Say - na Sua Sombra Eu Posso Brilhar.
11 Capítulo 11-A boneca de rapper do Tom.
Notas iniciais
AMH... só 500 palavras. Quero avisar que eu me senti completamente confusa em relação a esse mini capítulo, mas está aqui, né?
Me desacostumei a escrever Say, então não esperem capitulos como os de antes, acho que eles não chegaram nem perto...
Vai ter a parte 2 disso daqui, então me esperem daqui a um ou dois dias.
POV Jamie
-Como uma pessoa não morre quando está dentro de um carro que explode?-perguntou Bill perplexo pela cena do filme.
Eram exatas nove horas da noite e o ar que entrava pelas janelas parecia querer congelar-me.
-Eu acho que era porque o cara tinha muita vontade de viver-ironizou Georg.
Tom que estava ao meu lado bufou e disse alto:
-Parem de tagarelar e prestem atenção no filme.
Tom estava muito próximo de mim, e sinceramente, tudo o que a mídia diz sobre ele parecia ser completamente mentira para mim.
-Eu já estou com sono. Vou dormir-falei me levantando do sofá.
-Já?-perguntou Tom- O filme mal começou...
De fato ele estava certo, o DVD ainda marcava trinta minutos de filme. Ignorei sua fala e subi.
Esperava que ele entendesse. Hoje havia sido um dia difícil para mim.
Fiz minha higiene antes de dormir, vesti uma roupa confortável e me deitei na cama.
Eu havia cogitado a ideia de alguém vir atrás de mim, para me convencer a descer e continuar com a farsa de que tudo estava bem, de que minha vida continuava a mesma.
-Você está pronta para viajar amanhã?
Virei-me e encontrei Pedro com a cabeça pra dentro do meu quarto. Ele estava com a testa franzida, e parecia que algo o perturbava.
-Claro que estou, já fizemos várias viagens de carro e nessa mesma rota. Qual é o problema?- perguntei, retirando todos os pesados edredons que estavam em cima da minha cama, deixando a apenas um fino lençol caramelo.
-Eu estou sentindo uma agonia no peito, como se algo fosse acontecer- se levantou da sua cama e veio a até mim- Você não sente?
Neguei com a cabeça.
-Que esquisito, você sempre sente quando eu sinto- me deu um beijo no topo da cabeça- Eu te amo Jamie, nunca se esqueça disso.
(...)
Eram exatas cinco da manhã quando eu acordei suando frio.
E para minha completa sorte, hoje era meu primeiro dia de aula numa escola ao qual eu nem conhecia o nome.
-Olá princesa das borboletas- anunciou Bill, entrando saltitando no quarto, junto com Tom em seu encalço.
-Que droga de apelido é esse, Bill?- resmunguei, me enrolando ainda mais entre os edredons.
-Um que eu acabei de inventar... – disse e correu para o meu closet, animado.
-Bom dia, Jamie- cumprimentou-me Tom- Pronta para ser feita de bonequinha?-perguntou e correu para onde seu irmão estava.
Aproveitei para me levantar e tomar um banho de ducha fria, isso com toda certeza iria me ajudar a despertar.
[...]
-Pelo amor da nossa mãe Tom, a garota é modelo e você vai fazê-la sair com essa roupa horrível para o primeiro dia de aula!- ouvi Bill gritando. Ele estava fazendo um escândalo por...
Olhei para cima da minha cama.
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-Eu vou ter que usar essas roupas?
-Não está tão ruim assim, está?- Tom perguntou e Bill fez cara feia.
-Não Tom- cheguei perto e recolhi as roupas- Só está diferente.
E fui para o banheiro.
Definitivamente, Tom Kaulitz não tem noção de moda.
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