Save My Life

2 I have to be strong


Notas iniciais
oi queridos...

não sei se esse capitulo ficou tão bom, mas aos poucos vou melhorando, eu prometo jkdsfhkjdhfjksd pelo menos tá mais grande / mas o proximo se der eu faço maior u.u

então né... as ferias tão acabando, tó sofrendo com isso, não estou preparada pra voltar psicologicamente pra escola, vou chorar :(

espero que gostem...

POV DAMON

Eu só queria fugir! Fugir de tudo. É consegui por alguns minutos, só não imaginaria que encontraria uma outra pessoa tentando fazer o mesmo. Nós trocamos poucas palavras, eu e a garota do parque. Ela era linda, tinha o cabelo castanho, olhos grandes e da mesma cor, a pela levemente macia, pudi senti-la assim que tocou no meu ombro. Isso parece frase de psicopata, nossos ombros só se encostaram é já to agindo como se tivesse beijado- a — me peguei sorrindo agora — lembrei– me do que a disse que eu podia ser um estuprador e ela sorriu tanto junto comigo, nunca vi uma risada mais bela. Me lembro de cada palavra que trocamos, quando ela disse que tinha certeza que eu era um dos maiores “mulherengos” dessa cidade – agora estou realmente rindo – mal sabe a linda garota que moro em um instituto para órfãs que por sinal a parte dos meninos e separada das meninas, é pior, um instituto para órfãos doentes.

Sofre de câncer a bastante tempo, é tenho aquele instituto como lar. Meu pai me abandou quando eu tinha 14 anos assim que descobriu de minha doença, e minha mãe... bom ela não está mais com a gente! Eu poderia ter passado o resto da pouca vida que me resta toda falando coma linda garota, ela me fez sorrir de verdade, coisa que não faço a muito tempo, eu nem me lembrava mais da minha realidade, mas ele tinha que chegar. Quando vi que Klaus estava me procurando, tive que correr o mais depressa possível dali, não queria que ele me encontrasse tão cedo, é logo com a “ garota misteriosa” ele falaria alguma bobagem sobre minha doença, e ela descobriria quem realmente sou. Passe mais um tempo andando ou melhor fugindo do Klaus e voltei para o instituto ou melhor minha casa. Assim que cheguei vi Klaus parado na entrada, bom acho que sou um homem morto.

- Damon, onde diabos você estava?

- sai pra tomar um ar

- você sabe que não pode

- qual é vão querer me manter preso aqui agora? – falei debochando da cara do meu amigo

- Damon você teve uma crise sabe que não pode sair. Assim que melhorar vai poder ir onde quiser como sempre – no fundo sabia que ele tinha razão, não deveria ter saído, eu agradeço muito por essa instituição existir porque se não, não sei o que seria de mim, mas eu odeio ficar trancafiado aqui quando tenho minhas “crises” — Alguma coisa podia ter acontecido com você – ele completou

- não vamos ser negativos Klaus

- mas e a verdade Damon. Você tem que tomar mais cuidado

- pra que tomar cuidado sendo que todos nos sabemos o que vai acontecer no final — ele me olhou com uma carinha de pena, arg pena não, suporto tudo menos as pessoas terem pena de mim – não me olha assim Klaus

- como você quer que eu te olhe com você falando assim, cabo de dizer pra mim não ser negativo, mas o único negativo que existe aqui é você Damon – sai dali sem dar tchau pro meu amigo e me tranquei no quarto. Klaus é meu melhor amigo desde que cheguei aqui. Ele sempre me ajudou com tudo, é sempre tenta me animar de todas as formas possíveis. Na verdade a historia do Klaus e bem engraçada, ele sofria de asma por isso não pode ficar na maioria dos ofanatos por onde passava porque erão todos empoeirados. Por mais que sua doença fosse menos dramática de qualquer pessoa que tava ali, os chefes da instituição deixaram ele ficar. Hoje ele já ta mais curado mas continua morando aqui e dividindo o quarto comigo.

Escutei alguém bater na porta

- vai embora – eu sei, eu sei, as vezes sou muito cabeça dura. É tenho certeza que o Klaus procurando uma forma de me irritar ainda mais por ter saído. Acho Klaus maluco mas ele respeitava meu espaço e mesmo sabendo que o quarto também era dele, ele sempre batia na porta e perguntava se poderia entrar.

- Damon sou eu! – conheço aquela voz melhor que todo mundo, então o mandei entrar

- entra! – lá estava ele como imaginei. John Gilbert. O cara que devo praticamente minha vida. Ao chegar aqui eu me sentia totalmente um lixo, fui abandonado por meu pai, minha mãe morreu, é ainda por cima tinha câncer, John aos poucos foi me ensinando a enxergar a vida de outra maneira. Eu não posso mentir e falar que as vezes não sinto mais aquela vontade de morrer, mas não é tão forte quando antes. Aos poucos fui aprendendo a aceitar quem eu sou – o que foi?

- Klaus me contou que você saiu

- já? meu Deus como ele é rápido, cabei de chegar de sua perseguição e ele já foi me dedurar pra você? – perguntei irritado, Klaus não fica com o bico fechado, agora mesmo que não vão me deixar sair mais tão cedo

- não Damon! Fui eu que perguntei e ele me disse. Seu amigo só quer o seu bem então por favor para de tratar ele assim.

- eu sei, ok? Mas eu só queria tomar um ar. Não to querendo ser mal agradecido Sr Gilbert, só que odeio ficar trancado aqui dentro!

- então porque não me chamou? – ele deu um sorrisinho – poderia muito bem ir com você, adoro nossos passeios, é se você senti– se mau eu estaria lá pra lhe ajudar – eu também adorava sair e conversar com o Sr Gilbert mas as vezes eu tenho essas crises de humor, é odeio ficar por perto das pessoas, é passear, sentir o vento sobre minha pele era uma coisa que me deixava muito bem.

- as vezes é melhor ficar sozinho, sabe ? pensar na vida, sem ninguém por perto, e o Sr já me ajuda muito seria egoísmo tirar mais do seu tempo

- Damon, eu adoro passar meu tempo com você, sabe disse não é ?

- sim Sr!

- você não para mesmo né?

- de fugir de vez em quando? nunca vou parar – sorri pra ele

- não, de me chamar de senhor! Isso faz com que me sinta velho – comecei uma gargalhada e ele me acompanhou

- desculpa, já to acostumado

- tudo bem – ele parou de rir e me olhou serio – Damon sabe aqueles exames que você fez na semana passada quando teve sua crise? – assenti – os resultados sairão hoje, será que mais tarde pode passar no meu consultório, é podemos checar se ta tudo bem?

- eu tenho câncer Sr, nunca vai ficar tudo bem – di um leve sorriso de canto, e ele me olhou com uma expressão de “esse é o Damon, não vou nem tentar discutir” as pessoas odiavam quando eu fazia piada com isso, mas vou fazer o que, nasci assim.ele se retirou e fiquei olhado o teto. Não conseguia tirar a imagem daquela linda menina da minha cabeça, eu falei que a encontraria de novo, mas isso era impossível. Não me deixariam sair dali tão cedo agora, me prenderam por um mês na ultima vez que tive uma crise. Mas acho que era melhor assim, provavelmente se nos encontrássemos de novo, seria uma conversa tipo, nos falaríamos nossos nomes, ela me conta um pouco de sua vida, eu insisto em não falar sobre a minha, ela me obriga, eu conto que sou doente, e ela ficaria com pena, ou pior com nojo de min. Não agüentaria isso. Todas as vezes que sai do instituto nunca ninguém trocou uma palavra comigo, só uma senhora pra perguntar sobre as horas uma vez, acho que só isso. A maioria das pessoas daquela cidade sabiam que minha morreu no incêndio quando eu era pequeno, e que meu pai bêbado e drogado me largo no ofanato da cidade, é também sabiam da minha doença o que era horrível. Ah chega de pensar nessas coisas. A única coisa que posso fazer é tirar aquela bela garota da minha cabeça... me perdi nos pensamentos, é acabei dormindo.

POV ELENA

Oh meu Deus, ainda estava em choque com a beleza do garoto.como alguém pode ser tão lindo? e ele foi tão fofo comigo, mesmo eu sabendo que aquilo só era um flerte. Sempre achei que ficaria super irritada se alguém descobrisse “ meu lugar” mas com ele não foi assim, estou me sentido ótima em saber que vou ver ele de novo, pelo menos ele me deu certeza que passaria lá de novo, espero que sim. Mas porque será que saiu daquele jeito? será que não gosto de mim? Bom vou poder descobrir isso, se ele aparecer e porque ele gostou de mim, se ele não aparecer, bom, acho que vou ter que tira-lo de minha cabeça. Tinha chegado em casa e por sorte não tinha encontrado minha mãe ou um dos bobocas dos meus irmãos. Estava prestes a dormir quando escutei alguém bater na porta

- Elena sou eu – meu pai sempre tinha essa mania de bater na porta falando sou eu, que coisa chata em!

- entra – ele me obedeceu e entrou. Pronto minha paz acabou a partir de agora

- precisamos conversar!

- eu sei – ele se sentou na minha cama onde eu estava deitada

- Elena sabe que não vou brigar com você, mas acho que deveria ser menos rude com sua mãe

- fala pra ela ser menos rude comigo então

- Elena nos sabemos como sua mãe é. Então por favor tenha paciência

- mas eu já tive paciência de mais papito. Ela briga comigo por causa do Stefan, por mais que eu saiba que ele não é um santo, eu não preciso fazer as mesmas coisas que ele. Ela não acredita em mim, já você acredita- parei por um segundo – você acredita em mim, né pai ?

- claro que acredito meu anjo! – ele me olhou com meu olhar preferido, como se falasse eu te amo filha só com os olhos. – por mais que o Stefan não seja meu pretendente favorita pra você, eu sei que não vai fazer o que ele faz.

- pai é...– parei por um momento e respirei fundo – eu terminei com o Stefan – desabafei pra ele. Meu pai era um ótimo ouvinte, mas parecia um psicólogo do que um medico. Ele estava na listra de meus melhores amigos, amava conversar com meu pai, pena que quase nunca ele tivesse tempo. Levantei minha cabeça e o olhei. Sua expressão era de compreensão por mais que soubesse que por dentro ele tava pulando de alegria.

- sinto muito filha – ele me respondeu. Abri um sorrisinho tímido pra ele

- tudo bem, eu não gostava muito dele sabe? eu o amo como amigo, ele sempre teve lá por mim, mas nunca o vi como um namorado.

- já conversaram?

- ainda não! Eu estava bêbada quando a gente terminou – opps, acho que esqueci que ele e meu pai

- Elena eu poderia fazer um escândalo agora com você pelo que me disse – eu fiz uma carinha de desculpa pai – mas eu não sou sua mãe – abri um sorriso enorme – então tudo que posso dizer é, converse com o Stefan, diga que goste dele mas não como namorado, ele vai entender

- espero... obrigada papito. Você é um grande amigo

- magina meu bem, tudo por você – ele me deu um beijo na testa – agora antes de ir, você já sabe né ?

- sim, como sempre – me levantei, já sabia o que ia acontecer

- ELENA GILBERT EU NUNCA ESTIVE TÃO DECEPCIONADO COM VOCÊ, COMO OUSA SAIR COM AQUELE GAROTO DE NOVO? ESTÁ DE CASTIGO MOCINHA, E AGRADEÇA POR NÃO TER LEVADO UMA SURRA – meu pai gritava, e eu cobria a boca para não rir. Provavelmente essa hora minha mãe já tinha escutado tudo. Esse sempre era nosso plano e sempre dava certo

- pronto querida, acho que sua mãe ouviu – ele ria junto comigo – suponho que não queira papo com ela hoje? Certo – rodei a cabeça que sim — agora vou descer e dizer que você está chorando de decepção consigo mesma e não agüenta descer pra jantar, por isso vou trazer sua comida no quarto – eu ria mais ainda – mas Elena... eu realmente acho que você deveria ter mais cuidado, por favor ?

- claro papai

- nunca vou agüentar se acontecer algo com você – abaixei a cabeça, eu sabia que ele tinha razão, e não queria decepcionar meu pai – então por favor, se quiser ir alguma festa com seus amigas, vá, não vou te prender aqui mas não abuse da bebida e quando voltar ligue pra mim, eu vou te buscar, não quero que sai sozinha noite ta? – apenas assenti

- eu te amo pai

- também te amo anjo – ele me deu mais um beijo e saiu pela porta. Senti um alivio. Pensei em ligar pro Stefan, mas eu realmente não tava com vontade, converso com ele amanha na escola.

POV JOHN

Elena, Elena, Elena, essa garota não tem jeito... me peguei rindo agora. Deveria ter dado uma bronca nela mas eu a entendo, minha mulher Isobel tem que aprender ser um pouco mais humilde. Desci as escadas e por sorte Isobel não estava lá, espero que tenha ouvido a briga falsa minha e da Elena, não quero ter que repetir essa cena de novo. Pedi pra rose, nossa empregada, deixar a comida de Elena no quarto, precisava voltar para o hospital imediatamente, Damon não apareceu pra abrirmos o exame, acho que devia ter pegado no sono ou algo do tipo. Eu estava com uma sensação ruim desde que peguei esse exame na mão, nunca tinha me ocorrido isso, espero que esteja tudo bem com o Damon, ele me acompanhou a vida toda, aquele garoto salvou minha vida de um jeito diferente, não suportaria se nada acontecesse com ele. Mesmo sabendo que sua doença e super grave, e um dia vaia acontecer que... não gosto de pensar sobre isso. Faço de tudo que está ao meu alcance pra prolongar a vida do Damon, ele é tão bom e já sofreu tanto.Peguei minhas chaves e fui para a instituição/hospital/ofanato/meu local de trabalho, è aquele lugar servia pra tantas coisas, é minha segunda casa, e arrisco dizer que gosto mais dessa, não que eu não de valor pra minha família mas, eu amo aquele lugar mais que tudo.

Cheguei, o transito estava calma hoje, fui direto pro quarto do Damon, é bati na porta, ele abriu

- oi Sr Gilbert – abriu um sorriso. Adora ver o Damon sorrir, não sei como ele consegue passar por tanta coisa e sorrir ao mesmo tempo – desculpa não ter passado no seu consultório hoje, eu acabei dormindo e...

- eu imaginei... tudo bem Damon, mas você pode ir agora? Quanto mais rápido abrirmos melhor – sorri pra ele

- claro, só vou vestir uma roupa, não gosto de andar por ai de pijama

- é cuidado, alguém pode cair matando em cima desse corpitio

- mas as meninas são proibidas de vir nessa parte

- eu não tava falando apenas de meninas – Damon começou a rir – você é tão lindo que tenho certeza que os boys magias iam cair em cima

- me poupe Sr Gilbert... é para com isso porque já to estranhando pro seu lado

- tudo bem, se vista rápido – sai e deixei Damon se trocar. Fui direto pro meu consultório, é peguei o exame de Damon. Realmente alguma coisa está me preocupando mais que o normal dessa vez, Damon teve uma crise muito forte, é fico com medo do que pode acontecer. Não demorou muito pra ele chagar e se sentar na cadeira em minha frente.

- então vamos abrir

- sim Sr – ele me olhou curioso – aconteceu alguma coisa, o senhor me parece meio pálido

- tudo bem, só estou um pouco preocupado com você Damon – ele sorriu

- não fique, minha saúde e de ferro, entre aspas claro – ri junto com ele. é impossível como ele me faz rir em um momento desses

- ok, vou abrir. Peguei um corta papel e abri de vagar para não rasgar, dei uma olhada e...

- Sr Gilbert tudo bem?

De repente minha vista ficou escura, nada mais fazia sentido. Eu não podia crer no que estava acontecendo. Damon era com um filho pra mim, isso não podia acontecer com ele. Acho que meus olhos estavam cheios de lagrimas, eu só queria gritar e dizer que isso não è verdade, mais o pior é que era. Mesmo custando acreditar, ler, reler, e ver se não tinha lido alguma coisa errada, tudo que tava escrito ali era verdade, estava mesmo acontecendo com meu Damon. Nunca senti uma pontada tão forte no coração.

- senhor Gilbert responda – como responder? Eu não queria falar e alem do mais minha voz não saia

- d-d-damom

- sim?

- você ta chegando na fase terminal do câncer, querido

Notas finais
acho que ficou muito dramatico, mas fazer o que se eu amo um drama rçrç
muito obrigada por leem, terem comentado da ultima vez e comentem de novo please please sjdkfhdksjhfds me deixem feliz :)

beijinhos