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3 Capítulo 3 - Exploração
Allyn, já estava na cidade, e etão. sem perder tempo foi logo tentando explorar o local.
Seria bom encontrar sobreviventes, uma pessoa como Allyn não sobreviveria sozinha por muito tempo.
Quando ela andava, seus passos ecoavam, a cada esquina que virava, via corpos destroçados, não havia nem se quer uma planta viva por lá. Allyn já estava desistindo de encontrar sobreviventes.
Depois de tanto andar, ela já estava com fome, e cansada, a final, ela era apenas uma mulher que nem era tão forte quanto pensavam... E foi quando ela estava quase desistindo, quando passa por um bar, e ve que ainda há energia.
A TV estava com a tela "chuviscando" mas isso era bom, um lugar com energia poderia ser bom para passar a noite, pois estava escurecendo; Ela entrou no bar, com seu taco "personalizado" pronta para atacar qualquer um que entrasse em sua frente, mas tudo o que ela via, eram corpos sem cabeça, os infectados pareciam inteligentes, as pessoas que foram encontradas no bar, não pareciam ter sofrido muito antes de morrer, sofreram uma morte rápida, mas não acho que tenha sido pouco dolorosa.
Allyn pegou todos os corpos do andar onde estava o bar, e jogou para fora, pela parte da mureta; ela via o local cheio de fungos, mas não se sentia afetada, mas com certeza, se fosse qualquer outra pessoa, já estaria quase que totalmente infectado.
Ela fechou as portas do bar, e baixou as grades nas partes abertas, e assim trancou tudo com cadeado. O bom das grades, era que elas eram como portas de garagem, e deixavam a luz passar.
No segundo andar, havia um quarto, ela encontrou armas junto com algumas munições para tais. Ela usou o interruptor para ligar as luzes, e felizmente, funcionou! O local ainda tinha energia de sobra para alguns dias; Mas já estava escuro, então ela apenas fechou tudo, limpou e foi dormir.
Pela manhã, ela resolveu procurar por objetos que poderiam ser usados, então, saiu do bar, que foi procurar o que poderia ajuda-la pelo bairro.
Allyn não estava com sorte o suficiente para encontrar objetos uteis, achou apenas garrafas... Corpos... Pedaços de concreto quebrado, que provavelmente devem ter caído dos prédios, que estavam em ruínas, e mais corpos.
Depois, de tanto procurar em meio a corpos totalmente dilacerados, ela acaba encontrando corpos de infectados, e resolve checar para ver se não há algo que poderia ser usado por ela mais tarde.
Um dos infectados que parecia morto, começou a se mexer, felizmente, ele havia sido esmagado por um pedaço de concreto que caiu de um prédio, assim, teve a parte da cintura e as pernas presas, mas isso não o impediu de tentar pegar Allyn; O infectado, não parecia sentir dor, ele faria qualquer coisa para acabar com as vida de Allyn, e então, ele com sua força, foi tentando sair de baixo do pedaço de concreto, e acabou se desfazendo da parte da cintura e das pernas, que se manteram presas pelo concreto.
Foi ai, que Allyn percebeu, os infectados realmente sentiam fome, e depois de tanto fugir daquele infectado que se arrastava pelo chão, ela percebeu também, que eles morrem se não se alimentassem de carne humana ou carne animal.
E foi assim que seu plano de resgatar sobreviventes começou. Se os infectados não devorassem mais ninguém, eles morreriam, o que poderia talvez dar mais uma chance para a humanidade.
Quando voltou para o bar, a TV estava com sinal, e então, ela começou a ouvir uma voz masculina vinda da TV que dizia exatamente as palavras seguintes:
"Atenção todos os sobreviventes da cidade, esta é um comunicado regional, e estamos informando a todo os que ainda tem luz, para que se dirijam para o instituto de ciência da cidade.
Quanto mais sobreviventes, melhor, pois estamos estudando formas de acabar com a infecção, para que possamos retomar o controle da cidade.
Aqui no instituto, temos guardas, médicos, mantimentos para anos, e espaço de sobra para qualquer um que queira ficar aqui.
Obrigada. E boa sorte!"
Allyn logo ficou feliz em saber que alguém alem dela ainda estava vivo, e então, por sorte ela achou um mapa da região na parte de cima do bar, pois havia um trabalho imprimido, estava meio sujo e rasgado, mas dava para usar. Então, lá foi ela numa aventura para poder achar alguém que ajudasse-a
Dias se passaram, e Allyn ainda estava alojada no bar, mas havia se ferido.
Ela havia saído para explorar as redondezas novamente, mas acabou sendo mordida por um infectado, que por pouco não arrancou a sua perna esquerda.
Por mais que o seu machucado na perna doesse, não parecia em momento nenhum, que ela estava infectada.
Ela nunca havia pegado uma doença em sua infancia, nem quando adulta. Era totalmente "pura"
Diante da situação, Allyn pergunta a si mesma, o por que de não ser infectada, e se pergunta se é realmente diferente de todos, assim como diziam na escola.
Ela sempre sofreu bullyng quando pequena, pelo fato de ser excluida, e de nunca ter pego uma doença. Mas ela nãos e sentia mal sobre acharem-a estranha por nunca ficar doente, muito pelo contrário, isso parecia bom até demais.
Depois de alguns dias, Allyn resolve enfim, procurar o tal "instituto de ciência"
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