

– Por que não almoça conosco? — Perguntei. Senti os olhares curiosos dos dois sobre mim.

– Pode ser.

(...)

P.O.V Jamie

– Bill, nós che… Nossa! — Gritei assim que adentrei a casa. Bill estava com uma roupa mega extravagante, desfilando de frente para um dos sofás brancos que estavam na sala. Nele estavam duas pessoas, cujo rosto eu não conseguia ver. Deviam ser homens; um com o cabelo curto e preto, outro com um cabelo castanho longo e alisado.

– Jamie, que bom que você chegou — Disse Bill correndo em minha direção, puxou-me pela mão e me colocou de frente para os dois rapazes. Reconheci-os imediatamente do pôster que meu tio havia me mandado messes atrás, Gustav Schäfer e Georg Listing — Esses são Georg e Gustav. Nossos companheiros, amigos e irmãos da banda — Gustav me olhava espantado.

– Eu conheço você! — Exclamou.

– De onde você a conhece? — Perguntou meu tio, sentando-se em outro sofá juntamente com Tom.

– Dos pôsteres da minha irmã! — Exclamou novamente. Eu sorri – Jamie Noimann, certo?

– Sim.

– Você já não sabia o nome dela? — Perguntou Tom confuso — O Jost falou tanto, que foi impossível esquecer.

– Acontece que muitas pessoas nesse mundo têm os mesmo nomes! — Rebateu Gustav.

– Igual ao dela não! — Lancei um olhar reprovador para Tom. Não acredito que ele vai... — O nome dela é Jamie Catherine Hand Muniz Noimann! – Terminou gargalhando e meu tio e Bill se espocavam de rir.

– Não tem graça! O meu nome é grande e vocês nunca zoaram comigo por isso... -manifestou-se Georg pela primeira vez.

– Bem lembrado! Quando você se esquecer faço uma piada sobre isso — Comentou o garoto das tranças.

– Eu estou com fome. — Disse Gustav, voltando a se sentar no sofá.

– Você está sempre com fome – Bill sorriu.

– Eu também — Falei.

– Nós não íamos almoçar? — Perguntou meu tio, dirigindo-se a Tom.

– Ainda vamos – Respondeu — Quem vai cozinhar? — Perguntou olhando a todos.

– Eu não vou, vim de visita — Georg falou e deu de ombros.

– Eu também — disse Gustav.

– Bill? — Tom perguntou suplicante ao irmão.

– Nem olha para mim!

– Porque não almoçamos fora? — Dei a idéia, e todos encararam perplexos — O que é?

– Acho que você se esqueceu de que somos famosos. — Comentou Bill com um sorriso.

– Vou ver se ainda consigo fechar um restaurante. – Meu tio falou levantando-se.

– Não — Disse, ele voltou a se sentar — Não acredito que vocês não conseguem almoçar com simples câmeras os fotografando!

– Como se você conseguisse... — Comentou Georg, meu tio sorriu de lado.

– Tenho uma proposta a fazer para vocês! — Falei ficando de frente para os irmãos Kaulitz — Nós vamos a um restaurante vegetariano o mais simples possível, se vocês dois não conseguirem almoçar sem ligar pros paparazzi e para as pessoas, tem de trocar suas roupas por uma semana. Você — Falei apontando para Bill -, vai usar a roupa do Tom e você — falei apontando para Tom – vai usar a do Bill — Ouvi nossa pequena platéia reprimir o riso, com certeza ao imaginar ambos com as roupas trocadas. Seria hilário.

– Mas e se você não conseguir cumprir o desafio? — Falou Bill levantando-se.

– Mas é claro que eu vou conseguir — Revirei os olhos.

– Se você não conseguir cumprir o desafio...

– Vai ter que ser nossa ‘boneca’ por uma semana. Explicando melhor, eu e o Bill vamos ter que escolher tudo que você vai usar; maquiagens, bolsas, roupas, perfumes, sapatos...

– Exceto lingerie — Bill falou para o irmão. Tom revirou os olhos.

– O que? — Perguntou safado.

– Está feito então? — Perguntou Bill estendendo a mão para mim juntamente com seu irmão.

– Sim — concordei, apertei suas mãos, e todos na sala riram – Vai ser hilário ver vocês dois perdendo.

– Vamos ver quem vai perder, Cat – Tom sorriu.

“O amor é indescritível, ilimitável, irrefreável... Não é só sentimento, mas também toda a ação que nos envolve, todas as mudanças físicas e psicológicas que nos rodeiam... É se sentir completo por alguns segundos, e totalmente vazio segundos depois, ser alguém, pouco depois não saber quem é,se é... Nem nos mesmos existimos, apenas ela... Nenhum outro som é audível senão o das palavras dela... Nenhum outro sentimento chega perto de nos, senão o sentimento dela, e nenhum outro sentimento importa, pois o que temos no peito está explodindo, mesmo sem percebermos... Pois nada percebemos, nem mesmo a explosão no peito, nem mesmo sabemos se é mesmo no peito que está o coração, às vezes o sentimos no joelho, às vezes só o ouvimos bater sem senti-lo....”

Notas finais
1-A garota no look NÃO É A JAMIE,somente representa ela.
2-O cemiterio forest lawn foi onde o Michael Jackson foi enterrado.É considerado um dos melhores cemitérios do mundo ;D
3-O que acharam do capítulo?Tom pareceu mt meloso?
4-A fic só vai ficar mais realista a partir do capítulo 15 mais ou menos.O mistério só vai aparecer mais tarde.Talvez em POVS MISTERIOSOS.Como o 'POV DE UM DOS KAULITZ' ;P
5-O que vcs acham de um concurso para criar uma namorada para o Bill?Ou o Jost?[Como na fic da Reet,ela que deu a ideia ;P]Por favor o que acham,respondam e eu lançarei o concurso no proximo capítulo ;D
Bjs e mt obg pelos rewiens passados
Leitores fantasmas me adicionem no MSN ;D