Save The Hero - Iron Man Rises
1 I bottle all my hurt inside.
Notas iniciais
Essa é a minha primeira história sobre Iron Man, então qualquer erro eu peço que vocês me desculpem hehehe.
Bom, espero que vocês gostem!!!
Boa leitura!
Annabeth corria pelos corredores da mansão dos Vonschweetz com sua prova de álgebra em mãos que exibia um grande “A+” escrito com uma caneta vermelha seguido de uma carinha feliz.
Com apenas quatorze anos Annabeth já era considerada uma garota prodígio que dava orgulho para seu pai, Edgar Vonshweetz um grande cientista reconhecido por toda comunidade cientifica. Sabendo disso, Annabeth procurava seu pai pela mansão para lhe mostrar seu maravilhoso resultado.
Subindo pelas as escadas, Annabeth correu para os aposentos de seu pai e ao abrir a porta encontrou o quarto vazio apenas com a presença de Pierre, o mordomo da família.
- Senhorita Annabeth. – ele saudou a garotinha, deixando os lençóis que dobrava em cima da cama para dar atenção á princesinha da mansão. – O que a senhorita busca nos aposentos de seu pai?
Annabeth olhou para Pierre com um sorriso amistoso.
- Estou buscando meu pai. Tirei A+ em álgebra. – ela mostrou sua prova para o mordomo que a parabenizou, mas logo seus ombros caíram de desânimo. – Ele por acaso saiu?
- Acho que ele está no laboratório. – informou Pierre.
- Obrigada, Pierre! – agradeceu Annabeth que correu para dar um beijo na bochecha de Pierre e saía do quarto com mesmo pique, deixando o mordomo termina de dobrar os lençóis com um sorriso no rosto.
Em um tempo recorde Annabeth chegou ao corredor que levava ao laboratório de seu pai. Parando para respirar, Annie andou calmamente pelo corredor e parou na frente da porta imensa de metal do laboratório.
Antes de entrar a garotinha bateu na porta com suavidade para avisar da sua chegada, mas não obteve resposta. Tentou de novo e de novo, mas ambas às vezes não obteve resposta. Frustrada, Annabeth espalmou á palma da mão na coxa e bufou. Provavelmente seu pai estava tão concentrado em sua nova pesquisa que nem estava ouvindo as batidas na porta.
Cansada de esperar, Annabeth abriu a porta e adentrou ao laboratório varrendo o local com os olhos para ver se achava seu pai, mas no local só havia projetos e máquinas que faziam “bipes” irritantes.
Annabeth já ia se retirar do local, mas se viu atraída pelo computador de seu pai que tinha escrito em grandes letras “NANOMEDICINA: A CURA CONTRA O CÂNCER.”.
A garotinha olhou pelos lados do corredor para ver se alguém se aproximava, vendo ninguém ela fechou a grande porta e partiu para o computador. Apesar da pouca idade, Annabeth sabia muito sobre o assunto e sabia que seu pai havia se aprofundado no assunto por causa da morte da sua mãe Anne que morrerá de câncer quando Annabeth tinha oito anos. Desde o início Annabeth aprovou a pesquisa sobre o assunto, mas parecia que cada ano que se passava a pesquisa sobre a Nanomedicina levava seu pai para longe de si.
Annabeth abriu a pasta sobre o assunto e clicou e um artigo que seu pai escreverá. Passando rapidamente os olhos no texto, trechos grifados chamaram a atenção de Annabeth que parará para lê-los calmamente.
“Conceito: Nanomedicina consiste em usarnanopartículas,nanorobôs, uso de soros com radiações e outros elementos emescala nanométricapara curar, diagnosticar ou prevenirdoenças.
“A nanomedicina permitirá uma ‘calibragem molecular’, onde as nanopartículas poderão fortalecer as moléculas infectadas ou fracas. O soro irá fortalecer os órgãos que foram prejudicados pela a doença. Uma quantidade de pequenos sensores, computadores e diversos aparelhos de custo reduzido permitirão um controle contínuo na saúde dos pacientes, assim como também, no tratamento automático. Aparecimento de nano-dispositivos de regeneração celular que poderão garantir a regeneração dos tecidos, força e até a imortalidade.”
“Assim serão possíveis novos tratamentos doenças como o câncer e a AIDS”
Annabeth ficara de queixo caído ao ler o artigo. Ali estava a cura para a pior doença que dominava a nação. A nanomedicina não iria trazer a mãe de Annabeth de volta, mas poderia salvar a vida de várias mães que são necessárias para seus filhos.
Animada com o resultado que seu pai obteve, Annabeth fechou o artigo e procurou mais informações sobre a cura, logo achou vídeos feitos pelo seu pai mostrando testes de aplicações usando ratos de laboratório.
Annabeth abriu o vídeo e observou a imagem do seu pai na frente da câmera.
“– Aplicação da nanomedicina. Primeiro Teste em cobaias. – Edgar, pai de Annabeth, olhava frenético para a câmera enquanto segurava um ratinho em uma mão e um injetor em outra. – Hoje aplicaremos as nanospartículas, nanorobôs e o soro de radiação no ratinho Tedd que tem o vírus da H1N1. – Edgar mostrou para a câmera o ratinho Tedd que tentava escapar das mãos de Edgar sem sucesso.
Ansioso, Edgar colocou o ratinho em uma gaiola enquanto colocava as nanospartículas e os nanorobôs no injetor e colocando o soro radioativo em uma seringa separadamente. Logo o homem segurava novamente o ratinho na mão e com cuidado injetava os elementos e o soro radioativo. A cada injeção o ratinho guinchava de dor, quando Edgar colocou o ratinho de volta na gaiola ele aproximou a câmera para filmar o ratinho que rolava e guinchava de dor.
- Essa é a mutação, as nanospartículas e os nanorobôs procuram as células e moléculas destruídas pelos vírus começando uma regeneração. – mais guinchos de dor vindo do ratinho. – Calmo amiguinho, logo vai passar a dor! – Edgar tranquilizou o ratinho e aproximou mais ainda a câmera para filmar o processo. – Nessa altura o soro radioativo já deve estar agindo destruindo o vírus nas células e expulsando-os dos órgãos, em questão de segundos Tedd estará curado e livre da dor. – disse Edgar empolgado.
Os guinchos começaram á diminuir. Tedd antes tombando, se erguia calmamente e aparentava pouca dor. Edgar já estava pronto para comemorar o sucesso do primeiro teste, mas o ratinho tombará novamente com guinchos mais agoniantes e depois de minutos se calará, Tedd havia morrido. A câmera desligou da imagem do Tedd morto e logo Edgar aparecerá na frente da câmera com papéis em mãos.
- Infelizmente Tedd morreu por causa da grande quantidade de soro radioativo que acabou destruindo seus órgãos. – Edgar suspirou, mas logo continuou. – Mas eu consegui a proporção certa para um corpo humano. Eu construí uma capsula onde será feitas as aplicações nas proporções certas. – Edgar virou a câmera para mostrar a capsula de que ele falava que parecia uma tumba egípcia tecnológica. – Agora eu só preciso de autorização para usar cobaias humanas com algum tipo de vírus. – “com um sorriso entusiasmado, Edgar desligou a câmera.”.
Estática, Annabeth fechará o vídeo e encarou o monitor do computador. Seu pai havia feito um imenso progresso e estava perto da cura! Era questão de tempo para que seu descubra a cura de vírus, doenças e enfermidades. Deixando o seu estado estático de lado, Annabeth olhou por todos os lados em busca da capsula e em um canto isolado estava uma enorme capsula cercada de injetores e fios de eletricidades.
Curiosa, Annabeth se aproximou da capsula, á fim de vê-la com precisão. Ela não pode evitar a vontade de olhar as estruturas por dentro, assim ela chegara a colocar o rosto dentro da máquina e com isso conseguiu ver as agulhas para injetar nos pacientes.
- Fascinante! – exclamou a garota que sorria com o avanço feito pelo pai.
Annabeth não via o tempo passar enquanto analisava a capsula e de tão entretida não ouviu o seu pai chegando.
Já Edgar que acabará de conversa com Howard Stark seu melhor amigo e ajudante na sua pesquisa com a nanotecnologia por telefone e não virá o tempo passar. Quando desligou o telefone ele foi à busca de seu mordomo para pergunta sobre sua filha que o respondeu que Annabeth tinha partido para o laboratório á sua procura. Curioso em saber o porquê de sua filha estar á sua procura, Edgar partiu para o seu laboratório.
Ao chegar ao seu laboratório foi tomado pela surpresa de sua filha ter descoberto sobre á capsula que ele havia desenvolvido. Um medo se apossou de Edgar ao ver sua filha tão perto das agulhas.
- Annabeth, o que faz aqui no meu laboratório? – Edgar fechou a porta que fez um enorme estrondo.
Assustada, Annabeth se virou para seu pai, mas seus pés se enroscaram nos fios que havia no chão e por conta de ter sido virada tão rápida ela perderá o equilíbrio, fazendo-a cair dentro da capsula que se fechará instantaneamente. Com um grito apavorado, Annabeth tentava abrir a capsula por dentro, mas não adiantava a máquina já estava em processo de inicialização e se preparava para dar as injeções.
Edgar entrou em pânico em ver sua filha dentro da própria capsula que ele criou. Ele não tinha garantia que fosse funcionar, não sabia se o corpo de sua filha poderia suporta tamanha quantidade de radiação e nanospartículas. Ele correu em direção á capsula e tentará abrir para salva sua filha, mas era impossível, pois a capsula era feita de titânio e ele nunca teria força suficiente para tira-la de lá.
- Pai me tira daqui! – Annabeth gritava de pavor e chorava ao sentir as agulhas perfurando sua pele e despejando toda a radiação e nanospartículas que obtinham armazenados.
Edgar se encheu de pânico e desespero ao ouvir os gritos de desespero de sua filha.
- Calma querida, logo a dor vai passar! – disse Edgar apavorado, lembrando-se de Tedd, o ratinho, ele disse a mesma coisa para o ratinho, mas mesmo assim o animal morreu. Seu coração se encheu de angustia.
Annabeth sentia que seus ossos estavam sendo quebrados ao mesmo tempo e que seu sangue fervia como larva, seu coração batia disparado e sua cabeça doía de uma maneira absurda. Era impossível não gritar. Annabeth tentava conter seus gritos, mas igual ao pai ela se lembrou de Tedd e também do jeito como ele morreu. Lágrimas desciam constantemente dos olhos de Annabeth e Edgar que estava desesperado ao ver sua filha sofrendo as piores dores existentes e ele não podia fazer nada.
Os gritos eram tão intensos e altos, que Pierre escutará e descerá para descobrir os motivos dos gritos. Ao adentrar o laboratório e ver Annabeth naquela situação sentiu seu coração se aperta.
- Patrão Edgar! Oh meu Deus, o que houve? – perguntou Pierre que se juntou ao seu patrão e tentava abrir a porta da capsula.
- Pierre, ligue para o Stark e o mande vim correndo para cá mais rápido possível! – ordenou Edgar, apostando sua única esperança em Howard Star.
- Mas patrão...
- AGORA! – gritou Edgar, tentando sobressair sua voz á cima dos gritos de Annabeth.
Pierre saiu correndo em busca de comunicar ao Sr. Stark sobre o ocorrido. Quando Pierre contará toda a história, Stark saiu de sua indústria e ia com toda velocidade que seu carro permitia para á mansão dos Vonschweetz.
No laboratório, o processo de nanopartículas estava no fim e Annabeth parará de gritar, mas sua pela estava pálida e seus lábios roxos, seus olhos havia perdido o tom azul vivo e dera lugar a um negro morto.
Edgar chorava ao ver sua filha que espasmava por estar sem forças para gritar. Annabeth sentia a dor amenizar, mas ela sabia que iria ser como Tedd, a dor voltaria e quando o processo acabar ela morreria.
Com um “bipe” a porta se abriu e Annabeth, sem forças, deixou seu corpo desabar e fora ampara pelo pai.
O rosto pálido e sem vida de Annabeth encarava o teto do laboratório enquanto seu pai abraçava seu corpo frágil.
Annabeth ainda respirava com muita dificuldade, mas ainda tinha forças para falar.
- Pai... – chamou Annabeth fazendo Edgar se assustar. – Eu não quero morrer como o Tedd.
Mais lágrimas rolaram pelo rosto de Edgar ao ouvir as palavras de sua filha.
- E não vai, minha filha. – prometeu ele, entre soluços e lágrimas. – Eu te amo.
Annabeth dera um fraco sorriso.
- E-eu tam... – Annabeth tentará completar a frase, mas logo desmaiou e não pode completar a frase.
Apesar da escuridão, podia ouvir o choro e lamentação de seu pai.
;****;
Howard fez de tudo para chegar o mais rápido possível á mansão dos Vonschweetz, mas o trânsito estava infernal e ele tinha certeza que iria receber várias multas por ter ultrapassado vários sinais vermelhos, mas isso não era problema, ele sabia que seu amigo estava em uma situação horrível.
Estacionando seu carro na frente da mansão, Howard apertou a campainha e a porta logo fora aberta por Pierre que tinha seus olhos avermelhados.
- Senhor Stark! Glória á Deus você chegou! – sem nenhuma classe, Pierre puxou Howard para dentro da mansão. – Eles estão no laboratório, patrão Edgar está desesperado.
- Obrigado, Pierre. Eu já sei o caminho. – Howard seguiu o caminho para laboratório.
Parecia que á cada passo apressado que ele dava o seu coração batia mais forte. Ao chegar á porta do laboratório e ver Edgar segurando o corpo pálido e frágil de sua filha, ele sentiu seu coração se aperta.
Com passadas menos apressadas para não assustar Edgar, Howard colocou a mão nos ombros de seu amigo e se agachou para observa o corpo de Annabeth com aflição.
- Porque ela, Howard? – perguntou Edgar entre soluços. –Por que não eu?
Howard engoliu á seco.
- A culpa não é sua, meu amigo. – Howard olhou para Annabeth desacordada e imaginou se no lugar dela fosse seu filho, Tony. – Foi um acaso, você não podia impedir.
Edgar se recusava á acreditar que a culpa era do acaso. Se ele não tivesse feito a capsula e passado mais tempo com Annabeth, aquilo não aconteceria. Annabeth ainda estaria viva com sua pele corada e olhos azuis cinzentos vivos.
- É tudo culpa minha. – Edgar se lamentou e abraçou o corpo da filha, tentando aproveitar o pouco tempo que tinha com ela.
Howard já ia saindo para deixar o seu amigo se despedir da filha, mas Edgar o impediu.
- Howard espere! – Howard se virou para ver seu amigo e o viu abraçar Annabeth mais uma vez, mas não com carinho e sim curiosidade. – Ela esta respirando.
Howard arregalou os olhos de surpresa e foi até Annabeth para tirar seu pulso. O coração dela pulsava fracamente e ela respirava com certa dificuldade.
- Ela sobreviveu á nanomedicina! – exclamou Howard e Edgar sorriu, sabendo que a sua filha iria sobreviver. – Vamos leva-la para o hospital, ela precisa ser examinada.
Ajudando Edgar á carregar o corpo de sua filha, Howard levou-os para seu carro e partiu para o hospital.
Quando chegaram ao hospital e deram entrada com Annabeth, vários médicos se mobilizaram ao saber do caso a internaram e fizeram vários exames de imediato. Edgar e Howard acompanharam todos os exames de perto. Edgar não saia de perto de Annabeth.
A entrada do hospital estava lotada de jornalistas que souberam do caso da filha do famoso cientista Edgar Vonschweetz que estava internada por causa da própria experiência que ele realizava. Mas Edgar não se importava com isso, ele esperava que a sua filha voltasse para ele.
Edgar estava sentado junto com Howard enquanto esperava o resultado dos exames. Por todo momento Howard tentava acalmar o seu amigo, mas o barulho dos jornalistas que queriam saber mais sobre o caso não permitiam.
- Malditos! – rosnou Howard para os jornalistas. – Queria ver se fosse com os filhos deles.
Edgar tinha a cabeça apoiada nas palmas das mãos. Ainda se lamentava pelo ocorrido, mas mantinha a chama da esperança acessa em seu coração. Ele já iria responder seu amigo, mas fora interrompido pelos médicos que adentraram a sala com rostos sérios. Por um momento Edgar fraquejou, mas Howard o ajudou a se levantar.
- Então? Minha filha está bem?
Todos os médicos se entreolharam, o que estava mais á frente criou coragem e começou a falar.
- A sua filha esta bem. – o médico sorriu, Edgar e Howard comemoraram e o médico prosseguiu. – Mas em dois exames percebemos coisas curiosas.
Edgar franziu o cenho, mas permitiu o médico prosseguir.
- As células, moléculas e órgãos de sua filha não foram destruídos, mas sim reforçados. – o médico deu os papéis dos exames para Edgar e Howard analisar. – O soro de radiação deu uma espécie de... super força para sua filha. Quando fomos tirar uma amostrar de sangue para ver se o sangue dela estava infectado, a pele dela conseguiu entorta a agulha. – Edgar e Howard se entreolharam. – Sua filha adquiriu um sistema único de proteção e tem mais, o cérebro dela também não é o mesmo. – o médico hesitou por um momento, mas continuou. – Ela estava com um principio de câncer cerebral, mas depois de ser exposta a nanotecnologia o câncer simplesmente sumiu. A nanomedicina funcionou na sua filha.
Edgar e Howard comemoraram o fato e foram ver Annabeth.
Annabeth estava deitada na cama respirando com ajuda de aparelhos, sua pele havia voltado ao normal e ela respirava calmamente, sem nenhum problema.
Quando Edgar e Howard entraram no quarto se sentiram aliviados por Annabeth estar viva. Edgar correu para perto de sua filha e segurou sua mão. De imediato ela respondeu com um fraco aperto, mas foi o suficiente para Edgar comemorar a vida de sua filha.
Howard que estava no mesmo quarto, observando a alegria de seu amigo, tinha sua cabeça conturbada. Quando Howard era jovem ele havia se envolvido em um experimento militar chamado “projeto supersoldado” com um rapaz chamado Steve Rogers. Projeto consistia em um soro especial e radiação que gerava um soldado superficial ágil, forte e veloz. O rapaz que servira como cobaia ficou extremamente forte e parecia que era o mesmo efeito que estava acontecendo com Annabeth.
- Edgar, meu amigo, preciso conversa com você. — Howard se aproximou mais da cama onde o corpo de Annabeth repousava. – Quando eu era jovem, eu estava envolvido em um experimento militar chamado “projeto supersoldado”. – Edgar franziu o cenho ao ouvir sobre o projeto. – Sim, é o mesmo projeto que transformou Capitão América á ser quem ele era antes de ser congelado. – informou Howard que prosseguiu. – O projeto era simples: a cobaia apenas recebia um soro especial e radiação para se torna um soldado ágil, forte e veloz. Ele também foi colocado em uma capsula, mas no mesma hora que foi aplicada o soro ele saiu ileso da capsula, sem nenhum problema.
Edgar olhou para Howard confuso.
- Aonde você quer chegar?
- Eu quero dizer que a nanomedicina fez com Annabeth a mesma coisa que aconteceu com Capitão América. – Edgar se surpreendeu com a conclusão que Howard chegou. – Só que parece que o método da nanomedicina é mais eficaz do que o soro especial que o Capitão América recebeu.
- Mas como isso pode ser possível? – se perguntou Edgar. – Talvez seja a quantidade da dose. Annabeth só tem quatorze anos, a dose é para um adulto.
Howard concordou com seu amigo e tirou do bolso sua chave do carro.
- Mas não é só isso. – Howard mostrou sua chave do carro para Edgar e pressionou contra a pele de Annabeth. Pela força que ele fazia era o suficiente para machucar uma pessoa, mas com Annabeth a chave simplesmente entortou. – Sua filha adquiriu uma superforça e ainda tem uma pele com uma resistência inacreditável. Annabeth virou uma meta-humana.
****-****-
Dois meses se passaram até Annabeth acorda de seu coma. Quando soube sobre sua nova condição ela se apavorou e quando se apavorava ela não conseguia controlar sua superforça.
Ela passou mais um mês no hospital para se desintoxicar da radiação e quando saiu ela fora rodeada por jornalista que queria saber o real motivo de ela ter ficado três meses no hospital, com todos os jornalistas a cercando, tirando fotos ou a filmando, fez ela se sentir exposta e foi nesse dia que aconteceu o primeiro incidente.
Quando eles estavam voltando para a mansão um jornalista havia os seguidos. Como não tinha os seguranças do hospital para escolta-la o jornalista a filmava deliberadamente. Annabeth acabou se apavorando e partindo para cima do jornalista, tirou-lhe a câmera e quebrou-a com as próprias mãos.
Foi quando Annabeth percebeu que ela era uma ameaça e se isolou do mundo, passando toda a sua adolescência trancafiada na mansão, sempre rodeada de livros e fazendo exames para descobrir a cura para o seu problema, mas com o passar do tempo Annabeth se convenceu que o seu problema não tinha mais solução e aprendeu a controla-lo.
Como havia se isolado de todos, ela resolveu dar continuação ao projeto com a nanomedicina junto com o pai, pois mesmo tendo um efeito colateral, a nanomedicina havia funcionado e só precisava de uns ajustes para chegar à medida certa para retirar somente os vírus sem dar superforças á ninguém.
Pelo fato de nunca ter saído da mansão, os únicos amigos que conhecia era seu pai, Pierre e Howard Stark que a visitava sempre que podia para ajuda-la na nanomedicina ou em seu caso. Pierre e Howard sempre que podia trazia novidades e presentes do mundo lá fora para não deixar Annabeth desatualizada, mas quando Annabeth completou dezesseis anos teve que lidar pela segunda vez com a morte.
Howard havia morrido em um acidente de carro e foi uma perda enorme para Annabeth que havia se apegado tanto com Howard que já o chamava de tio e foi naquele dia que Annabeth saiu pela primeira vez depois do ocorrido e foi no velório de seu tio Howard que Annabeth conheceu Tony.
O velório de Howard Stark estava repleto de jornalista pelo fato de ser Howard Stark e que pela primeira vez em dois anos, Annabeth Vonschweetz, havia saído da mansão para algum lugar.
Eram tanto fleches e câmeras direcionadas para Annabeth que ela começou a ficar apavorada. Tentando se esconder de todos para não cometer algum acidente, Annabeth procurou algum lugar seguro, mas o problema era que todos os locais estavam repletos de pessoas que quando a via tentavam conversar com ela. Foi ai que ela teve a ideia de se esconder no armário do faxineiro, afinal, ninguém iria procurar uma pessoa famosa em um armário e ainda mais no armário do faxineiro.
Contente de ter essa ideia, Annabeth despistou, se desviou de várias pessoas que tentavam puxar conversa com ela e se trancou para dentro do armário.
Ela suspirou aliviada de ter se livrado de todos, mas logo se assustou quando a luz que tinha no armário se acendeu.
- Moça, esse é o meu esconderijo. – um garoto com o olhar irônico que se parecia bastante com Howard fez Annabeth se assustar.
- Santo Deus! Quem é você? – Annabeth perguntou enquanto tentava controlar sua respiração.
- Mocinha, foi você que invadiu meu esconderijo. Eu que faço as perguntas aqui. – o garoto disse insolente. – Primeira pergunta: quem é você? Segunda pergunta: o que você faz aqui no meu esconderijo?
Rolando os olhos, Annabeth respondeu:
- Annabeth Vonschweetz e vim me esconder dos malditos repórteres que não param de disparar fleches em minha cara.
O garoto, antes insolente, suavizou sua expressão e sorriu.
- Engraçado, eu também vim pra cá para me esconder dos fleches. – confessou o garoto e Annabeth sorriu de alívio. – Eu sou Anthony Stark e eu já ouvi falar muito sobre você. – Anthony ofereceu sua mão para Annabeth aperta. A garota hesitou um pouco, mas com concentração ela conseguiu aperta a mão de Anthony sem esmaga-la.
- Eu também ouvi muito sobre você. – Annabeth sorriu. – Toda vez que tio Howard ia me visitar ele falava de você.
Anthony riu.
- Aposto que ele deve ter falado da vez que eu botei fogo na...
-... Papelada da empresa Stark. – Annabeth completou. – Sim, sim ele falou.
Os dois riram do fato e logo Anthony tentou mostrar seus conhecimentos sobre a moça:
- Meu pai também me contou sobre você. – confessou Anthony. – Ele sempre me avisava que iria te visitar. Teve um tempo que eu achei que você era uma nova namorada dele, mas ele me explicou que você é uma garota de dezesseis anos com um tipo de enfermidade rara. – quando ouviu Anthony afirmar que era uma enfermidade, Annabeth apenas concordou, dando um obrigado para o tio Howard de não conta da sua mutação. – Me diga Annabeth, é contagioso a sua doença?
Annabeth riu.
- Não, não. – negou Annabeth. – Eu só não tenho muita... Força, para sair de casa.
- Hum, ok. – Anthony pareceu satisfeito com a resposta de Annabeth. — Não vou perguntar que doença é, pois pode ser muito rude da minha parte, mas você pode ficar aqui. – ele sorriu gentilmente para a garota.
Annabeth já ia agradecer, mas logo a porta do armário fora aberta por um homem alto e careca com um terno cinza bem elegante.
- Achei você! Vamos logo, Tony, você tem que dar uma entrevista para os repórteres. – o homem já ia puxando Anthony pelo colarinho, mas o garoto deu uma tapinha na mão do homem e endireitou o seu terno.
- Eu já vou, Obadiah. – Anthony olhou para o homem com certa fúria e se voltou para Annabeth com um sorriso. – Tenho que voltar para os fleches. Foi muito bom te conhecer.
- Igualmente, Anthony.
- Me chame de Tony. – com uma piscadela, Tony deu um casto beijo na bochecha de Annabeth e saiu do armário assim sendo rodeado de jornalistas.
Annabeth ficará uns minutos á mais dentro do armário tentando entender o que acontecerá ali. Quando saiu do armário ela foi de encontro ao seu pai que estava sentado presenciando o discurso que Obadiah Stane fazia sobre a morte de Howard Stark e sobre o novo herdeiro das Indústrias Stark, Anthony Stark.
Aquela fora a última vez que Annabeth saiu da mansão. Depois da morte de Howard, Annabeth se concentrou em outros projetos e se interessou por armas. Aos dezessete, Annabeth começou a criar antídotos para diminuir sua força, o problema é que nunca resultava no que ela queria, mas o antidoto só servia para diminuir sua força em períodos temporários.
Já atualmente com vinte e três anos, Annabeth ainda continuava á aperfeiçoar a cápsula e não mostrava nenhum interesse no mundo lá fora ou pelo menos não mostrava nenhuma vontade.
Edgar insistia para Annabeth parar de trabalhar na cápsula, mas um dia ele fora afetado por um AVC que o deixou de cama por não ter forças para se levantar fazendo Annabeth não ter mais vontade de sair para o mundo lá fora.
Mas um dia tudo mudou.
Annabeth estava no laboratório como de costume mexendo nas fiações da cápsula quando a campainha da mansão tocará. Pierre que estava arrumando a mesa do jantar estranhou tal evento e fora abrir a portar se deparando com um carteiro.
- Pois não? – saudou Pierre.
- Aqui é a mansão dos Vonschweetz? – perguntou o carteiro enquanto segurava um envelope vermelho vendo Pierre assentir em afirmação. – Esse envelope é para Edgar e Annabeth Vonschweetz, pode assinar aqui?
Pierre pegou o envelope e assinou o papel indicado pelo carteiro. Analisando o envelope Pierre agradeceu ao carteiro e rumou para o laboratório, encontrando Annabeth com a cabeça dentro da cápsula mexendo em alguns fios.
- Senhorita Annabeth, eu não sei como você tem coragem de ficar perto dessa... coisa. – disse Pierre enquanto entreva no laboratório.
Ouvindo a voz de Pierre, Annabeth tirou sua cabeça de dentro cápsula e sorriu para Pierre com o rosto cheio de graxa.
- O pior já aconteceu. – declarou Annabeth. – Eu ouvi a campainha tocar, quem era?
- Um carteiro, ele entregou esse envelope vermelho. – Annabeth analisou o envelope enquanto limpava sua mão suja de graxa na sua calça. – Tem seu o nome e do seu pai.
Annabeth curiosa pegou a carta em mãos e começou a ler.
Enquanto lia a carta, Pierre esperava pacientemente. Quando Annabeth terminou de ler, ela olhou para Pierre assustada.
- O que há escrito na carta, senhorita. – perguntou Pierre.
- Eles querem homenagear meu pai. – respondeu ela.
- Ora, isso é maravilhoso. – declarou Pierre. – Pena que ele não pode ir. Afinal, ele não consegue nem sair da cama.
- Eles querem que eu vá no lugar dele. – disse Annabeth apavorada. – Toda comunidade científica vai estar lá, o que significa que muitos repórteres! – Ela declarou e parou de falar subitamente. – Outro colapso nervoso, preciso me acalmar.
Frenética, Annabeth entregou a carta para Pierre e se sentou na cadeira mais próxima tentando acalmar sua respiração.
- Realmente, vai ter muitos repórteres por causa do Tony Stark e Dr. Bruce Banner. – concordou Pierre enquanto lia a carta. – A senhorita não disse que conheceu o senhor Tony Stark?
- Conheci, mas isso foi á nove anos á trás. – respondeu Annabeth. – Ele nem deve lembrar-se de mim, afinal passa no jornal que ele é o maior mulherengo.
- Hm, era um tempo atrás. – Pierre se sentou do lado de Annabeth. – Ele tinha assumido um compromisso com a Virginia Potts que ele nomeou como presidente das Indústrias Stark, mas quando ele á pediu em casamento ela negou e parece que o senhor Stark entrou em algum tipo de depressão. – Annabeth olhou surpresa para Pierre. – Ele não saiu ultimamente da Torre Stark... Isso é um pouco parecido com você.
Um pouco mais pensativa Annabeth se sentiu inclinada á aceitar.
- Quando que vai ser essa homenagem? – perguntou Annabeth como quem não quer nada.
- Hm, vai ser daqui á três dias. Para ser mais preciso nesse sábado ás dez horas. – Pierre olhou para Annabeth esperançoso. – Eles precisam de uma resposta, sabe se você vai ou não vai.
Ela não podia dizer que não tinha vontade de ir, na verdade ela queria muito ir. Mas ela tinha medo de causar algum acidente, medo de voltar para o mundo lá fora.
- Eu queria pode ir, mas nos dois sabemos que isso é impossível. – Annabeth se levantou e ficou na frente de Pierre. – Olhe para mim, sou uma garota com as calças manchadas de graxa, sem nenhuma classe e que não sai de casa já faz nove anos. Como eu saberia me comporta na frente de cientistas renomados?
- Senhorita, me desculpe, mas eu não vejo nenhuma garota na minha frente e sim uma jovem mulher de vinte e três anos com grande potencial que deixaria todos esses cientistas no chinelo. – disse Pierre. – A senhorita sustenta essa casa só com as suas pesquisas, e conseguiu colocar os Vonschweetz como a segunda família mais rica e sem contar que você nunca precisou sair da mansão para isso. – Pierre pegou na mão de Annabeth e sorriu. – A senhorita só precisa de um belo vestido e um par de saltos.
Annabeth pareceu refletir em cima das palavras de seu mordomo.
- Você consegue arranjar tudo isso? – perguntou Annabeth. – Você poderia ser meu par nesse evento?
Pierre pegou na mão de Annabeth e a arrastou para fora do laboratório.
- É claro que eu posso. Eu só preciso de algumas ligações.
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Definitivamente Tony Stark já teve os seus melhores dias.
O famoso dono das empresas Stark, conhecido por ser um mulherengo de marca maior, frequentador das maiores baladas de Nova York e nas horas vagas Homem de Ferro, entrou em depressão quando Virginia “Pepper” Potts recusou seu pedido de casamento. Pepper disse que não conseguiria casar com um homem onde todos achavam que ela só aceitara o pedido por puro interesse. Final da história? Pepper se casou com Happy, ex-segurança/motorista e Tony se isolou na Torre Stark, criando uma armadura atrás da outra para preencher o vazio que Pepper abriu depois de ir embora.
Nick Fury era uma das pessoas que estavam preocupadas com Tony.
Toda vez que tinha uma reunião da S.H.I.E.L.D Tony aparecia bêbado com a aparência deplorável. Foi por essa razão que Fury pediu para Dr. Bruce Benner visitar Tony sempre que podia para tira-lo da Torre, mas era inútil.
Mesmo sabendo que era inútil Bruce tentou novamente tirar Tony da Torre Stark, mas ele parecia mais confiante do que as outras vezes.
Estacionando seu humilde carro Chevrolet na frente da Torre e tocou a campainha.
Tony que estava na oficina projetando uma nova armadura Mark ouviu a campainha tocar e bufou, pois já sabia que era.
Senhor Stark, Dr. Bruce Banner acabou de chegar. – informou Jarvis. – Ele pede permissão para entrar.
- Dê, avise-o que estou na oficina. – disse Tony.
Tony parou de mexer na armadura e se olhou no espelho. O cabelo estava completamente bagunçado e a barba estava para fazer á dias. Sem contar nas olheiras gigantes que proveram de noites mal dormidas, mas ele nem se importou, pois era somente o Bruce não a Pepper.
Logo Bruce com um envelope vermelho descia pela escada e entrava na oficina se deparando com um projeto de Tony Stark mal acabado.
- Cara, se me falassem que você é o Tony Stark eu não acreditaria. — Bruce arrastou a armadura para longe e se sentou em cima da bancada.
Revirando os olhos, Tony se olhou de novo no espelho.
- Não tem nada de diferente em mim, verdinho. – disse Tony de mal humor. – Qual é desse envelope?
Bruce se lembrando do envelope sorriu e o balançou no ar.
- Isso? Esse é o seu convite para sair dessa Torre. – Bruce entregou o envelope para Tony e observou ele abrir. — Só uma pergunta: Há quanto tempo você não toma banho?
- Uns dois ou três dias. – informou Tony sem dar muita importância para o fato e abria o envelope.
Enquanto Tony lia acarta, Bruce se queixava do cheiro e da aparência de Tony, mas o mesmo não ligava e quando terminou de ler a carta ele a jogou para Bruce com violência.
- Não vou. – declarou ele.
Bruce, antes calmo assumiu uma postura mais séria.
- Ah vai sim! Tony, já vai fazer uns cinco meses desde que a Pepper negou o seu pedido de casamento, mas do que isso importa? – Bruce falou enquanto sacodia Tony como um boneco de pano. – Acorda Stark! Enquanto ela tá lá feliz com o Happy você tá ai derrotado. Isso vai manchar a sua reputação e já começam a acreditar que você caiu em uma depressão.
- Depressão? Isso já é demais! – Tony se livrou de Bruce e pegou a carta novamente. – Mas me diga meu querido amigo verdinho, como ir a uma convenção com um monte de cientistas babacas querendo babar meu ovo pode me ajudar?
- Simples, eu nunca pensei que diria algo tão babaca, mas se isso vai te animar eu posso me esforçar. – disse Bruce dando de ombros e prosseguindo. – Essa convenção de “cientistas babacas” é um dos maiores eventos do ano e haverá muitas mulheres que estão loucas por um cientista cheio da grana. Você seria um prato cheio para elas.
Tony pareceu considerar por um tempo e concordou.
- Quem vai ser o homenageado da noite? – perguntou Tony.
- Edgar Vonschweetz. – disse Bruce sorridente ao perceber que Tony sairia finalmente da Torre Stark.
- Mas ele não havia sofrido um AVC? Eu soube que ele nem esta conseguindo falar e muito menos sair da cama.
- Então você andou vendo o jornal? – brincou Bruce. – Realmente ele teve um AVC e não vai poder ir, mas sua filha vai ir em seu lugar. O nome dela é... Como é mesmo? Annalise? Não. Annabela? Não...
Tony que parecia surpreso e se lembrou de um encontro de nove anos atrás com uma garota de cabelos castanhos e olhos azuis cinzentos no funeral de seu pai sabia do nome da misteriosa garota. Seu nome era...
- Annabeth! – exclamou Tony.
- Isso ai! Annabeth Vonschweetz. – disse Bruce. – Poxa Stark, nem parece que você passou cinco meses preso nessa Torre.
- Eu ouvir dizer que Annabeth Vonschweetz não é muito de dar as caras em publico. – falou Tony, ignorando o comentário de Bruce. – Sempre ouvi sobre as experiências dela, mas nunca aparecia uma imagem dela.
Bruce voltou á se sentar em cima da bancada e começou á brincar com a chave de fenda que Tony havia deixando preso nas engrenagens da armadura.
- É por isso que a S.H.I.E.L.D colocou nossos nomes lá. Quero dizer, os nossos nomes tudo bem, mas colocou o nome do Steve, Clint e Natasha na lista da convenção. – disse Bruce. – Parece que as experiências da senhorita, ou melhor, da doutora Vonschweetz vem chamando atenção dos terroristas. Esses anos que ela passou escondida na mansão não oferecia tanta ameaça, mas quando os terroristas souberam que ela iria comparecer ao evento começaram á bolar planos. Fury acha que eles planejam sequestrar ela e força-la á participar de alguns planos para eles usarem em um ataque terrorista.
- Wow! Ela pelo menos sabe de tudo isso? – perguntou Tony.
- Não, quero dizer o pai dela sabe e contou tudo para o Fury que prometeu proteger a menina. É só isso que eu sei. – declarou Bruce.
Intrigado, Tony deixou o convite na bancada e se sentou em cima dela junto com Bruce tirando a chave de fenda de sua mão.
- Jarvis, pesquise sobre Annabeth Vonschweetz. – pediu Tony.
Aproximadamente 1,149,47 citações sobre Annabeth Vonschweetz.
- O que sabemos sobre Annabeth Vonschweetz?
330,350 citações sobre Annabeth Vonschweetz. Annabeth Jane Vonschweetz, filha única do famoso cientista Edgar Vonschweetz. Nascida em Moscou – Rússia em 1993 e tem 23 anos. Desde pequena Annabeth mostrava ter uma inteligência mais avançada que o normal. Com 14 anos ela já completava o ensino médio, mas no mesmo ano sofreu um acidente que a deixou em coma por meses e quando saiu do hospital se isolou e quase nunca saiu da mansão de sua família. Com 18 tomou o lugar do pai á frente ás pesquisas sobre a nanomedicina. Atualmente com 23 anos, a hoje chamada Doutora Annabeth, tomou á frente das economias dos Vonschweetz e adquiriu uma grande fortuna sem ao menos sair de casa, apenas trabalhando em parceria com o Governo em fabricação de antídotos e no estudo sobre o câncer. A última vez que fora vista em público foi com 14 anos no enterro de Howard Stark.
- Jarvis, você pode conseguir uma foto dela? – perguntou Tony
Desculpe Senhor Stark, mas só consigo achar fotos dela no enterro do senhor Howard Stark.
- Tudo bem, abra-a.
Jarvis abriu a foto de Annabeth com 14 anos para que Tony e Bruce analisarem. Por um instante os dois ficaram em silêncio até Bruce se pronunciar.
- Bem, com quatorze anos ela é muito bonita. – afirmou Bruce. — Provavelmente deve estar mais bonita agora.
- Provável. – concordou Tony enquanto se relembrava de seu primeiro encontro com Annabeth, ele estava curioso em saber como estava a misteriosa menina, ou melhor, mulher. – Bom, irei tomar um banho. Está na hora do playboy Tony Stark voltar para o mundo.
- Mas e a armadura? – perguntou Bruce enquanto seguia o Stark para fora da oficina.
Tony parou no topo da escada e olhou para trás.
- Eu tenho mais 42 armaduras prontas e sem contar que eu tenho somente três dias para virar Tony Stark novamente. Então a armadura pode esperar. – dando de ombros, Tony voltou á andar em direção ao banheiro. – Sábado ás nove aqui na Torre. Não quero que você me envergonhe aparecendo com esse Chevrolet caindo aos pedaços.
Bruce riu e saiu da Torre Stark indo em direção á sede da S.H.I.E.L.D para avisar que Tony Stark estava de volta.
Notas finais
Mereço reviews?rsrsr
Até a próxima!
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