Save Me Tonight?
5 Capítulo 5
Notas iniciais
POV'S VITÓRIA
Cheguei em casa nas nuvens... Peguei os livros, dei uma revisada, liguei o computador e entrei no twitter. Sem pensar postei "Minha blusa esta cheia de grama senhor Malik, droga", olhei as menções e todo mundo falava que eu era idiota de fingir que estava com ele, comecei a rir, ai quanta gente idiota... Olhei as DMs "nem peguei seu número de celular" era do Zayn, deu vontade de rir porque, da janela do meu quarto dava para ver o quarto dele e ele estava lá, deitado na cama como um vagabundo, mexendo no celular. "Não sei em porquê ter, haha" respondi, ele sentou na cama e me olhou pela janela.
– Por quê? — ele perguntou silabicamente, para eu ler os labios.
– Porque não! — respondi da mesma forma e ri.
"Eu tenho o telefone da senhora Winnes." ele mandou, depois de deitar de novo "o Harry queria ficar com ela?" perguntei rindo "como sabe? Brincadeira... ela foi a primeira que conheci" Não conseguia dormir, então ficamos conversando até 00h00 e ele saiu, sai também.
Quando acordei coloquei o computador para carregar, tomei banho, me troquei, desci as escadas correndo e me deparei com um bilhete da senhora Ruy avisando que tinha saido e desejando boa sorte. Tomei café, peguei meu estojo e sai.
– Tchau, George — falei acenando.
– Tchau, boa sorte — ele acenou devolta.
Percorri todo o meu quarteirão tranquilamente, pois ainda tinha tempo de sobra, a prova seria onze e meia e eram oito horas. Uma mão segurou meu braço.
– Espera — me virei — eu nunca vou participar de uma maratona, correr cansa — Zayn colocou as mãos nos joelhos e começou a respirar mais devagar — já ta indo para a universidade?
– Sim — ele me olhou — e você, indo pra onde?
– Casa do Liam. É aniversario de uma amiga nossa, Marianna, vamos tomar café com ela — começamos a andar — você tem que conhecer a Marianna... a Alice, namorada do Louis, eles namoram há um ano e meio... e a Gabriela também, ela namora o Josh. A três são bem legais...
– Hum — eu não estava afim de fazer amizades, não agora.
– Quando digo as três, Josh e Louis não estão incluidos — ele disse rindo, dei um sorriso torto — que foi?
– Só estou preocupada com a prova, nada de mais...
– Relaxa, as provas da PUL são simples, confundem se não estiver preparado, mas se estiver, tira de letra.
– Acho que estou preparada — sorrimos. Chegamos na saída do condomínio — você vai a pé?
– Sim, o apartamento dele é alguns quilômetros daqui, nada de aterrorizante — ele riu, olhou no relógio — você vai como?
– Taxi, a PUL não é tão distante — parei na esquina do condominio — bem, tchau.
– Tchau? Por quê? Eu sei que esta cedo para a prova, vamos comigo até a casa do Liam, não precisa subir. De lá você pega o taxi — ele sorriu, aceitei.
No caminho fomos conversando, sobre tudo. Contei da minha vida, ele da dele...
– Você ainda está com a Perrie, né? — perguntei o olhando. Ele baixou a cabeça e chutou uma pedrinha do caminho.
– É. Isso tudo é fixinha... Marketing, entende? Temos um contrato, daqui a uma semana eu estarei solteiro... nosso contrato acaba.
– Pra que isso? Namorar sem amar, que horror...
– É pra fazer propaganda da little mix... a banda dela — paramos em frente à um prédio lindo, ele olhou o relógio — viu, dá tempo. Já, já passa um taxi...
– É, da tempo — ficamos parados nos olhando, dois idiotas se incarando — toma, meu número — falei o número pra ele — desculpa por ontem, tava brincando — rimos
– Eu sei, nem idiotas negam passar o telefone pra mim, sou Zayn Malik gatinha — ele riu, tomei o celular da mão dele na intenção de apagar — não adianta, Vih, já ta gravado na minha cabeça — ele falou segurando minha cintura e pegando o celular.
– Você é um idiota — falei virando o olho, ele riu — só vou salvar o seu porque quero mais contatos.
– Ta bom, até parece, você me ama, sua camiseta me disse — ele riu — só que eu não te amo — ele fez cara de desprezo.
– Como se eu te amasse — rimos — idiota — dei um soco no braço dele
– Besta — ele retribui com cosquinha, AH, eu odeio cosquinha.
– Foi desprazeroso caminhar com você — sorrimos.
– Desprazer todo meu — ele fez um sinal como se estivesse de chapéu. Um taxi passou, entrei e ele foi pro prédio.
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